Ao adentrar pelo portão do campo de treino daquele pequeno time do interior paulista, após horas de uma longa e cansativa viagem de ônibus, Yumi, uma linda descendente de japoneses de estatura mediana e recém-completos dezoito anos, fica decepcionada com o que vê: o gramado, à sua frente, está quase totalmente coberta por um lamaçal que lembra os velhos campos de várzea. Sabe que, nessas condições, o mais provável é que sua tão esperada peneira para jogadoras femininas seja cancelada, e ela tenha que desistir por mais um tempo de seu sonho.
Porém, vê que alguns jogadores masculinos começam a se aquecer em volta do campo. Sinal de que o campo não está tão imprestável assim, pensa, se animando um pouco quando observa, em um banco próximo, apenas mais três meninas com roupas e bagagem parecidas com as que traz. Se só tem isso de mulheres, vão cancelar, conclui, e vai cabisbaixa pra junto das outras. Em poucos minutos o coordenador das categorias de base vem conversar, e expõe o já esperado: a peneira está cancelada. Mas Yumi, aflita enquanto as outras meninas vão embora, vai atrás do rapaz e pergunta se não é possível ser observada junto com os outros atletas. O cara para, pensa, e depois pergunta se ela tem mesmo certeza do que está propondo. A menina, com um sorrisinho tímido, diz que sim, e é informada de que o treino começa em cinco minutos.
Empolgada no meio dos jovens jogadores do time sub21, Yumi ouve atentamente as instruções do técnico, que logo a faz ser o centro das atenções ao lhe fazer algumas perguntas sobre sua posição em campo, estilo de jogo e histórico no futebol. Tímida, mas firme nas respostas, a garota se diz uma habilidosa atacante, que todos agora estão curiosos pra conhecer. Sem mais demora, os times são separados e o treino começa. Yumi, por se realmente tão boa jogadora como falou e também por conta do receio dos garotos em se aproximar e marcá-la como deveriam, logo pega a bola, arranca e faz um belo gol. Fica super feliz dentro daquele uniforme velho e largo com estampas de um número nove quase desbotadas na camisa e calção. Nem é preciso dizer que o time que sofreu o gol leva uma bela bronca do técnico, o que significa que, daqui por diante, a jovem jogadora não vai ter vida fácil.
Assim que pega na bola novamente, Yumi leva um empurrão que a faz rolar para fora de campo, deixando o uniforme quase todo sujo na parte de trás. Reclama com o treinador, mas ele a ignora. Nos lances seguintes, logo ela percebe que vai ter que se acostumar se quiser continuar. E ela quer, por isso não reclama quando num escanteio, mesmo estando na entrada da área, é marcada de perto por um garoto que lhe apalpa e aperta seu seio esquerdo. Mas quando ela lhe dá um levo soco na genitália, e ele cai, o técnico para marcando falta. Ela tenta argumentar, porém os olhares dos outros jovens lhe mostram que as coisas vão ficar pior. Yumi fica com um pouco de medo mas, por ser teimosa, não pensa em desistir. Afinal, o que podem lhe fazer de pior do que umas faltas mais grosseiras, pensa, nem imaginando que ela será mais bem observada do que espera…
Assim que recebe um lançamento, domina a bola e vai em direção ao gol, Yumi sente um tranco em seu calção a puxando pra trás. A medida que perde velocidade, vê o calção desnudar suas coxas e, sem muita dificuldade, descosturar, deixando-a apenas com seu shortinhos colante. Cai de joelhos, tentando esticar a peça o máximo que pode, mas assim que se levanta já percebe os olhares maliciosos. Não dá para ver nada, mas claro que suas partes íntimas estão em evidência. Tenta pedir um novo calção para o técnico, mas ele apita logo em seguida e a falta é batida rapidamente. Resta a Yumi levantar e continuar, tentando segurar a camisa para baixo enquanto corre. Óbvio que não dá pra fazer isso o tempo todo, e logo nas próximas corridas os jogadores que estão mais próximos podem ter uma visão mais clara das coxas e nádegas da atleta.
Em outro lance, ao driblar o marcador e tentar passar por ele, Yumi é segura pela camisa. Outro defensor, do lado oposto, também chega para segurar, rasgando-o. Mesmo conseguindo passar por eles, a jovem segue em direção ao gol apenas com um topzinho que encobre seus medianos seios, e marca mais uma vez. Ao invés de comemorar, volta-se para seus marcadores e repuxa bem o top, de modo a deixar os mamilos ainda mais em evidência sob o pano molhado. Os caras se entreolham, um pouco chateados por terem tomado o gol, mas extasiados com a garota que, depois de passar por eles, nem se preocupa em arrumar o shortinho que entrou quase todo em suas nádegas. Seus colegas de time são ainda mais privilegiados quando ela abaixa apenas o tronco para arrumar os meiões, deixando aquelas arredondadas esferas branquinhas completamente expostas para seu deleite.
O futebol, agora, é o que menos importa. Os jogadores querem é ver aquela japonesinha seminua se esforçar para mostrar que tem potencial no futebol. Quando mais uma vez pega a bola, em vez de tentar um passe para um colega mais bem posicionado, Yumi, com o sangue fervendo, volta a fazer uma jogada individual. Sem conseguir acompanhá-la, por causa da rapidez, seu marcador estica o braço. Desliza a mão pelo seu quadril até encontrar o… shortinho. O dedo indicador habilmente segura-o e o puxa para cima. O paninho, então, vai sendo esticado e levado para trás, e a jovem sente a pressão por baixo, mas continua, mesmo perdendo a velocidade. Com a força que faz, dobra o tronco pra frente e, ao olhar para seu ventre, vê que sua bela borboletinha rósea está exposta. Pensa em se deixar cair, para arrumar o shortinho, mas a vontade em seguir o lance é maior, e ela para a bola e dá um drible de corpo de cento e oitenta graus que faz o adversário a perdê-la de controle.
De frente para o último zagueiro, Yumi agora vai devagar para cima dele. Aproveita-se da sua nudez parcial para cadenciar a jogada e passar o pé por cima da bola, deixando o novo marcador dar mais atenção à sua intimidade do que à bola. Quando percebe que o cara está enfeitiçado pelos seus pequeninos grandes lábios, aproveita pra dar uma arrancada em direção a grande área. Por alguns instantes, acredita que vai conseguir dar um belo chute transversal rasteiro de perna esquerda e cair nas graças do treinador, mostrando que é definitivamente uma futura craque da seleção brasileira feminina. Mas só por alguns instantes, porque assim que se prepara para chutar, sente seu pé esquerdo ser travado, e logo em seguida recebe um empurrão nas costas que a faz imediatamente ser jogada no chão. Por causa da velocidade, Yumi desliza por alguns metros de frente naquele lamaçal, sentindo a friagem percorrer o seu corpo. Ouve o apito do treinador – está marcado pênalti.
Antes de se levantar, passa a parte do seu braço que ainda está um pouco limpa sobre os olhos, removendo um pouco da lama que lhe cobre o rosto. Vira-se de lado, tentando encontrar o topzinho para ajeitá-lo, mas como seus dedos não encontram o pano, olha para baixo e percebe que ele virou uma maçaroca retorcida em sua cintura. Menos mal que a lama cobre completamente seus seios. Ainda assim, os montinhos são motivo de olhares atentos à sua volta, tanto quanto seu ventre totalmente encoberto. Um dos rapazes estende a mão para a jovem, ajudando-a a se levantar. Yumi agradece, meio constrangida, meio lisonjeada, mas certa de que tem de bater esse pênalti, custe o que custar. Espera pela discussão que se instaurou entre alguns membros adversários e o técnico já com a bola em suas mãos. Quando tudo volta ao normal, toda a atenção se volta para a garota nua coberta de lama. Tudo que o técnico, achando aquilo muito inusitado, pode fazer é perguntar se ela tem certeza de que quer cobrar a penalidade. Yumi só faz que sim com a cabeça, e o homem lhe mostra aonde colocar a bola.
Ao caminhar em direção ao local apontado, a jovem jogadora sente um desconforto por baixo, por conta do shortinho enfiado em suas nádegas. Assim que ajeita a bola no chão, volta andando de costas e, mesmo com vergonha, sabendo que está sendo olhada, põe as mãos por baixo para tentar ajeitar o pano. A cada segundo, e cada passa para trás, Yumi vai percebendo que a única solução possível para não sentir mais o incômodo é arrancar aquele trapo encardido. Mas assim, na frente deles, se pergunta, procurando não olhar para os lados. Mas o que isso piora a minha situação, se resigna, sabendo que precisa estar tranquila para a tarefa que assumiu. Então, sem mais demora e parando sobre o que considera ser a meia lua, puxa definitivamente o shortinho, amassando-o e o jogando em direção a linha de fundo. Só ouve os cochichos de espanto dos rapazes.
Enquanto o treinador vai instruir o goleiro sobre seu posicionamento, Yumi percebe os adversários a rodearem por trás. Um deles, o cara que segurou seu shortinho, encosta-se nela, e a faz sentir o membro enrijecido no meio de suas nádegas. A jovem começa a se excitar, mas se mantém no mesmo lugar. Nesse mesmo instante, a chuva recomeça com força, e a lama começa a ser limpa do corpo de Yumi. Em poucos segundos, a nudez da japonesinha, até então mais sugerida do que explícita, é algo bem visível a todos. Além da excitação, o frio a também a faz tremer e ficar toda arrepiada. O técnico apita, e ela hesita, extasiada de prazer. Novo apito, e então a garota avança cambaleante em direção a bola e… chuta a bola por cima do gol, para dentro de uma mata próxima. Como essa era a única bola disponível, o técnico diz que o treino está encerrado, e se volta para a menina, informando-a de que não passou na peneira. Yumi, chorando e com as mãos sobre o rosto, caída de joelhos na lama, e ouve os xingamentos e ofensas enquanto os jogadores se afastam em direção ao vestiário.
Após um tempo, já soluçando, percebe que está sozinha dentro de campo. Vê, então, o técnico entrando numa instalação do clube ao longe, e resolve ir atrás. Não enfrentei tudo isso e me expus para ser rejeitada assim, pensa, andando decidida sobre a lama. Ao chegar na porta, hesita para tomar coragem, e se surpreende ao ouvir que, se fosse ela, não entrava ali. Olha para o lado e vê o mesmo jogador que a fez ficar nua no treino, e depois a encochou, fazendo-a perder o pênalti. Apenas para ser do contra, ela se vira, abre a porta e entra resolvida. Para seu deleite, aquele é o vestiário do time, e todos os atletas estão nus sob o chuveiro. Para sua preocupação, alguns já começam a dar sinal de vida ao lhe verem. Não avisei, diz o algoz junto ao seu pescoço, fazendo-a se arrepiar novamente. Ele fecha a porta e encosta seu pênis, já enrijecido, outra vez no meio das nádegas de Yumi, que imediatamente sente os bicos de seus seios endurecerem. Quer mais uma peneira, pergunta o treinador, apitando novamente.
Depois desse dia, Yumi desistiu de jogar futebol profissionalmente e virou a musa do time, viajando junto com a equipe em todos os jogos pelo interior do estado. Em pouco tempo alcançou fama nacional por causa dos ensaios fotográficos em revistas masculinas de baixa circulação, sempre fazendo questão de usar o futebol em suas fotos eróticas. Agora, promete contar, em livro, segredos de sua relação com os jogadores nos bastidores…