Este conto e real.
Isto aconteceu quando eu estava com meus 11 anos.
Morava com os meus avos.
Na idade da descoberta do sexo e suas curiosidades.
Meus avos juntava resto de comida para da para o vizinho alimentar os porcos.
E a cada três dias a filha deles ia pegar.
Era uma menina de seus quase 11 anos.
Desde seu 8 anos era ela que sempre ia pegar, mais eu até então nunca havia sequer tido o interesse nela.
Mais ao completar 11 anos comecei a reparar na bundinha dela, comecei a notar que todas as vezes que ela ia pegar o balde com o resto da comida, fica de quatro. Então meu caralho ficava duro, logo assim que ela ia embora, eu corria para o banheiro e tocava uma punheta.
E foi assim por 2 meses seguidos.
Certo dia quando ela estava de quatro apanhando o balde, eu me aproximei e passei minha mão em sua bundinha.
Ela se assustou e ficou de pé e virando o rosto me olhou, mais nada falou. E tornou a se abaixar para pegar o balde.
Porem fiquei na duvida se deveria passar a mão de novo, na divida não passei.
Dois dias depois ao invés dela vim que veio foi o pai dela.
Logo pensei. Pronto ela contou ao pai. Sem duvida ele ira falar para os meus avos.
Quando estava saindo minha avó apareceu na porta.
Pronto agora e que ele vai falar.
Minha avó perguntou.
Cadê a Irene?
Irene era a filha dele.
Está de cama com uma baita gripe.
Nossa fiquei aliviado com o que ele falou.
No próximo dia foi ela que veio.
Cheguei a fica com um sorriso no rosto, e também de caralho duro.
No que ela se pós de quatro para pegar o balde. Já fui colocando a minha mão em sua bundinha.
Desta vez de quatro ela estava de quatro continuou.
E eu continuei com a minha mão em sua bundinha, mais sem mexer com ela.
E foi assim durante um mês.
Então estava resolvido que da próxima vez eu iria alisar mais a sua bundinha.
Então no dia que ela veio, e ficou na posição de pegar o balde, eu fui e comecei a alisar sua bundinha, porem ainda por cima de seu vestido.
Comecei a nota que ela de morava para pegar o balde cada vez mais.
Em um determinado dia, quando ela estava de quatro para pegar o balde, eu ao invés de passar a minha mão como de costume, a segurei pela cintura e encostei na bunda dela, porem com o meu caralho por dentro do short.
Ela se remexeu um pouco, mais continuou nesta posição por mais tempo.
Está atitude me deu mais coragem de me atrever mais ainda.
No dia seguinte, quando ela chegou e se pós de quatro para pega o balde, eu tirei o meu caralho para fora levantei o vestido dela e encostei em sua bundinha.
Ela começou a rebola, aquilo foi me dando mais tesão.
Arriei sua calcinha e coloquei o meu caralho no seu rego.
Agarrado nela igual um cachorro na cadela, comecei a fazer um vai e vem gostoso nela, porem sem o meu caralho estar dento de sua bundinha ou sua bucetinha.
E a danadinha rebola mais e mais. Acabei gozando por cima da sua bundinha.
Ela se ajeitou pegou o balde e saiu, porem ates de sai me deu um beijo na boca. Nossa que maravilha.
Porem no dia seguinte não pude fazer nada pois o meu avô e que a atendeu.
Notei no rosto dela que também ficou frustrada.
Na próxima, estava no portão observando quando ela vinha.
Quando a aviste ela se aproximando. Tirei o meu short e me sentei em um banquinho que tinha ali. Lógico com o meu caralho já bem duro.
Quando ela abriu o portão e entrou me vendo de pau duro, levantou o vestido me amostrando que estava sem calcinha.
Pedi que ela sentasse em meu colo.
Ela abriu as pernas e começou a sentar de frente para mim.
O meu caralho estava encostado em sua bucetinha.
E ficamos assim nos sarando sem eu enfiar o meu caralho em sua bucetinha.
Mais combinamos que a noite nos encontraríamos em baixo de uma mangueira que tinha no fundo da casa dela.
Como naquela época a iluminação era muito ruim, seria bom para nós.
Chegando a noite fui ao local, porem ela não apareceu.
Fiquei frustrado.
Quando ela foi buscar a lavagem, eu já a esperava sem short e com o meu caralho bem duro de tesão.
Então ela me disse. Que não pode ir pois teve novena na casa dela, e não pode sai.
Mais iria me agrada de uma outra maneira.
Fiquei sem sabe de que jeito seria.
Porém ela se abaixou e começou a chupar o meu caralho, nossa fui a loucura de tanto tesão.
Depois disso ela pegou a lavagem e ao sai falou.
Vai lá em casa daqui a pouco, meus pais saíram e vai demorar a voltar.
Dei um tempo e fui.
Ela me recebeu peladinha.
Mais que depressa tirei a minha roupa.
Começamos a nos beijar e nos acariciar,
Alisar freneticamente sua bundinha, sua bucetinha enquanto chupava seus peitinhos pequenos e durinhos.
Então me abaixei e comecei a chupar sua bucetinha.
Ela me levou para o seu quarto, fomos para a cama, ela abriu as pernas e eu comecei a enfiar o meu caralho naquela bucetinha virgem e carequinha.
Como ela era virgem fui devagar no inicio, mais o nosso tesão era tão grande que não demorou eu enfiei bem fundo naquela deliciosa bucetinha.
Foi assim que eu e ela perdemos o cabaço juntos.
Sempre que ela ia pega a lavagem fazíamos um delicioso sexo.
Como ainda não tinha comido o cuzinho dela.
Aproveitei um dia que ela estava de quatro pegando o balde de lavagem, levantei seu vestido e comecei a enfiar o meu caralho no seu cuzinho.
No inicio ela retrucou, mais não demorou foi deixando e rebolando.
Daí em diante sempre que podia alem de comer sua bucetinha comia também o seu cuzinho.
O tempo passou cada um foi para seu canto, e a única coisa que ficou foi está maravilhosa lembrança.