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18 de Abril, 2018 às 12:04 Por: goianocarinhoso

4| Ana Lys

tags: Gordinha, Sobrinha, Oral
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Moro em Goiânia e trabalho numa empresa de consultoria. Um belo dia um amigo do trabalho resolveu promover um almoço de fim de semana em sua casa, com poucos convidados. Dentre os convidados estava a Ana Lys. Meu colega Jorge, o anfitrião, apresentou sua sobrinha a todos, falou um pouco sobre ela, dos planos dela e a conversa ficou girando em torno de Ana por alguns minutos. Mas enquanto todos conversavam, meus olhos vez ou outra mudavam de direção para Ana. Ela tinha por volta de 1,60m, cabelos lisos, longos e bem pretos, pele branquinha. Ana fazia o estilo gordinha e particularmente eu adorei isso. Completava o pacote os seios fartos que chamavam a atenção de qualquer homem!

O almoço transcorreu de forma tranquila, com muitas risadas, conversas bobas e tudo o que um bom almoço entre amigos poderia ter. Por volta das 15h resolvemos ir embora e Jorge perguntou se eu poderia dar uma carona para Ana Lys, já que passaríamos perto de onde ela estava morando. Minha esposa concordou e então saímos.

No carro as duas conversaram um pouco mas logo Ana se fixou no seu celular e minha esposa veio conversando comigo sobre algumas coisas, que honestamente, eu respondia meio que no modo automático. Pelo retrovisor, eu via os olhos de Ana entretidas no celular, mas vez ou outra nossos olhares se cruzaram. Foi quando ela sorriu em uma dessas trocas que tive a certeza de que algo poderia surgir desses olhares.

Estacionei o carro e Ana se despediu, descendo do carro em seguida. Não teve muita cerimônia, apenas o agradecimento dela pela carona. Fomos embora e passei o dia todo descansando em casa, já segunda feira era dia de trabalho pesado.

Na segunda saí para almoçar num shopping perto do trabalho, tentando poupar um pouco de tempo para adiantar algumas coisas no resto da tarde. Enquanto comia, eu verificava algumas mensagens no whatsapp, pois não tive tempo durante o expediente. Mas uma mensagem me chamou a atenção.

- Oi...

Eu não tinha o número salvo na minha agenda, não sabia quem poderia ser. Por conta do trabalho imaginei que fosse algo relacionado. Então respondi:

- Oi, quem fala?
- Ana Lys, tudo bem? Desculpa te chamar aqui, mas o Jorge me deu seu número... tá podendo falar?
- Oi Ana, tudo bem sim... posso falar sem problemas.

Então adicionei ela nos meus contatos e a foto dela apareceu. Linda, de cabelo solto, aquele olhar penetrante e valorizando o decote. Adorei!

- Então, eu pedi seu telefone para o Jorge dizendo que tinha esquecido alguma coisa no seu carro e tal... mas só queria adicionar mesmo pra te ter como contato tá?
- Ah sim, tranquilo. Precisando de alguma coisa é só falar! - respondi.
- Tá bom, obrigada rs!

Voltei para a empresa e o fato dela ter procurado meu telefone me causou uma certa estranheza. Claro que já imaginei o que ela queria, afinal, eu dei todas as pistas no almoço do dia anterior, de que ela realmente chamou minha atenção. Minha mente se encheu de pensamentos safados, imaginando diversas situações envolvendo Ana Lys: beijar seus lábios, sentir o seu perfume, desnudar o corpo dela lentamente de forma a apreciar cada centímetro dele. Logo me enchi de tesão por ela, mas tive que me recompor para voltar meus pensamentos ao trabalho.

No decorrer do dia foram várias as vezes em que abri o meu whatsapp para ver se teria alguma mensagem dela ou simplesmente para dar uma espiada na foto de perfil dela.

Por volta das 16h da tarde o celular vibrou na minha mesa. Sem esperar muito, fui ver a notificação e vi que era uma mensagem de Ana.

- E aí, o que tá fazendo de bom?

Visualizei e esperei alguns minutos. Na verdade pensei bem antes de responder, pois estava com o dilema na cabeça sobre como agir numa situação dessas. Depois de algum tempo casado, as coisas já não eram mais as mesmas. Era complicado pegar os "sinais" de que algo estivesse acontecendo. Claro que eu sabia que se, eu insistisse nisso, algo poderia acontecer.

- Pois é... tô aqui no trabalho, olhando umas chatices de planilhas.
- Poxa que responsa hein... mas chato tb não é?
- Sim sim... muito chato! Mas é a vida... nem sempre dá pra fazer o que se gosta ;)
- Verdade. Tá chato aqui no apê tb, nada pra fazer.
- Logo aparece algo interessante pra fazer, vc logo vai fazer alguns amigos e sua vida vai ser uma grande balada. Aqui em Goiânia o povo não para!
- Algo interessante né... eu tenho muitos pensamentos interessantes na minha cabeça agora rs
- Ah é? Q tipo de pensamentos?
- Não gosto muito de pensar, gosto de agir. Pensei q talvez vc pudesse me ajudar com isso. Q tal?
- Seria ótimo!
- Então depois que sair daí, dá um pulinho aqui, vc já sabe onde é.
- Tá certo, passo sim.

O resto do meu dia foi bem interessante pois eu estava muito ansioso. Honestamente fazia muito tempo que eu não jogava esse jogo.

Pouco antes das 19hs eu estava no seu apartamento. A portaria interfonou e logo eu subi com a autorização dela.

Ana era muito pra frente, já dava pra perceber isso na nossa curta conversa pelo app. E isso fez questão de me mostrar isso quando me recepcionou na porta do apartamento dela. Ela usava um vestido bem curtinho e colado ao corpo, acentuando maravilhosamente todas as curvas do seu corpo. Seus seios saltavam pelas saídas do vestido, suas coxas grossas e bem torneadas eram um vislumbre e quando ela virou-se de costas para me guiar pelo apartamento, pude perceber melhor a beleza e o formato volumoso da sua bunda. Inevitavelmente tive uma ereção espontânea.

Chegando próximo do sofá, Ana me ofereceu o lugar de sentar e mal sentei, ela veio pra cima de mim, com um olhar devorador. Sentou-se no meu colo, de frente pra mim e começamos a nos beijar ardentemente. Seus lábios eram o puro mel, molhado e cheio de prazer. Nossas línguas se tocavam, dançavam juntas em uma perfeita harmonia. Aos poucos minhas mãos corriam pelo seu corpo e logo fiz questão de chegar em suas nádegas, puxando ela pra cima de mim, enquanto ela ensaiava reboladas sincronizadas no meu colo. Não demorou muito e ela "escorregou" as alças do seu vestido e seus seios volumosos caíram intencionalmente nos meus lábios. Suguei cada um deles com sofreguidão, mordiscando os bicos tesos e massageando cada um deles. Sua bunda grande não parava por um segundo e logo a calça jeans que eu vestia passou a me incomodar por conta do membro rijo dentro delas.

Virei o jogo e coloquei Ana deitada no sofá. Era a minha vez de estar por cima e meu desejo, como nos pensamentos que tive antes daquele momento, era me aproveitar de cada centímetro do corpo dessa gordinha deliciosa. Beijei sua boca novamente e fui descendo lentamente. Primeiro o pescoço, depois os seios. Mamei deliciosamente cada um, deixando os bicos molhados e mordiscados. Ela gemia baixinho no meu ouvido, me chamando de safado e tarado. Então subi o seu vestido com as mãos e alcancei a calcinha. Coloquei a ponta dos dedos em sua xaninha, que nesse momento, estava encharcando a calcinha pequena. Tirei ela de lado e pude sentir o calor que emanava de sua xaninha, volumosa e bem depiladinha. Não resisti por muito tempo e desci ainda mais, levantando seu vestido até a cintura dela.

Logo que alcancei suas coxas grossas, comecei a beijar. Meus lábios davam leves toques em sua pele, dando pequenas lambidinhas, experimentando todo o seu sabor. Fui beliscando sua virilha, lambendo com mais intensidade e deixando ela completamente louca. Seus gemidos ficaram mais intensos e meu olhar estava totalmente vidrado em sua parte íntima. Ela se contorcia, de olhos fechados usava as duas mãos para apertar os seios fartos, enquanto balbuciava palavras desconexas sobre o quão gostoso estava. Tirei o tecido encharcado de lado e vislumbrei sua xota linda, de lábios rosados e totalmente depilada. Minha língua não se conformou em ficar apenas dentro da minha boca e passei a dar leves "pinceladas" em sua grutinha, dando uma atenção especial ao clitóris. Depois passei a ir mais fundo, delicadamente enfiando a língua dentro dela. Seu sabor era indescritível e meu tesão só aumentava. Mas eu queria dar mais atenção e mais intensidade às chupadas e com isso, ela prendeu suas pernas ao redor do meu pescoço, me prendendo maravilhosamente em meio às suas pernas. Chupei-a com muita intensidade, levando ela ao orgasmo em poucos minutos. Sobrou ainda um pouco de tempo para que eu erguesse suas pernas para o alto e tivesse melhor proveito da região, atingindo então toda a sua região erógena, dando pequenas pinceladas em seu cuzinho. Ela me chamou de louco, safado, atrevido. Mas eu sabia que ela estava adorando.

Levantei-me e tirei a calça jeans e a comecei a desabotoar a camisa. Enquanto isso ela sentou-se na minha frente e rapidamente tirou o pau de dentro da cueca. O membro estava rijo, em ponto. Ela não se intimidou e começou a beijar o membro, dando pequenas lambidas na glande. Em pouco tempo ela colocava a maior parte dele dentro da sua boca quente e molhada. Os movimentos de vai e vem foram se intensificando, me deixando completamente extasiado de prazer. Depois passou a lamber e a mamar as bolas, uma por uma. Coloquei uma das pernas no sofá e ela pôde ter uma melhor visão do pau ereto e mais facilidade para acessar ainda mais meu pau e meu saco. Ali logo estava tudo babado, algo que ela gostava muito de fazer. E eu adorava também. Suas mãos eram tão ágeis quanto sua boca e por muito pouco eu não cheguei ao clímax com o seu oral perfeito.

Ana se ajeitou logo em seguida, ficando de quatro pra mim. A visão de sua grande bunda empinada foi surpreendente, tanto que em apenas alguns segundos, eu estava ali mordendo suas nádegas, me aproveitando um pouco mais antes de consumar a penetração. Novamente passei a língua pela sua boceta melada e dei uma outra atenção ao seu cuzinho. Não tinha a intenção de penetrar seu cuzinho, a não ser que ela realmente pedisse por isso. Mas ADORO lamber um cú, deixar bem babadinho a ponto da saliva escorrer pela boceta. E foi o que fiz.

Em seguida apontei o membro duro, passei a cabeça pela xota e lentamente a penetrei. Em poucos segundos meu membro encontrava-se totalmente alojado dentro dela. O pau pulsava a cada segundo ali dentro, dando pequenos espasmos com o conforto daquela grutinha quente e úmida. Aos poucos comecei o vai e vem, enquanto segurava firme suas ancas. Logo eu metia com força, sentindo a sua bunda bater forte contra o meu quadril. Ana gemia alto agora, pedindo pra que eu metesse sem dó, com força. Visualizar aquela bunda enorme batendo no meu quadril e não querer dar uns belos tapas, era o mesmo que querer comer arroz sem o feijão. No primeiro tapa ela me chamou de safado. A partir daí ela pedia mais tapas, queria que eu a comesse como se ela fosse a minha puta.

- Bate mais vadio, bate... bate na bunda dessa puta gulosa!

Eu batia, apertava as nádegas e brincava com o cuzinho dela que piscava muito. Passei o dedo polegar na entradinha do anelzinho dela e pude ver que ela adorava e lentamente fui colocando o dedo. Da forma que estava, minhas mãos estava grudadas na bunda dela, um dedo no cuzinho e meu pau enfiando sem dó dentro de sua boceta. Honestamente eu estava quase no meu limite e ela, pouco tempo depois, gozava deliciosamente no meu pau. Ela rebolou, suas pernas tremeram bastante e ela enfiou a cara na almofada do sofá, gemendo alto.

Então sentei-me no sofá e logo que ela se recuperou, veio engatinhando pelo sofá, me beijando deliciosamente. Segurou meu pau com sua mão esquerda e lentamente me punhetou enquanto nos beijávamos. Logo ela se abaixou e abocanhou o pau, enquanto eu passava a mão pela sua bunda, alcançando sua boceta molhada.

Ana sentou no meu colo e lentamente encaixou o pau na boceta e começou a cavalgar. Seus seios pulavam na minha boca e eu mal conseguia abocanhá-los. Segurei firme sua bunda, ajudando ela a se levantar e a sentar com mais força. Em pouco tempo meu dedo médio alcançou seu cuzinho, mas dessa vez ela tirou o dedo.

- Outra hora querido, outra hora...

Entendi que aquele não era o momento pra isso, mas fiquei sossegado. Na minha cabeça eu entendia que ela gostava, mas tudo tem sem tempo, não é mesmo?

Mas ela continuou cavalgando no meu colo! Me ajeitei no sofá, ficando o mais deitado possível e com as pernas totalmente apoiadas no chão. Quando ela diminuiu o ritmo, eu aumentei. Passei a forçar o meu corpo e a meter com rapidez, enquanto usava as mãos para apertar seus seios. Ela estava adorando aquilo, me olhando no fundo dos olhos com uma mensagem simples de entender: Continue assim! E assim segui. Os gemidos curtos foram substituídos por um gemido mais constante, como seu algo estive por vir. Da minha parte, eu já estava quase lá! E não demorou muito para que nós dois chegássemos ao orgasmo, juntos. Ela se deitou no meu peito, gozando novamente. Eu tirei o pau pra fora e gozei deliciosamente!

Nossos corpos, já suados e cansados, ficaram por alguns minutos naquela posição. Nos beijamos lentamente, com a respiração ainda ofegante. Ela mordiscava meus lábios, enfiava a língua na minha boca, enquanto eu acariciava suas costas e sua bunda.

Depois de algum tempo resolvemos ir para o banho e por lá ficamos grudadinhos enquanto a água quente caía pelos nossos corpos.

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Espero que tenham gostado! Perdão pela demora e trazer novos contos por aqui, mas agradeço a todos que comentaram e fizeram questão de entrar em contato pelo email, deixando suas mensagens e batendo papo! Por falar nisso, fica o email abaixo para quem quiser conversar, fazer amizades, criticar ou apenas dar um alô.

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Grande abraço a todos!

Comentários

19 de Abril, 2018 às 11:15
pinguim
muito bom o conto também sou da região mas do interior estou sempre lendo e tentando colocar minhas historias também no syte, sou um aprendiz ainda nesta area! mas sempre ponho minhas opinioes ai

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