Buscar no Portal

22 de Setembro, 2016 às 02:56 Por: Orch

2 - S2 - Melissa - Meu primeiro brinquedo anal

tags: Anal
Esse conto possui 8621 visita(s).

...no dia seguinte eu estava ansiosa pra brincar com meu rosadinho de novo.

Assim que todos saíram, tratei de ligar a TV e seguir o mesmo ritual. Com a bucetinha já molhadinha peguei meu melzinho e lambuzei o cuzinho enfiando o dedinho. Já ficou gostosinho. Então sem receio eu já pressionei o segundo dedinho. Ahhhhh. Aquele ardidinho gostoso. Que delícia. Como isso me ecitava. Eu abria minha bunda e de 4 empurrava os dedinhos para dentro e forçava com o cuzinho para fora. Com o tempo, já não sentia mais o ardidinho. Eu adorei o ardidinho. Fiquei pensando se eu não podia brincar com meu cuzinho usando outra coisa além dos dedos. Fiquei imaginando coisas que eu poderia usar em casa. Então sai em busca de algo.

Fui até a cozinha e abri as gavetas . Olhei para os cabos de faca, mas não achei interessante usar algo assim. Tinha que ser algo mais grosso do que meus dedos. Lembrei que meu avô tinha uma caixa de ferramentas e já me veio as maldades na cabeça. rsrs

Abri a caixa e vi umas chaves de fenda, alicates. Nada de interessante. Estava ficando desanimada, quando olhei para a bancada e vi algo com um formato interessante. Puxei o objeto e vi o que era. Uma colher de pedreiro. Ela tinha o cabo arredondado, mais fino na ponta, vai engrossando depois começa a afinar de novo. Pensei - Perfeito!

Peguei a colher. Levei para sala. Encapei com a camisinha deitei de ladinho, abri a bunda e comecei a esfregar na entrada do cuzinho. Coloquei a ponta da colher no meio do cuzinho e comecei a forcar bem devagar. A medida eu que forçava sentia uma resistência do cuzinho. Precisava de mais lubrificação. A bucetinha não estava dando conta de lubrificar. Então veio a ideia de usar outra coisa para ajudar a lubrificar. Sabia que eu não tinha KY. Nunca precisei.
Então me passou pela cabeça de usar algo oleoso. Pensei eu óleo, mas imaginei que faria muita sujeira. Então lembrei que tinha um
pote de margarina na geladeira. Genial. Margarina vai dar certo.

Peguei uma colher, enchi de margarina e voltei para a sala. Ajoelhei com a barriga apoiada no sofá, peguei dois dedos de margarina, empinei o bum bum, abri a bunda com uma mão e com a outra passei a margarina no cuzinho. Espalhei bastante, enfiei bastante com o dedo dentro do cuzinho. Que delícia, mal podia esperar para sentir aquele negócio na minha bunda.

Peguei o cabeça da colher de pedreiro, encostei no cuzinho e forcei
a entrada devagarinho. A ponta foi deslizando. Gostozinho. Pressionei mais um pouco. Comecei a sentir o ardidinho. Meu peitinho estava latejando. Minha bucetinha estava escorrendo de tesão.
Queria sentir arder mais. Pressionei um pouco mais. Já estava prestes a gozar, então senti meu cu abrindo e o cabo escorregando com dificuldades. Estava ardendo bem mais, mas eu não queria desistir. Queria gozar com o cabo no cu. Tentei relaxar o cuzinho para ver ser melhorava um pouco a dor. Eu sentia cada textura do cabo passando pelo meu cuzinho. Consegui relaxar um pouco o cuzinho mesmo ardendo muito. Então senti ele forçando muito. Derrepente meu cuzinho faz uma força contrária. Ao invés de cuspir para fora, meu cuzinho sugou tudo de uma vez o cabo pra dentro o ardor passou quase que de imediato.
Enfim eu estava com o cabo da colher de pedreiro todinho enfiado no meu rabo. Olhei pelo reflexão do espelho do móvel, minha bunda empinadinha e a colher presa no meu rabo.

Comecei a dedilhar a bucetinha e mexer com o cabo ao mesmo tempo. Forcei a tirada do cabo. Senti meu cuzinho ardendo e dilatando, mas meu cuzinho puxava pra dentro de volta. Puxei com mais força, senti um ardor forte e a parte mais grossa do cabo passou.

Comecei a gostar da coisa. Pressionei novamente e o cabo entrou um pouco mais fácil. Eu curtia aquela dor. Me ecitava muito. Então comecei a colocar e tirar, colocar e tirar. Meu cuzinho resistia, resistia, aos poucos foi acostumando. Em questão de minutos meu cuzinho já engolia sem dificuldades.

Comecei a sentir um arrepio. Um calor tomava conta do meu corpo. Minha bucetinha ardia em chamas. Meu cu engolidor de cabos esta a em chamas. Senti meu corpo contrair, contrair mais, e mais, meu cuzinho começou a piscar, piscar mais. Ele sugava e esmagava aquele cabo inteiro puxando cada milímetro para dentro como numa tentativa desesperada de obter mais e mais.

Depois de uma gozada inigualável eu só conseguia pensar em qual seria minha próxima brincadeira.

Então, no dia seguinte...

Comentários

22 de Setembro, 2016 às 20:48
Geder
Uauuuuu que delicia de conto.... Vc tem experimentar uma lambida no seu cuzinho, quando faço isso com uma mulher ela so falta subir pelas paredes.

1