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15 de Junho, 2017 às 03:37 Por: James Wintt

1 - O Menino Que Viu Demais

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Oi, eu sou Tiago, tenho 26 anos e muito do que vou relatar aqui realmente aconteceu como eu me lembro. Vou resguardar os locais e os nomes dos envolvidos e já adianto que estes serão fictícios. Perdi minha mãe muito cedo e nunca conheci o meu pai, o que fez com que eu fosse criado desde os meus 4 anos pela minha tia Priscila, irmã de minha mãe, e pelo meu tio Gilberto. Eu e meu primo, Jessé (com dois anos a mais do que eu), fomos criados em uma família de classe média em uma cidade de uma região metropolitana de alguma grande capital do país. Com o passar dos anos fui percebendo que minha família tinha uma inclinação natural para a safadeza e a libertinagem (talvez fosse a combinação dos genes, eu não sei). A verdade é que o universo erótico me foi apresentado de uma forma muito precoce pelos meus familiares... mas, calma lá. Eles não eram pedófilos ou coisa do tipo, apenas eu que acabava ficando no lugar certo e na hora certa nos primeiros anos da minha sexualidade.

Minha primeira lembrança de ter contato com o sexo foi aos 11 anos e de forma bastante inesperada. Além da minha tia Priscila com a quem eu morava, havia uma outra irmã de minha mãe, a caçula, tia Manuela. Naquela época, tia Manuela e seu esposo, Tirso (seu nome de verdade era ‘Terêncio’, mas ninguém fazia questão de lembrar) viviam na mesma cidade que nós e as famílias se reuniam com relativa frequência. Por ocasião do aniversário de tia Manuela que se aproximava, tia Priscila mandou que eu levasse até a casa dela alguns salgadinhos que ela estava fazendo e que já estavam prontos, e que seriam servidos no dia seguinte (era uma sexta-feira a tarde, e o aniversário de tia Manuela era naquele mesmo dia, porém a festa seria no sábado). Amarrei as caixas de salgadinho na bicicleta e fui pedalando até a casa deles que não era muito longe de onde nós morávamos. Entretanto, tanto eu quanto tia Priscila esquecemos de telefonar para avisar que eu ia... e agradeço até hoje por isso.

Tia Manuela e tio Tirso moravam em uma casa de apenas um andar, um pouco rebaixada em relação a calçada. Era de madeira e meio antiga, com aquelas janelas de tábuas enfileiradas tipo veneziana. Quando entrei pelo portão que eles geralmente deixavam destrancado durante o dia logo notei que havia algo de estranho. As janelas da frente estavam todas fechadas, como se não houvesse ninguém em casa. Pensei em tocar a campainha, mas a danada estava quebrada. Tencionei dar a volta pela casa, para ver se havia alguma janela aberta. Passei pela lateral que também servia de garagem, arrastando a bicicleta e me esquivando do Gol prata que pertencia ao tio Tirso sem sequer perceber o que fazia. As janelas daquela lateral estavam todas fechadas, mas a última possuía um desfalque de três tábuas na parte debaixo pela qual poderia se espiar o cômodo por dentro. Como ainda era pequeno para idade, tive que catar um banquinho para trepar a olhar pelo vão o que acontecia lá dentro... e o que vi, mudou a minha vida.

O que vi era nada mais nada menos que o quarto de casal de Tia Manuela e tio Tirso. A cama de casal estava bem a minha frente, e, nela Tia Manuela estava deitada de bruços, com as perninhas levemente dobradas para cima. Estava praticamente nua, usando apenas uma calcinha de renda vermelha, e sandálias de salto alto que ela mantinha nos pezinhos suspensos. Foi a primeira vez que eu não vi Tia Manuela como ‘tia’ e passei a vê-la como mulher. Ela era loira de cabelos ondulados, olhos verdes e uma pele bem branquinha. Tinha seios bonitos de tamanho médio que, naquele momento, encontravam-se pressionados contra o colchão, e um quadril também médio, mas que já proporcionava o contorno de uma bundinha deliciosa. Mas o que mais me assustou na cena, não foi ver tia Manuela tão a vontade, mas sim ver o que ela estava fazendo.

Havia um homem desconhecido de frente a ela, também branco, careca e totalmente nu, ele estava com o pau erguido à altura do rosto de tia Manuela, e esta o chupava com sofreguidão. Foi a primeira vez na vida que eu via um boquete, e, até então (com 11 anos), eu sequer sabia que isso existia. Na hora tive um misto de repugnância e ao mesmo tempo fascinação. Via minha tia querida caindo de boca naquele completo estranho, e o meu próprio pênis começou a enrijecer dentro da minha bermuda. O pênis do desconhecido era realmente grande, devia ter uns 20 centímetros, e tia Manuela pegava ele com uma mão e saboreava até onde conseguia. Não sabia o porquê, mas tinha a sensação de que o que tia Manuela estava fazendo era algo muito errado. Fiquei irritado, ela obviamente estava traindo o tio Tirso com aquele cara, e eu me senti culpado por estar gostando da cena. Hoje, naturalmente, devo reconhecer as tolices da infância.

O careca fez então ela parar de chupar e com um gesto pediu que ela se levantasse da cama. Tia Manuela fez como ordenado, desfilando pelo quarto só de salto alto e calcinha vermelha, posicionando-se defronte a ele. Ele a colocou de costas para ele e começou a beijar-lhe a nuca, as costas, o ombro. A cada beijo e mordida, tia Manuela tremia e soltava um arquejo de olhos fechados. As mãos do cara (que eram grandes, parecia um jogador de basquete), percorrem a a lateral do corpo dela, acariciando os seios e depois descendo em direção a calcinha. Com gentileza, ele baixou a calcinha de tia Manoela, e eu pude ver a primeira xana de minha vida. Uma coisa linda com pelinhos curtinhos e loirinhos. Meu pênis latejava por dentro da bermuda, mas nem chegava aos pés da grande tora do cara com ela, que sentou na cama, e fez com ela sentasse devagarinho de costas para ele em seu instrumento.

Tia Manuela foi descendo por aquela vara com um gemido que ia aumentando de intensidade enquanto ela lhe preenchia. Quando conseguiu colocar tudo dentro de si, o desconhecido apertou suas coxas e disse um “-Gostosa!” que fez com ela revirasse os olhos e começasse a cavalgar naquela tora. Ela gemia com aquele pinto enquanto que usava uma das mãos para acariciar as bolas do estranho. Foi nessa hora que eu levei um susto que quase me fez cair do banquinho. Pois uma voz, vinda de dentro do quarto, mas de um lugar que estava fora do meu alcance de visão, perguntou:

- Tá gostoso? Tá gostoso, Manu?

Tive um choque de gelar os ossos. Me estiquei um pouco para tentar ver um canto do quarto próximo a mim, e o pouco que eu vi foi inesquecível. Em uma poltrona, tio Tirso assistia a foda da esposa. Ele era um homem espadaúdo, era policial militar, tinha cabelos curtos pretos com algumas entradas que revelavam que viria a ficar careca um dia. Diferente dos outros no quarto, ele estava vestido com uma camisa social branca, e uma bermuda jeans. Mas tinha o seu próprio pau pra fora da calça, o qual acariciava ao ver deliciado a foda da esposa.

Fiquei abismado. Então tia Manuela estava traindo tio Tirso na frente dele? Então isso não era traição... ou será que era? E tio Tirso... não se importava? Na verdade até gostava? Minha cabeça infantil rodopiava com perguntas chocantes e meu pau que já estava duro na calça conseguiu ficar ainda mais duro, se é que isso era possível. Para completar minha afobação, tia Manuela, que gemia gostosamente no pau do amante, começou a responder as perguntas do marido, em sussurros arquejantes.

- Aah.. Aah... obrigada pelo presente, amor.. Aaah..
- É? Você gostou?
- Ta uma delícia – dizia tia Manuela com um sorriso de safada para tio Tirso enquanto cavalgava na pica do amante, depois, se dirigindo ao homem careca – Aaiii... isso, me come gostoso!!! Fode minha buceta, fode....
- Daqui a pouco ele vai te virar de quatro bem gostoso – falou tio Tirso com uma imensa naturalidade – Vamos ver se gosta...

O rosto de tia Manuela se iluminou em um sorriso enquanto ela gemia com as cavalgadas dadas na piroca do amante. Tio Tirso continuava chamando ela de ‘gostosa’ e ‘safada’ enquanto batia uma punheta ali a apenas um metro de onde sua esposa dava para outro.

- Entrou tudinho amor? – perguntava tio Tirso.
Tia Manuela se ria.
- Agora eu tenho um amante...
- É... você tem um amante – falava tio Tirso deliciado com a visão.
- E você é meu corninho – dizia tia Manuela cavalgando – Agora sua esposa é uma putinha!

Tio Tirso acelerou sua punheta ao som dessas palavras. Tia Manuela continuou cavalgando por mais alguns minutos, até que o seu amante a colocou de pé e fez com que se posicionasse de quatro em cima da cama, conforme tio Tirso prometera. Do lugar onde estava pude ver o rabo branco de minha tia, com aquela buceta que babava de tesão. O careca se posicionou atrás dela com aquela vara e começou a pincelar a bucetinha dela.

- Vem, pausudo... vem, me come!

O careca então acertou a entrada e enfiou com força, dando início uma série de estocadas rápidas. Tia Manuela parecia que via estrelas e gritava de prazer. Na hora, confesso que me assustei com a violência da foda, e perdi o pé no banquinho. Cai do banco, mas consegui me segurar de pé no chão com alguma dignidade antes que algo me acontecesse. No entanto, fiquei com medo de subir de novo. E se eles tivessem ouvido algo? Mais do que ligeiro, peguei a minha bicicleta, fiz o caminho de volta pelo entorno da casa e sai pelo portão.

Não podia voltar para casa com os salgadinhos, então tive que fazer uma hora de bobeira na rua. Fiquei passeando ao léu, com minha cabeça ainda pensando naquilo que havia acabado de presenciar e que para mim era um mundo completamente novo e estranho. A partir dali, tia Manuela e o tio Tirso nunca mais seriam os mesmos para mim, na verdade, ninguém mais passaria a ser o mesmo para mim. Eu comecei a olhar para as pessoas de outras formas, com outros olhos, imaginando os desconhecidos que passavam por mim a foder nas mais variadas formas e posições. Eu havia ganhado malícia.

Passado mais ou menos uma hora eu decidi retornar. Quando cheguei as janelas já estavam abertas e tio Tirso estava do lado de fora do pátio, mexendo com algumas ferramentas na garagem. Tentei agir com a maior naturalidade possível. Ele me recebeu e me convidou para entrar.

Tia Manuela estava com os cabelos molhados de quem havia acabado de sair do banho, trajava uma blusinha verde com a qual eu podia ver o seu tão delicioso decote e a sua barriguinha de fora. As pernas estavam cobertas com uma calça jeans bem justinha. Me recebeu com dois beijos na bochecha, e por um momento pude sentir um hálito estranho, diferente (no futuro viria a entender do que se tratava). Olhei para os lados a procura do visitante, mas nem sinal. Pelo visto ele já havia ido embora.

Parabenizei minha tia, entreguei os salgadinhos e voltei pra casa pedalando ligeiro. No outro dia, no dia da festa, observava tia Manuela e tio Tirso e eles parecia tão apaixonados, tão felizes, eram realmente a alma da festa. O amante não estava lá.

Pouco tempo depois do que foi narrado, tio Tirso acabou sendo transferido para outra cidade no interior do Estado (como dito, ele era policial militar), e ficamos por um bom tempo sem muito convívio com eles. Mas até hoje quando reencontro eles em reuniões especiais de família, me recordo daquela tarde e fico curioso para saber se eles ainda levam aquela vida liberal. É inevitável não lembrar, foi aquela tarde que mudou a minha vida.

E foi naquela noite que eu descobri a punheta.

Comentários

20 de Junho, 2017 às 15:15
Andrews
muito bom este conto. sendo verdade, melhor ainda.

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