Olá Gente!
Estou no consultório odontológico esperando minha vez de ser atendida, tem alguns pacientes na minha frente, sem nada para fazer lembrei do site e senti saudades do nosso convívio de contar as minhas picantes histórias.
Acabei de contactar com minha ex vizinha no whastaap e esbocei um leve sorriso pensei nas lembranças da nossa convivência na cidade onde trabalhei um tempo atrás. Na época eu tinha entre 25 e 30 anos e já contei um fato para vocês que tive com um homem casado.
Mas vamos ao caso, eu morava vizinha a Andreia um loira casada, safada, risonha, oferecida, e desprovida de preconceitos. Nos tornamos digamos amigas e sempre estavamos juntas falando de homens, moda, sexo, hummm ... coisas de mulher. Tinhamos liberdade de adentrar em nossas casas quase sem o toque da campanhia.
Andreia tinha dois filhos pré adolescentes, ela deveria ter entre 32 a 34 anos. Seu marido era representante comercial, viajava boa parte do tempo fechando contrato de vendas, fazia boa parte da região do estado como também nas cidades proximas do outro estado.
Sempre que possível saíamos para fazer compras em São Paulo no Bom Retiro, ela comprava roupas insinuantes e lingerie provocantes, alegando que era para apimentar o casamento. É logico que eu comprava para os namoridos.
Ela tinha gosto estilo periguete, acentuado, sensualissisimo, e comprava para revender a algumas freguesas do bairro. Praticamente era "formadora de conceito de manter um casamento harmonioso," ela nos convencia facilmente.
As vezes íamos em Pizzaria e levavamos seus filhos. Na Delicatese próxima de nossas residências as vezes comíamos salgadinhos, e o filho do dono a comia descaradamente e ela piriguete se movimentando como onça. Sempre ele falava.
- "Dona Andréia, vou colocar no caderno de contas."
Eu queria pagar mas, ela argumentava que deixasse para outra ocasião, e realmente eu pagava quando lanchavamos no Shopping.
Certa feita os meninos no colégio e eu não fui trabalhar, o portão da casa dela é baixo, temos um macete de colocar o braço e abrir facilmente o portão. Adentrei.
Na varanda escuto ruídos ou melhor sorrisos, pensei o Geraldo chegou, porém não vi o seu carro, fiquei curiosa. Resolvi ir pela lateral que dá acessos aos quartos, vi as janelas abertas, segui me curvando e parei no quarto de hóspede com cortina voal. Nossa! O filho do dono da Deli o Ricardinho.
Gelei, imagimem ela dançando provocante, loira, altura média, seios fartos com mamilos rosados, bunda grande, coxas e pernas grossas torneadas "vestida" quase" nua" de lingerie preta, um contraste com a pele bronzeada e de sandália preta alta.
Fiquei hipnotizada sem fala, com o quadro. Ele na época deveria ter uns 28 anos, malhado e cara de pegador, sentado com a calça de academia um pouco baixa apertando a pica olhando a safada e murmurou.
- "Dance dance minha loira, que vai dançar no" tudão".
- "Hummm ... quero seu tudão."
Sensualmente desata os laços frontal da parte superior da camisola, surge os seios volumosos com os bicos dos seios alterados, os mesmos ficam soltos " desgovernados". A perdida é profissional vai para a calcinha e puxa um lacinho do lado, aparece uma parte da xoxota, depilada.
Gente! Imaginem... o quadro é de erotismo puro, ele mal respira e levanta-se um pouco e a puxa para si, a coloca entre suas pernas. Ela fica com os seios ao alcance de sua boca. Gulosamente e sem esforço ele abocanha ela tem sobressslto... ele chupa um dos seios, mamando e segura apertando o outro.
- "Hummm... esfomeado o bebê."
Murmura a safada ofegante gemendo escandalosamente, se debatendo na boca dele, mas ele exitado arranca a camisola ela uma escrota de primeira sussurra.
- "Isso bebê, gosto dessa pegada."
Arrancada, joga longe, ela domada na boca dele com os longos cabelos ondulados caindo no rosto dele, mas não atrapalha que continua sugando seus peitões. O tempo é curto ele a joga na cama, apressadamente baixa a calça e cueca, coloca a pica na boca dela, segura e vai socando ela com perícia chupa chupa e ele tenso geme.
Eles tem pressa, o Ricardinho tira o resto da calça com a cueca, ficando de camiseta, e se deita, ela se posiciona na sua face, fica na posição de urinar fixa alguns centímetros a xota na bocarra dele, balança balança e cola a xota na boca do homem. Explosão...
Quando ele chupa, Andreinha geme, a cadela é frenetica e movimenta com ele segurando as ancas para a xoxota não "fugir" ela mumura fracamente.
- "Isso chupe minha" conchinha" salgadinha como seus petiscos".
- "Meu petisco preferido."
- "Chupe, lamba, lingue toda aí ... cachorro hummm ...chuuupe."
Ela uuuurra eu acho que goza, pois levanta as ancas um pouco e ele lambe seus próprios lábios. Ofegantes partem para o 69, mas ele tira o resto da calcinha e se posicionam, chupam chupam e abocanham apetitosamente os órgãos genitais.
Nua ela é um pecado, por isso o micro empresário está viciado eu penso, pois ele namora uma estudante de fisioterapia, aliás muito bonita. A cadela se na posição de cachorrinho, movimenta na cama jogando os cabelos longos no rosto e passa a mão tirando-os sensualmente.
Gente! Assisto uma aula ao vivo, com direito de ser exclusiva, ele murmura.
- "Seu marido é um louco, te deixa só, resultado vive faminta de pica."
- "Quero seu tudão, na minha conchinha."
Ela se movimenta, fica de quatro e ele se posiciona, Andreinha se alarga para receber a picona do malhado. Ele enfiia com gosto a safada grita alto ele diz.
- "Calada quer que todo mundo escute."
- "Estão trabalhando, mete mete safado, mete tudo meu bebê."
Ricardo mete mete e ela continua gritando com o "manguá " dentro, ele tira e soca soca, a desavergonhada faz o movimento de" gangorra" sobe e desce e ele bombando dentro da conchinha da loira que geme geme. Ele olha a bunda carnuda e leve palmadas ela é cachorrona gosta e pede para bater, ele dar boas lapadas, deixando as nádegas vermelhas.
Com a excitação Andreia goza suada, mas na posição de coito, ele garotão continua e vai vai e toda cadela goza multiplamente e ... gozam.
Ele se arruma e sai apressado, eu vou para o quintal e me refaço, não sou moralista, apenas não esperava. Fiquei de olho neles, e certo dia, ele tocou a campanhia ela veio entregou uma encomenda de massas a ela. Eu vi pois o muro e baixo, entrei na minha casa.
Fiquei na ponta dos pés, era hora dos filhos chegar, mas a safadinha queria um petisco. Na área próximo ao quintal se beijaram e ele suspendeu seu vestido e passou a mão na farta bunda e tirou a calcinha. Ele mesmo tirou a pica de dentro da calca e ela ajoelhada mamou abocanhando.
Rapidamente, se segurou no tanque e ele meteu ela gemendo baixinho e murmurou.
- "Tudão, tudão."
O garotão bombou bombou e gozaram. Ela o levou a porta com o gozo escorrendo, entrou e vestiu a calcinha esfregando na xoxota com olhos fechados. Os filhos chegam...
Infelizmente contarei o restante depois pois a atendente me chamou vou ser atendida. Aguardem a 2° parte ...
Comentem e releiam...