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02 de Maio, 2017 às 15:04 Por: Maduro

Aventuras na faculdade

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Me casei cedo, aos 16 anos já morava com aquela que seria minha esposa.

Aos 17 já era pai.

Com 22 anos, me formei. Logo apos a minha formatura, perdi o meu pai.

Meu pai, era um pequeno construtor e passou a vida comprando terrenos, construindo imóveis e vendendo. Mas nunca ficou rido com isto, mas não deixou falta nada para nos.

Com a ausência de meu pai. Como filho único, tive que administrar este negocio dele, mas comecei a desenvolver negócios na área de tecnologia, ramo que havia me formado.

Desenvolvi um software para imobiliárias que deu muito certo e meu negocio crescia. Nesta época, recebi uma ofertas pela minha empresa de tecnologia e resolvi vender. Ganhando já algum dinheiro.

Aplicava na bolsa. Comecei a comprar imóveis na planta e revende-los na entrega das chaves e meus recursos cresciam. Continuava construir imóveis também e cada vez vivia melhor.

Depois também vendi a construtora, resolvi que seria apenas investidor. Não criaria um novo negocio. Tendo dinheiro suficiente para manter meu padrão por toda uma vida, sem precisar ficar trabalhando.

Mas, ficar em casa não foi bom para o meu casamento. Comecei a ter muitos problemas com minha esposa. Resolvi fazer uma nova faculdade, assim me ocuparia e sairia de casa algumas vezes e não teria tantos problemas de convivência com minha esposa.

Como frequentemente tenho problemas jurídicos no ramo imobiliário que sempre tive envolvido. Decidi que faria o curso de direito.

A história que vou contar se passou quando já estava no ultimo ano da faculdade.

Estava nesta altura, casado já ha 22 anos. Tenho filhos.

Embora gostasse demais de minha esposa, nosso casamento estava morno e entravamos constantemente em muitas brigas intermináveis. E ela tinha ciúmes das pessoas da faculdade e tornava tudo ainda pior.

Finalmente, já de saco cheio com tudo, resolvi ir embora de casa. Por não aguentar mais aquela situação.

Agora, aos 41 anos, eu estava sozinho, morando sozinho em um hotel. Confesso que não me achava nos primeiros dias. Desde jovem, sempre tivera minha esposa por perto.

No ultimo ano de faculdade. Sendo mais velhos que a maioria da turma e meio que sou considerado um paizão de todos.

Durante os anos de curso, sempre fui família, poucas vezes fui num bar no aniversario de um colega e etc., todos sabiam que eu era casado e caseiro, mas que agora estava separado.

Tenho um grupo de amigos e amigas mais próximos, com os quais desenvolvíamos as teses e trabalhos da faculdade. Resolvi que não terminaria a faculdade sem pegar alguém.


Entre as amigas mais próximas, quem sabe alguma delas ou sairia comigo ou me apresentaria uma amiga pra alguma aventura.



A Susy era casada. Tinha a idade próxima da minha. Mulherão de academia. Bem torneada. Sempre que fazíamos trabalhos, ela queria estar em grupo comigo. Algumas vezes andávamos de mãos dadas, trocávamos alguns abraços e selinhos, me aproveitava pra esfregar meu pau em sua bunda, ela ria, mas não passava disto, coisas de amigos íntimos.

A Juliana. Era solteira, muito bela de rosto, mas um pouco gordinha, sem estragar. Tudo que eu postava ela curtia, tudo que eu falava ela apoiava. Olhava pra mim, quase me endeusando. Não tinha namorado, mas embora eu notasse que ela se encantava por mim, nunca saia comigo, nem pra um almoço.

A Vanessa. Bem, era bolsista, uma negra, boníssima de rosco, mas baixinha, peitões, gordinha e com pouca bunda. Uma pena, tanto peito e tão pouca bunda, alguma barriguinha também, não tinha o corpo mais perfeito. No entanto, sou um quarentão e ela tinha vinte e poucos anos. Seria muito bom estar com ela. Tinha um namorado, mas dizia que não se casaria com ele de jeito nenhum, embora enrolada já ha alguns anos com o cara. Desde que entramos na faculdade, fomos os melhores amigos. Trocávamos selinhos, andávamos agarrados, os colegas maldavam, dizendo que tínhamos um caso. Na verdade algumas vezes descia com ela pela escada de incêndio, era escurinho lá e tinha pouca gente, parávamos, trocávamos alguns beijos, carícias, certa vez ela até fez um boquete, mas sempre que eu chamava ela pra algo ha mais, quem sabe ir a um motel, ela despistava. Tinha suspeita que ela gostava apenas dos lanches que eu pagava e dos livros que eu emprestava, quase sempre ela não podia comprar os livros, pois estava sempre com cartão estourado. Então acredito que ela fazia charme comigo apenas para não perder os benefícios. Eu não me importava, dava mesmo algumas benesses pra ela e aproveitava os pequenos momentos pra me divertir, sem me comprometer.

A Karol, entrou recentemente no curso, já tinha concluído, mas ficado em algumas matérias, precisava eliminar pra poder receber seu diploma. Logo que entrou, tive algum problema entre ela e Vanessa, pois ela rapidamente se se aproximou de mim, talvez por termos idades parecidas, ela e só queria sentar ao meu lado e disputava a atenção. Ela havia se separado recentemente também, tinha um filho pequeno. Mas embora muito atraente de rosto, não me chamava a atenção o seu corpo. Não feia nem bonita, mas normal. Éramos apenas amigos, não me esforçada pra me aproximar mais dela, por que não sentia atração por ela. Mas a usava para ter o ciúmes da Vanessa, embora acreditasse que era um ciúmes de interesses, medo de perder benefícios.

E por ultimo a Valéria. (Conceição). Também era bolsista. Ela tinha um pai alemão e mãe negra, mas ela era uma mestiça oriental de olhinhos puxados, claramente a mãe tinha pulado a cerca, kkk. Mas ela se declarava Lésbica. A Valéria era de uma família pobre, ganhara a bolsa, mas passava por muitas dificuldades. Eu no papel de paizão, eu ajudava ela com livros, sempre comprava pra nos dois e emprestava um para ela. Na época do estagio, ela não conseguia largar o emprego e assumir um estagio, pois precisava do recurso para se manter. Queria desistir, então arrumei com um amigo advogado e sem ela saber a principio, eu pagava pra ele uma mensalidade e ele chamou ela para estagiar com uma ótima bolsa. Era o mesmo escritório que eu estagiava também. Neste ultimo ano, havia me aproximado dela, estagiamos no mesmo lugar a casa dela ficava no caminho entre minha casa e a faculdade. Começamos a ir trabalhar e voltar juntos, ir pra faculdade sempre juntos. Ela usava camisetas, algumas vezes regatas e nunca estava de sutiã. Sempre que nos encontrávamos ela vinha me dava um selinho e encostava os seios em mim. Era um tesão. Eu duvidava das suas convicções lésbicas e era doido pra tentar algo. Embora se vestisse meio Joãozinho, sempre com bonés, usava alargadores no ouvido e piercing no nariz, mas era impossível não observar suas curvas e sensualidade.



Tinha um feriado de quinta se aproximando e não teríamos aulas na sexta, resolvi que era boa oportunidade para me aventurar.

Cotei um pacote pra Fortaleza, pensei em convidar uma delas pra viajar. Quem sabe alguma aceitaria e seria quase um sim pra passarmos alguns dias juntos e transando.

Digitei uma mensagem.

"Tenho um pacote de 4 dias para Fortaleza, para o parque aquático, show e compras. Posso levar alguém comigo e pensei em você. Quer ir comigo?"

Bom, vamos uma a uma e ver quem aceita. A cada não, progrediria para a próxima.

Quem convidar primeiro?

Como sabia que a Susy dificilmente aceitaria, pois casada, seria difícil. Mandei primeiro pra ela.
- Ela respondeu rapidamente. Você esta doido. Me encanta a cidade, a companhia, mas com o que vou dizer a meu marido? Quem sabe outra viagem, mais perto, menos dias e etc. Ficou claro que tranzaríamos ainda, mas não seria desta vez.
- Combinamos que quando eu retornasse combinaríamos algo durante a semana, pois seu marido trabalhava longe, eu não fazia praticamente nada, poderíamos sair pra almoçar e algo mais. Isto findou rendendo muitas tranzas até hoje.

Vamos a próxima da lista.

Juliana, sua vez.
- Bem, ela estranhou meu convite, perguntou se eu estava mandando o convite pra pessoa certa. Disse que sim. Ela respondeu que não poderia, bem evasiva, sem dar motivos e depois disto, ficou estranha comigo. Sinto que matei até a amizade. Me enganei.


Vanessa. Esta safada se aproveita de mim, vou me aproveitar dela também. Mandei o convite.
- Ela me respondeu que adoraria, mas no mesmo fim de semana era o aniversario da mãe dela. Mas queria que eu mudasse o pacote pra outra data, sempre me explorando. Disse que não podia, mas que certamente viajaríamos juntos no futuro. Ficou toda animada e ainda mais safadinha comigo na faculdade. (Findamos viajando juntos em outras oportunidades e transamos até hoje, mas conto depois também).

Até agora, de 5, 3 disseram não pra viagem, mas dois sim pra algo mais. Pensei. Bom tenho mais duas chances de arrumar alguém. Eu não sabia ao certo quem arriscar. Karol ou Valéria? Uma que não me empolgava e outra Lésbica?

Acreditei que as chances da Karol topar eram maiores, e resolvi convidar ela.

E ai Karol, vai? Aceita?
- Ela me respondeu algo mais ou menos assim. Infelizmente o meu marido voltou pra casa. Respondeu ela com pesar. Não posso viajar logo agora, falou. Mas conversa vai e vem e ela pediu pra na semana seguinte a viagem nos darmos uma saidinha pra um motel, já ficou acertada até o dia. Na quinta seguinte, mataríamos a aula pra ir no motel.

Bom, minha viagem parecia que murcharia. Não consegui ninguém para a viagem, mas umas trepadas estavam garantidas.

Não custa tentar, vamos a Lésbica. Como dava carona muitas vezes pra ela, conversávamos muito. De todas, sabia que seria a mais difícil. Eu sabia que embora ela morasse num bairro de classe media, havia passado muitas privações desde pequena e raramente havia viajado e apenas viagens curtas, réveillon no RJ num bate e volta e algumas idas a Praia, ha uma hora daqui. Na faculdade, tivemos que acompanhar alguns juris fora da cidade e ela sempre ia comigo, no começo, quando dos intervalos nos juris, saímos todos para almoçar, ela ficava no tribunal e soube que comia marmita fria, ai comecei a chamar ela pra almoçar comigo (e falava, fica fria que eu pago). Já a ajudava com os livros, com o estagio e nas viagens nunca cobrava nada dela (A esta altura ela descobrira que eu pagava o estagio dela de forma indireta também, ou seja, havia contratado o escritório e pedido o favor de contratarem ela). Tinha chances dela se encantar pela oportunidade de viajar e indo, quem sabe o que vai rolar. E Ai Valéria, aceitas?
- Ela mostrou interesse. Como pensei, falou que era louca pra viajar e tivera poucas chances. Nunca havia viajado de avião.
- Mas pra minha tristeza, falou de cara. Você está separado, não está pensando em me comer né. Você mais que ninguém sabe que gosto de mulher.
- Bom. Fui sincero. Linda, sabe que vou tentar lhe comer os 4 dias seguidos. Não vou lhe estuprar (mas quase isto) me conhece, já viajamos de carro algumas vezes pra assistir juris. Já avancei o sinal algumas vezes (bom eu me lembrava que sempre trocávamos selinhos e eu elogiava as suas formas e seus seios sempre livres, mas nada que ela não permitisse). Mas falei, desta vez vou forçar o que puder pra atestar suas convicções, falei em tom jocoso, já havia falado pra ela que sentia que ela não era convicta de ser lésbica e ela ria. Deixei claro. Quanto a vias de fato, você que vai decidir e dizer sim ou não. Vamos estar num hotel. Se achar que estou exagerando e só reclamar, se eu não parar, grite que vira ajuda e vou pra cadeia como tarado, falei dando risada. Ela sorriu. Pediu um tempo pra pensar.
- Depois, retornou, ela falou que nunca dormira com um homem antes e que embora gostasse de estar comigo, não se sentiria confortável em viajar com um homem.
- Mas insisti um pouco mais. Disse que tentaria me comportar. E ela aceitou.
- Pensei. Se não convence-la até o ultimo dia dou um perdido nela e pego nem que seja um puta na rua, mas vai ser legal viajar com ela.

Já era terça feira, viajaríamos no dia seguinte, apos as aulas (teríamos que ir a aula, pois o professor marcara uma prova na quarta). Corri pra confirmar o pacote e a noite na faculdade, combinamos detalhes da viagem, mostrei os passeios pra ela, para ela poder escolher as roupas e combinamos que eu passaria em sua casa, pegaria as malas, viríamos a faculdade, pois tínhamos que fazer a prova, apos aprova, sairíamos direto pro aeroporto. Notei que ela embora, vestida ainda como um Joãozinho, me olhava diferente (e nem precisa dizer que a Vanessa quando soube que eu viajaria com ela, ficou roxa de raiva, quase nem falou comigo, mas passou quando retornamos as aulas)

Quase não dormi pensando em como agradar ela e convencer ela. Sabia que seria uma tarefa dificílima. Já ouvira historias que colegas cantaram ela e tomaram tapas e etc.

No dia da viagem, passei em sua casa, ela desceu. Pra minha surpresa, estava mais feminina do que nunca, nem parecia àquela menina que teimava em usar bonés a noite. Estava num vestido justinho, que marcava seu corpo. Um bom decote deixava seus seios sem sutiã bem expostos. Quase enlouqueci com a visão. Ao entrar no carro. Deu-me o tradicional selinho que sempre dávamos. Eu quis já segurar um beijo, mas ela refutou e achei melhor não forçar a barra. Mas enchi-a de elogios sinceros. Você esta linda. Muito sensual. Você assim vai dificultar que eu cumpra a promessa de se comportar. Ela dava risadas.

Ao chegar à faculdade, todo mundo olhava para o mulherão ao meu lado, todo mundo comentava, como ela esta gostosa vestida de mulher (os colegas enchiam minha caixa de mensagem com elogios pra ela). Quando eu falava que iria viajar com ela pra passar o feriadão na praia no nordeste, todo mundo já dizia. Tirou o bilhete premiado e eu respondia. Ela e lésbica seu idiota. Vamos viajar como dois amigos, os dois a procura de algo la. A resposta quase sempre era. Por isto que ela veio vestida de mulher. Se toca. Ela mudou. Quer ser mulher agora.

Não via a hora de acabar a prova. Acabei o mais rápido que pude. Pulei algumas questões. Só tinha o interesse em ir logo pro aeroporto, embora nosso embarque ainda demoraria. Ela demorou muito pra acabar sua prova. Ao sair, reclamou que estava muito nervosa. Que nunca havia viajado de avião, com um homem então e fazendo prova no mesmo dia, muita tensão acumulada. Demos muita risada. Fomos pro aeroporto. Deixei o carro num estacionamento distante e fomos de van até o aeroporto. Na van, comecei a abraçar ela, notei poucas resistências, beijinho na nuca dela no rosco alguns selinhos, elogios que eram fáceis e verdadeiros. Você era a mulher mais linda da faculdade hoje.

Aos poucos ela começou a espontaneamente me beijar, mas timidamente, resolvi que não forçaria a barra, tinha 4 dias pela frente ainda.

Quando fizemos o check-in e entramos para a sala de espera, ela me falou novamente que estava nervosa. Pelo voo, pela companhia minha. Ansiosa pra ver Fortaleza, mas com medo de que eu não cumpriria a promessa de me comportar.

Abracei-a, procurei deixar ela tranquila e ela falou. Estou vendo o tamanho da sua tranquilidade roçando em mim todo o momento. Falei que não aconteceria nada forçado entre nós. Se ela não quisesse, seriamos apenas dois amigos em viagem. Tentei tirar a tensão dela. Percebi que ela estava achando que teria que dar pra mim de qualquer jeito, afinal, devia muitos favores pra mim e de certo eu queria explorar ela. Eu sabia que tentaria, mas jamais a estupraria. Teria que ser consentido. Dei alguma bebida pra ela, pois sabia que ela se animava rapidinho alcoolizada. Nada pra deixa-la bêbada, mas o suficiente pra ela rir.

No avião, apos passar a tensão de embarque e levantar o voo, ela voltou a falar que jamais transaria com um homem e etc. Meio que jogando um balde de água fria em minhas pretensões, me empurrando. Disse que estava arrependida, querendo voltar. Talvez tivesse feito algo que se arrependeria. Pediu bebida o caminho todo. Comecei a pensar que teria perdido meu tempo. Mas não desistiria. Sentia que ela falava, mas quando encostava, alguma coisa mudava. Então, hora ela me dava beijos, hora refutava, mas eu estava gostando do jogo.

Chegamos muito cansados, já de madrugada, chegamos ao hotel. Nossas reservas era um quarto para de casal, havia apenas uma cama e dormiríamos próximos.

Entramos, dei alguns beijos, mas ela estava quase meio bêbada, resolvi não abusar, mas com as roupas que estávamos mesmo ela deitou e começou a dormir. Então tirei seu calçado e a arrumei na cama. Estava muito calor, pensei em tirar seu vestido, mas tive medo da reação dela ao acordar. Resolvi que não. Seria mais um ponto de confiança dela em mim. Fiquei olhando para aquele rosto. Nunca estive viajando com outra mulher que não fosse minha esposa. Neste momento, ja estava me apaixonando por ela. Me troquei. No banheiro mesmo, me masturbei, precisava baixar o pau. Muita tesão acumulada. Vesti uma samba canção apenas e uma camiseta e me deitei ao lado dela e dormi. Acho que a primeira vez que dormi com uma mulher na mesma cama, sem uma transa (exceto minha ex-esposa, pois diversos anos casados, dormimos algumas noites sem transar ao longo dos anos).

Quase não dormi, toda hora acordava, pensando nela, Algumas acordava agarrado a ela, com o pau duro. Ficava olhando seus seios e suas pernas. E ela dormia.

Amanheceu, tínhamos um passeio marcado para o parque aquático na quinta mesmo. Ela levantou primeiro e me acordou, olhando em meus olhos, Perguntou se tinha acontecido algo. Disse que não. Ela agradeceu por eu não ter me aproveitado dela. Eu brinquei. Estou arrependido, deveria ter se aproveitado. Ao menos chupado seus peitos. Brincamos um pouco, ela já estava vestida para o passeio, shorts e camisetas, sem sutiã. Coloquei ela no meu colo de frente. Pedi uns beijos, ela não negou e esfregada seus seios em mim. Pedi para mamar neles e ela recusou. Mas provocativa empurrava seus seios em minha cara e eu dava beijos sobre a camiseta. Depois de alguns instantes, ela falou que estava com fome e eu pedi café no quarto mesmo, enquanto tomávamos o café já tocou o interfone, era nosso guia, que acompanharia o pessoal do hotel ao parque. Peguei minha mochila com as coisas para passar o dia. Ela pegou a bolsa dela, saímos.

No parque, fomos nos vestir para aproveitar as piscinas e toboáguas que tinha. Ela apareceu com um fio dental. Fiquei doido com a visão. Estava meio branquinha, devido a pouca exposição ao sol aqui no sul. Mas eu não queria que ela se queimasse toda e atrapalhasse minha caricias. Já fui falando, deixa eu passar o protetor solar em você. Procuramos uma cadeira, sentei, ela sentou em meio a minhas pernas e comecei a espalhar protetor solar em suas costas, pedi para ela deitar que passaria em sua bunda, ela não se fez de rogada. Fiquei alguns minutos só naquela bunda. Até ela falar. Minha bunda já tem protetor pra uma vida toda, pode passar nas pernas. Ri um pouco olhando aquele bumbum muito lindo e arredondado, elogiei. Falei que ela tinha uma bunda linda. Desci pra suas pernas. Depois ela espalhou protetor em mim. Mas ela queria brincar no parque, já saiu correndo em busca de um brinquedo, me chamando, passamos o dia inteiro se divertindo, mas a diversão que eu queria parecia distante. Não dava mais que um selinho ou outro e chegou mesmo a reclamar que eu só queria ficar beijando ela o tempo todo. Vez por outra ela me chamava para olhar as bundas das mulheres na piscina, como que querendo demonstrar que gostava do mesmo produto que eu, comentávamos, aquela e gostosa, aquela tem estrias demais. Eu comeria a outra, ela também e ect. Mas ora ou outra trocávamos alguns beijos e caricia e aos poucos ela foi deixando que minha piercing entrasse em sua boca, mas toda hora ficava dando tapas em minha mão boba. Uma vez ou outra, ficava longe dela, procurei papo com umas locais, queria saber os points da noite, quais as baladas legais pra ir a noite e etc. Quando ela me via conversando com alguma menina, rapidamente se aproximava e fazia questão de me abraçar, dar beijos, tipo marcando território e afastando a concorrência.

A tarde, voltamos para o hotel. Sairíamos a noite para um jantar com musica ao vivo. Ela se vestiu de forma sensual e ficou ainda mais linda. Irresistível. Acho que não comentei, mas ela tinha apenas 25 anos. Uma garotinha perto de mim. Abracei ela de frente antes de sairmos. Olhei em seu rosto, bem em seus olhos e disse “ impossível não se encantar por ti mulher”. Você e linda demais da conta. Vou enlouquecer perto de você. Ela me deu um beijo. Pela primeira vez ela não demonstrou nenhuma resistência e nem desconforto, alias, parecia que ela estava se entregando completamente, me deixou escorrer minhas mãos por eu corpo, alisei suas costas. Alisei sua bunda, a soltei, a virei de costas, coloquei suas mãos na parede, beijei sua nuca enquanto segurava em seus seios, pelo decote, comecei a enfiar minha mão e pela primeira vez tive seus seios em minhas mãos. Desci a outra mão até suas cochas e vim subindo seu vestido, ela não reclamou. Cheguei em sua buceta, percebi que era uma calcinha bem pequena, que já estava molhadinha. fiquei fazendo carinhos, ela não reclamava e nem tirava minha mão, me preparo para tirar aquele vestido, quando nosso guia tocou no interfone, ela se soltou de mim e atendeu. Em seguida disse, estamos atrasados para o jantar, vamos descer. Pedi para ele desistir e ficarmos no quarto. Ela falou não. Contrariado e de pau duro, falei que precisava ao menos bater uma punheta pra baixar o caralho, antes de sairmos, ela falou, vá ao banheiro, convidei ela pra me ajudar. Ela falou não.

Bom, foi na mão mesmo. Mas era tanta tesão. Deixei a porta aberta e bati uma, gemi rapidamente e gemi alto pra ela escutar. Quando observei, ela me aguardava na porta do banheiro vendo tudo. Chamou-me de garanhão. Mas estava com mais raiva dela neste momento e sem saber se aguentaria a situação ou se iria embora aquela hora mesmo. Mas a safada me abraça e da um beijo. Percebi que eu estava emocionalmente envolvido com esta maluca. Falei no ouvido dela, vou ficar doido antes da noite acabar, você me enlouquece.

Fomos ao jantar, bebemos um pouco, dançamos um pouco, sempre trocando beijos e fazendo caricias. Mas sempre que perguntava se ela deixaria eu comer ela. Ela desconversava. Dizia-me "sabe que somos amigos e você me prometeu que se comportaria. Me prometeu que não forçaria nada". E eu brincava. O promessa difícil.

Era pra nos voltarmos ao hotel por conta própria. Ou seja, não teria transfer para o Hotel, era pra cada um pegar seu táxi. Antes do fim do jantar, começou a formar alguns grupos da excursão pra voltar, outros para esticar para uma balada ou outra, sempre conversando para compartilhar o táxis. Eu falei pra ela que não estava aguentando, precisava sair com alguém. Se não com ela, ficaria mais um pouco e procuraria alguém, nem que fosse uma garota de programa, precisava descarregar minha tesão. Pra ela ir pro hotel que eu voltaria mais tarde.

A princípio ela disse sim, nos afastamos, ela ficou com um grupo que voltaria ao hotel e eu comecei caça. Entrei uma loira muito bonita, puxei a conversar. Ela estava na excursão, disse que havia sido traída pelo namorado e tinha viajado pra tentar esquecer ele, não havia terminado, por que queria dar o troco nele, ou seja, viajou pra transar com alguém e quando voltar contar na cara dele que o havia traído antes de acabar. Pensei que era minha chance. Finalmente me aliviaria, já fui falando que havia me separado e a conversa rendendo, ela me perguntou sobre minha acompanhante. Disse que ela era uma colega de faculdade, mas que ela era lésbica, não iria rolar nada entre nos, mas quando pensei ter alguma chance, a Valéria aparece, me abraça por traz e pede pra conversar um pouco comigo. E pra minha surpresa diz que esta com ciúmes de mim, me tasca um beijo, tipo afasta concorrência. Fala no meu ouvido que não vai me deixar com outras, não hoje. Pede pra voltarmos ao hotel. Falei que se voltasse ao hotel naquela situação, eu poderia forçar a barra com ela, por que não me continha de tanta tesão. Ela então me falou me encheu de esperança, disse que poderia rolar algo. Que eu continuasse sendo paciente e carinhoso, pois ela também sentia tesão, mas não se sentia preparada. Prometeu que se não rolasse nada até o Domingo, ela mesma arrumaria uma menina pra transar comigo. Talvez a própria loirinha que estava comigo, afinal, ela tinha gostado da menina e quem sabe um manege poderia rolar.

Fiquei a milhão, pensamentos vem e vão. Mas aceitei.

Quando estávamos já aguardando um táxi, a esta altura, ela me beijava e se esfregava em meu pau. Se aproxima de mim e fala baixinho em meu ouvido, tava pensando em passarmos num motel antes de voltar ao hotel, o que você acha. Só pra relaxar um pouco.

Aceitei na hora.

Ao entrar, ela veio me dizendo que queria apenas relaxar, tomar um banho de banheira e que depois ela iria ver se me masturbaria, mas não rolaria nada hoje. Fiquei num misto de empolgação e decepção.

Entramos no quarto do motel aos beijos, fui arrancando seu vestido, ela completou tirando a calcinha e me chamou pra banheira, pela primeira vez tive a oportunidade de ver ela completamente pelada. Beijei-a profundamente. Falei pra ela. Acho que estou muito carente. Já me sinto completamente apaixonado por você.

Ela pediu para entrarmos na banheira. Ficamos alguns minutos, entre caricias. Pela primeira vez ela pegou no meu pau. Achei que iria gozar de tanta tesão. Controlei-me. Apenas elogiei. Ela disse que eu estava gostando e ensinei-a a bater uma punheta. Disse que era a primeira vez que pegava num pau.

Ofereci pra ela chupar. Ela disse que não estava preparada pra isto ainda. Que gostava mesmo e de chupar buceta. Eu falei que também gosto de buceta e aposto que chupo a sua como ninguém nunca chupou. Ela falou, duvido. Já fui chupada por muitas mulheres e mulheres conhecem o corpo feminino e que assim, saberiam chupar bucetas melhores que qualquer homem.

Novamente veio com papo que era lésbica. Que estava se sentindo meio guei em estar com um homem. Tava difícil dentro de si aceitar, com medo de eu não me controlar. E eu sempre prometendo controle.

Depois daquele banho na banheira, ela pediu para sair, nos secamos e vesti apenas a cueca e ela vestiu só a calcinha. Não usava sutiã. Levei ela pra cama, acendi um incenso de ambiente gostoso. Liguei o som baixinho e procurei uma musica gostosa.

Abracei ela por traz, falei pra ela que faria uma massagem que ela nunca mais esqueceria. Pedi para ela confiar em mim. Mesmo com toda minha tara, não passaria dos limites, se ela não quisesse (embora ela já me deixava louco, não sabia mais se conseguiria me conter). Surpreendi ela, peguei umas faixas do vestido dela, amarrei como uma venda em seus olhos e com outra tira de pano, amarrei suas mãos, nada para machucar, só pra restringir um pouco, frouxinho, Falei pra ela, confia, veja que esta frouxo. Isto e pra caso você queira se soltar a qualquer momento. Lhe peço. Confie em mim.

Expliquei, pra ela que sem poder apalpar e ver, você fica concentrada em ouvir e sentir, com os sentidos apurados. Sem poder apalpatar (com as mãos amarradas) e nem ver (com os olhos fechados). Seus sentidos ficaram mais aguçados e sentiriam cada toque meu. Escutaria a musica de som ambiente. Sentiria os cheiros no ar, um misto de cheiro de macho e de buceta excitada e incenso.

Ela consentiu. Deitei-a com o bumbum pra cima, com as mãos pra frente e acima da cabeça.

Tinha um óleo de massagem. Peguei e falei. Vou começar a massagem.

Segurei seus pés, passei óleo em seu calcanhar, com a mão em movimentos circulares, vou subindo, pelas pernas até suas coxas, cheguei ao seu bumbum, massageei longamente seu bumbum, dei alguns beijinhos, mordidinhas, tapinhas, passando a mão firme em sua bunda, mas sem abusar ou enfiar dedos em seu anus, continuo subindo até as suas costas, passo pelo seu ombro e chego em sua nuca. Fiquei de joelhos, a abracei e escorreguei as mãos pelos seus braços, indo e voltando.

Claro que minha ansiedade esta grande. Quero neste momento lhe comer a todo custo. Mas respiro e me contenho um pouco. Beijo sua nuca, lhe pergunto, esta confortável, ela balança a cabeça dizendo que sim. Esta gostando, ela diz que sim. Esta com tesão. Ela responde muita.

Virei ela e mesmo morrendo de vontade de lhe comer, continuo a massagem de frente. Beijo seus pês e vou subindo, um misto de lambidas, massagens beijos e mordidas, nas pernas, nas coxas, nas virilhas, mas ainda sem soltar ela. Ela já esta gemendo de prazer. Subo ate sua buceta. Beijos sobre a calcinha, subo ate os seios, sempre, tocando, beijando, mordendo e lambendo. chego ao seu pescoço e encho ele de beijinhos. Huuuummmm.

Neste altura, ja sentia que poderia buscar a penetração, ela já se mostra a vontade, mas me contenho, queria que ela pedisse. Falei pra ela, espero que estas preliminares sejam inesquecíveis. Ela disse, já eh. Primeira vez que aceito carinho de um homem. Virei ela novamente.

Vamos começar por traz de novo, Vou tirar sua calcinha. Ela consentiu com a cabeça.

Agora um pouco mais lento, mas mais também mais atrevido, já faço massagem, mas já beijo e mordo mais. Chegando em sua bunda, soltei suas mãos. Falei pra ela. Vou dar um beijo grego em você. Ela prontamente desceu suas mãos e abriu sua bunda. Lambi aquele cuzinho por alguns minutos. Falei pra ela (que ainda estava vendada). Vou tirar minha cueca pra esfregar meu pau no seu bumbum, ela falou que não queria penetração. Falei pra ficar tranquila, seria só esfregar mesmo. Despido, colei meu corpo no dela e subi massageando suas costas e fui até sua nuca, ajoelhado, com um joelho de cada lado de suas cochas, deixando meu pênis encostar em seu corpo todo.

Virei novamente de frente. dou-lhe um beijo gostoso, ela me abraçava e entrava loucamente com a língua na minha boca, hora de te assanhar um pouco mais. Voltei a seus pés. Beijei seus pés, suas coxas, hora das mordidas e beijos. Subo até sua buceta . Nesta altura já escorria toda molhadinha e gemendo. Então vou dar aquela lambida na sua buceta. Adoro chupar buceta. Ela fica num misto de gemer e dar pequenos gritos e começou a gozar na minha boca. Não parei. subi suas pernas, deixando-a na posição de galinha morta e passarei a língua desde atrás no anus, ate o clitóris, sempre em movimentos circulares. Coloquei minha língua em seu clitóris e fiquei massageando ele com a língua, prendendo ele com os lábios vez por outra, ela parecia que não pararia de gozar, pegou minha cabeça e parecia que queria que eu entrasse em sua vagina. Segurando na minha cabeça e gritando, muito booooooooommmmmm. Subi mais um pouco. Agora chupo seus seios, fazendo movimentos circulares com a língua. Começando na base do peito, vou dando a voltas e me aproximando do bico. Até abocanhar seu peito todo. Ela me diz que nunca ninguém me chupou assim. Parei um pouco. Lhe dei um beijo. Volto ao outro seio. Enquanto chupo seus seios minha mão escorrega por seu corpo ate sua vagina. Nessa hora ela arranca a venda de olhos. Não paro de massagear o seu clitóris. Suavemente meus dedos escorreram por sua vagina molhada. Olhei em seus olhos. Peguei meu pênis e esfreguei em sua buceta. falei olhando nos olhos dela. Não aguento mais, preciso começar a penetrar.

Ela me abraça. Ri. Diz, devo ter ficando louca. Pode me comer. Mas cuidado não sou virgem, já experimentei vários brinquedos, muito formatos, mas você será meu primeiro homem. Será o primeiro pau e me comer. Vai devagar. Eu deixo. Eu quero. você pode.

Tudo que eu queria ouvir naquele momento.

Coloquei a cabecinha e em pouco tempo estava dentro dela. Bombeando gostoso. Ela gozava e gemia. Pedi para ir mais fundo.

Mudamos de posição, me deitei na cama e ela assumiu a posição vaqueira. Deixei ela sentar até entrar tudo, no talo. Ela começa então cavalgar, enquanto seguro seus seios, sinto ela tremendo de novo. Fico dando tapas suaves em sua bunda e pequenas lambibas em teus seios, me levanto para a posição de lótus. Uma delicia, dar espasmos no corpo, ela sentada, beijo ela.

Eu controlo bem minha ejaculação, consigo ficar um bom tempo sem gozar. Meu pau ainda estava duro e eu não havia gozado.

Falei, to com muita tesão na sua bunda, quero sua bunda. quero gozar dentro de seu cu. Achei que não rolaria, mas pra minha surpresa, ela falou:
- você merece, depois de me deixar tão louca.

Viro ela de ladinho e ela falou, já experimentei alguns brinquedos ai, mas nada do tamanho do seu pinto. Por favor, seja cuidadoso. Começo a massagear a sua bunda. Ela me diz. Esta na hora de retribuir todo o prazer que me deu. Pode introduzir sua ferramenta garanhão. Mas vai bem devagarzinho. Sem pressa e enquanto entrava, fiquei acariciando seus seios e descendo até sua buceta com minha mão. Entrando, Apos o pau estar todo agasalhado, ela me pediu para ficar imóvel por alguns instantes, apenas apertando meu corpo ao seu, mas sem bombar, dando tempo para seu cuzinho acostumar-se com o meu pau. Passados uns minutos começo a mexer devagarzinho, enquanto seu cuzinho se acostuma com meu pau e o movimento vai crescendo aos poucos em instantes transforma-se num movimento frenético, coloco ela de quatro e o vai e vem se intensifica e poucas estocadas e estou finalmente gozando no seu cuzinho. Ela escuta meu gemido e grita. Gozei de novo garanhão (a partir de então ela só me trataria assim quando esta na cama comigo).

Nos deitaremos exausto na cama, beijos, suor, carinho no rosto um misto de felicidade e prazer. Ela esta sorrindo e falando, que loucura. Até hoje odiava a ideia de me deitar com um homem e agora não sei como fiquei sem você tanto tempo. Quero mais. Tire todo meu atraso.

Depois, quando a respiração volta ao normal, começamos mais uma seção de carinho, beijos, uns 5 minutinhos e meu pau acordou. Pronto para segunda rodada.

Amanhecemos no motel, ficamos parte do dia, dormíamos, acordávamos, trepávamos, tomávamos banho, pedia lanche, voltava a trepar e a tesão não parava.

Bom. Ficamos assim todo o final de semana, matamos alguns eventos, pra ficar no quarto. Ela começou a falar pra todo mundo que estávamos em lua de mel (que era bem verdade). E pra melhorar. Ela convidou a loira (que vamos chama de Débora) pra nosso quarto. Disse que tínhamos uma relação aberta e não se importava de ver ela transando comigo. Comecei a fazer caricia na Débora e a Valéria ajudava, pegou seus brinquedos e comia a Débora, depois eu também comia ela e tivemos a ultima noite a três no quarto do hotel, sempre mudando os casais, sempre que meu pau caia, elas ficavam se pegando, Depois comia a Valéria e foi um fim de semana dos sonhos. Trepamos muito.

Voltamos no domingo, Mas ela ainda ficou em casa e ficamos juntos vários dias ainda.

Na quinta feira, falei pra ela que iria levar a Karol no motel, que tinha combinado antes de viajarmos. Ela não disse nada. E foi meio morno com a Karol. Além de ela não me empolgar, pensava que estava perdendo de comer a Valéria. E foi a única vez que comi a Karol, aquela transa bem burocrática. Chupar, comer buceta, vira e finalizar no cu. Depois ela ficou no meu pé um pouco ainda, mas a despistei, por que não era tudo isto e não queria mesmo era perder a Valéria.

Quando cheguei em casa a Valéria me aguardava, Falou demostrando um pouco de raiva. Já comeu a velha, respondi claro. E ela falou mas sobrou algo pra mim. Disse que sim e tive que demonstrar, nunca transávamos uma única vez na noite. Dias intensos.

Estabelecemos uma boa relação. Amo mesmo esta mulher. Queria até assumir o relacionamento com ela e morarmos junto de fato, como marido e mulher, mas ela recusava.

Viajamos juntos ainda mais algumas vezes. Agora sempre que íamos a um juri, nossa volta tinha um motel certo.

Mas findei voltando para minha esposa, meus filhos pediam, eu também gosto dela. Nunca escondi de Valéria isto e ela aceitou a principio, mas depois aos poucos foi se afastando de mim.

Apos a formatura, passamos no exame de ordem e abri um escritório em um imóvel que eu tinha, mas não atendia muitas causas de outros, concentrava apenas meus próprios processos e pegava algumas causas de amigos e conhecidos.

Ela saiu do escritório de meu amigo e começou a advogar em outro escritório e perdemos contatos, meio que ela foi demonstrando que não aceitaria que eu casado ficasse com ela. Mas dentro de mim tinha muita saudades daquela louquinha. Imaginava como estaria, com quem. Tinha ciúmes, mesmo sem ver ela.

Um dia em um julgamento, um cliente meu havia devolvido uma unidade e não ficou contente com o valor que recebeu e entrou na justiça. Pra minha surpresa, ela me aparece como advogada na outra parte (ela estava trabalhando e um escritório e era preposta do advogado títulos naquela causa e foi a audiência). De pronto trocamos muitos olhares, conversamos profissionalmente e abri as pernas, fechei o acordo prévio rapidamente e a audiência foi apenas para homologar o acordo que já havia fechado. Perdi uma grana. Saindo da sala de audiência, começamos a conversar e poucos minutos a agarrei e dei um beijo na frente de todos, ainda nos corredores do fórum nos beijando (PS. Ela estava vestida como Joãozinho, falo assim por que ela tem raiva que a chame assim), todos a tinham como sapata e agarrada a um macho beijando na frente de todo mundo. Seu colega auxiliar que estava não se aguentou e perguntou, vcs se conhecem. Falei que fizemos faculdade juntos e estávamos com saudades. Ele riu. Falou que nunca beija na boca de quem tem saudades. Ele diz que precisam voltar pro escritório e chamou ela pra pegar o táxis, eu acompanhei eles. Quando o táxi chegou, falei vai estagiário, eu vou levar a doutora. Ela sorriu e entendeu. Iriamos pro motel matar as saudades.

Ela me diz que tem ciúmes da minha esposa, que não aguenta ficar em casa, sabendo que eu estou com ela e etc. Que depois que voltei pra ela, quase não tinha dia para sairmos e ela cansou disto, mas que não saia com nenhum homem, continuava a sair com mulheres, mas tinha saudades de mim.

Passado isto, chamei a Valéria pra ser minha sócia.

Ela continuava gostando de mulher. E dizia a todos que repudiava homens, mas comigo era diferente.

Eu sabia que sofreu uma tentativa de estrupo quando ainda era virgem. Desde então ela nutria medo e raiva de homens. Posteriormente, ainda teve uma experiência ruim com um jovem, que tentou forçar uma tranza com ela e foi a gota d’água pra ele desistir de homens. Mas comigo seus medos sumiam e quebrávamos suas paranoias.

Faz cinco anos. Continuo com minha esposa. Mas agora como sócios, viajamos muito a "negócios". Minha esposa e uma boa amiga dela, afinal, ela e minha sócia e também lésbica convicta. Ela continua se vestindo igual na faculdade. Imagine uma doutora de piercing e bonezinho. Só muda de visual quando vai se apresentar diante do juiz pra audiências. Mas continua um furacão na cama. Ela jura que só tem um homem e que só sai com mulheres, eu finjo que acredito. Mas não sei não.

Ha, Lembra a Susy (casada) e a Vanessa (Neguinha). Pois bem, sempre saia com elas e com o crescimento de nosso escritório, precisamos de mais advogados. Chamamos elas e ambas trabalham pra nos hoje em dia.

A Valéria morre de ciúmes da Neguinha, não deixa eu sair pra uma audiência com ela nem a pau.

Susy continua casada e Vanessa continua com o namorado da faculdade, ja passados 5 anos. Mas agora diz que vai casar.

A Valéria tem alguns casos com mulheres. Muito vadia, não pode ver um rabo de saia que sai correndo atrás, varias vezes me condida para ménages com amigas dela.

Com incentivo da Susy, todos nos fazemos academia hoje em dia e posso dizer que ficamos muito mais jovens e gostosos.

Valéria não chupava meu pau, nem a pau, com licença do trocadilho. Mas.

Valéria adora as meninas e vez por outra o escritório vira uma putaria total, pois a Valéria sai com as duas e as vezes transamos todos juntos. Eu, Valéria, Susy e Vanessa. Um dia, no meio da orgia, falei que estava quase gozando e a Susy prontamente agarrou meu pau e punhetou na boca até eu gozar a Valéria ficou olhando enquanto a Susy bebia o que conseguia. Vanessa foi lamber a cara da Susy.

Passado isto, outro dia, estávamos trepando, só eu e a Valéria e a curiosa pediu pra me chupar me chupar também. Quando falei que iria gozar, pensei que ela iria fugir, mas experimento ou leitinho e gostou. Agora, não tem transa que ela não chupe um pouco, mesmo quando estamos em trepadas grupais, quando não me pede pra gozar na boca dela também.

Nosso trabalho e o mais prazeroso do mundo. Final do dia, estamos sempre rindo.

Valéria se acostumou com minha rotina de casado, até virou amiga de minha esposa. Ela trabalhando comigo, deu-nos o tempo para ter tempo pra nos. Diz que me ama e não me deixara nunca mais, desde que eu não a impeça de ter seus casos com mulheres, pois ainda diz que não gosta de homem. Só vai dar pra mim a vida toda. Também a amo. Não sei como seria minha vida sem ela. Talvez bem monótona. Mas meu amor e uma coisa, tesão e outra. Como mesmo as colegas e somos felizes assim. Só a Valéria solteira. Quando saímos de nossas trepadas, cada um volta ao seu parceiro e Valéria vai a caça de mulheres.

Agora esta querendo engravidar, estamos pensando como faremos para conciliar nossas vidas e mais um pequeno herdeiro e ainda manter isto em segredo.

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