Na luxuosa cobertura de Rafer, a esposinha do deputado se viu abraçada e obrigada a receber a língua dele em sua boca.
Era humanamente impossível resistir aos avanços daquele homem que além de viril, parecia dominar todos a sua volta.
Nanete tenta afastar esses pensamentos mantendo uma atitude glacial enquanto ele a despe e percorre com suaves e longos beijos as partes que vai desnudando.
Nanete se arrepia com essas carícias, mas não move um músculo, no intuito de mostrar indiferença. Mas para Rafer, o saboroso gosto da umidade da xaninha dela, lhe prova o contrário.
Ele a tem agora completamente nua, exceto as meias, acocorada na longue-chaise com a xaninha acima de sua boca . Nanete contrai os músculos da barriguinha quando ele pára com o delicioso tilintar em seu grelinho, desgrudando a boca que fazia sucção, ao mesmo tempo nos lábios da xaninha.
Nanete deixa escapar um sensual gemido!
Rafer sem hesitar, passa um dos braços por trás dos joelhos dela e o outro pelas suas costas e a carrega para a suíte. Lá, ele passa a se concentrar em seu maior objeto de desejo – as esplendidas nádegas da esposinha do deputado!
Nanete se posiciona de bruços em cima das coxas dele, já antevendo o que vai acontecer. Nas duas primeiras palmadas, ela não emitiu um pio.
Nas seguintes ela já tinha perdido todo o controle e passou a gemer sensualmente com seu corpo tremendo de excitação a cada nova palmada em sua bundinha.
Suas mãos se alternam em agarrar as coxas e os tornozelos de Rafer para não perder o equilíbrio devido a seus movimentos.
A imensa rola de Rafer já começa a expelir pré-semem pressionada pela barriguinha de Nanete.
Ambos estão num acelerado estado de excitação. Rafer precisa urgentemente de penetrar Nanete. Ela está desesperadamente ansiosa por ser penetrada!
Rafer sentado na beira da cama, ordena que ela venha, se sentando em cima de sua torona.
- Me dá teu cusinho, princesinha safada, me dá!
- Até parece... que... que voce não... não ia pedir isso!
Logo, logo, Rafer vê a bela mulher do deputado rebolando as nádegas em cima de sua virilha, gemendo despudoradamente.
Volta e meia, Nanete solta a respiração por entre os dentes, fazendo aquele som característico de uma serpente enquanto pára de rebolar e aperta os glúteos com firmeza, fazendo a rola de Rafer ser espremida todinha dentro daquele cusinho guloso!
- Vai, filho da puta! Vai, me enraba todinha! Faz minha bunda ficar vermelha... e .... e meu... meu cusinho, dolorido!! Faz! Faz, seu canalha escroto!
Rafer não consegue mais segurar o gozo, ao mesmo tempo em que Nanete agora fecha as pernas, apertando uma coxa de encontro a outra. Ela dá um tremendo grito e seu tronco tomba pra trás, amparado pelo tórax de Rafer.
Ela ainda geme baixinho, enquanto Rafer lhe beija o pescoço e dá os últimos espasmos de gozo com sua rolona engolida pelo anus da infiel esposinha!
Então, ambos escutam a voz do deputado que adentra ao salão!
- Sr. Rafer! Sr. Rafer, aqui estou... já cheguei!
Nanete salta de cima de Rafer e com um olhar angustiado e de raiva, o encara.
- O que ele está fazendo aqui? Nós não íamos apanhá-lo no aeroporto? O que voce está fazendo, seu canalha? Quer arruinar nossas vidas?
- Não! Arruinar não! É que assim tem mais graça! Eu mandei alguém trazê-lo pra cá. Não seria conveniente que fossemos vistos em público! Vou lá recebê-lo.
O deputado vê Rafer saindo de uma porta, vestindo um robe e descalço.
- Seja bem-vindo, deputado! Espero que o senhor tenha entendido que seria melhor nos reunirmos aqui!
- Ah, sim! Mas eu pensei que minha esposa é que fosse me apanhar.
- Ah, não se preocupe! Dona Nanete deverá estar chegando em minutos! O mesmo chauffer que lhe trouxe, foi apanhá-la Além disso eu tive uma deliciosa visita inesperada que ainda está ali na suíte. O senhor quer dá uma olhada?
Nanete que estava escutando tudo atrás da porta, arregala os brilhantes olhos azuis, espantada com a última frase daquele crápula! Por segundos ela fica paralisada sem saber o que fazer.
- Venha aqui deputado, venha aqui! Dê uma espiada!
- Não, não! Qu´isso? Não fica bem!
- Ora, deixa essa formalidade um pouco pra lá! É só uma espiadinha! Venha ver que corpinho maravilhoso! E que bunda!!
O deputado põe a cara pela porta entreaberta e a visão de um curvilíneo corpo lhe salta aos olhos. A cabeça está encoberta por um travesseiro e as avermelhadas nádegas estão voltadas pra ele. Do meio delas o esperma de Rafer brota, escorrendo por entre as coxas, cada vez que ela dá um soluço por estar chorando baixinho.
Passa pela cabeça do deputado que há algo familiar ali, mas não consegue atinar com quê.
- Vamos, vamos meu amigo! Já olhou demais. Tratemos de negócios agora.
Rafer, pegando pelo braço o marido daquela que soluça em sua cama, o leva para ampla varanda a fora.