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15 de Outubro, 2016 às 08:23 Por: Casalkaliente

Enrabando a diarista

tags: Anal
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Era dia de faxina, aqui em casa. Rosane, a diarista, que vinha a cada quinze dias, iria limpar os quartos aqui de casa. Não era uma mulher bonita, mas tinha uma bunda sensacional, enorme, saltada e sempre podia, dava uma olhada, pois ela sempre estava de calças leg, super apertadas.

Como Camila, minha esposa, sempre estava em casa, eu me limitava a dar umas olhadas. Apesar de sermos swingers, Camila não aprovaria algo com a diarista. Principalmente, por que Rosane sempre estava pedindo uma ajudinha extra, em termos de grana. Pedia emprestado, e depois “pagava” com trabalho. Com gente assim, é complicado ter algo, por que o envolvimento gera mais pedidos de grana e, nesses casos de levar o envolvimento para o lado do sexo, as vezes pode rolar até alguma chantagem, para manter o caso em segredo. Era perigoso..

Naquele dia, Camila teve que dar uma saída. Fazer compras no mercado, ir a algumas lojas. Acabei ficando sozinho com Rosane. Eu nem tinha pensado em nada, não estava com maldade na mente, mas ao dar tchau para Camila, passei pelo quarto e vi Rosane limpando debaixo da cama. Ela estava apoiada nos joelhos, e praticamente de bruços, com um braço debaixo da cama, tentando limpar o chão, que ficava mais próximo ao centro da cama. Naquela pose, a bunda ficou arrebitada. Como as pernas estavam abertas, e um pouco flexionadas, a bunda ficou toda aberta, a calça leg, deixava tudo modelado, a racha da bunda, a buceta, tudo ! E ela usava uma calcinha bem pequena, bem enfiada na bunda. Fiquei parado ali, encostado na porta, olhando. Não aguentei, e comecei a massagear a minha pica, que já estava dura, saboreando aquela visão. Conforme ela tentava limpar, os quadris balançavam, e me dava mais tesão ainda.

Fiquei tão hipnotizado com aquela bunda que, quando ela se levantou, não tive tempo de disfarçar. Rosane, me pegou olhando ela, e com a mão sobre minha pica. Não havia nenhuma desculpa a dar. Ela olhou para o volume, na minha calça e ficou séria: “O que é isto ? Que falta de respeito !”

Achei que a coisa iria dar problema. Já fquei imaginando, o rolo que daria, se ela fosse embora, se saísse contando para outras pessoas, principalmente, por que ela trabalhava para vários conhecidos nossos. Eu tinha que contornar a situação: “Desculpa... Não resisti... Você estava sexy demais... Desculpe, não foi por mal...”. Notei que ela ficou mais calma, ameaçou um sorriso, pareceu gostar do elogio. Então, aproveitei: “Não me leve a mal, mas a tua bunda... Não dá para não olhar... Adoro fartura....”. Deu certo... Ela sorriu, se soltou. Gostou do termo “fartura”. Eu tinha me livrado de um esporro maior.

“Fartura ? Eu estou é gorda, mesmo...”. Realmente, ela estava gordinha, a barriga, estava um pouco além do que seria legal. Mas a bunda, valia a pena. “Que nada, qual homem não gosta de uma mulher mais cheinha ? Mulher assim, é mais gostosa...”. Acertei em cheio, o ego dela. Ela virou de costas para o espelho e empinou a bunda, conferindo. A leg, muito apertada, dividia a bunda ao meio. Dava para ver a marca da calcinha, que entrava no meio da bunda, desaparecendo. “O senhor acha isso, mesmo ?”. Naquele momento, senti que ela já estava se insinuando. “Acho sim, com uma bunda dessas, leva qualquer homem a loucura.”. Fui me aproximando, ela ainda estava de costas para o espelho, e fiquei ao lado dela, contemplando o reflexo no espelho. Decidi arriscar, e coloquei a mão em uma das nádegas, dando um leve aperto. “Aí, que é isto, seu passado ?”. Na verdade, ela estava gostando. Como eu estava vestindo um agasalho, não dava para disfarçar minha pica, totalmente ereta. “Tá gostando da minha bunda, mesmo ?”, ela me perguntou. Eu apontei para a minha calça, estufada: “Olha, o que você acha ?”.

Ela levou a mão até minha pica, e a acariciou. Depois segurou firme, sentindo ela. “Poxa, tá bem dura....”. Baixei minha calça, mostrando para ela. Ela segurou, e ficou punhetando, levemente. Eu continuava apertando a bunda dela, sentindo tudo aquilo, na minha mão. “A patroa já vai voltar, melhor parar com isto”, ela me disse. “Ela demora...”. “Mesmo assim, não vou fazer nada !”, ela me respondeu.

Num ato de loucura, perdi a noção do perigo: “O que eu não daria, para te comer...”, falei para ela. Notei os olhos dela, brilhando. Talvez, fosse a oportunidade que ela queria. “Quanto vale a minha bunda ? Diz...”. As coisas pareciam encaminhadas. Agora, era uma questão de preço ! Pensei, rapidamente. Quanto eu poderia oferecer: “Te dou cem...”, isto era o dobro do que ela receberia pelo dia de trabalho. Louca para faturar uma graninha extra, ela topou, imeditamente !!

Não havia tempo a perder ! Baixei a calça dela, fazendo saltar aquela bunda, enorme. Coloquei ela de quatro, sobre a cama. A calcinha era minúscula, não cobria quase nada da bunda. Fiquei esfregando minha pica nela, apertando as nádegas. Minha pica babava, pingava de tanto tesão. Afastei a calcinha e, louco de desejo, fui encaixando na buceta dela. Era uma buceta larga, certamente bastante usada. Estava molhada, e minha pica entrava e saia com facilidade. Eu segura ela, pelos quadris. Rosane estava sobre a cama, e eu de pé, o que facilitava que eu metesse com força. Acostumada com picas bem maiores que a minha, ela praticamente nem esboçava reação, a cada vez que eu enfiava tudo.

Minha pica já estava melada, muito lubrificada, era hora de eu comer aquela bunda. Quando tirei da buceta, e apontei para o cu dela, ela reclamou: “isto não estava no trato !”. “Como assim eu disse que ira te dar cem, pela tua bunda !”, respondi. “Sim, mas comeu minha rachinha... Já era...”. Fiquei puto ! Eu não podia perder a oportunidade, sem pensar, dobrei o lance: “Te dou duzentos !”.

Era isto que a safada queria. Ela olhou por cima do ombro e disse “Feito... Pode meter...”. Ela estava de quatro, e de debruçou na cama, a bunda ficou aberta e ela ainda ajudou, abrindo mais, com as mãos. Pude ver tudo: a cabeça da minha pica, forçando aquele cu, que eu tanto desejava. Fui forçando, e a cabeça foi abrindo as preguinhas e entrando. A puta, também devia dar muito aquele cu, pois não teve dificuldade em receber minha pica. Enfiei tudo e comecei a bombar. Quase tirava tudo, deixando só a cabeça dentro, e voltava a meter.

Eu segurava aquela bunda imensa, e delirava de prazer. Olhando no espelho, ao lado da cama, meu tesão aumentou. Aquela bunduda, de quatro, e eu socando no rabo dela. A bunda empinada, com o cu recebendo minha pica, estava delicioso. Experiente, ela apertava o cu, quando eu metia tudo, mastigava minha pica, me levando a loucura. Comecei a gemer alto e soquei mais forte, sentindo que eu estava quase gozando. Então, enfiei tudo, segurei ela forte, puxando a bunda dela, de encontro a minha pica. Ela ficou apertando minha pica, no mesmo ritmo que ela pulsava, jogando meu leite dentro do rabo dela. Foi um gozo fantástico, enquanto ela apertava, com o cu, a minha pica.

Quanto tirei de dentro dela, o cu estava aberto, e pingava um pouco de leite. Ela foi para o banheiro, se limpar. Peguei o dinheiro dela e, quando ela voltou, entreguei. “Isto fica entre nós... Se alguém souber, fica ruim para ambos, entendeu ?”. Ela assentiu, com a cabeça, guardando o dinheiro, com um sorriso nos lábios. “Assim, venho fazer faxina aqui, seguido....”....

Comentários

16 de Outubro, 2016 às 07:33
Geder
Como sempre Delíciosaaaaa os contos que vem de vcs... Siu fã de vcs.

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