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25 de Maio, 2019 às 20:06 Por: AlexCan

A Esposa de meu Amigo

tags: viúva
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O ano de 2017 estava indo muito bem, virei o ano com minha ex, ainda “coçava” a Carla (a gestante ruiva do meu primeiro conto) e terminei a reforma de minha nova casa na Ilha de Vancouver. Me mudei em Agosto e no final de Setembro recebi o Mike e a esposa, Sonia, em minha casa.

Conheci o Mike no dia que mudei para o meu AP em Vancouver, ele morava dois andares abaixo e em menos de seis meses parecia que éramos amigos de infância. Quem via o Mike todo maluco, com aquela cabeleira e barba ruivas, jamais imaginaria que ele é a 13ª e provavelmente última geração de uma linhagem de oficiais de alta patente da Real Marinha Britânica, na família tinha cinco almirantes e tendo seis destes antepassados militares e o próprio Mike recebido o título de Cavaleiro da Coroa Britânica. Um dos filhos do Sir Mike era piloto de caça da força aérea Canadense e o mais novo procurador de justiça, e nenhum dos irmãos e sobrinhos de Mike serviram na Marinha. O Mike era coronel reformado, com duas missões de combate na invasão da coalizão internacional liderada pelos EUA ao Afeganistão e Iraque em 2002/2003. E a propriedade em que eu moro, comprei do Mike, e foi concedida a um dos seus antepassados pela Coroa Britânica nos anos de 1800.

Numa sexta-feira por volta de umas 23:00h, a Sonia já havia deitado, mas o Mike estava sentado numa espreguiçadeira contemplando o mar e as estrelas bem introspectivo; eu já sabia que ele estava com uma reincidência de câncer de próstata e o tratamento não ia bem. Acompanhei seu primeiro diagnóstico e a remissão após 6 meses de tratamento, mas agora o câncer estava muito mais agressivo. Me assentei próximo a ele e começamos a conversar, após algum tempo ele me fala, “Alex, você sabe que a Sonia é mais nova que eu uns 25 anos (Mike tinha 65 e se casou com ela sete anos depois da morte de sua primeira esposa, quando Sonia tinha 25 anos, a mesma idade de seu filho mais velho, por isso os filhos nunca a aceitaram, e estavam juntos a 15 anos) e faz uns 6 anos, desde antes do diagnostico do câncer há 18 meses, que eu tenho impotência e não consigo desde então satisfazê-la como mulher. Eu conversei com ela e disse que precisávamos arranjar alguém de confiança para me ajudar nesta situação, e falei com ela que eu pediria a você para nos ajudar”. Eu assustado respondi “wow, wow, cara o que você está me pedindo? Que eu transe com sua esposa? Ela concordou com esta loucura? Você sabe que te considero um irmão mais velho, mas, isso é muito cara! Eu não conseguiria fazer isto!”. Ele respondeu, “por nos considerarmos irmãos é que eu estou te pedindo isto, ela se dedica a mim, mas, sei que está sofrendo por isto; sempre fomos muito ativos e mesmo com as alternativas que usamos, ela está muito carente. Por isso conversei com ela e falei que pediria a sua “ajuda””; eu respondi que precisava digerir melhor esta situação e depois nós conversaríamos sobre o assunto. Passamos o domingo, o Mike junto com a Sonia vieram conversar sobre o assunto e falei que no próximo final de semana, iria a Vancouver e conversaríamos. Na segunda-feira à tarde eles foram embora e na quinta-feira por volta de 10:00h da manhã Sonia me liga em prantos, o Mike havia falecido e 15 dias depois acompanhei o seu sepultamento em Manchester, Inglaterra, sua cidade natal com honras militares.

Uns 30 dias depois de termos retornado, a Sonia me liga, disse que estava sofrendo muito naquele apartamento sozinha e ainda tinha os desentendimentos com os enteados, me pediu para passar alguns dias aqui em casa. Ela chegou numa quarta-feira chuvosa, o John, piloto local de um hidroavião a deixou num píer na praia em frente à minha casa ela chegou e chorando muito me abraçou no píer, entramos em casa e a levei para uma suíte ao lado da minha e não no andar de hóspedes, embaixo, onde havia ficado com o Mike. Ela guardou suas coisas e tomou um banho, e veio à cozinha vestindo um roupão, onde havia preparado um café, brasileiro que ela adorava, e algo para lancharmos enquanto conversávamos sobre o Mike, a relação dela com os enteados, e ela chorava muito; nos sentamos na sala de estar e ela se recostou em mim e lembrou daquela conversa que havíamos tido na visita anterior dela com o Mike e agradeceu o meu “cavaleirismo”, eu disse que não havia como aquilo acontecer naquela época; então ela se vira para mim e meigamente pergunta, “e agora pode acontecer?”, eu respondi que se fosse da vontade dela eu estava pronto.

Sonia é loira, 40 anos, uns 1,75m porte atlético, cabelos lisos e longos, seios grandes e uma bunda não muito grande, mas, empinadinha e com aqueles olhos azul turquesa era impossível não se perder no oceano daquele olhar. Ela se levantou e retirou o roupão, ficando apenas de langerie, e disse, “eu quero”. Me levantei a tomei em meus braços e a beijei apaixonadamente, se o Mike queria que eu transasse com ela com ele ainda vivo, agora morto não haveria com o que se preocupar; com uma mão acariciei suas costas, sua bunda e com a outra a segurava pela nuca e alisava os seus cabelos, depois a peguei no colo e a levei para o meu quarto deitando-a na minha cama e subi sobre seu corpo e retirei o seu soutien, e ela me ajudou a tirar minha camisa e minha bermuda, e beijei o seu pescoço e desci aos seus seios, grandes e lindos, beijei, chupei e ela gemia de tanto tesão, continuei beijando sua barriga e cheguei na xoxota dela, tirei sua calcinha e que visão, aquele filete de pelos que cobria apenas a fenda, beijei seu grelinho que já estava ressaltado, chupei e ela goza, começo a chupar a sua xoxota, enfio a língua dentro e chupo todo o seu mel e continuo a chupar aquela delícia quando ela goza novamente e chupo mais uma vez o seu mel, levanto um pouco o seu corpo e passo a língua em seu cusinho, ela geme mais alto, chupo o seu cusinho e enfio a ponta da língua nele e ela começa a gritar, volto à sua xoxota e chupo mais uma vez seu grelinho e vou beijando sua barriga seus seios e finalmente sua boca, ela me puxa para baixo dela e vai me beijando o peito e a barriga, retira a minha cueca e começa a beijar a cabeça do meu pau, que a esta altura já latejava tanto que parecia explodir, passa a língua pelo corpo dele pelas minhas bolas, levanta o rosto e sorrindo diz que como eu havia chupado o cusinho dela ela iria chupar o meu, e começou a passar a língua pelo meu cú, beijava, chupava e começou a forçar a língua na entrada, me segurei para não gozar, então ela literalmente cai de boca no meu pau e colocou quase todo em sua boca, e chupava deliciosamente, me segurava novamente para não gozar, ela percebendo pede para não segurar, e eu gozo em sua boca e ela engole toda a porra e volta a me chupar e com tanto tesão não tinha como meu pau amolecer, ela se levanta e se posiciona sobre o meu corpo e vai encaixando com alguma dificuldade meu pau em sua xoxota, havia seis anos que aquela xoxota não era penetrada (ela falou que nem vibrador ela quis usar depois do problema do Mike), e como estava apertada, sentia meu pau abrindo caminho como se ela fosse virgem até que ela se sentindo confortável começou um delicioso vai e vem, subia e descia com ritmo e força, sentia meu pau tocar no fundo daquela fonte de prazer, ela jogou o corpo para trás apoiando as mãos em meus joelhos e como uma amazona cavalgava no meu pau, demonstrando quanta fome de rola ela estava passando, e subia e descia loucamente até desabar sobre meu corpo num orgasmo fortíssimo, não tinha como me segurar e gozei dentro daquela delicia de mulher. Descansamos um pouco, e meu pau deu sinal de vida novamente, agora a coloco de quatro e começo a penetrá-la por trás, vou estocando de maneira cadenciada e bem forte, ela começa a pedir mais rápido e mais forte, vou aumentando o ritmo e a força das estocadas, ela goza novamente e os seus braços desabam e ela fica com aquela bunda linda empinada para mim, dei uma cuspida em seu cusinho e, enquanto continuava a estocar em sua xoxota, passava o meu polegar sobre ele e enfiava e retirava o dedo daquele cusinho vermelhinho, ela fica enlouquecida e ofegante gritava algumas palavras desconexas, eu continuo a estocar aquela xoxota encharcada, e agora coloco meu dedo indicador e o médio dentro de seu cusinho e vou socando com os dedos, ela começa a xingar feito louca e pede para foder com força a buceta dela e continuar a socar os dedos no cú dela e logo depois ela goza desabando exausta sob a cama, me deito ao seu lado e continuo com os dedos enfiados em seu cú, ofegante e gemendo me pergunta se eu tenho um gel lubrificante, respondo que sim, ela pede para lambuzar o seu cú e socar meu pau nele, passo o gel em meu pau e no cú dela, e começo a enfiar, ela geme sentindo um pouco de dor, eu paro um pouco, mas, ela empurra a bunda para trás engolindo meu pau com o seu cú apertadinho e começa a rebolar, e gemendo pede, “fode o meu cú fode, fode com a mesma força que você fodeu a minha buceta”, e comecei a socar naquele cú delicioso com força e cada vez mais rápido e sem dó, logo ela goza novamente e o seu cú literalmente esmagava meu pau dentro e gozei dentro daquele cú gostoso e desabo sobre o seu corpo, ela ofegante continua a gemer com o meu pau ainda dentro do seu cú, tenta ensaiar um rebolado mas é vencida pela exaustão, beijo sua nuca e ela vira o rosto e beijo sua boca, meu pau amolece e vai saindo do seu cú e me deito ao seu lado, ela me abraça, me beija, mas, dos seus olhos corriam lágrimas, respeitei o momento dela e abraçados ali adormecemos.

Acordamos já era quase meia-noite, fomos para o banheiro e ela preferiu o chuveiro à banheira, entramos juntos e comecei a passar o sabonete pelo seu corpo, ela me olha fixo nos meus olhos em silêncio, meus pensamentos voam, ou melhor, mergulham na imensidão daquele olhar azul turquesa como o mar do Caribe, ela me beija demoradamente, depois se abaixa e começa a chupar meu pau, eu a levanto beijo sua boca e a pegando por baixo da bunda a levanto e enfio meu pau na sua buceta e a encostando na parede vou fodendo aquela buceta deliciosa, ela goza novamente me beijando, segurando-a ainda contra a parede e com meu pau dentro dela vou chupando seus peitos grandes e gostosos ela se contorce, geme e pede para fodê-la e recomeço a socar meu pau naquela buceta até gozarmos juntos novamente. Saímos do banho e fomos à cozinha comer alguma coisa, o seu rosto demonstrava uma profusão de emoções, conversávamos e ela sorria, mas, lágrimas ainda corriam de seus olhos; meus pensamentos também eram confusos, era muito estranho, mas, eu estava ali atendendo a um pedido de meu amigo, que até poucos dias atrás estava em minha casa junto com ela, comendo a sua esposa.

Sonia ficou em minha casa por mais uns quinze dias, depois ela foi para Vancouver resolver as suas questões e fez um acordo com os enteados, eu comprei dela o AP em que ela morava com o Mike para reformar e alugar, depois ela voltou aqui para casa e passou mais uns dez dias, e transamos todos os dias que ela ficou aqui em casa. Depois deste período ela se mudou para Toronto, sua cidade natal, ela arrumou um novo emprego e reconstruiu a sua vida, ainda esporadicamente conversamos, mas, nunca mais transamos.

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