Marina e Ricardo trabalhavam comigo na filial da empresa em Campos, embora eu tivesse mais contato com ele, ela sempre nos acompanhava nos almoços e outras saidas depois do trabalho. Beirando uns quarenta anos ela não parecia ser um mulherão, mas se vestia bem, tinha muito charme e era também muito bem cuidada. Uma vez tive uma conversa sobre trabalho com ela e como o assunto era sigiloso, ela pediu para conversar comigo em particular. Naquele dia a forma com ficamos na sala, a proximidade , os olhares, tive por um momento a impressão de que ela queria mais alguma coisa comigo, do que discutir sobre assunto de trabalho. Mas falei para mim mesmo que aquilo era coisa da minha cabeca, mas depois daquele dia, passei a olha-la de outro jeito.
Numa dessas viagens ele perguntaram se eu não podia passar o fim de semana na cidade, eles estavam programando um churrasco em casa e queriam que eu participasse. Não tinha como recusar, minha familia estava viajando e não tinha nenhum compromisso no Rio. Topei.
Quando cheguei la eram quase duas da tarde e o pessoal todo ja bebendo e se divertindo perto da piscina, não tinha visto Marina ainda e tinha muita vontade ve-la de biquini. Em pouco tempo meu desejo foi atendido, ela apareceu em um biquini, que não era nada minimo, mas a deixava muito bonita realçando toda a beleza de seu corpo. Ela parecia estar mais solta, veio direto falar comigo, disse que agora estava feliz porque a pessoa mais importante havia chegado e me deu um abraço grudando todo seu corpo no meu o que fez meu pau levantar. Ela parece que percebeu, pois ao se afastar um pouco me olhou de uma forma provocante, quase como dizendo que tambem estava com tesão. Novamente pensei que era coisa da minha cabeça.
O churrasco foi rolando e fui perguntar ao Ricardo se precisava de alguma ajuda, como ele disse que tava tudo bem fui atras da Marina ver se ela precisava de alguma coisa, ela estava batendo alguma coisa na mesa, fazendo sua bunda mexer, quase rebolar e fiquei um tempo observando aquela Maravilha, antes que ela percebesse minha chegada e virasse me pegando no flagra com os olhos na sua bunda. Lógico que ela percebeu meu interesse e com um leve sorriso perguntou se eu tava com saudade dela, eu ri e disse que certamente que sim, mas que estava ali para ajudar.
Ela sorriu e entrou na despensa, pouco tempo depois ouvi o barulho de algo caindo, perguntei se estava tudo bem e ela pediu minha ajuda. Quando cheguei la ela estava em cima da escada com aquela bunda fantastica na altura do meu rosto. Disse que a escada estava meio bamba e pediu para eu segura, minha cara ficou direto abaixo da bunda e ela de proposito as vezes se inclinava fazendo com que a bunda ficasse a poucos centimetro de mim, eu podia sentir o delicioso seu cheiro da sua pele e não deu outra, fiquei mais uma vez de pau duro e dei um suspiro, ela só de provocação perguntou o que foi, se aquilo estava dificil segurar. Eu disse que queria uma dificuldade daquela todo o dia, que podia ficar ali o dia inteiro. Ela riu mais uma vez e olhando para o meu pau disse que a malhação estava fazendo meus músculos e outras coisas crescerem. Pegou duas ou tres coisas na mão e pediu para ajuda-la a descer. E foi uma delícia, minhas mãos seguraram primeiro suas coxas, depois a bunda e ela foi escorregando na escada descendo e fazendo com que bunda fosse deslizando no meu pau e com isso ela tambem deu um suspiro. Ela passou rindo novamente e foi para a mesa fazer mais alguma coisa. Para quebrar o clima perguntei se ela precisava de mais alguma coisa, ela pediu para eu voltar a despensa e achar alguma coisa picante lá. Entrei na despensa fiquei procurando e disse que nao achava nenhum molho ou tempero picante, eu ajoelhei para ver as prateleiras de baixo e ouvi ela dizendo que se não fosse ela eu não conseguiria achar nada. Ela entrou na despensa e ouvi a porta fechar e ela falar que picante nem sempre era molho ou tempero e perguntou se servia isso. Quando me virei ela estava a um palmo da minha cara com a calcinha do biquini arriada me oferecendo a sua buceta. Naquele momento vi que nao era nada da minha cabeça e cai de boca naquela xereca. Eu esqueci de tudo e cai de boca, era delicioso ver ela com os olhos fechados, respiracao começando a ficar alterada, rebolando e esfregando a buceta na minha cara e pedindo “chupa porra, eu nao to aguentando de tesao, quero que voce acabe comigo nessa chupada e depois ponha esse caralho todo aqui dentro”, mais uns minutos e os movimentos foram ficando mais rapidos, mais fortes ela abria a boca, gemia e pouco tempo depois se tremeu toda se acabando em um gozo colossau . “Puta que o pariu que delícia” falou ela ainda com o corpo todo retesado e deu um suspiro mais forte e desceu se ajoelhando na minha frente e dizendo “caralho, isso foi muito bom, como eu tava precisando de uma gozada assim” me dando um beijaço depois. Eu falei que ela era maravilhosa e que eu sempre tive um tesao nela, desde o dia que a gente conversou sozinhos no trabalho. Ela falou que naquele dia quase me agarrou no escritorio, mas se conteve e que tinha um tesao enorme em mim desde que me conheceu, que as vezes sonhava com a gente fudendo e ja tinha até gozado assim, mas que sonho mais legal foi com a gente no quartinho da empregada. E apontando pro meu pau perguntou o que a gente iria fazer com aquilo. Eu perguntei se naquela despensa tinha camisinha, ela riu e falou que nao, que naquele momento a única coisa que tinha ali, era uma engolidora de porra e abriu a boca. Me ajeitei e ela pegou meu caralho num boquete que me deixava maluco, parecia que ela tinha nascido para chupar. Falei que nao ia aguentar muito tempo e perguntei se ela falou a verdade sobre engolir a porra. Ela parou, olhou para mim e disse que gostava de ver seu peito cheio de porra também, mas que naquele momento ia ser complicado sair toda sair dali com os peitos todos gozados. E falou que eu podia gozar na sua boca, caiu de boca de novo e a porra toda comecou a jorrar, fazendo com que ela desse ate uma engasgada, mas ela nao tirou o pau da boca até acabar. Quando a adrenalina baixou, fiquei preocupado e falei que era melhor a gente voltar. Ela subiu novamente a calcinha, se ajeitou e concordou falando para sair um de cada vez. Não resisti e passei a mão entre as sua pernas, debaixo da sua bunda, desde de sua buceta ate o cuzinho e depois segurando sua cintura dei uma encoxada forte nela. Ela virou para tras e disse que queria eu dentro dela hoje e que a gente iria fuder muito. Eu perguntei como, e ela falou que em dias como aquele Ricardo bebia muito e que das cinco ate mais ou menos as onze ele ficava apagado, que eu saísse com o pessoal no final do churrasco para não dar bandeira e voltasse as 7 que ela deixar tudo pronto para a gente aproveitar. Abriu a porta e foi embora