Gente! Boa tarde!
Que saudades hoje de vocês!
Pela manhã deu para amenizar as saudades. Agora tão logo tive um tempo vim logo visita-los.Vamos continuar com a nossa conversa sobre Ana Cristina? Claro que vamos, mas, para facilitar a chamarei de Cris fica mais fácil.
Então, ainda no período da Universidade, que tempo bom! Numa ocasião teve uma das festinhas de universitários, que normalmente atrai alunos de vários Cursos é normal. Nossa amiga amou afinal sempre uma grande oportunidade para colher bons frutos ou melhor algum fruto apetitoso.
A festinha foi no local da Universidade, uns trouxeram bebidas e outros comidas para o consumo compartilhado.
Era noite, Cris estava arrasando com uma roupa digamos assim para fisgar um bom macho e assim se divertir um pouco. Vestia uma blusa de cotton com zíper na frente, saia justa colada também de cotton, de salto alto, boca vermelha e cheirosa como sempre. Alguns professores a olham comendo suspirando, certamente saiu com alguns, mas eram casados, já as professoras tinham pouca simpatia.
Mas a tara dela eram os novinhos sem compromissos. Não demorou e ela conversava animadamente com um novinho de outro Curso não lembro qual, provavelmente de Engenharia Civil. Porém um professor recém chegado na Universidade chamou sua atenção como também a nossa, professor Marcelão, gente um pedaço da mal caminho, ou melhor de bom caminho.
Sabe aquele homem alto, boca grande, corpulento, cinquentão, mãos grandes e ar de safado? esse era ele, lindo de viver e a sortuda pegou. Ela jogou uma boa " isca" ele conversando com os colegas a olhava fuzilando, ela o mirou provocante com sua calça de cotton, quase segunda pele, passou rebolando com o olhar de" quero," e segui rebolando com ar de quem diz” acertei.”
Ele foi atrás não resta duvidas e conversavam, ela soltando charme, apertou seus braços e pegou nas mãos alisando e rindo. Num dado momento ela cochichou algo no ouvido dele que gostou muito, pois ficou vermelho, sorrio sensualmente, pinta um "climão" entre eles.
Eles olharam em volta e se dirigiram para outro lado do prédio, assim que saíram do alvoroço já se pegaram, ela toma a iniciativa e o beija demoradamente ele a segura pela cintura oprimindo os órgãos genitais, entre si, confesso excitante de ver.
Cris mexe os quadris e aperta seus ombros. Cautelosos, será? se afastam olham os entorno e procuram uma sala aberta, encontram uma, entram e fecham a porta, eu e Fernanda nos apressamos e vamos para o outro lado da sala que tem vidros nas janelas.
Ufa! Eles ainda se beijavam, pegamos desde o início, ele agora suspende a saia de coton colada no corpaço de Cris suspende e apertava as " carnes" da cadelinha, ela mexe o corpo provocante, ele desce a bocarra até o início do vale dos seios, cheira certamente sentindo uma fragrância de perfume francês, fica embevecido. Ela se solta e murmura.
- "Quer dar uma mamada ? Aliás duas."
- "Com uma que tenho faz sucesso imagino as suas duas. Quero."
Ela sorri com sensualidade que lhe comporta muito bem, abre provocante a blusa de cotton puxando o zíper. Gente ... Pasmem leitores! Simplesmente estava sem soutien, os" bichos" " saltam" um par de seios volumosos com os "faróis acessos", eles "dançam" convidativos e a safada os segura ofertando apertando os " bicões" que junto a saia suspensa por ele com a calcinha minúscula e de salto ... era uma verdadeira “messalina” provocante... despudorada... cadelinha... loba faminta.
Marcelão, ahhh!!! Marcelão de sangue nas veias, passa a mão apertando a pica e se movimenta, num gesto brusco segurou seu corpo pela cintura chegando a balança-la, ela suspira antes do ato.
Ele se curva e abre a bocarra e abocaaanha um dos seios, hummm... "estala a língua" e mama... parece que quer "engolir tudo", mas é impossível, ela colocou prótese recente estão imensos. O maduro charmoso suga suga se fartando e a cadelinha pilantra safada "dadeira" "biscaite", geme no cio baixinho. Sem forças quase nua murmura.
- "Vai com calma, ui meus seios ainda estão sensíveis."
- "Calma nada se oferece agora aguente."
- "Mas estão doloridos, aí."
- "Eu quero marmar cachorrinha."
- "Vá mame, então... aí eu aguento."
- "Sua fama e de aguentar um bom tranco."
Ele vai mamava sugando os sedutores "peitões" ele foi encostando-a na escrivania do professor e a suspendeu, ficando os peitões mais próximos, sem defesa o safado abocanhou com gulodice e ela gemendo certamente de dor e de desejo se escancarou e pressionou sua cabeça, o pegador chupando chupando quando ela goza fartamente quase histérica.
Ele suspende o resto da saia e a tira por cima deixando a profana quase nua, passa a mão na calcinha e puxa do lado que num movimento forte se "descostura", ela geme apertando os peitos que diga-se de passagens ficaram bonitos, os "bichos" durinhos imensos com os mamilos grandes e bronzeados.
De longe pareciam melões convidativos a uma mordida, mas o lance é mais adiante, ele agora afasta o lado da calcinha e mergulha a boca na gruta da madura, ela tem um sobressalto balançando as "peitolas" e abrindo mais as pernas deixando seu cheiro no móvel.
Ele chupa a boceta, xoxota priquita, ela geme ... geme, uma escandalosa de primeira aperta a cabeça do homem maduro que quase todas sonhamos. Esfrega na xoxota a priquita, boceta depilada com o grelinho pomposo, ele é sacana gosta de uma boa putaria.
Gente!! Mas, é hora de “mamadeira quentinha” dela que para saborear e tomar “leitinho quente”, a safada desce e procura a calça do professor, abre o zíper e mergulha a mão dentro. Sorri nua praticamente e tira da cueca a pingolona, rolona, pica e se curva ... imaginem pra ... chuuupa murmurando.
- "Hummm leitinho."
- "Chupa chupa gostosa que sei que gosta muito."
- "Amo leitinho quente. "
- "Vou te dar um banho,"
Ela sorri safadamente e se esmera para deixa-lo louco pois é mestra, lambe... lambe toda e chupa os testículos com maestria e sobe a língua na extensão vai abocanha, ele urra e se solta, a levanta e se apressa e a coloca de quatro porem em pé.
Ela escancara uma perna numa cadeira... se segura ele fungando procura o entre meio do traseiro dela e se aloja ... enfiiia a pica na boceta depilada de Cris que ao receber ... se contorce toda com o ato. Ele "galo velho" comprime as nádegas e ela grita gemendo e ele metendo sem " espacejar" vai vai e ela tem um gozo forte, porém ele vai atrás do seu e segura na cadelinha e goza.
Ao final do ato, ela pega a calcinha guarda e tira de dentro da bolsa lenços de papel e se limpa veste a saia e fecha o zíper da blusa e saem. Ficam o restante da festinha conversando e ele as vezes olha ao redor e aperta os seios, ela permite e se excita, mas não da tempo de outra. No final da festinha o marido vem busca-la ela entra no carro o beija e vão embora.
Na segunda feira ela chega mais bronzeada, com uma blusa cor de cenoura que realça o bronzeado. A titulo de sacanagem no intervalo numa rodinha perguntamos se deixou o sol para mais alguém , ela sorri e diz que não aguenta nem o soutien, e baixa a blusa mostrando o" estrago", dois peitos siliconado sensuais e bronzeados, Fernanda a provoca e diz.
- "Mas se o maridão quiser mamar?"
- "Ah! Claro que pode."
- " E o restante também vermelho bronze?"
- " É claro que sim, vocês não entendem, mas é fundamental prender seu macho e nada melhor do que na cama."
- "Você precisa nos dar uma aula de como prender um namorado."
- "Queridas qualquer dia junto uma turminha e ensino."
Damos boas gargalhadas e ela diz que vai ao toalete e anda nos corredores avista o professor, vai até ele e sai discreta para seu carro e ele vai por outro lado.
Acompanhamos seus movimentos e ela entra no carro dele anda alguns metros e estaciona num local escondido de pouco acesso um espaço com muitas árvores vocês já sabem.
Corremos eu, Fernanda e Juliana nos escondemos e aguardamos e nada de podermos ver algo excitante, só vimos se beijando dentro do carro. De repente ele abre a porta da frente e ela pula de um banco para o outro, e mimada diz mostrando os peitos fartos e convidativos.
- "Estão ardendo, não tem algo para refrescar?"
- "Uma pica com leitinho derramando."
- "Hummm... seria ideal mas não da tempo."
- "Você provoca e foge."
Ela sorri provocante abrindo o resto da blusa deixando os" bichos" expostos e convidativos. Na luz do dia, é uma coisa deslumbrante, grandes , opulentos, majestosos e eróticos. Pergunto aos leitores, qual homem resiste a tal cenário? Eu mesma respondo nenhum.
Portanto só restou a Marcelão aproximar a bocarra e chupa desesperadamente como se fosse sugar leite e ela segura o outro para ela massagear, a assim o faz, ela gemendo de tesão e de dor, ele chupa os mamilos sugando e mordicando e a potranca" sofrendo" com o movimento é tanto que murmura.
- "Que boca, que remédio delicioso... ahhhh!"
- "Agora basta sua safada, cadelinha, tenho aula importante, a tarde sera melhor, vou deixar esses ubes macios."
Ela antes dar um "aperitivo", para ele saborear, abre o zíper e tira de dentro da calça a pica e chupa lambendo e diz.
- "Tem mais na hora do lanche. "
Ele guarda o pênis e ela se refaz e marca de encontra-lo depois da aula ele concorda. Durante a aula vai ao orelhão e diz a empregada que pode ir para cada. Depois da aula, eles se encontram e ela sutilmente diz que o colega pediu uma carona e que ela vai deixa-lo no seu compromisso.
Eu e Fernanda pegamos o seu carro pois ela veio com o carro da mãe e seguimos os dois, a cada parada se beijavam e seguem para o apto de Cris entram no prédio com ele abaixado. Damos um tempo e falamos com o zelador que ela nos espera, ele nos deixa entrar.
Nesse dia eles ainda estava na sala localizamos o cena e ficamos vendo, ele tira a blusa e joga longe e se apossa dos peitões da cachorra, e logo abocanha um dele e suga fortemente ela ama e se entrega ao ato vem com ele e entra no quarto do casal e fecha a cortina e se alonga encostada na porta com pose de profana, ele se excita e abre a saia da safada que quase não saí.
A leva para a cama e a reclina, ela se espalha e ele tira a calcinha e a despudorada fecha os olhos e fica serpenteando como cobra quando quer dar o bote. Nua é covardia, fica sedutora ele a olha e murmura.
- "Hora de uma boa chibatada de pica."
E tira somente a pica da calça e ... enfiiia na boca da safada que segura e chupa chupa lambendo de olhos fechados, suas mãos segura pois a rola se movimenta e os dedos com as garras afiadas pintadas de vermelho agarra e abocanha agora olhando para ele que urra rouco.
Marcelão se solta da messalina se despe e deita a coloca no seu rosto e suspende um pouco seu corpo, coloca a língua na xoxota na buceta, na priquita. Gente respire ... ela geme apertando os mamilos e ele " linguando o grelinho" ela choraminga que chupe todinhaa, voraz, ele a maltrata só depois de muito pedido baixa o corpo da potranca e chupa literalmente toda, a cadela tem um "espasmo de tesão" geme ... geme ... e goooza.
Pessoal, que homem! Um amante de primeira pois lambe seu gozo todinho hummm... e a tira de cima, transfere o gozo para ela beijando sua boca. Insana ela se deita e ele também fazem um "69 guloso" com chupadas, mamadas e sugadas de deixar quem presencia excitados.
Ela segura o pênis com as duas mãos lambendo e chupando cuidadosamente e o deixa avermelhado desde os testículos ate a cabeçorra.
Penso comigo, será que ela é esse furacão com o marido? Acho que sim, pois vivem aparentando ser "enamorados" rsrsrs ... mas ele não é bobo.
Mas vamos ao extra casamento ou melhor a traição, ele murmura bem descarado.
- "Vou lhe comer bem devagar saboreando tudo tudo."
- "Sim, benzinho amo homem maduro que sabe das coisas."
-" Você esta acostumada a menino, pegou um que vai lhe dobrar."
- " Quero, quero..."
Ela se escancara na cama com o bundão bronzeada pra cima cabelos revoltos e cintura fina, do nosso ângulo era uma verdadeira putinha esperando o macho para satisfazê-lo. Ele se posiciona e a cadela suspende a bundona e ele meeete ela faz uma careta a pingolo e grossa e relax a boceta gulosa a "abriga" e a dona murmura.
- "Queria e sonhava com você na minha cama, me cortando com esse "veião "grosso.
- "Isso safadinha se arrebite mais que vou comer tudo."
Cris se escancara e ele meeete ... meeete o Marcelão se esmera e soca sabendo que a” quarentona” aguente pois é acostumada na batalha, tira a pingolona e mete, ela choraminga e pede.
-"Mete no meu cuzinho no chicote mete."
-" Sabia que queria."
Gente, o homem é voraz, pincela na xota e enfiia no orificio do cuzinho ... ahhh! come, come o bundão convidativo com ela gritando pois a rodela e troncuda, mas suporta e desce lagrimas dos olhos e sente prazer se segurando nos travesseiros.
Ele a come sem tirar, vai cadenciar dentro a safada e segue saciando a potranca que goza urrando, porém ele ainda segue desta vez mete ... mete levando a safada a reagir e voltar a sentir prazer junto com ele.
O professor de”línguas e putaria” é esperto e tira do cuzinho e termina de jorrar leitinho nela toda na bundona e nos peitões da safada. Ela fecha os olhos e espalha o néctar no corpo.
Ele se vai, ela fica deitada lânguida, libidinosa, inerte. Eu e Fernanda resolvemos dar um tempo, depois entramos para fazer uma visita. Cris já estava vestida de bom humor e nos comentamos esse semblante radiante, mas, Fernanda que é " ácida " perguntou.
-“Essa felicidade é por conta da chegada do marido?”
Ela deu gargalhada e disse.
-" Meninas, um homem e sempre bom de dar umas trepadas, um novinho é fabuloso tem pegada de nos deixar viva, mas um cinquentão não tem pra ninguém, vai no ponto.
Entendemos o recado sorrimos muito e conversamos putaria muita, porem o professor nos deu mais vontade de conhece-lo.
Na segunda feira, eles se cruzam e trocam olhares, com faíscas...
Gente tem mais passagem de Cris na Universidade.
Obrigada pela leitura e releiam e comentem...
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27 de Novembro, 2016 às 00:52
Anini, a Cris é uma MULHER de Sorte!! Como dizem: panela velha é que faz comida boa!! Beijos.. Lobo NOTURNO |