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27 de Novembro, 2015 às 09:57 Por: NightKitty

A empregada ensinando a fiha do patrão

tags: empregada, lésibica, filha, patrão
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A Eliane era a nossa empregada já fazia um bom tempo. Ela tinha 24 anos, morena, tinha os seios grandes e durinhos e uma bunda gostosa, não muito grande nem muito pequena. Ela era muito simpática e todos gostávamos muito dela. Na nossa casa era eu, meu pai, minha mãe e a Eliane. Meus pais trabalhavam fora e eu ficava pouco tempo em casa também, por causa da escola.

Era muito difícil não notar como o meu pai babava pela Eliane, principalmente quando ela passava com uma sainha mais curta ou um short apertado. Mas, tadinho dele! Eu sabia que ele não tinha a menor chance com ela, pois ela era uma moça séria e ainda por cima ela estava noiva de um cara muito bonito. Como eu era ingênua.

Certa tarde cheguei bem mais cedo do colégio, louca pra tomar um banho e comer alguma coisa. Subi, tomei meu banho rapidinho e desci à procura da Eliane. Procurei na cozinha e nada. Foi aí que eu ouvi uns gemidos vindo do quarto dela.
"Não acredito que a danada trouxe o noivo pra transar com ele aqui em casa!", eu pensei, louca de vontade de ver uma pouquinho da transa deles.

Na ponta dos pés, eu fui até a porta do quarto, que estava entreaberta, afinal não ia ter perigo de ninguém aparecer tão cedo. Silenciosamente olhei pelo vão e meu queixo caiu! Lá dentro, meu pai fodia vigorosamente nossa deliciosa empregada. Que loucura!! A Eliane, de quatro, segurava na cabeceira da cama de solteiro enquanto o papai se deliciava com sua xoxota.

Os gemidos dela pelo jeito o excitavam muito, pois quanto mais ela gemia, mais ele acelerava seus movimentos de vai-e-vem. Os dois pareciam estar alheios a tudo. Não sabia que meu pai era tão tarado daquele jeito. Não demorou muito e ele enterrou o dedo no cú dela, fazendo com que ela gemesse ainda mais forte.

O dedo logo foi substituído pelo caralho duro do papai. Pareciam dois animais no cio. Eu passei em poucos segundos de uma raiva imensa pelo que os dois estavam fazendo a um calor delicioso que se espalhou pelas minhas coxas e molhou minha xoxotinha tornando-a quente. Dentro do quarto os dois gemiam como loucos. E não demorou muito para o papai encher o rabinho da Eliane de pôrra, enquanto o corpo dela estremecia de prazer.

Ele a beijou e começou a se vestir. Tive de sair dali bem rápido. Subi para o meu quarto e me joguei na cama. Lá embaixo eu podia ouví-la se movimentando, com certeza preparando o almoço. A lembrança daquelas cenas estavam bem frescas na minha memória e não pude fazer outra coisa a não ser tocar uma deliciosa siririca.
- Ohhhhhh!!! - eu gemia baixinho com o dedo massageando meu grelo duro e inchado de desejo.

Logo eu estava lambendo meu gozo, que tinha melado meus dedos. Mais calma, mas ainda não satisfeita, desci para a cozinha e a encontrei na pia. Ela estava usando um shortinho enterrado em sua bunda gostosa e um top apertado que deixava seus seios ainda maiores.
- Oi, Eliane!!

- Que é isso, menina? Quer me matar de susto? - ela se voltou assustada. Em seguida ela sorriu e perguntou se eu tinha chegado fazia muito tempo.

Eu respondi que não, me sentei à mesa e brinquei com a comida.
- O que aconteceu como você, Gabi? Está quieta hoje! - ela perguntou.

A minha mente realmente estava em outro lugar, mais precisamente no quarto dela. Sem dizer nada eu voltei pro meu quarto. Querendo mais, me deitei na minha cama, tirei minha calcinha, levantei minha saia e voltei a me masturbar.

Na pressa do prazer nem me lembrei de fechar a porta do meu quarto.
- Eliane!!! - levei um susto ao me deparar com a Eliane parada na porta, olhando fixamente pra minha bucetinha peludinha e brilhante pelo suco que soltava de tanto tesão. Rapidamente, da porta, ela passou a se ajoelhar em frente à cama e caiu de boca na minha xana. Eu não tive nenhuma reação, a não ser a de gemer quando senti sua língua macia deslizar pela minha fenda e parar para brincar com o meu grelo.

De um suave passar de língua, logo começou a sugar meu grelo e enfiá-la na minha bucetinha.
- Ahhhhhhhh!!!! Meu deus!!! O que é issoooo??? - gemi louca de tesão.
Meu corpo tremia e não demorei a derramar meu gozo em sua boca, que ela lambeu tudo. Ela se levantou, me olhando com uma carinha de safada que eu nunca havia visto em seu rosto.

- Huummmm!!! Acho que hoje eu vou ter de te ensinar algumas coisinhas, Gabi!! - ela disse e já foi tirando o short e a calcinha, deixando a mostra sua bucetinha carnuda e depilada. Em seguida ela libertou os seios do top e se deitou ao meu lado, me beijando. Sua língua entrou na minha boca e brincou com a minha. Eu podia sentir ainda meu gosto na boca dela. Suas mãos percorriam o meu corpo ainda protegido pela minha saia, meu topzinho e minha blusinha.

- Aiiiiii!!! Que gostosooooo, Eliane!!! - eu dizia enquanto ela apertava meus peitinhos e minha bundinha pequena. Logo ela começou a mosdicar meu pescoço e meus seios, por cima do top e da blusinha que eu usava. Que loucura! Eu estava quase desmaiando de tão excitada que estava.

Finalmente sua mão encontrou o caminho tão desejado. Ela acariciou deliciosamente meus pelos e deslizou o dedo pelo meu grelo e o enterrou em minha xoxotinha, me beijando e passou a fazer movimentos de vai-e-vem até que me olhou surpresa por descobrir que apesar dos meus 17 anos eu ainda era virgem.
- Huuummm!! Gabizinha!!! Cheguei bem na hora! Agora você vai ser a minha putinha e seu cabacinho vai ser meu logo, logo!! - ela disse toda sorridente.

Com desejo redobrado ela voltou a me beijar. Tirou minhas roupas e passou a mamar meus seios pequenos e durinhos, enquanto eu acariciava os seios dela. Me arrepiei todinha quando ela me colocou de quatro e começou a acariciar minha bundinha e a lamber minha xana, que já estava encharcada.

Em questão de segundos ela se colocou embaixo de mim, dizendo que a primeira lição seria um 69 e que eu aprenderia como chupar bem gostoso uma bucetinha. A língua dela logo estava dentro de mim e eu não perdi tempo. Fiz a mesma coisa, mamando gostoso sua xoxota encharcada.
- Ohhhhh!! Gabi!! Chupa essa boceta com essa boquinha pequena!!! Chupa, minha menininha linda!!! - ela falou isso e senti minha cabeça rodar de tanto tesão.

Nossos corpos estremeciam de prazer e começamos a nos movimentar cada vez mais rápido. Eu podia ouvir ela dizer palavras desconexas e gemer mais a cada chupada que eu dava no seu grelo. Logo senti sua língua subir pelo meu rego e finalmente brincar com o meu cuzinho, que estava piscando de desejo. Logo a língua dela foi substituída pelo seu dedo.

- Aiiiiii!! Que gostosooooo, Eliane!!! Fala que sou sua putinha!! Falaaaaa!!! - eu gemia com o dedo dela entrando e saindo do meu cuzinho apertadinho.
- Sim, Gabi!!! Você é a minha putinha novinha, cheirosinha e lindinha!!! Rebola bem gostoso, sua safadinha!!! Eu sempre soube que era disso que você gostava!! - ela disse me provocando ainda mais.

Ela passou a enfiar todo o dedo no meu ânus, em movimentos bem rápidos. Eu me contorcia toda, querendo cada vez mais. E, como boa aluna, fiz o mesmo com ela.
- Issooooo, meu bem!!! Que delícia!! Foder uma menininha lindinha como você é bem melhor que dar pra um macho!! - ouvi ela falando e fiquei muito orgulhosa. Era isso que eu precisava.
- Ahhhhh!!! Elianeeeee!!! Meu deussss!! Meu deussss!!! - fiquei apavorada ao sentir uma onda de calor me invadir. Fiquei até com medo, pois nunca tinha sentido aquilo antes.

Ela apertou minha bunda com força e levantou sua pésvis em direção à minha boca. Enquanto eu gozava eu chupei a bocetinha dela com muita vontade.
- Gabiiiii!!! Estou gozandooo, meu benzinhooooo!!! - ela gemeu e começou a se tremer toda, gozando bem gostoso.

Aquilo pra mim parecia um sonho. Eu nunca tinha dado a minha boceta pra um cara. Não por falta de oportunidade. Eu não tinha vontade mesmo. Eu me excitava era com minha amigas do colégio, vendo elas de calcinha no banheiro do colégio, observando suas bundinhas empinadinhas, os seios, suas boquinhas gostosas e coisas assim. E agora eu tinha certeza que meu negócio era mulher mesmo.

Ficamos as duas ali, abraçadas, num beijo gostoso. Depois ela me pegou pela mão e me levou ao banheiro para um banho. Me ensaboou sensualmente, meus seios, minha barriguinha, passou o sabonete pelo meu rabo, deixado-o bem lubrificado.
- Aiiiiii!!! No meu cuzinho de novo, sua safadinha gostosaaaa?? - Me assustei quando ela enfiou o dedo bem fundo no meu buraquinho apertadinho. Dei um sorriso bem safadinho, beijando a boca dela loucamente.

Fiquei louca de desejo novamente e, em retribuição passei a massagear seu grelo e ficamos nessa brincadeira até gozarmos bem gostoso. Secamos uma a outra e ai fomos de volta pro meu quarto. Ela me beijou e me ajudou a vestir minha roupa, escolhendo um short, uma calcinha e uma blusinha que ela falou que gostava muito de ver eu usando.

Em seguida ela pegou suas roupas e saiu. Não era difícil imaginar ela andando nua pela casa, rebolando aquela bunda gostosa. Me deitei exausta e satisfeita. Em segundos adormeci tendo deliciosos sonhos eróticos com a Eliane.

Acordei à noite sabendo que logo que meus pais fossem dormir eu teria uma oportunidade de ter mais prazer indo até o quarto dela mais tarde. Eu sabia que na nossa próxima transa ela ia pegar um vibrador enorme e ia me foder bem gostoso, até eu gozar igual uma cadelinha no cio.

Espero que tenham gostado da estória da minha primeira transa com uma garota. Quem sabe dou uma continuação pra ela. Beijos gostosos a todos.

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