Olá, leitores. Esse é o meu primeiro conto, espero que gostem. Vamos lá!
Meu nome é Ivan (Fictício), tenho 21 anos, pele clara, 1,80 de altura e meu vício em academia me faz ter um corpo até bonito e musculoso. Vou contar uma história que aconteceu na época que tinha meus 18 anos, logo após eu começar a namorar com Mariane, morena de 17 anos, magrinha, 1,60, olhos claros, cabelos lisos e longos, uma moça bem linda e comportada, porém, não cedia para mim na cama devido a sua religião, eu apesar de ficar louco de tesão a respeitava.
Ela porém tinha uma "irmã" postiça rsrs. Ela se chamava Brunna (Fictício), corpo moreno, cabelos longos, mais ou menos 1,67 coxas torneadas, seios fartos e uma bela bunda. Logo que comecei meu namoro com Mariane, ficamos muito próximos. Conversávamos todos os dias nas redes sociais e acabamos ficando muito íntimos na época. Eu sempre a respeitei pelo fato de estar namorando Mariane e esse respeito valia tanto pra uma quanto pra outra, até porque Brunna também era muito religiosa, mas vocês sabem como é o corpo de uma moreninha, não é!? Rsrsrs..
Brunna se mudou para a capital do nosso estado para estudar e trabalhar. Ela foi então morar com um casal de tios e já nem eu nem ela tínhamos tempo e nos afastamos um pouco. Eu quando não estava trabalhando ou na faculdade era na casa de Mariane vivendo um namoro sem sal. Porém, no tempo em que Brunna estava lá acabou indo morar com uma amiga e se afastando da religião como eu também havia me afastado há algum tempo. Eu um dia precisaria ir para a capital fazer algumas consultas e iria ter que ficar por lá para facilitar. Mariane logo comentou com Brunna e quando chego do serviço recebo uma mensagem:
Brunna: - Oi, cunhado
Eu: - Oi, cunhada. Quanto tempo, heim! Kkkk.
Brunna: - Pois é, estou muito sem tempo. A correria não me deixa falar mais com ninguém.
Eu: - Sei bem como é. Também acho que até já me esqueci o que é ter tempo para os amigos kkkkk.
Brunna: - Kkkkkkkk bobo. A Mari me disse que você vai passar uns dias aqui.
Eu: - Sim, terei que ir. Peguei licença do serviço na sexta pra eu voltar no sábado á tarde.
Brunna: - Ah, cunhado, se quiser pode ficar por aqui as portas estão abertas.
Eu: - Não posso, cunhada. Vou te desandar mais do que já está kkkkkkkk.
Brunna: - Kkkkkkkkkk deixa de ser besta. Tô falando sério.
Eu: - Tô brincando. Eu aceito, cunhada. Fico muito agradecido mesmo.
Brunna: - Ok! Estarei esperando por você! Bjus.
Eu: - Beijos!
Quando chegou a sexta-feira, fui para a capital. Chegando lá, Brunna me recebeu com um abraço, roçando aquele belo par de seios em mim, já comecei a ficar excitado, me chamou para entrar, me apresentou sua amiga, me acompanhou até o quarto onde eu ficaria. A agradeci e fui tomar um banho e descansar um pouco. Logo depois, fui fazer algumas coisas que precisava fazer por lá e voltei para a casa dela muito cansado e logo recebo uma ligação de Mariane chorando e brigando pelo fato de eu ter me hospedado na casa com duas mulheres. Fiquei tranquilo por fora, mas fervia por dentro. Juntava o cansaço do dia e as palavras que ela dizia e me deixavam mais puto ainda. Tentei resolver na conversa, mas ela continuava querendo brigar, então desliguei o telefone, deitei e acabei pegando no sono. Logo acordei com várias chamadas perdidas no celular e várias mensagens, mas ainda não estando afim de discutir a relação, ignorei, levantei e saí pra pegar algo para comer na cozinha e assistir algo na TV. Chegando na sala Brunna estava lá apenas com um shortinho curto e uma regata que valorizava muito seus seios e eu disse: "Oi, cunhada." Ela logo me respondeu: "Oi, cunhado. Que cara é essa? Isso tudo é cansaço?" Eu respondi: "50% é sim, cunhada." No que ela com toda curiosidade perguntou: "E os outros 50%? Você sabe que não adianta você tentar esconder as coisas de mim porque eu descubro." Eu apenas sorri e respondi: "São apenas situações cotidianas. Se importa se eu assistir com você?" Ela prontamente disse: "Claro que não. Fique á vontade!" Me sentei no sofá e assisti a televisão e perguntei pela amiga dela e ela me disse que havia ido para casa do namorado. Eu logo disse:
Eu: - Até ela namora e você não, cunhada? Vai ficar pra titia mesmo, heim!?
Ela: - (Risos) que nada, cunhado. Só não tô querendo nada sério por agora mesmo.
Eu: - Desculpa típica de quem quer ficar pra titia.
Ela: - (Risos) besta! Tudo no tempo certo.
Conversamos bastante, rimos, ouvimos música, toquei algumas no violão e logo a amiga dela manda mensagem dizendo que iria dormir com o namorado devido a chuva que estava caindo na noite do acontecido. Ela disse: "É, cunhado, parece que seremos só nós dois aqui por hoje." Já passava dás 23:00hrs, continuávamos nos divertindo, logo fomos fazer um brigadeiro e começamos a comer juntos, ela então me disse: "então? Acha que consigo um namorado sabendo fazer brigadeiro igual a esse?" Eu ri e disse: "Gostoso está, cunhada. Isso não posso negar." Ela então me disse: "Sou doce igualzinho." Isso me excitou na hora... ela percebeu o volume em minha calça e eu consegui perceber que ela também não tirava os olhos. Aquela era a minha chance de comê-la, então eu aproveitei e toquei a coxa dela e disse: "Você merece um homem que te satisfaça em todos os sentidos." Percebi que ela ficou excitada também e arrisquei todas as minhas fichas, dei logo um beijo de língua nela. Ela não relutou, estava meio perdida, mas apenas deixou rolar. Minha língua passeava naquela boca enquanto eu acariciava sua coxa, ela se entregava mais ás minhas carícias e eu fui levando minha mão até sua bocetinha, acariciei por cima do short, e ela me parou e disse: "Cunhado, isso é errado. Sua namorada é minha melhor amiga, precisamos respeitar. Eu nunca fiz isso também, não queria que acontecesse por agora." Eu disse que não, que apenas iríamos matar um desejo nosso e que não havia erro, perguntei se ela era virgem e ela disse que sim, que nunca tinha transado até então. Falei que iria com cuidado e usaria proteção, afinal poderia ser algo especial mesmo com quem ela menos esperava que fosse acontecer. A beijei de novo e ela continuou cedendo. Voltei minha mão para a coxa dela, após um longo tempo beijando, meti a mão em sua bocetinha novamente e ela dessa vez aceitou normalmente apesar de ficar muito sem jeito.
Eu a beijava, hora descia até o pescoço dela, lambia, chupava, beijava, ela soltava leves gemidinhos e aquilo me deixava mais louco ainda de tesão por mais que me lembrasse que não havia falado com Mariane até aquela hora. Subi minha mão pela barriga dela, acariciei seus seios, tirei minha camiseta, peguei uma de suas mãos, levei até meu pau que já estava duro igual um osso, ela meio desajeitada ainda acariciava e me beijava, então tirei a camiseta dela, em seguida seu sutiã, me dei conta daqueles enormes seios na minha frente. Tão lindos, moreninhos, eu parecia estar sonhando. Caí de boca neles, chupei como nunca havia chupado um par de seios na vida. Fui alternando entre um e outro, ela fazia cara de tesão e aquilo me deixava com mais vontade. Voltei então a beijar a boca dela, o pescoço, voltei depois para os seios, beijei sua barriga e fui descendo até chegar em sua vagina. Tirei os shorts dela, lambi por cima da calcinha, chupei, ela logo me disse: "Vamos lá pro quarto, cunhado." Eu disse: "Vamos! Quero você todinha pra mim hoje." Pegamos nossas roupas do chão e subimos para o quarto onde eu estava hospedado. Chegando lá, Brunna se jogou na cama e eu me ajoelhei, tirei sua calcinha, abri suas pernas e meti a língua na sua bocetinha. Ela gemia, delirava, enquanto eu aproveitava pra lamber, meter o dedo e ela estava gostando.
Quando eu pude perceber, ela já estava empurrando sua vagina de encontro com minha boca, logo ela gemia mais alto: "Ai, aaai, que delícia. Aaaai..." senti então o gozo dela na minha boca e chupei tudo sem deixar uma gota sequer. Me levantei e ela disse: "meus pés estão dormentes, cunhado." Eu disse: "é normal, cunhada. Você gozou." Então eu me levantei, tirei minha calça, minha cueca e fiquei em pé do lado da cama e falei: "Vai minha gostosa, chupa seu cunhado que ele tá precisando." Assim ela fez, meio desajeitada como em tudo que fazia, mas logo foi pegando o jeito conforme fui ensinando. Ela chupava, eu fiz ela lamber todo meu pau, punhetar... ela me chupou quando senti avisei que iria gozar e assim fiz e disse pra ela engolir tudo. Ela com o nojo de uma virgem criada em um meio com padrões muito religiosos e nunca tinha sequer imaginado o que se faz numa cama, engoliu minha porra. Eu perguntei: "tá gostando?" Ela disse: "Apesar de não ser o que eu queria, eu tô sim e muito." Eu disse: "Vem cá, quero meter em você." Puis a camisinha, fui por cima dela na posição papai e mamãe, ela era bem apertadinha, tive um pouco de trabalho para colocar, mas quando entrou eu meti gostoso, ela gemia alto, eu hora parava pra chupar aqueles belos seios, beijar aquela boca, voltava a meter e ela gemeu mais intensamente anunciando que iria gozar e assim ela fez. Chupei a bocetinha dela toda gozada, ela delirava fiz ela chupar meu pau novamente e antes que eu gozasse coloquei ela de quatro chupei mais a vagina dela, fiquei lambendo a vagina e o cuzinho e ela disse: "Aai, cunhado assim eu não consigo." Eu disse: "Relaxa! Eu sei bem o que tô fazendo, cunhada. Empina mais, vai." Ela obedeceu e eu comecei a penetrá-la novamente, metia e puxava o cabelo dela e ela gemia como nunca. Ela gemia cada vez mais forte, eu então parei ela disse: "Que foi? Eu tava quase..." eu falei: "Calma! Vem cá que eu quero sentir sua boceta" tirei a camisinha e me deitei, coloquei minha cunhadinha pra cavalgar gostoso. Ela começou meio desajeitada mas logo pegou o ritmo da transa, eu tinha uma vista perfeita da melhor amiga da minha namorada cavalgando no meu pau e aqueles seios enormes e maravilhosos pulando enquanto ela fazia cara de prazer enquanto eu segurava sua cintura, acariciava aquela bunda maravilhosa, ela cavalgava, me beijava e ela logo disse: "cunhado, vou gozar." Eu disse: "Eu também!" Ela gozou, eu gozei na barriguinha e nos seios dela, dei um beijo molhado, tomamos um banho, comemos, voltamos para o quarto, transamos mais e dormimos agarradinhos, no outro dia ainda fizemos mais algumas proezas e eu fui embora ao final da tarde. Mariane nem sequer sonhou com aquilo, depois fizemos as pazes mas continuei transando com Brunna sempre que nos víamos ao invés de passar fome no meu relacionamento seco com Mariane. Tem mais sobre Brunna por aí, pessoal! Espero que gostem.