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27 de Dezembro, 2015 às 02:08 Por: Nogueira Sobrinho

COMI MINHA TIA GOSTOSA

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COMI MINHA TIA GOSTOSA

Meu pai é carioca, mas veio ainda muito jovem para o nordeste. Aqui fez família, mas não deixou de visitar e de ser visitado por parentes que continuam morando no Rio de Janeiro. Geralmente, duas vezes ao ano, nos períodos de férias escolares, temos o prazer de hospedar grupos de parentes formados por ate 10 pessoas – tios, tias, primos e amigos que são convidados, e aqui permanecem por ate três semanas. Confesso que são dias muito interessantes, de uma convivência alegre e divertida e de muito aprendizado sobre como viver em grupo. Na verdade, já iniciamos o ano marcando no calendário, com muito carinho e expectativa, esses períodos. A casa e enorme e as pessoas se acomodam confortavelmente, embora não fiquem em suítes individuais. Os horários das refeições são sempre momentos a parte, geralmente festivos e as vezes com muita algazarra, confusão e brincadeiras.

Esse ano tem novidade. Uma tia que mora em Portugal esta na comitiva. Só a conheço de fotografia. E a irmã casula do meu pai, uma jovem senhora de 35 anos que recentemente perdeu o marido, que faleceu, aos 47 anos, de câncer. Solteira, sem filhos, esta fazendo o inventario dos bens do casal e, em seguida, se desfará de parte do patrimônio e voltará a passar mais tempo no Brasil, perto dos familiares. Vi uma foto dela com roupa de banho, um mulherão que se não fosse minha tia iria me oferecer para aliviar um pouco a saudade do marido.

Agora estou no aeroporto aguardando o voo que trás minha tia de Lisboa. Logo ela chega, identifico-me e peço desculpa pelo fato dos outros familiares não terem vindo recebê-la. Na realidade, estão no trabalho ou na faculdade mas a noite estremos todo juntos, em casa. Seguimos para o estacionamento enquanto conversamos

amenidades. Eu estou encantado com a tia Vitoria. Que mulher! Muito melhor do que nas fotos. Branquinha, toda fofinha uma gata. Embora seja minha tia, confesso que foi tezão à primeira vista.

Em casa só encontramos as duas empregadas, que suspenderam, momentaneamente, as tarefas relativas ao preparo do jantar, para ajudar a carregar as malas da Vitoria ate o seu quarto. E só uma parte da sua bagagem, as malas maiores foram despachadas em avião de carga por ser mais barato o transporte. Claudio, explicou rapidamente como se distribuem os cômodos dos dois andares da casa, e falou de que forma são divididas as acomodações entre os hospedes, ressaltando que termina sempre numa festa. Duas regras simples são observadas: os casais têm prioridade para ficar em quartos duplos e solteiros do mesmo sexo sempre juntos. O resto das duvidas a convivência resolve.

- Vamos tia Vitoria, vou mostrar seu quarto.

Ela já seguia na frente subindo rapidamente os dois lances de escada. Não pude deixar de ver seu traseiro volumoso marcado por uma calcinha preta fio dental.
Subi, empurrei a porta para abri-la e percebi que a luz do banheiro estava acesa. La de dentro a tia falou.

-Estava louca para fazerr xixi. E com a porta do banheiro aberta ela sentou no vaso e deu uma longa mijada. De onde eu estava podia ver suas pernas e ouvi muito bem aquele barulho de xixi sendo expelido. Percebi que em seguida ela usou a ducha para lavar a periquita e enxugou-a com papel higiênico, seguindo para o quarto ainda vestindo a calcinha. Ela curvou um pouco as pernas, pegou de um lado e do outro da calcinha e puxou para cima, para vesti-la totalmente. Com as mãos arrumou a parte de trás. Virou de costa para mim, levantou a saia e pediu para eu ver se estava bem vestida. Ou seja, se a calcinha estava dentro da regada.

- Sobrinho pode arrumar a calcinha da titia, caso não esteja gostando. Enquanto falava encostava aquela bunda branquinha e volumosa em mim. Fiquei doido de tezão. E meti a mão e afastei a parte que estava dentro daquela bunda enorme, puxei para cima e acertei a largura das partes superiores da calcinha. Enquanto eu arrumava a parte da calcinha que ficava enterrada no bumbum, a tia empinou o traseiro e abriu as pernas, deu para avistar toda parte inferior da calcinha tentando se acomodar na sua regada. Ela passou a mão em toda essa região e comentou.

- acho que está bom, pegou na minha mão e fez o mesmo movimento e com uma voz ligeiramente rouca perguntou.

- O que você acha meu sobrinho querido.

- Tia você esta demais seu marido deveria ser um grande amante desse seu corpo delicioso, disse entrando no clima dela.

Ela sentou na beirada da cama e puxou as duas pernas para cima, colocando os pés nunca banqueitinha de apoio que tinha na cabeceira da cama. Soltou a parte do vestido sobre a qual estava sentada, puxou a parte da frente do mesmo para o meio das coxas, e ficou massageando os pés, segundo ela estavam muito doidos e ligeiramente dormentes, devido ao longo período de tempo que ficaram sem muito movimento dentro da aeronave, de Lisboa ate Fortaleza.

- Pode ajudar um pouco, filho? Senta aqui nesta bancada que coloco os pés nas tuas penas. Massageia e depois, por favor, passa este creme em algumas partes do meu corpo.

Sentei no banquinho o cacete duro que só faltava furar a cueca e a calça, coloquei a piroca um pouco de lado, percebi que ela olhou de lado e esboçou um leve sorriso acompanhado por um aceno de cabeça de aprovação. Comecei nos pés de frente para suas coxas arreganhadas, onde era possível enxergar parte da calcinha que ainda não havia sido engolida pela regada. Quando a titia afastava um pouco mais as coxas dava para ver mais um pouco da calcinha vermelha. Aos pouco ela foi pedindo para massagear as pernas, as coxas. Sem querer passei a mão na virilha dela estava molhadinha e deu um gritinho como se fosse de medo: aí que mão leve querido sobrinho. Acho que vou tirar o vestido isto te incomoda, gato lindo?

- Não tia isto não me incomoda nadinha, pode ficar inteiramente a vontade. Como prova de que esta tudo legal vou tirar minha camisa. Falei enquanto ela olhava minha envergadura muscular. Não resistiu e passou as mãos nos meus peitos.

- Que delicia como você e forte e bonito meu sobrinho preferido.

Em seguida tirou o vestido pela parte superior do corpo ficando só de sutiã e calcinha. Tudo em miniatura, onde a calcinha mal cobria os lábios vaginais e o sutiã só escondia o bico dos peitos.

- Tia, posso falar uma coisa? Ao aceno afirmativo dela continuei. Será que posso ficar so de cueca, está muito calor e essa calça e muito apertada para os movimentos que tenho que fazer, para passar o creme no seu corpo.

- Tira sobrinho gostoso e cuida bem da titia. Tira a calcinha e o sutiã dela. Deixa a titia bem peladinha para que você possa passar creme em todo seu corpo. Passa bem de leve, começa pelas coxas, sobe de vagar. Deixa a titia toda arrepiadinha.

- Tia que creme cheiroso, e o bom é que posso beijar as partes do seu que já foram lambuzadas? Estou vendo aqui na embalagem, que ele e inclusive comestível, posso passar a língua, posso te comer tia.

- Lambe filho, lambe a titia todinha e depois come. Vira para que eu tire tua cueca e passa um pouco de creme nele. A tia tira a cueca do sobrinho segura o cacete dele com tesão. Comenta: mas que enorme e grosso sobrinho, me deixa ver se cabe na minha boca.

Ela gulosa mete aquele cacete enorme na boca, emburra para dentro. A cabeça do bicho chega na garganta dela. Claudio doido de tesão sobe de fez para a cama, se deita entre as pernas da tia e começa a chupar a buceta dela, estava tão melada que escorria para o cuzinho. Ele cheira demoradamente o cu da tia, depois passa a língua bem nas pregas, sente que a tia relaxa um pouco e ele começa a latejar, abrindo e fechando. Volta para a buceta, seguidamente passa a língua dentro ate o grelinho. E enorme e esta todo fora dos lábios da vagina, chupa ele fortemente, aperta com os lábios como se fosse mordê-lo. Ela geme de prazer, grita de tesão. Esta totalmente arreganha, movimento avidamente todo seu traseiro, subindo e descendo ao que é acompanhado pelo movimento da língua dele dentro da periquita. Estão muito excitados.
- Tia, posso botar dentro? Senta nele vai. Quero que me coma tia com essa buceta deliciosa. Engole minha vara.
Ela senta encima do meu pau, de costas e iniciam movimento repetitivo de subida e decida. Ela sente o cacete dele tocando no funda da sua xoxota. Eu segurava com as duas mãos a bunda dela e ajudava no movimento de entrada e saída. Tirava ate a cabecinha para em seguida enterrar ate o tronco. Os dois já estavam afeganes. Estão fodendo há mais de duas horas. Sentem que o gozo se aproximava. Ela grita que quero gozar. Quero gozar. Enquanto ele gemo baixinho. Num instante os corpos dos dois são como que atingidos por uma forte descarga elétrica que vai dos pés ao centro da cabeça e ambos deliram de gozo e prazer
.
- Tia Vitória! Tia Vitoria! Cheguei! Onde esta você?
Era Roberta que acabava de chegar da faculdade, Peguei rapidamente meus pertences e corri para o meu quarto antes que Roberta nos encontrasse naquela situação. Conto essa historia aqui de Lisboa, onde moro com tia Vitoria que me trouxe para fazer uma especialização em hotelaria. Por enquanto, minhas despesas são pagas em sexo. O serviço que montamos nos dois para atender uma porção de amigas dela e amigas das amigas dela, esta de vento em polpa. Todas adoram meu cacete, principalmente em grupo assim rola uma suruba gostosa e eu sou ajudado pela titia na tarefa de satisfaze-las sexualmente.

Comentários

28 de Dezembro, 2015 às 16:21
Nogueira Sobrinho
Muito exitante

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