Me chamo Marthina, tenho 22 anos e moro em Portugal. Tenho cabelo castanho claro, 1m64, 55kg, peito médio, bunda grande e coxas grossas. Já contei um conto lesbico com a minha tia e fomos pegas pelo meu padrasto, Jânio. Um moreno alto, musculoso e bem dotado. Nunca fomos próximos, mas desde que ele me pegou sendo comida pela minha tia, tivemos que estreitar a relação. Após ele ter nos pego esfregando uma xota na outra, ele tentou entrar na nossa "brincadeira", mas eu recoei. Já era loucura demais ter sido comida pela irmã da minha mãe, meu padrasto já era demais. Ele ficou nos alisando, mas não tirava os olhos de mim e do meu corpo. Dias depois, minha tia voltou para o Nordeste e minha mãe foi para a Serra gaúcha com as amigas de infância. Ficamos eu e o Jânio em casa, nós dois de férias, era inevitável nossos encontros pela casa e ele sempre me lançava um olhar sacana, como se pudesse me entregar a minha mãe a qualquer momento. Certa manhã, estava na cozinha fazendo café com um pijama bem comprido. Ele chegou por trás de mim e passou a mão na minha buceta. Eu virei rapidamente e mandei ele nunca mais fazer aquilo comigo, mas meus seios me entregaram. Eu fiquei excitada com aquela passada de mão na minha xota. Ele riu e me fez uma proposta: "Marthina. Eu não conto nada da sua putaria com aquela sua tia vagabunda pra tua mãe, mas enquanto ela tiver fora quero passar o dia te comendo toda. Quero meu pau entrando em cada buraco seu. Vai colaborar?" Eu tremia com aquela proposta, mas de um jeito debochado disse que o pau dele era tão minúsculo que jamais sentiria prazer, ele jamais me faria gozar. Esse foi meu erro. Numa puxada brusca, ele me jogou em cima da Ilha da cozinha e simplesmente arrebentou minha roupa, rasgou toda e me deixou nua no meio da cozinha. Ele olhou pra cada parte do meu corpo e falou: "agora, você vai me pagar." Ele prendeu meus braços em cima da minha cabeça e começou a chupar meus lábios, pescoço e peito. Eu me debatia em cima da me sal gritava feito uma louca e ele colocava uma das mãos na minha boca. Tentei me desvencilhar ao máximo, mas ele me segurava com força. Ele foi me beijando e me chupando até que eu me acalmei e ele arregaçou minhas pernas e começou a me chupar. E o Jânio chupa super bem. Aquela língua percorria cada centímetro da minha buceta e eu já não atinava mais nada. A medida que ele me chupava, eu enfiava a cabeça dele cada vez mais perto do meio das minhas pernas. Eu estava quase gozando quando ele parou. Eu fiquei inconformada. Falei pra ele:
- Me fode agora, seu merda!!!
Ele pegou no meu queixo e me falou:
- Não ouvi vc concordando com meu acordo. Vc sabe que sua mãe é cega por mim e só acredita em mim. Vai facilitar seu lado ou não?
-Aceito, Jânio! Me come já, me fode....
Ele então disse que não seria quando eu quisesse mas sim, quando ele quisesse. Aquela situação me deixou louca, passei o dia me masturbando e vendo pornô, mas eu sabia que só passaria quando ele enfiasse aquele cacete em mim.
Já era quase meia noite quando ele chegou, fingi que estava dormindo e vi ele vindo no meu quarto. Fiquei paralisada. Ele se certificou se eu estava dormindo e começou a fazer sexo oral em mim. Como eu estava de bunda pra cima, ele começou com um beijo grego e até minhas pregas se alertaram. Eu disse gemendo baixinho:
-Jânio, me fode... Falei toda mansinha e eu ouvi o barulho do cinto dele se abrindo
Ele ficou nu e mandou eu chupa-lo como uma puta:
-Me chupa então sua cadela. Quer foder com mulher? Vai aprender a ser comida por um macho agora. Me chupa, engole tudo, não quero minha porra fora da boca...
Então eu o chupei. Lambi toda a extensão daquele pau enorme e cheio de veias. Chupei aquelas bolas como se fossem as melhores coisas na vida, me concentrei ao máximo na hora da garganta profunda. Estava de quatro, enquanto o chupava ele enfiava aqueles dedos no meu cu, enfiou três de uma vez só. Eu já estava pingando gozo quando senti um jato quente escorrendo pela minha boca.. Ele me deixou deitar e começou começou chupar meu seio, mordia meus bicos e dava umas lambidas que me faziam contercer na cama.
-Chupou direitinho, vai tomar estocada agora.
Quando meu padrasto enfiou de primeira aquele pau duro quase vi estrelas. Aquele pau enorme entrou me arrebentando. A grossura dele era descomunal. Minha mãe era uma mulher de sorte! E eu também! Trepei feito uma puta! Quando mudamos de posição cavalgava e rebolava naquela neca deliciosa... enquanto cavalgava nele, ele apertava o bico das minhas tetas
-Tá gostando Papaizinho? A enteada fode bem?
-fode! Fode que é uma gostosura... Quero ver como é dando o cu!
Já havia dado meu cu outras vezes, mas nunca para um jumento...
Fiquei de bruços sobre os travesseiros.. não tive tempo de pedir pra lubrificar, ele simplesmente cuspiu dentro do meu cu e sem dó enfiou aquele pau gigante no meu rabo. Vi estrelas e um calorão tomou conta de mim.. Eu ia reclamar da dor, mas ele mandou eu morder o travesseiro, pois ele não havia colocado tudo dentro do meu cu. Cheguei a chorar na hora, mas ele segurou na minha cintura e entramos num ritmo gostoso. A dor deu lugar ao prazer... gemia loucamente: "come meu cu, me fode! Me arrebenta toda..." transamos a noite inteira. Quando fomos dormir era dia, passamos os dias seguintes assim. Estava amando fazer minha mãe de corna, dormia na cama dela e trepava com o macho dela. Um dia antes dela chegar de viagem, Jânio trouxe o Ernesto. Um alemão delicioso. Mesmo porte que ele, mas loiro. Fizemos uma jantinha, mas a sobremesa era eu.. fomos pro quarto do Jânio e vimos vários pornôs, Ernesto só sabia me chupar, deixou meu grelo inchado. Tentamos enfiar as duas picas gigantescas num só buraco, mas era impossível. Eu me contorcia de prazer com aqueles jumentos dentro do meu cu e outro na buceta. No fim, tomei chuva de porra do Ernesto e tomei o leitinho do Jânio. Dormi com as duas picas semi duras nas minhas coxas. Desde que voltamos pra Portugal só fazemos rapidinhas, mas quando minha mãe viaja, fodemos o dia todo.
Beijos e até o próximo