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01 de Outubro, 2016 às 08:05 Por: Casalkaliente

Boate Liberal

tags: Corno Puta Menage
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Swingers, há alguns anos, eu e minha esposa Camila, curtimos muito ir em boates liberais, onde podemos encontrar pessoas dispostas ao sexo, sem ter que perder tempo, com encontros em barzinhos... Tudo é facilitado, pelo clima quente do ambiente, com mulheres de roupas curtas, muito exibicionismo, casais e homens, ávidos por sexo.

Para quem não conhece as boates liberais, o ambiente é dividido em duas partes: pista e bar, com mesas e cadeiras, e a parte das suítes, sendo algumas coletivas e outras individuais. Diferente do que se possa pensar, não é todo mundo pelado, e fazendo sexo como uma grande orgia... Faz sexo, quem quer, quem quer só olha. Casais, vão apenas para curtir a noite dançando, outros vão em busca de sexo, mesmo.

Logo que chegamos, notamos que tinha bastante gente na casa. A noite, parecia ser daquelas bem animadas. Casais, de várias faixas etárias, estavam presentes. Como de costume, muitos solteiros caçando, procurando um casal a fim de ménage. Por sorte, conseguimos uma mesa vazia. Como em muitas boates, nas paredes laterais, há um grande sofá, indo de uma ponta a outra, e as mesas são colocadas em frente a ele. Ficamos ali, observando o movimento, embora, como em todas as boates liberais, a penumbra do ambiente, dificulte a visão.

Casais, passavam, de um lado para o outro, alguns aproveitavam a pista de dança. Alguns solteiros, ia passando, certamente a procura de algum casal, que lhes parecesse interessante. Pedimos algo para beber e, como tocava música dos anos 80, Camila ficou de pé, no espaço entre uma mesa e outra, e passou a dançar. Ela estava com um vestido curto, que quase não escondia sua bunda. Minha morena, de 1,65m , com suas coxas grossas, quadril largo, dança, deliciosamente. Os bicos dos seus pequenos seios, marcavam o tecido do vestido. Enquanto ela dançava, eu colocava a mão, por baixo do vestido, e acariciava sua bunda e suas coxas.

Notei que um homem havia parado, perto de nós, e observava Camila, atentamente. Estilo garotão, devia ter 1,75m, e parecia ter o corpo bem definido. Fiquei observando ele e, sem que Camila visse, acenei para ele, como se eu desse permissão para que ele se aproximasse. Ele veio, e se apresentou. Seu nome era Júnior. Ele disse que tinha ficado encantado, com a beleza de minha esposa, e com o jeito que ela dançava, por que era sexy, sem ser vulgar. Ficamos conversando um pouco, e convidei ele para sentar. Camila ficou entre eu e ele.

Sentada, o vestido de Camila subiu. As coxas, grossas e bronzeadas, ficaram totalmente à mostra. Como a parte das mesas era mais alta que a pista, quem passasse olhando para ela, poderia ver sua calcinha. Júnior continuava elogiando Camila. Vaidosa, como qualquer mulher, ela estava adorando ouvir os elogios. Ele dizia que ela era linda, falava das pernas, cabelos, tudo... Notei que ela estava gostando, e que, certamente, rolaria algo com ele. Camila, era só sorrisos, cruzava e descruzava as pernas, provavelmente excitada, com os elogios daquele estranho. Ela conversava, tão animadamente com ele, que quase esquecera a minha presença.

Resolvi fazer algo bem ousado, e os deixei sozinhos, dizendo que ia pegar uma bebida no bar. Eu poderia ter solicitado ao garçom, mas deixá-los a sós era mais interessante. Me ausentei por mais tempo que o necessário, só para ver o que poderia rolar. Devo ter demorado, quase dez minutos, até retornar à nossa mesa.

Quando retornei, a cena que presenciei me causou extremo tesão... Junior estava sentado a esquerda de Camila. A mão esquerda dela, estava sobre a coxa dela e, discretamente entrava por sob o vestido, entre as pernas, possivelmente, tocando a buceta. A mão direita, estava por trás dela, acariciando sua bunda. Estavam bem próximos e, antes que eu chegasse perto, vi que ele beijava o pescoço dela. Camila parecia gostar, aceitando a carícia. Antes que eu chegasse a mesa, ainda tive tempo de ver um rápido beijo dos dois. Talvez, ainda por não saber minha reação, Júnior não ousou mais que isto.

Com a minha chegada, Júnior se conteve, tirando a mão da coxa de Camila. Eu trazia duas cervejas e uma ice. Passei uma das cervejas para Júnior e a Ice para Camila, pois queria que ela se soltasse mais. Com um olhar safado, falei para Júnior, que não era para parar... Ele entendeu que era a permissão que eu, um marido corninho, lhe dava, para que ele continuasse acariciando minha esposa.

Apesar disso, ele ainda ficou um pouco tímido. Voltou a acariciar a coxa de Camila, mas estava mais contido. Pedi para Camila ficar de pé, e dançar um pouco. Ela ficou na nossa frente, de costas para eu e Júnior, e passou a dançar, serpenteando o corpo, para nosso deleite. A bunda, grande e gostosa, deixava o vestido levemente levantado, na parte de trás. Levei a mão, até ele, e o levantei mais. A calcinha que ela usava, era bem pequena, tive que levantar boa parte o vestido, deixando quase toda a bunda de fora, para que pudéssemos ver, a calcinha preta, fio dental, totalmente enfiada, naquele rabo magnífico. Olhei para Júnior, autorizando ele a tocá-la.

Júnior passou a acariciar a bunda de Camila, que parecia dançar de forma mais sexy ainda, incentivada pelas carícias. A mão dele toca a bunda de Camila, e entrava pelo meio das pernas, para tocar a buceta. Safada, ela chegava a se abaixar um pouco, empinando a bunda, para que as carícias fossem mais intensas. Eu me deliciava, apenas observando. Fiz um sinal para Júnior, para que ele se posicionasse exatamente atrás de Camila. Aproveitando-se desta posição, ele levantou um pouco do vestido de Camila e, inclinando-se para frente, ele beijou sua bunda. Camila, se inclinou para frente, empinou a bunda. Júnior, segurando-a pelos quadris, enfiou o rosto na bunda de Camila, lambendo e beijando a buceta e o cu dela.

Brincaram um pouco, daquela maneira e ela foi se sentar. Não havia espaço, entre eu e Júnior. Então falei, safadamente: “Senta no colo dele...”. E Camila sentou. Ao sentar, pareceu se ajeitar, para sentir melhor a pica de Júnior. Ela passava as mãos nas coxas dela, e apertava os seios dela. Continuamos conversando e bebendo. Minha esposa, no colo de outro homem, bem ao meu lado. Meu prazer, de corinho, era imenso. Aos poucos, eles foram perdendo a timidez, e já rolavam uns beijos ousados. Eu não queria apressar nada, apesar de querer ver ele fodendo Camila, deixei que ela ou ele, convidassem para ir para uma suíte. As carícias foram ficando mais intensas. Júnior pediu que Camila sentasse de frente para ele. Ao sentar-se, o vestido subiu totalmente, deixando a bunda exposta, com a calcinha enterrada. Rolavam beijos ardentes, bem pegados. As mãos dele apertavam a bunda de Camila. Todos os que passavam, viam a cena. Era delicioso, aquele exibicionismo todo. Minha esposa, sendo bolinada na minha frente, e outras pessoas compartilhando desta mesma visão...

Minha pica latejava. Não aguentei, e abri minha calça, e comecei a bater uma punheta. Camila, já com muito tesão, foi abrindo a calça de Júnior, e tirou a pica dele, para fora. A pica dele, devia ter uns 18cm, era cabeçuda, grossa. Ela ficou acariciando ela. Na posição que ela estava, a pica dele ficou roçando na buceta dela. Camila ficou rebolando no colo dele, se esfregando. Segurou a minha pica, e me olhou com cara de safada, falando que queria ir para uma suíte. Imediatamente, me levantei, pois não queria perder tempo. Queria ver Camila, com todo tesão e vontade, fodendo com Júnior.

Seguimos, rapidamente, até a parte das suítes, para encontrar uma suíte que poderíamos usar, só nós três. Eu seguia, atrás dos dois. Júnior com a mão atolada, na bunda de Camila, rolando beijos e carícias. Entramos na suíte, e ambos, apressadamente, começaram a se despir.

Camila, sentou na beira da cama, puxando Júnior, para frente dela. Ela começou a chupar o caralho dele, engolindo e lambendo. Ele pediu para que se deitasse, e fizeram um 69. Camila ficou por cima dele, engolindo a pica grossa e dura. Júnior enfiou a cabeça, entre as pernas de Camila, lambendo, com vontade a buceta e o cu dela. No tesão que ela estava, não demorou muito, para gozar. Ao gozar, ela praticamente sentou no rosto de Júnior. Ele a segurou pelos quadris, enfiando a língua dentro da buceta dela. Ele rebolava e gritava, gozando.

Júnior se sentou na cama, escorando as costas na parede. Fez Camila sentar no colo dele, de frente para ele. A pica, entrou toda, na buceta de Camila. Ele a abraçou e, enquanto socava na buceta dela, mamava nas tetas, pequenas e duras delas, com bicos entumecidos, que pareciam que iam explodir, tamanho o tesão que ela sentir. Quando ele parava de socar, ela rebolava, sentindo o caralho dele, dentro dela, preenchendo ela, alargando a buceta.

Girando o corpo para frente, ele a colocou deitada. Camila abriu bem as pernas, para que ele a penetrasse profundamente. Júnior socava o caralho na buceta de Camila, e a beijava. Ela gemia, enlaçando, com as pernas a cintura dele. Ele bombava com força, fazendo Camila estremecer. Quando ela começou a gozar, ele acelerou os movimentos, fazendo ela gritar, durante o gozo.

Com a pica na mão, eu me segurava, para não gozar, imediatamente. Júnior, se sentou na beira da cama, com os pés no chão, e pediu que Camila sentasse no colo dele, de costas para ele. Ela sentou, e quando a pica entrou totalmente, ela deu um gemido. Fiquei na frente dela, para que ela se apoiasse em mim, para subir e descer na pica dele. Enquanto ela fazia isto, ela abocanhou minha pica. Chupava e apertava minha pica, mostrando todo o prazer que sentia, ao ser fodida por aquele macho caralhudo.

Júnior segurava ela, pela bunda, socando na buceta de Camila. Os gemidos dela, me levavam a loucura, e logo gozei, melando o rosto e os seios de Camila. Júnior, a puxou para a cama, colocando-a de quatro. Enfiou o rosto, no meio da bunda dela, lambendo o cu e a buceta. Ela jogou a cabeça para trás, sentido o prazer da língua dele. Ainda atordoado, depois de gozar, cheguei perto. Vi Júnior encaixar a pica, na buceta de Camila, e ir metendo tudo, até encostar a barriga, na bunda dela. Camila gemia e gritava. E Júnior começou a foder ela. Segurava ela pelos quadris e media com força. Dava tapas na bunda de Camila, mandando ela rebolar. Ela gritava, e se contorcia, gozando. Júnior metia mais forte, mais fundo, e Camila gozava....

Ele a virou de frente.... Com ela deitada na cama, de barriga para cima, ele tirou a camisinha e gozou. Ele estava, entre as pernas dela, e alguns jatos, foram até o rosto dela. Da barriga, os seios, ficou um rastro de porra, melando o corpo de minha esposa.

Depois de gozar, ele se ajoelhou ao lado dela. Ainda com a pica dura e pulsando, ele ficou esfregando nos lábios dela que, tomada de tesão, abocanhou e tomou o resto do leitinho que havia nela. Cheguei perto, também, e ela ficou lambendo a minha pica, e a dele. A diferença de tamanho, era enorme. Minha pica, de corninho, parecia minúscula, perto da dele.

Voltamos para a pista, encerrando a noite com um pouco mais de papo e bebidas. Tomando o cuidado de pegar o fone de Júnior, para possíveis novas aventuras....

Comentários

13 de Março, 2017 às 11:45
puta44
eu e meu marido adoramos seu relato.
02 de Outubro, 2016 às 11:30
Geder
Uauuuuu que delicia... Sou fã de vcs

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