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07 de Maio, 2017 às 21:09 Por: casanovanocio

Comi minha priminha baianinha novinha - parte 6

tags: Bahia, baianinha, prima, novinha, priminha safada
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Comi minha priminha baianinha novinha - parte 6
Desde sua viagem de carnaval que a novinha estava com um papo de que havia acabado nossos encontros sexuais. Disse que não queria trair o namorado que está morando na Bahia.
Pra tentar convencê-la chamei para passear algumas vezes, já que ela é louca pelos pontos turísticos do Rio. Porém, ela ficava rejeitando e se fazendo de difícil. Resolvi então dar um tempo já que recentemente apareceu outra novinha e já até transamos (contarei em outro texto). No último fim de semana, fiz uns passeios para os locais da qual eu havia sugerido e postei as fotos lindas das paisagens e da comida que comi (era um mega hambúrguer Gourmet do jeito que ela gosta). Ela ficou mega curiosa pra saber com quem eu havia saído, quem era a outra novinha na foto. EU falei que se tratava do passeio da qual ela havia rejeitado. Ela ficou com raiva. Dava pra sentir que estava com ciúmes. Parei de dar moral pra ela e visualizava as mensagens e não respondia. Sentindo que está perdendo terreno. Pois agora tinha outra na jogada, não demorou muito pra ela me fazer uma proposta. No domingo ela disse que queria me ver na segunda-feira a noite após o trabalho. Dei uma de difícil, fiz joguinho duro dizendo que era dia de futebol na empresa. Ela insistiu e disse que estava com muita vontade. Isso me quebrou totalmente meu pau latejou só de lembrar daquela bocetinha. Confirmei com ela na segunda-feira avisei no trabalho que sairia mais cedo.
Saí às 17:30, peguei o carro e fui igual louco para o Centro da Cidade. Chegando lá ela estava me esperando no mesmo local de sempre. Arrumada e toda maquiada. Parei o carro abri a janela e pedi pra ela entrar. Ela fez charminho me chamou de safado e entrou no carro já falando que era só pra me ver e que não iria rolar sexo. Eu disse que estava ok, mas mesmo assim deveríamos ir para um local reservado e ficarmos a vontade pra conversar.
Dirigi até o mesmo hotel de sempre no Centro. Ao chegar lá ela continuou a dizer que não ia rolar nada. Estava toda orgulhosa e cheia de kaô. Eu disse que estava ok e começamos a conversar sobre os problemas pessoas dela. Dei aquela atenção, emiti opinião, dei uma palavra de apoio enquanto fazia cafuné nos cabelos dela que estava debruçada em mim. Falei que ela deveria pedir comida. Ela pediu pizza com refrigerante. Fomos para a mesa e continuamos a conversar. Eu dizia que ela tinha que esquecer este falso moralismo que aprisionava ela. Que ela seria muito mais feliz se aproveitando da juventude e da beleza que tem.
Após comermos a pizza, levantei a encostei a na parede e tentei beijá-la. Ela desviava a boca, dizendo que agora não podia mais porque tinha namorado. Eu insisti, agarrando, sarrando e beijando o pescoço. Ele suspirava fundo. Comecei a falar no ouvidinho dela que queria chupá-la. Ela se negava, mas foi tomar banho. Logo em seguida eu fui. Quando saí as luzes estava apagadas e ela deitada na cama fazendo pose. Cai em cima beijando-a. Ela por alguns minutos desviava a boca dando uma valorizada e fingindo desinteresse, mas não demorou muito pra começar a chupar minha língua. Meu pau já encostava na bocetinha dela e eu sentia o quanto estava melada. Comecei a falar sacanagens no ouvido dela enquanto sarrava o pau no seu clitóris.
Desci para os seios e comecei a chupar aqueles seios lindos. Ela os apertava em direção a minha boca. Safadinha...só fingindo, mas louca querendo. Suguei aquelas linda tetas, branquinhas com biquinhos meio amarronzados e rosados ao mesmo tempo. Estava uma delícia. Depois de alguns minutos sarrando meu pau em sua bocetinha melada e depois de chupar bastante seus seios propus um 69. Ela fingiu que não queria e eu sussurrei no ouvido dela. “Senta na minha cara, esfrega esta bocetinha na minha cara”. Ela cedeu ao meu apelo louca de desejo se posicionou por cima de mim com a bocetinha e cuzinho na minha cara. Iniciei então a chupada alternando com o dedinho na boceta enquanto ela abocanhava meu pau deliciosamente. A novinha realmente tinha aprendido. Ela estava chupando muito gostoso. Continuei chupando intensamente e não demorou muito ela gozou gostoso na minha boca. Seu líquida esparramava em minha cara enquanto ela se contorcia de prazer com meu pau na boca cada vez mais intensa. Até que ela não aguentou a sensibilidade e ficou de lado para eu não continuar chupando-a. Porém, ela continuou mamando minha piroca e olhando pra minha enquanto fazia pose. Elogiei a chupada dela. E ela intensificava parecia querer fazer o mesmo que fiz com ela. Minha intenção era outra e eu não quis desperdiçar a gozada em um boquete embora estivesse delicioso. Tirei meu pau da boca dela posicionei ela no tradicional frango assado e meti a cabecinha do pau. Ela gemeu de prazer e dor. Pois estava apertadinha novamente. Já fazia um mês sem dar bocetinha. Empurrei mais um pouquinho ela gemia e me segurava pra eu não empurrar com força. Fui colocando aos poucos. Senti meu pau invadinho e preenchendo cada espaço daquela deliciosa bocetinnha, melada e quente. Estava fervendo que só de deixar meu pau ali parado já dava pra gozar, mas eu queria socar fundo e gostoso. Estava com uma grande saudades daquela boceta deliciosa. Comecei a meter freneticamente enquanto falava uma safadezas. “Toma novinha, isso é pra vc não ficar fazendo charminho comigo, toma pau nesta boceta”. Ela se contorcia, gemia alto. Senti que seus gemidos de novinha ultrapassavam as paredes do quarto. Eu intensifiquei a bombada debruçando por cima dela e metendo fundo, forte e rápido. Meu pau todo dentro dela. Ela me apertada me envolvendo com os braços e pernas me puxando pra dentro dela. Fiquei um pouco nesta posição metendo gostoso e gozei maravilhosamente. Porém, desta vez puxei meu pau e gozei na barriga dela. Enchendo-a de leite. (Ela havia dito que tinha começado o tratamento, então não gozei dentro pra não correr o risco de engravidar).
E assim, foi minha última transa com minha priminha novinha da Bahia.
Ela disse que era última e que nunca mais vai acontecer novamente. E eu ainda espero comer o cuzinho dela. Ela disse que só vai dar para o marido quando casar. Eu disse pra ela que o cara não vai saber comer o cuzinho dela. Que seria melhor ela dar pra mim. Ela disse pra eu perder as esperanças, mas eu não perco não. Se tiver próxima vou fuder gostoso o cuzinho da novinha.

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