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19 de Dezembro, 2013 às 00:04 Por: Gorila

A Entregadora de Panfletos - Parte 2

tags: coroa, madura, gostosa, sexo, motel, panfleto
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Na manhã seguinte – após uma noite mal dormida e intercalada por ereções que acabaram em um ato solitário praticado no banheiro e às pressas – eu praticamente “decolei” de casa em direção ao trabalho, ou melhor, em direção ao encontro com a Dinah. Havíamos marcado de nos encontrarmos em um posto de gasolina que fica muito próximo do meu trabalho e mesmo com o pouco trânsito incomum para aquela manhã, quando cheguei no local, Dinah já estava lá e eu tive receio de ter “quebrado o clima” com ela.

Ela entrou no carro e eu, imediatamente, perguntei-lhe se havia me atrasado. Ela sorriu e disse que foi apenas o suficiente para que ela ficasse ainda com mais tesão! Rumamos, então, para o motel (aliás, o mesmo do dia anterior) e assim que Dinah desceu do carro ela me agarrou pela braguilha dizendo que queria ver o “material”. Empurrei-a gentilmente para trás e com gestos rápidos, abri minhas calças, colocando a pica endurecida para fora. Dinah aproximou-se e pegou-a com uma das mãos massageando-a e dizendo que era do tamanho certo, sorrindo para mim em seguida. Tomei-a nos braços (mesmo com sua circunferência e altura excedendo a minha) e pedi-lhe um beijo que foi prontamente usufruído, enquanto minhas mãos acariciavam aquela bunda maravilhosa.

Assim que entramos no quarto eu me despi e fitei Dinah que estava apreciando o “material” por completo. Ela fez menção de despir-se, mas eu a interrompi, pedindo que ela fizesse um strip tease ao som de uma música bem gostosa. Ela deu um sorriso maroto e comentou que eu sabia ser “bem abusadinho”; em seguida ela pediu que eu ligasse o som do quarto e escolhesse a música. E foi o que fiz escolhendo uma que era bem apropriada para o momento (You cant leave your hat on).

Após alguns segundos, Dinah entrou no clima rebolando e requebrando com uma sensualidade extremamente calorosa e provocante. Ela começou pela parte de cima que era composta de uma camiseta bem larga e um sutiã branco, deixando à mostra os peitos enormes e deliciosos cujos mamilos pareciam chamar pela minha boca que estava cheia de saliva. Dinah percebeu minha excitação e aproveitou para “esquentar” ainda mais o clima, rebolando com mais malícia e sensualidade.

Seguiu-se o resto, com Dinah colocando suas pernas – uma de cada vez – apoiada sobre a cama e fazendo com que a calça legging escorregasse até os seus pés, denunciando que não havia mais nada por baixo dela! Depois, ela sentou-se na beirada da cama – de costas para mim – inclinou-se para baixo e terminou de tirar a última peça de roupa. Permaneceu sentada, olhando para mim por cima do ombro. Aquela era uma visão quase que idílica … uma mulher voluptuosa sentada na beirada da cama onde eu jazia nu vislumbrando a visão do seu dorso magnífico.

Dinah aproveitou que a música ainda rolava solta e levantou-se mais uma vez, rebolando aquelas formas deliciosamente obscenas para meu prazer integral. Seus mamilos saltavam e balançavam no ritmo da música enquanto sua cintura rebolava incitando desejos carnais que clamavam por satisfação. Lentamente, eu me levantei e caminhei até ela; tomei-a nos braços e apertei-a bem próximo de mim sentindo seu calor que mais parecia um vulcão prestes a eclodir em paixão e desejo. Nos beijamos demoradamente, enquanto nossas mãos passeavam, curiosas, descobrindo detalhes das formas nuas de um homem e uma mulher.

Suavemente, empurrei Dinah para que ela se deitasse na cama, e ainda com gentileza, afastei suas pernas deixando à mostra sua vagina de poucos pelos escuros; entreabri os grandes lábios descobrindo o clítoris inchado dilatado. Promovi o encontro da minha língua com aquela delícia sugando-a como quem aprecia uma fruta doce e saborosa, arrancando gemidos de minha parceira e fazendo-a delirar de tanto tesão. Ela afagava meus cabelos, enquanto suplicava para que eu não parasse o que estava fazendo.

Chupei aquele grelo até sentir o fio quente e úmido do seu primeiro orgasmo. Dinah gemia e se contorcia, tomando o cuidado de não dificultar o meu “trabalho” (e que delícia de trabalho!), balbuciando elogios e palavras carinhosas com uma respiração entrecortada e, vez por outra, arquejante. E assim se foram mais orgasmos, até que o fio tornou-se uma pequena cachoeira caudalosa que eu sorvia como o mortal que aprecia o néctar do Olimpo.

-Não aguento mais! Eu quero que você me foda! E precisa ser agora, seu macho poderoso! Vem, … vem trepar comigo, por favor! – as palavras de Dinah soavam quase como uma súplica que exigia uma resposta imediata. Levantei-me e olhei aquele monumento de mulher, concluindo que a melhor forma de fodê-la era colocando-a de quatro sobre a cama.
Pedi que ela fizesse isso para mim, o que foi prontamente atendido. Mas, antes que eu pudesse ensaiar qualquer “ataque” fui tomado pela linda visão da tatuagem em forma de morango que ela tinha acima do início do vale formado pelas nádegas roliças e tão bem desenhadas que mais pareciam uma pintura realista. Não resisti e, imediatamente, beijei aquela figura aplicando sobre ela uma vigorosa chupada e extraindo um gemido profundo de minha parceira, para, em seguida, apontar meu pau para a boceta, penetrando com um único movimento de avanço.

A boceta de Dinah encaixou-se como uma luva para minha rola, acolhendo-o perfeitamente. Comecei os movimentos de vai e vem com uma cadência marcada, fazendo a rola sair quase que inteiramente antes de penetrar outra vez; a cada estocada assim feita, Dinah gemia, enquanto sua boceta parecia responder com um som curioso que me deixava ainda mais excitado. Paulatinamente, fui intensificando os movimentos, até o ápice em que meu pau entrava a saía com uma velocidade e vigor incomparáveis. A fêmea gemia e soltava gritinhos pedindo sempre mais, querendo sempre mais!

Novamente, Dinah gozou, uma … duas … três … quatro vezes! E a partir de então , tanto ela como eu perdemos a conta de quantos orgasmos ela tinha usufruído. Suávamos às bicas e a pele de minha parceira havia tomado um brilho cintilante, fruto das gotas de suor espalhadas por todo o seu corpo. Eu sequer pensava em acabar com aquilo tudo, pois em minha mente só via uma mulher exuberante, de quatro, sendo satisfeita pela minha rola dura que estocava sua vagina impiedosamente.

-Isso, tesão … me fode gostoso … me faz ir pra casa hoje totalmente arrombada! Fode essa boceta para que ela não sinta vontade de outro homem ou de outra pica por muito tempo … quero lembrar dela assim … poderosa! – eram frases elogiosas que serviam para me estimular ainda mais, deixando-me mais viril e vigoroso. Segurei firmemente suas nádegas e passei a golpear com mais profundidade elevando o ritmo dos movimentos e fazendo com que minha parceira experimentasse violentos espasmos corporais e sensoriais que faziam dela uma cadela ensandecida em pleno cio, gritando e gemendo tão alto que, creio, poderia ser ouvido por todo o motel (e isso não me preocupava nem um pouco!).

Repentinamente, Dinah empurrou o seu traseiro contra minha rola, forçando que os movimentos cessassem abruptamente. Olhou por cima do ombro e com a voz embargada fez um pedido que eu, inconscientemente, ansiava havia muito tempo: -Vai, meu puto, enfia essa coisa gostosa no meu rabo … faz isso, agora! Eu quero! Eu preciso! Me rasga toda com essa pica deliciosa, por favor! – Mesmo tomado pela surpresa, não hesitei um segundo sequer. Tirei a rola para fora e depois de uma cuspida para melhor lubrificação (se é que isso era necessário!), segurei as nádegas, separando-as e deixando o vale entre elas descortinado para a penetração inevitável.

Puxei os quadris de Dinah para mim e, imediatamente, senti a glande ser introduzida no ânus complacente de minha parceira … ela gemeu gostoso, pedindo que eu continuasse a fodê-la pelo rabo, pedido esse prontamente aceito e cumprido, pois, com um único e vigoroso golpe, fiz que minha rola vencesse qualquer resistência mecânica, sentindo minhas bolas roçarem o vale interior das nádegas. Dinah gemeu e gritou, rebolando aquele traseiro quase divino e pedindo que eu a fodesse bem gostoso.

E enquanto eu estocava freneticamente, meus sentidos pareciam hipnotizados pela visão da tatuagem de moranguinho que se descortinava bem a minha frente. Aproveitando o ensejo, desci uma das mãos até encontrar a vagina de Dinah, brincando com o clítoris e fazendo com que ela experimentasse uma sensação de orgasmo múltiplo, pois ela gemia e implorava que eu não parasse o que estava fazendo. Foram tantos orgasmos que a vagina de minha parceira parecia totalmente líquida, combinando com nossos corpos suados e brilhantes.

-Quero que você me faça gozar, … estou sentindo que está chegando … vem, minha putinha safada, … vem me fazer gozar com as suas mãos! – supliquei aquelas palavras para minha parceira que deixou claro o quanto ela havia gostado do pedido, pois imediatamente, ela empurrou meu pau com sua bunda e, saltando para fora da cama, abraçou-me firmemente, tomando a rola dura com uma das mãos e masturbando-me com exímia destreza.

Arqueei o corpo para trás quando o orgasmo se avizinhou, apoiando meu peso no braço de Dinah que segurou-me com firmeza sem perder o ritmo da masturbação aplicada. Gritei quando, finalmente, o gozo chegou e ejaculei com tanta força que os jatos de projetavam em todas as direções, bem longe de nós. Quando tudo acabou, Dinah me jogou sobre a cama e caiu de boca na pica ainda endurecida, lambendo-a cuidadosamente afim de limpar os vestígios de sêmen que ainda insistiam em vazar de meu ureter.

Logo ela estava deitada ao meu lado e passamos a nos acariciar com ternura, aproveitando os momentos de tranquilidade que sucederam à enorme onda de desejo e prazer. Dinah, a certa altura, olhou-me com carinho e disse um elogio inesquecível: -Puxa, gostoso! Como você é bom de cama, hein, … é isso aí, valeu a pena perder o dia de trabalho para trepar com você, meu gato …

Olhando para ela, agradeci o elogio e disse que jamais esqueceria daquela manhã e que mesmo se nunca mais nos víssemos, ainda assim eu não poderia esquecer de momentos tão bons e prazerosos. Brinquei com seus mamilos para depois lambê-los com ternura chupá-los com sofreguidão. Ela retribuiu, primeiro, acariciando meus cabelos para, em seguida, brincar com meu pau que, inesperadamente, dava sinais de recobrar a antiga energia.

Dinah levantou-se e disse que ia tomar uma ducha. Eu declinei, inicialmente, do convite, mas quando vi aquela beleza renascentista requebrar as formas debaixo do jato d'água, senti-me tomado por uma nova onda de energia e corri para fazer-lhe companhia. Em poucos minutos, substitui a esponja de espuma macia pelas minhas mãos hábeis e ainda curiosas, explorando todos os detalhes daquela silhueta profana e repleta de sensualidade.

As carícias foram trocadas por um “banho de língua” com Dinah de costas para mim, empinando o traseiro e facilitando o alcance de seu clítoris que, mais uma vez, estava inchado e pulsante. E ela gozou mais algumas vezes para meu enorme deleite.

Pedi que ela se inclinasse um pouco mais e sentindo minha pica em ponto de bala, penetrei-a, seguindo com movimentos de vai e vem vigorosos e despudoradamente velozes, fazendo a fêmea gemer, anunciando mais uma sessão de orgasmos. Quando me dei por vencido, encostei-me na parede do box, sendo usufruído por minha parceira que, desligando o chuveiro, retribuiu língua com língua, chupando e lambendo meu pau até que eu gozasse mais uma vez.

Nos enxugamos e deitamos por alguns instantes, afim de recuperarmos um mínimo de energia suficiente para que pudéssemos ir embora. Quando estacionei no posto de gasolina onde havíamos nos encontrado pela manhã, é que dei conta que já passava do meio-dia. Eu e Dinah nos abraçamos e antes que ela fosse embora, ofereci-lhe algum dinheiro, não como pagamento pelo sexo maravilhoso que havíamos experimentado naquele dia, mas apenas como uma compensação pelo dia de trabalho perdido.

Ela recusou com veemência, mas, eu insisti com paciência, até que consegui que ela cedesse. Ao sair do carro ela se apoiou sobre a porta já fechada e sorriu marotamente: -Olha, gato, veja se não desaparece, hein, pois um macho assim está difícil de achar … e eu espero poder ser fodida ainda muitas vezes por essa pica gostosa! Se cuida, gostoso!

Vi aquela panfleteira deliciosa afastar-se com um andar rebolado e requebrante, enquanto pensava como certas situações surpreendentes e inesperadas podem nos propiciar prazeres que sequer podíamos imaginar estivessem à nossa espera nas esquinas da vida.

Comentários

09 de Outubro, 2014 às 12:58
Danielli Devon
muito bom

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