Buscar no Portal

11 de Dezembro, 2016 às 16:10 Por: slutmajor

Clube de Casais

tags:
Esse conto possui 7229 visita(s).

Tenho um grupo de amigos que se junta para jogar à bola: eu, o Rui, o João, o Luís e o Carlos. Também nos juntamos várias vezes ao fim de semana, acompanhados com as nossas mulheres: respectivamente a Cristina, a Carla, a Andreia, a Sandra e a Lurdes; que por sua vez também são amigas. Como nos balneários todos notam o tamanho invulgar da ferramenta do Carlos (muito grossa e comprida) e costumamos comentar a rir quando o Carlos não está como é que a Lurdes aguenta uma ferramenta assim. Um destes dias estávamos a comentar e não reparámos que o Carlos estava a ouvir enquanto o Rui dizia:
• Gostava de ver uma mulher a aguentar com aquilo tudo! A minha se ponho um pouco mais de força queixa-se logo.
• É só até se habituar. – respondeu o Carlos que entretanto tinha chegado.
Ao chegar a casa comentei com a Cristina o sucedido e ela respondeu-me que entre elas já tinham comentado e que a Lurdes até tinha perguntado se alguém queria experimentar pois, sempre que tinham sexo anal, andava um dia sem se poder sentar.
Noutra altura em que estavavamos sem o Carlos comentei que a Lurdes fazia sexo anal com aquela “tora”, e acrescentei que a Cristina nem com a minha (que era a mais pequena de todos) queria experimentar. Desta forma fiquei a saber que só a Carla, mulher do Rui, fazia sexo anal ocasionalmente. Começámos então na brincadeira a dizer que elas deviam era ser inauguradas pelo Carlos para que não se recusassem. Meio a brincar fomos dizendo que se isso acontecesse tinha que ser a todas. Começaram a surgir várias ideias: O Rui acrescentou que até podíamos trocar entre nós mas o interessante seria vermos o rabo das nossas mulheres inauguradas pelo Carlos com todos a assistir. O problema era ser o primeiro, pois os restantes podiam acobardar-se ou as mulheres falarem entre si. O João disse então que esse problema não se colocava se apenas assistissem aqueles que já tinha alinhado. A conversa ficou séria e o Rui disse que seria o primeiro e o João segui-o. O Luís não quis ficar para último e, por isso, fiquei eu. Depois foi só convencer o Carlos e a mulher, o que foi muito fácil. O Rui disse ainda que ia deixar repousar a mulher durante uns tempos para que fosse mais “fechada” para o Carlos e nós pensámos que já estava a fugir até que um dia me contou que tinha sido demais e que teve que segurar a Carla que berrou e chorou como um bezerro. O Rui disse que nunca sentiu tanta tesão e contou que a Lurdes era fogo na cama e que a Carla agora não se recusava a dar-lhe o rabo, que tinha ficado todo arrombado. O João foi logo na semana a seguir e contou-me como foi bom asistir em conjunto com o Rui a Andreia a ser arrombada, das mulheres só a Lurdes assistia e dava o rabo para o marido da que estava a ser inaugurada. Cheio de tesão falei com o Luís e passei-lhe à frente.
Nessa semana fui preparando a Cristina para o Sábado seguinte irmos à casa de campo do Carlos, onde as coisas se passavam pois ficava num sítio bastante recatado. A Cristina estava cheia de medo (e eu também). O Rui e o João levaram as mulheres e, quando o Carlos se preparou para penetrar a Cristina ficámos todos a assistir, o João tinha levado a câmara para gravar todo o arrombamento. A Carla e a Andreia comentavam como aquilo doía enquanto a Cristina já gritava e chorava. Depois de já estar bem aberta e Carlos mandou-a montar. A Cristina, a custo, lá conseguiu entrar enquanto o Carlos separava as suas nádegas e mostrava o orifício anal bem apertado. Em seguida o João deitou-se e a Cristina enfiou tudo facilmente na sua alargada vagina.
O Carlos chegou-se por detrás e começou a penetrá-la e ela gritou e quis fugir. Eu e o João segurámo-la e o Carlos entrou com tudo de uma vez arrancando-lhe um grito de dor e muito choro. A Carla, a Andreia e a Lurdes diziam-lhe para descontrair que daí a alguns minutos a dor passava bastante mas a Cristina continuava a apertar-se enquanto o Carlos continuava a enrabá-la com força, rebentando-lhe as pregas. Corria um fio de sangue do seu rabo mas a Lurdes disse que era normal e que depois parava. Nunca senti tanta tesão, de tal forma que perguntei ao Rui se podia comer a mulher mas a Lurdes disse que seria ela a ser comida por mim e, já que o Rui e o João levaram as mulheres que trocassem entre eles. Entrei com facilidade, de uma vez, no rabo da Lurdes que era muito aberta (da mesma forma como ficou a Cristina e todas as outras) e o Rui trocou de mulher com o João. Quando o Carlos acabou, a Cristina tinha o buraco bem aberto e facilmente podia servir a qualquer um de nós.
Na semana seguinte convencemos o Luís e a Sandra e assistimos e gravámos também o seu arrombamento, até o Luís que tinha mais reservas ficou excitado e descarregou na Lurdes toda a sua porra. Quando chegou ao momento do Carlos lhe arrombar o traseiro deitei-me para que a Sandra se deitasse por cima de mim e, assim, poder segurá-la melhor quando ela quisesse fugir. Desta forma, pude sentir a enormidade que lhe entrava pelo rabo. Depois disso formámos um clube onde sorteamos os pares para cada noite de Sábado, excepto se houver novos membros a entrar, pois a entrada passa por ver a mulher a ser arrombada pelo Carlos com todos do clube a assistir e o João a gravar para a nossa biblioteca. Hoje já somos vinte e quatro casais e sem qualquer desistência.

Comentários

11 de Dezembro, 2016 às 18:21

Notice: Trying to access array offset on value of type null in /home/portalpicante/public_html/conto-comment-paginator.php on line 82

Fico louco de tesão ao ler.. Adoro falar sobre sexo e sacanagens, tenho tesão tanto em fazer quanto conversar com mulher que tem esse desejo, mesmo que as vezes com medo de revelar... Mais com muito fogo pra despertar... Tbm amo proibido aumenta ainda mais tesão... Não concorda? Rs... whats.47 9269 1319

1