Buscar no Portal

20 de Abril, 2018 às 11:25 Por: goianocarinhoso

5| Rosas Para Isabela

tags: Oral, Vinho, Sofá, Banheiro
Esse conto possui 2591 visita(s).

O buquê já estava no banco do carro, ao meu lado. Enquanto eu dirigia para o seu encontro, em meio a tantos semáforos, eu olhava para o buquê e ficava pensando nas reações que ela teria quando chegasse eu sua casa com a surpresa. Vez ou outra eu olhava no celular, sempre de olho nas horas, na tentativa de evitar um atraso. A cada minuto que passava minha ansiedade aumentava. Era a vontade de estar ao lado dela, de contemplar seus olhos brilhantes, de sentir o seu perfume doce e de novamente poder me deliciar em seus lábios molhados.

Isabela era uma doce mulher. Com seus 42 anos bem vividos, recém saída de um relacionamento conturbado, ela fazia o tipo de mulher madura que não tinha vivido um grande amor. Nada de beijos carinhosos, abraços de conforto, presentes em datas especiais. Foi apenas mais um de tantos homens que existem por aí que insistem em não tratar bem a mulher que tem. E depois de algumas conversas, tivemos nosso primeiro encontro, em um restaurante onde nos conhecemos um pouco melhor.

Logo que a vi pela primeira vez, nesse jantar, percebi o tipo de mulher que era. Isabela tinha os cabelos castanhos, curtos na altura do pescoço. Seus lábios bem delineados eram um convite para a experimentação, mas não iria forçar a barra. Como cheguei primeiro ao restaurante, pude ter uma boa perspectiva de seu corpo. Não que isso importe, mas agradou as expectativas que eu tinha. Ela usava tons de preto, que realçavam a pele branquinha. O vestido escondia os seios médios, firmes e as coxas grossas estavam bem apertadas no modelito. A cintura fina fazia com que seu bumbum se exaltasse entregando um verdadeiro mulherão.

Ela sempre conversava de forma carinhosa, atenta aos detalhes. A conversa tinha sido ótima, regada a um bom vinho, ótima música ambiente e nada de celular do lado para tirar nossas atenções. Apenas eu e ela - olhos nos olhos.

Quando saímos de lá acredito que a boa impressão era recíproca. Marcamos então um segundo encontro.

Eu já me aproximava de sua casa, sendo guiado pelo aplicativo de mapas. O tempo de chegada era de 2 minutos, que pareciam 2 horas! Ao chegar na porta de sua casa, avisei pelo whatssapp.

- Estou na porta.
Alguns segundos depois veio a resposta:
- Estou saindo!

Desci do carro e aguardei ansioso pela chegada dela. O buquê de rosas estava na mão e logo o portão menor se abriu. Ela saiu, linda como antes. De forma menos formal que o primeiro encontro, mas ainda assim linda. Ela usava uma blusa mais solta, uma bermuda jeans curta e um sorriso estonteante. Estendi o buquê e ela, cheia de surpresa, arregalou os olhos, colocando as duas mãos na boca. A surpresa foi intensa pra ela, que teve os olhos invadidos por lágrimas de felicidade. Nos abraçamos e pra minha surpresa ela me roubou um beijo na boca. Um beijo demorado, como se disséssemos um para o outro: "Puxa, até que enfim!".

- Meu Deus, que lindo! Obrigada.

Ali coladinhos, nos beijamos de forma apaixonada. Mas não era muito inteligente ficarmos ali dando sopa ao azar. Afinal, hoje em dia, qualquer lugar é lugar para um meliante. Entramos.

Sua casa era confortável, bem mobiliada e na sala, em cima da mesa de centro, já estavam duas taças, um balde de gelo e uma garrafa de vinho. Havia uma tábua de frios recém colocada e ali nos acomodamos. À partir dali a conversa se desdobrou um bom tempo. O buquê ficou no colo dela por pelo menos meia hora, até que ela decidiu pegar uma jarra na cozinha e enfeitar um móvel da sala com as rosas dentro.

Enquanto conversávamos as carícias foram acontecendo. Alguns beijos, abraços e um pouco de vinho. Alcancei sua nuca e comecei a passar a mão entre seus cabelos, puxando seu rosto para próximo de mim e beijando ela ainda mais. Com o clima esquentando, desci um pouco mais, dando beijos carinhosos no seu pescoço. Ela se arrepiava toda a cada toque dos meus lábios, nossos corpos foram ficando mais colados um no outro e pouco depois estávamos deitados no sofá, lado a lado. O clima de tesão estava formado e não sabia se avançaríamos mais. Pensei que, pelo casamento dela ter sido tão traumático, talvez ela quisesse que as coisas fossem mais devagar. Ledo engano.

Isabela começou a passar a mão pelo meu corpo, abrindo lentamente os botões da minha camisa. Quando meu peito estava quase que completamente desnudo, Isabela passou a me beijar ali, de forma carinhosa enquanto sua mão completava as carícias. Eu passeava com minha mão pelo seu cabelo, descendo pelas suas costas. Ergui um pouco da blusa e me concentrava em suas costas e em seguida desci até seu bumbum. A outra mão estava em suas pernas, fazendo carícias. Logo minha camisa estava toda aberta e sem falar nada, ela subiu em mim.

Ela agora ditava o jogo. Sua boca foi descendo lentamente até a minha cintura. Ela foi tirando o cinto da calça e em seguida abriu o botão e o zíper. Sem tirar a calça ela brincou com a rigidez do membro escondido na roupa. Amassou, apalpou e deu vários beijos ali. Lentamente sua mão foi escorregando para dentro da calça e quando sua mão alcançou o que ela queria, ela o puxou pra fora. O pau pulsava em sua mão quente e ela o segurava firma, com os olhos fixos nele. Ela então desviou o olhar pra mim e disse:

- Posso?
- Acho que vou trazer um buquê de rosas sempre que vier te ver!

Ela deu uma deliciosa risada e em seguida passou a dar pequenos toques com a língua. A lambidas foram ficando mais intensas até que ela o abocanhou. Sua boca quente e úmida foi preenchendo cada pedaço de mim. Eu estava bem confortável, com algumas almofadas na cabeça e vislumbrando toda a cena. O pau ficou todo molhado e aos poucos ela foi intensificando os movimentos, subindo e descendo com uma maestria impressionante. Com a ajuda de sua mão, ela me deixou completamente louco com o oral mais delicioso que já tive o prazer de experimentar. Já estava ficando incontrolável me segurar. Ela percebendo, diminuiu o ritmo e parou. Subiu devagar até mim e selamos um delicioso beijo, cheio de tesão. Então era a minha vez.

Deitei ela no sofá, exatamente nas mesmas almofadas em que eu me encontrava. Voltei a beijar seu pescoço, dando mordiscadas em suas orelhas, enfiando a língua no ouvido. Ela gemeu alto com a carícia. Fui descendo lentamente, alcançando os seios firmes dela. As auréolas rosadas, com os bicos salientes encheram minha boca de água. Passei a ponta da língua em cada um deles e passei a dar leves mamadas, mordiscando os bicos em seguida. Ela adorava a carícia e em pouco tempo ela tirou a blusa. Desci lentamente pela sua barriga, dando uma atenção especial ali. Enquanto beijava sua barriga e umbigo, fui lentamente tirando sua bermuda. Logo ela estava só de calcinha, prontinha pra receber minhas carícias. Continuei descendo até suas coxas e passei a ponta da língua no começo da virilha dela, seguindo o contorno da calcinha. Ela ficou louca, gemendo e agora segurando firme nos meus cabelos.

Lentamente fui despindo sua peça íntima. Ela tinha se preparado toda, feito uma depilação completa, deixando apenas alguns pelinhos curtos logo acima da boceta. Enquanto a calcinha estava sendo tirada, pude perceber que ela estava completamente molhada. Isso me deu um prazer enorme e uma vontade de me deliciar com o mel que escorria por ali. E foi justamente o que fiz.

O sabor de sua xoxota era delicioso, o cheiro suave de sexo invadiu os meus sentidos. A textura de sua boceta molhada me dava mais e mais vontade de continuar ali, enquanto ela se contorcia de prazer soltando gemidos, pedindo pra que eu não parasse. Chupei sua boceta até que ela gozasse na minha boca! Seu corpo todo tremia e ela urrava de prazer, enquanto eu dava pequenas pontadas com a língua. Quando ela parou de se contorcer, voltei a chupá-la, com menos intensidade agora, diminuindo cada vez mais. Voltei a subir pelo seu corpo, refazendo todo o delicioso caminho até chegar nos seus lábios. Nos beijamos demoradamente.

Sentei no sofá e logo tirei o restante da minha roupa. Com o membro em riste, Isabela não demorou muito para sentar no meu colo. O pau escorregou fácil para dentro dela e em pouco tempo ela cavalgava com o seu ritmo. Eu segurava sua bunda, ajudando ela a subir e descer enquanto nos beijávamos com sofreguidão. Depois ela virou-se de costas e como uma atleta, subia e descia facilmente. Suas costas nuas eram um deleite pra mim, que me aproveitava para beijar a cada instante.

Depois de algum tempo a deitei de bruços no sofá. Ela ficou deitada, toda nua na minha frente, enquanto eu admirava seu corpo. Deitei por cima dela e beijei sua nuca, dizendo em seu ouvido o quanto ela era gostosa, o quanto eu estava adorando estar ali com ela. Ela dizia o mesmo, falava o quanto estava adorando ser admirada e comida por mim. Coloquei uma almofada embaixo de sua barriga, fazendo com que ela ficasse com o bumbum bem empinado. Logo em seguida a penetrei, fazendo movimentos mais intensos. Nossos corpos batiam um no outro e em pouco tempo estávamos transpirando. Nessa posição eu aproveitava para beijar mais a sua nuca, suas costas. Segurei seus cabelos curtos, dando leves puxões e ela simplesmente adorava.

Ela ergueu o corpo, ficando de quatro. Aí sim sua bunda grande ficou enorme! Não demorei muito e a penetrei lentamente. Meu pau pulsava de tanto prazer, enquanto ela olhava pra trás, adorando estar daquele jeito enquanto eu a penetrava, agora com força. As estocadas eram fundas e ela gemia alto, dizendo vários impropérios que só aumentava o nosso tesão. Isabela gritava dizendo pra eu não parar, que ela iria gozar. Fui mais fundo e mais rápido e ela gozou. Gozou tanto que escorria pelas suas pernas, coisa que até então eu só tinha visto em filmes pornôs e achava que era muito 'fake'. Ledo engano de novo!

Isabela ficou mole, respirando de modo ofegante, cansada! Eu ainda não tinha gozado, mas isso não importava. Ver ela ficar daquela forma, pra mim, foi indescritível.

- Que tal um banho pra relaxar? - sugeri.
- Acho ótimo!

Isabela passou antes na cozinha e trouxa uma garrafa com água gelada. Bebemos e fomos direto para o banheiro em seu quarto. A água quente estava simplesmente maravilhosa e revigorante. Em pouco tempo estávamos nos agarrando de novo, com beijos safados e cheios de malícia. A excitação tomou conta de mim novamente e Isabela percebendo, virou de costas. Apoiou uma das pernas no vaso e empinou, olhando pra mim com a cara bem lerda. Em pouco tempo estávamos transando ali, com a água morna transformando todo o ambiente em uma grande cortina de fumaça. Eu metia forte e quando percebi que iria gozar, avisei a ela.

- Goza em mim, goza... por favor!

Dei o sinal de que iria gozar e ela saiu, ajoelhando-se na minha frente. Ela segurou os seios e apontou onde queria receber meu gozo. Em segundos ejaculei onde ela queria. Ela sorria, adorando minha cara de satisfação e prazer. Logo ela se levantou e nos beijamos bem gostoso. O banho seguiu e logo saímos do banho.

Depois de secos fomos direto para a cama, onde namoramos por mais algumas horas, adentrando a madrugada em uma deliciosa noite de amor.

----

Mais uma vez gostaria de agradecer a todos pelos votos e comentários nos contos anteriores. Vocês são maravilhosos turma! Espero continuar a escrever contos que possam alimentar a imaginação de quem lê. Mais uma vez, aos que quiserem fazer amizade, bater papo ou mandar sua crítica, fica aí o email para contato! Um grande abraço!

> [email protected] <

Comentários

Ainda não há comentários para esse conto.