Buscar no Portal

28 de Agosto, 2019 às 10:34 Por: Ana.88

A NAMORADA DO MARGINAL

tags: Puta, banheiro, academia, foda
Esse conto possui 4036 visita(s).

Dava para perceber que era uma grande merda, mas quando o tesão bate, o corpo pede, difícil de conseguir controlar e eu nunca fui boa em controlar meus desejos.
Até hoje não sei o nome exato daquela mulher, todos chamam ela de Nani. Ela é alguns centímetros mais baixa que eu, mas tem aquele corpo de academia, sabe? Mas não é toda malhadona não, tudo perfeitinho, muito vaidosa, coxas grossas, barriga chapada, peitos firmes... e um bumbum de deixar qualquer um hipnotizado. Tudo começou quando, por levar uma vida sedentária demais, resolvi entrar na academia, matrícula feita, dias seguidos de exercícios exaustivos, comecei a sentir dores musculares e comecei procurando ajuda com quem já tinha muito tempo por lá. Um dos colegas me apresentou a Nani, ela é muito animada, sempre tá sorrindo, sempre fazendo piada com tudo e isso causava um pouco de irritação numas pessoas mais sérias... algumas chegaram até me avisar que não era legal tanta aproximação com ela, mas é complicado para uma lésbica escravaceta como eu, se afastar de uma mulher como aquela. Numa das noites de exercícios cansativos, a Nani ficou mais um tempo me motivando e no final me ofereceu carona, dizia que o namorado dela estava esperando lá em baixo... aceitei, embora minha casa fosse bem perto da academia. Quando estávamos descendo, eu observava seu corpo, a cada degrau descido, seu bumbum fazia um movimento prazeroso de olhar, os cabelos presos em "rabo de cavalo" se movimentavam grudando no suor das costas, até seus ombros eram bonitos de observar, eu estava muito excitada por aquela mulher falante e gostosa de ouvir. Pude ver na frente da academia um cara bem mau encarado, aparência vulgar e marginalizado... ela foi em direção dele e eu a segui. Ele estava bem bravo e a tratava de maneira grosseira, mas ela me apresentou como seu namorado, então entramos no carro e seguimos praticamente em silêncio até minha casa, ao nos despedir-mos observei que ela estava um pouco constrangida, até então, nunca tinha visto aquele rosto lindo sem um sorriso iluminador, mas ela tentou disfarçar e seguiram embora. Ao entrar em casa todos os pensamentos revoltantes me dominou, como que uma mulher como aquela poderia se relacionar com um babaca como aquele? O preconceito gritava, ela é uma morena clara, cabelos longos e ondulados com luzes, olhos vivos numa cor incrível de mel, lábios carnudos, sorrisão largo em dentes perfeitos, sua pele era tão perfeita que dava para perceber que sempre foi bem tratada, quem a olhava, dizia facilmente que a aparência dela era de uma burguesinha que sempre foi muito bem cuidada, não combinava nada nada com aquele cara cheio de cicatrizes, tatuagens desbotadas, cabelos e bigode tingidos de água oxigenada, bermudão quase exibindo a pélvis, boca queimada de cigarros e dentes amarelos... fiquei um tempo pensando naquilo. Mas também estava ainda muito excitada com as recentes lembranças da Nani se exercitando... até agora o meu corpo sente um leve arrepio quando recordo seus aquecimentos na esteira, a leveza como ela utilizava os aparelhos, como se nunca cansasse e isso me fazia imaginar se era assim na cama também, se ela olhava a pessoa daquele jeito desafiador, tal como me olhava quando me provocava em incentivos. Às vezes, em brincadeiras, ela tentava me imitar quando eu sentia dores e gemia dengosamente, eu imaginava se ela gemia daquele jeito na hora do sexo... alguns momentos eu tinha certeza que ela fazia aquilo para me provocar, afinal, era sempre quando estava só nós duas, depois de me encarar, de me olhar bem firme nos olhos, ela gemia, desviava o olhar, sorria e voltava dizendo: "Adoro o jeito como suas bochechas ficam vermelhas quando te imito". Mal sabia ela que era de puro tesão, de desejo de tocar aquele corpo, ou sabia? Ainda naquela noite, estávamos trocando mensagens, quando ela me convidou para um "Paredão" (festa em local público com algumas caixas gigantescas de som tocando pagode baiano) que estava acontecend na rua do seu namorado, sem pensar duas vezes aceitei, levantei, me vesti e fiquei aguardando eles me buscar. Eles chegaram bem rápido, seguimos em quase silêncio e ao chegarmos no local, quase não pude conter minha excitação, ela estava incrível naquela roupa quase inexistente. Era um shortinho jeans tão pequeno que dava para ver um pouco seu bumbum... o cós era tão baixo que deixava exposto todo seu empenho na academia, sua barriga era perfeita, dava para ver seus pelinhos ralos e tingidos fazendo um caminho quase imperceptível do umbigo para dentro do short, usava uma blusinha rosa que cobria tão somente seus peitos, ou quase nem ele cobria, estava com um batom vermelho de enlouquecer e o perfume que estava a usar só decorava ainda mais minha imaginação. Aquela mulher era um convite explícito para "O" sexo. Eu não conseguia parar de olhar, mal entendia o que ela tagarelava... fazia muito barulho, muita gente falava com ela e no meio daquela bagunça, seu namorado se meteu numa confusão, muita gritaria, alguns rapazes armados, iclusive ele também... e ela simplesmente segurou minha mão numa suavidade que me causa tesão até agora, me olhou meio sorrindo de canto de boca e falou "Acho que vou dormir na sua casa hoje". Me puxou até o carro do namorado, entramos e seguimos para minha casa... ela ria freneticamente lembrando cada detalhe daquela confusão, eu nada tinha percebido, todo o tempo estava olhando aquela mulher dançar, rir e conversar, como notaria qualquer outra coisa tendo uma deusa daquela tão perto?! Quando entramos na minha casa, ela ainda ria muito, se jogou no meu sofá e me pediu água. Eu pegava água, enquanto contava pra ela que realmente não percebi nada até desligarem o som, quando voltei meus olhos para o sofá, ela já estava tirando a blusa e caminhando em minha direção, desfilava lentamente, deixou a blusa no chão, prendeu os cabelos num coque alto, abriu o botão do short, deu um reboladinha enquanto sorria me encarando, o short caiu no tapete e lá estava ela, argolas grandes, bocão ainda com aquele batom convidativo, seu pescoço comprido, seus seios firmes, totalmente expostos, aquele abdome perfeito e seu quadril largo era um cabide para aquela calcinha minúscula de renda branca. Então ouvi: "Faz assim, bebe essa água aí, a que eu pedi, era para o nosso banho". Não bebi a água, me aproximei dela, ajoelhei e tirei sua sandália alta, queria que ela voltasse a ficar quase da minha altura... em silêncio total, segurei sua mão e a levei até o banheiro, a cada passo inseguro, sentia meu coração acelerado, descompassado, eu tremia um pouco e nem conseguia respirar direito, pude notar que ela também estava um pouco nervosa, tanto que se manteve em silêncio e respirava fundo e desajeitado também. Quando entramos no banheiro, eu a encostei na parede, ainda de luz apagada e enfim beijei sua boca, rapidamente ela levantou minha blusa e cravou suas unhas nas minhas costas, me apertou e sugou minha língua com tanta vontade que, embora eu sentisse um frio na barriga, minha buceta encharcou de tão quente que ficou. Segurei firme sua cintura, afastei meu corpo e acendi a luz, ela ainda estava de olhos fechados e quase fazendo um biquinho lindo. Abriu aqueles olhões cor de mel e pareciam bem emocionados, bom, eu estava bem emocionada, parecia uma virgem, mas era só safadeza mesmo. Ela tirou minha roupa bem rápido, eu tirei sua calcinha, bem molhada e entramos no box, a água fria começou a percorrer nossos corpos, estávamos aos beijos e completamente grudadas. Era uma delícia sentir aquele corpo todo no meu... ela começou a se movimentar, roçava em mim, comecei a lavar seu corpo com o sabonete, ela ficou de costas, grudou sua bunda em mim e ordenou que eu lavasse sua buceta, obedeci! Ela gemia, rebolava, a água lavava os nossos corpos, mas meus pensamentos ainda estavam bem sujos, beijava sua nuca, seus ombros, suas costas, ela rebolava com maior intensidade e gemia ainda mais gostoso, virei-a de frente e beijei sua boca, mais uma vez ela me sugava e roçava sua língua na minha, de um jeito que me fazia escorrer, encostei ela na parede e resolvi retribuir aquele beijo bom... ajoelhei ali mesmo e suguei sua buceta, rocei minha língua no seu grelo e chupei. Era uma delícia escutar seus gemidos e suspiros, algumas vezes ela xingava, batendo nas paredes molhadas, fazia um estalo bom de ouvir, aliás a cada chupada estalada que eu dava naquela buceta carnuda, era um gemido maravilhoso de ouvir, acompanhado de um "Ai, karalho! Faz de novo!". Algumas vezes, acelerava com minha língua em seu grelo e ela empurrava ainda mais minha cabeça e quando movimentava minha língua de um lado ao outro, ela dava aquele tapa na parede, dizia que iria gozar, tremia e jatava na minha boca. A cada sequência de gemidos e gozadas frenéticas na minha boca, era quase uma experiência religiosa. Levantei e ela achou que continuaríamos o banho, antes que ela ligasse o chuveiro novamente e a água gelada diminuísse minha excitação, meti meus dedos rapidamente dentro dela, ela ruborizou, serrou os olhos, abriu a boca sinalizando prazer, mais uma vez suas mãos estalando contra a parede do box, gemeu tão gostoso, ordenou "Me fode mais rápido, porra!" e foi o gatilho pra transformar ela em minha puta a noite inteira. Claro que não é legal contar certas coisas que acontecem intimamente, mas aquela mulher é uma princesa em qualquer ambiente, mas nos meus braços, foi uma das melhores putas que pude fuder até hoje. Ela adorava ser dominada, pude explorar com liberdade seu corpo, entre mordidas, tapas, puxões de cabelos, ela gritava: "Isso, come sua puta, amor! Não para!" Aquilo me enlouquecia, fazia ainda com mais vontade. Fizemos no box, na porta do banheiro, no chão entre o banheiro e o quarto, em pé na parede do quarto... ela subiu na minha cama, ficou de quatro e pude ver sua buceta vermelha, olhou pra trás esticou o braço me chamando, enfiei minha língua mais um vez, chupei ela até sentir seu gozo no meu nariz e escorrendo no meu rosto. O sol já estava aparecendo na janela, entrei nela mais uma vez, ela gemeu e me deu por mais alguns minutos até anunciar mais um gozo e molhar minha cama mais um pouco... caiu na cama pedindo água e aos risos, igualmente como havíamos chegado, mas dessa vez dormiu serenamente. Embora eu estivesse extremamente cansada, não consegui dormir, estava abobalhada com aquele mulherão na minha cama, mal podia acreditar em tudo que havia acontecido. Ela acordou pela tarde e passamos horas conversando sobre muitas coisas, depois o namorado dela foi buscá-la como uma propriedade... acho até que ele tratava o carro melhor que tratava ela. Ele me avisou que não era otário, que iria deixar passar nossa aventurinha, mas que se nos pegasse novamente, se quer na mesma rua, não iria prestar nadinha. Então foi assim que acabou minha aventura na academia... Às vezes ainda recebo alguma mensagem dela, mas não me atrevo a pedir pra vê-la novamente.

Comentários

Ainda não há comentários para esse conto.