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18 de Novembro, 2016 às 10:05 Por: dindo

A filhinha mais nova

tags: filha
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Como eu disse no conto anterior.
Estávamos deitado eu no meio, com uma mão com um dedo enfiado na buceta da minha filhinha do papai e a outra mão também com um dedo enfiado na buceta da minha esposa e ambas segurando o meu caralho.
Quando a filhinha mais nova entrou e nos pegou naquela suruba gostosa.
De inicio foi um choque para nós. Porem Leila nos olhou e saiu sem dizer nada.
Quando estávamos na cozinha jantando, ela falou.
Vocês são depravados, eu sabia que a mamãe fudia com o pai, que e o certo, mais você mama. Dando para o papai, e uma coisa de tarada.
E você papai fudendo a sua filha mais velha, que coisa né.
Um grande silencio ficou até o fim do jantar.
No dia seguinte eu mal olhava para a minha filhinha mais nova.
Pensando no que ela tinha dito.
Os dias se passaram e por fim a rotinha voltou ao normal, como de costume minha filhinha do papai vinha sentar no meu colo para fazer a lição de casa aos sábados.
De inicio quando Leila passava e nos via assim, ela olhava e balançava a cabeço como nos recriminando.
Porem mesmo ela nos olhando deste cheito eu continuava fazendo o que sempre fazia com a filhinha do papai. Certo dia ao passar pela sala ela viu a Solange chupando o meu caralho.
Neste dia ela ficou ali parada, só observando, ficou ali até o fim daquela chupada gostosa.
Depois disto ela foi para a cozinha.
Fui ate a cozinha e chequei perto dela e falei.
Não fica braba com o pai, eu e a sua irmã gostamos muito do que fazermos juntos.
Ta papai não to mais brabo com vocês, já estou ate me aceitando a idéia de uma família depravada.
Chequei mais perto dela e fiz um cafuné em seus cabelos, ela estava sentada na cadeira, quando ia sair ela me abraçou pela cintura encostando sua cabeça em meu caralho que ainda estava duro.
Ficamos assim por um tempo, e neste tempo ela rosava sua face em meu caralho, por cima do meu short.
Depois deste dia todas as vezes que ela passava pela sala, ia e se sentava na mesma cadeira da cozinha.
Não demorava eu ia e chegando lá me encostava em seu rosto, no qual ela começava a rosa sua face em meu caralho duro. Por cima do meu short.
E assim foi por uns 2 meses seguido.
Certo dia quando ela estava rosando sua face em meu caralho, fui retirei ele do short, para que ela rosa-se nele. Ela não se fez de rogada, e começou a rosa sua face nele, comecei a acariciar a sua outra face, e fui aos pouco virando sua boca ao encontro do meu caralho.
De inicio ela retrucou, mais logo começou a passar sua boca fechada em torno do meu caralho, de vez em quanto dava um beijinho na cabeça do meu caralho.
Em um dia estávamos na cozinha, fazendo o que ela gostava, falei.
Deixa o papai da uns beijinhos na sua bucetinha.
Mais só beijinhos ta pai.
Concordei.
Ela ficou de pé, ariou o short, deixando a amostra aquela bucetinha linda e pequena, pois ela estava sem calcinha por baixo do short.
Me abaixei segurando em sua duas nadegas, enfiei a minha boca em sua bucetinha e comecei a chupar.
Ela começou a rebolar, com cuidado comecei a enfiar um dedo em seu rego.
Quando ela sentiu o meu dedo em seu rego, ela levou a mão dela e começou a empurrar o meu dedo para dentro do seu cuzinho.
Comecei a enfiar ele mais naquele buraquinho apertado e gostoso. Então lhe perguntei.
Posso passar a cabeça do meu caralho em seu cuzinho.
Não quero que passe não, quero que me enrabe bem gostoso, quero sentir esta pica que a mana diz que e uma maravilha.
Mandei que fica-se de quatro feito uma cadela.
Assim que ela ficou de quatro, fui e comecei a da uma estocada de leve naquele cuzinho, tava um pouco apertado. Pedi que relaxa-se e arreganha-se mais o cuzinho.
Assim ela fez, então de uma só fez enfiei o meu caralho todinho naquele pequeno e maravilhoso cuzinho.
Era uma tarde de domingo, estava sozinho em casa, fui tomar um banho. Estava pensando como eu tinha sorte, pois tinha uma mulher maravilhosa e gostosa, duas filhas gostosa. Então comecei a tocar uma punheta.
Nisto Leila entrou no banheiro, e foi entrando no Box. E falou.
Não faz isto não hoje eu vou chupar ele todinho até o papai gozar. E depois vou comer ele com a minha bucetinha que sei que o papai ta doidinho para fuder.
Abaixou-se e começou a chupar-lo, e a filhinha mais nova gostava de chupar, chupava sem deixar nem um lugar sentindo a falta da sua boca. Quando estava para gozar, falei.
Ai filhinha o pai vai gozar tira ele da sua boca.
Mais que nada a danadinha enfiou ele mais ainda, e não teve outro cheito, acabei gozando em sua boquinha quente e deliciosa.
Mesmo depois de sentir a minha porá em sua boquinha ela começou a passar a língua em torno do meu caralho.
Nossa que delicia, enquanto eu me refazia as energias, ela ficou na minha frente dançando e rebolando em meu caralho, que não demorou muito já estava duro de novo.
Como tínhamos uma banheira no banheiro, ela foi deitou-se e areganhando as pernas falou.
Vem minha bucetinha que engolir este caralho todinho.
E eu fui me saborear naquela bucetinha juvenil de 11 anos.
Pode vim bem gostoso papai, não se preocupe, não sou mais virgem, o titio já tirou o meu cabaço.
Meu caralho foi entrando bem devagar, pois queria saborear cada pedacinho daquela bucetinha. Quando enfiei ele todinho fiquei um pouco parado, comecei a beijar sua boquinha, primeiro foi um selinho mais depois os beijos foram ficando mais quentes e quanto mais esquentava mais eu fazia o vai e vem naquela bucetinha, foi assim ate gozarmos, e gozarmos muito.
Depois disto ela também começou a fazer a lição de casa junto com a Solange.
Enquanto uma me chupava meu caralho eu chupava a bucetinha da outra.
Tínhamos uma regra, se eu fude-se a Leila, só poderia fuder a Solange no outro sábado. E assim era.
Então eu vi que eu era o homem mais sortudo, pois tinha uma mulher e duas nifetinhas taradas por sexo.

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