Sou Raquel, 41 anos, casada a 6 aninhos, moreninha clara, peitinhos grandes, bundinha média e do bem, bem assanhadinha.
Para aqueles que já leram outros contos meus sabem que meu marido tinha um sonho de me ver com outro homem, e conseguiu realizar isso muitas vezes, inclusive com mais de um. Ela adora saber que é corneado. Ultimamente tínhamos participado de muitas surubas, mas como a nossa família (tirando alguns) não sabem de nada resolvemos ficar mais cautelosos.
O que me aconteceu foi muito excitante e gostoso, de uma maneira diferente, onde pude sentir que dei prazer aquele rapaz.
Tudo começou mais ou menos assim, minha máquina de lavar louça deu um probleminha no touch e parou de funcionar alguns botões. Ficamos com aquilo por alguns meses até que meu marido, renovando o seguro de casa verificou que tínhamos direito ao conserto. Ligamos, agendamos no sábado a manutenção e no dia estávamos lá eu e meu marido.
Conversa vai, conversa o problema era de fácil solução então ele começou a manutenção ai mesmo. Eu, é claro, estava de vestidinho curto, quase com a calcinha a mostra. Enquanto ele está ali no chão fazendo o serviço eu passava pertinho dele para atiça-lo. O marido foi para o quarto para deixar mais a vontade. Comecei a reparar que ele me olhava de lado, não a mim, mas as minhas pernas, minhas coxas e não sei o que mais. Não tinha certeza se ele conseguia ver a perseguida, mas isso sempre me excita.
Eu: - Carlos (o nome dele), acha que vai dar para conserta.
Carlos: - Sim, apenas umas peças que vou pegar no carro. Perai já volto.
Ele saindo falei para o maridinho lindo: - Mô, vc não quer ir no mercado fazer umas comprinhas. A lista está na geladeira.
Mor: - Sua safada, sei bem o que vc está querendo.
Eu: - Imagina, eu???
Mor: - Vai, tira logo essa calcinha que quero ver se ele resiste a uma buceta cheirosa.
Eu: - Te amo mor. Vc sabe fazer a sua Raquelzinha feliz.
Ele então pegou a lista e saindo encontrou o rapaz da manutenção no elevador. Cumprimentou e desceu.
Eu, subi um pouquinho mais o vestido, para que ele pudesse ver minha bunda. E enquanto iniciava o serviço fui a geladeira, que ficava de do lado contraria a máquina de lavar, fingia pegar alguns legumes na parte de baixo da geladeira. Com as pernas abertas me abaixei-me levantando o vestido, ficando exposta assim minha bunda e acho uma partinha da xotinha. Acredito que estava brilhando tesão. Não tinha certeza se ele estava vendo então comecei ali mesmo a conversar:
Eu: - Vc é casado. (tem certeza que ele virou a cara e deu cara com minha bunda)
Carlos(acho que de susto): - Eu?? Eu não. nem namorada tenho momento.
Eu (ainda escolhendo os legumes): - Sério, um rapaz tão bonito como vc não pode ficar sózinho.
Carlos: - Pois é. Tá dificil.
Eu então me levantei e fui na direção da pia, deixando os legumes lá. Ele, disfarçando, não tirava os olhos das minhas pernas.
Carlos: - E a senhora, casada a quanto.
Eu: - `Há seis anos. Bem casada.
Carlos: - Legal, vcs se dão bem?
Eu (me agachando para pegar uma panela na parte de baixo do paneleiro, com certeza dava para ele cheirar minha buceta): - Super bem, nos amamos muito.
Carlos: - Isso é bom, hoje isso é difícil, né.
Eu (virando e olhando para ele): - Claro, mas as vezes preciso de alguma coisa a mais?
Carlos: - Tipo o que?
Eu (levantando a sainha do vestido e mostrando a xara raspadinha): - Rola, rola grossa.
Carlos: - Ele não dá conta?
Eu: - Dá não. Eu sou muito fogosa.
Carlos: - Estou vendo.
Eu: - E vc, ficou afim de me comer?
CArlos: - Oh se fiquei.
E foi se chegando na minha xota, cheirando ele, então eu abria as pernas, fechava os olhos e sentia aquele rapaz forte me cheirando, me lambendo. Carallho, como ele chupava gostoso. Fiquei ali por uns 10 minutos, lambendo toda a xota, lambendo meu cuzinho. A essa hora já estava completamente nua. Falei, vem, vamos para cama.
Carlos (meio assustado): - Para cama? não é meio perigoso.
Eu: É, por isso é mais gostoso.
Carlos: - Então vamos.
Cheguei no quarto tirei a pica para fora e cai de boca. Ele deitando ali, ainda de macacão, com aquela rola grossa para fora e eu chupando tudo, sabo, pinto, tudo. Deixando tudo melado de saliva enquanto ele gemia: - Chupa mais, chupa sua gostosa.
Dali a pouco quem liga, o maridão, pedi silêncio e atendi enquanto massageava as bolas do CArlos.
Eu (respondendo a maridão no telefone enquanto da mesinha ao lado tirava algumas camisinhas e entregava para o Carlos): - Quero sabão em pó Omo, não traz de outra marca não.
Carlos colocou a camisinha e eu ainda atendendo subi em cima da rola e sentei com tudo. Carlos geme baixinho. O mozão safado pergunta o que era.
Eu: - Nada mor, o Carlos machucou o dedo na máquina.
Eu: - Acho que vai demorar um pouco aqui, tá. Não tem pressa. Te amo mor (Enquanto Carlos, no tesão apertava meus seios.
Carlos: - Caralho, como vc é puta. Não sou o primeiro não né?
Eu: - Claro que não, até perdi as contas. Mas chega e conversa e me fode.
Cavalguei naquela rola gostosa até cansar. Depois me pus de quatro e pedi, vai goza na sua puta, goza. Não precisou pedir duas vezes que ele já encheu a camisinha de porra. Tirou a pica para fora melando toda. joguei a camisinha cheia de porra no chão e peguei outra. Perguntei:
Eu: - Consegue me enrabar ainda.
Sei que de tesão a pica não amoleceu. Rapaz novo é assim. Coloquei outra camisinha, me puz de quatro, abri o rabo e pedi: - Vem, mete no meu rabo, quero gozar também.
Eu adoro sentir uma rola de estranho no cuzinho, me dá um tesão. Me abaixei e comecei a siririca a buceta, sentindo a rola entrando em saindo meu cuzinho. Não demorou muito gozei. Um, delicia. Enquanto ele ainda me comia pedi silêncio novamente. Liguei para o corninho e pus no viva voz:
Eu: - Mô, traz um pote grande sorvete, Huummmm (gemendo) adoro um sorvetão.
Mor: - Sei, quer sorvete de massa ou de palitão.
Eu: - De palitão só sua pica mor, ainda mai dentro do meu cuzinho (enquanto carlos, feliz me enrabava)
Mor: - Sua safada, não sabe que estou no mercado e vou ficar com a rola dura.
Eu (gemendo): - Ai mooor, estou até sentindo a sua piroca no meu rabo, huummmmmmm.
Mor (falando baixinho): - Tá brincando com o seu consolo????
Eu: - To sim mor (rebolando na pica do Carlos). Estou alargando o meu rabo para vc enfiar melhor.
Mor: - Hum, vou correndo para casa te enrabar sua putinha.
Eu: - Sou sua putinha, sua putinha… ahahhhahhhhhhhhh (gozei novamente com a pica do Carlos no meu rabo enquanto Carlos gozava também).
Mor: - Huuumm, que delicia. Gozou do de me imaginar.
Eu: - Gozei mor, gozei. Vem correndo me comer, vem.
Mor: - Estou indo.
Desliguei o telefone enquanto Carlos rindo me olhava: -Vc é muito putinha mesmo, mas muito gostosa.
Eu: - Gostou??
Carlos: - Gostei.
Eu: - Então ( peguei o consolo da gaveta, enfiei no rabo enquanto Carlos assistia e joguei na cama.) Isso é para o corninho achar que estava me masturbando com esse consolo. Vai, agora termina logo o serviço que sei que esta enrolando.
Carlos (rindo): - Vou nessa.
Sei que em 10 minutinhos o serviço estava pronto. E como foi rápido ainda tirei a piroca para fora e chupei novamente ela semi dura ali na cozinha. O safado ainda gozou novamente na minha boca.
Mor chegou e foi direto pro procurar o consolo.
Mor: - Então estava com essa consolo no rabo?
Eu: - Claro que não né mor, estava com a pica do CArlos no meu cuzinho. Olha como ficou (pegando o dedo e enfiando no meu cuzinho).
Mor: - adoro essa minha putinha, fica de quatro que quero te comer. Caralho (vendo as camisinhas espalhadas pelo chão ainda cheias de porra), Puta mesmo, nem disfarça olha a porra das camisinhas no chão.
Eu: - `Para você espalhar nos meus peitinhos.
Mal falei isso e ele encheu meu rabo de porra.
Eu: - Ai safado, me lambuzou todo.
Peguei as camisinhas e derramei toda a porra nos meus peitos enquanto ele descançava na cama.
Eu: - Te amo mor.
Mor: - Te amo putinha.