Tenho 28 anos e ja tive algumas aventuras sexuais, mas a que vou relatar foi muito excitante devido aos detalhes e a forma que aconteceu. Isso foi a mais ou menos um ano atrás.
Um certo dia minha mãe me pediu para levá-la ao supermercado, já que meu pai tinha saído com o carro e ela precisava fazer compras. Ao chegar, já na entrada me deparei com uma mulher que me chamou a atenção. Não era uma novinha perfeitinha, mas sim uma mulher estilo dona de casa safada, voluptuosa, que não tinha nada pequeno apesar de não ser gorda. Estava vestindo um vestido longo florido, bem solto que era marcado por suas curvas e sua calcinha fio dental quando andava. Tinha quadris largos, cabelos castanhos claros compridos, pele clara e cara de safada, estilo mulher que entende e gosta de sexo, que gosta de provocar e sabe o poder que tem como mulher. Mas o que me deixou realmente transtornado foram seus seios. Eram enormes e ela estava sem sutian. Caramba, aquilo era algo inadmissível para qualquer mulher respeitável. Parecia transmitir a mensagem “Quero ser comida”. Considerando o tamanho dos seus seios e o tipo do vestido, decotado, solto, onde seus peitos balançavam livremente, era realmente um escândalo. Peitos de senhora, redondos, macios e volumosos. Mas não era só eu o tarado. Notei outros machos comendo aqueles seios e aquela bunda com os olhos, mas também pudera, apesar de todo o estilo dona de casa, exibia-se como uma vagabunda.
Entramos para as compras e aquela imagem ficou na minha cabeça. Eu pensava: “Ela está procurando”, “vou falar com ela”, “mas o que eu vou falar?”. Aquilo me atormentava. Em um determinado momento me separei da minha mãe e estava vendo algumas mercadorias em uma prateleira, quando meio sem querer olhei pelo corredor e lá vinha ela. Por instinto, ou intencionalmente, não sei, encarei fixamente seus seios, para em seguida subir e encará-la nos olhos, atitude que qualquer mulher taxaria de coisa de tarado. Mas tarado eu era naquele momento, confesso. Ela retribuiu meu olhar e me encarou também, só desviando após passar. Aquilo me deixou louco pois ela correspondeu ao meu gesto de tarado. Eu tinha que tomar uma atitude.
Minha mãe terminou as compras e foi para o caixa. O supermercado estava muito cheio, de forma que as filas estavam grandes e passados alguns minutos a gostosa apareceu com algumas mercadorias em uma cesta. Eu estava do outro lado dos caixas aguardando, então comecei a encará-la fixamente, no que fui correspondido em igual intensidade. Minha mãe, no entanto, passou pelo caixa antes dela e fomos com as compras para meu carro. Mas eu não poderia ir embora assim, sem nada. Foi quando falei para minha mãe que precisava voltar para comprar alguma coisa que eu havia esquecido, então voltei e fiquei na saída de longe aguardando a gostosa. Decorrido alguns minutos ela veio e eu fui atrás alcançando-a na descida da escada rolante. Fiquei bem atrás, podia sentir o seu perfume, meu coração quase saindo pela boca e a vontade de agarrá-la ali mesmo. No final da escada a chamei, ela parou, olhou para mim e sorriu. Pensei: “cadela”. Então eu simplesmente pedi o número do seu telefone e ela perguntou: “porque você quer meu número querido?” Respondi que eu a queria conhecer. Eu estava meio engasgado, nervoso, excitado. Ela tinha grandes olhos e me olhava com um olhar penetrante, cheio de malícia, tinha uma voz firme e um meio sorriso nos lábios, transmitindo confiança e domínio da situação. De certa forma senti-me pequeno perto dela. Perguntei se podia ligar a qualquer hora e ela disse que naquele final de semana eu poderia. Chegando em casa eu já liguei. Conversamos e ela contou que tinha mudado para a cidade a pouco tempo. Tinha 36 anos e era casada. Veio do Rio Grande do Sul e o motivo da mudança era o trabalho do marido. No entanto, devido ao trabalho, seu marido ainda passava muito tempo em Porto Alegre e ela ficava só com a filhinha em casa. Disse também que ficou impressionada comigo pela atitude de ir falar com ela. Perguntou minhas intenções e eu respondi que era conhecê-la para quem sabe algo mais (achei melhor não ser tão direto). Seu marido estaria em casa apenas na sexta, dessa forma, deixamos pré-combinado de sairmos na quarta feira. Eu, no entanto, havia começado a namorar a pouco tempo e, meio caretão que sou, estava me sentindo culpado. Dessa forma dei o bolo nela, inventei uma desculpa e não fui. Depois disso ela mandou algumas mensagens, uma eu respondi, a outra não. Tinha decidido que o melhor seria deixar para lá e ela não entrou mais em contato. Até que um dia a noite, quando eu estava saindo para ir à academia ela me ligou e eu não atendi. Em seguida ela me mandou uma mensagem: “Me liga, tenho uma proposta irrecusável para te fazer”. Nessa hora todo o tesão que senti quando a vi pela primeira vez aflorou novamente, fiquei de pau duro na hora. Eu estava com o celular na mão para ligar quando recebi outra mensagem: “Estou louca para fazer sexo hoje”. Eu fiquei louco, meu pau latejava de tesão e meu coração batia a mil por hora. Então eu liguei para ela. Ela falou que o marido estava em Porto Alegre e só estava ela com a filhinha em casa. Combinamos na casa dela às 23:00, quando sua filhinha já estaria dormindo, então às onze em ponto eu estava na frente do prédio onde ela morava. Toquei o interfone e ela abriu o portão. Estava me esperando na porta do apartamento. Vestia uma camisola branca de tecido bem fininho, de alcinha e bem decotado, sem sutian. Seus seios ficavam bem contornados no tecido, através do qual era possível ver claramente os mamilos que pareciam querer furá-lo. Na parte de baixo era bem curtinha, mostrando o início da bunda. Dava para ver o fio dental marcando com a camisola meio entrando na bunda. Parecia que o que segurava a camisola eram unicamente seus peitos e bunda grandes. Notei que ela havia acabado de tomar banho, pois seus cabelos ainda estavam um pouco úmidos, exalando um cheiro muito excitante. Mandou-me entrar e falou para não reparar na bagunça (apesar de não ter bagunça). Fomos para a sala, sentamos no sofá e começamos a conversar. Sentou com uma perna dobrada embaixo da outra, a camisola subindo de forma que eu podia ver suas coxas até a boceta coberta pela calcinha branca de rendinha. Ela dizendo que estava nervosa, pois nunca tinha feito isso (se verdade ou não eu não sei). Me ofereceu uma cerveja, que eu aceitei e tomamos juntos. Levantou para colocar um som para tocar e ao se erguer para pegar um cd, sua camisola subiu e revelou uma bunda grande e carnuda e o fio dental enterrado na bunda. Não resisti e a agarrei por trás beijando seu pescoço. O som que ela colocou era gostoso, sedutor, propício. Ela esfregou aquela bunda no meu pau já muito duro, eu apertando seus peitos por cima da camisola. Virou-se se virou e me deu um beijo molhado, com tesão. Eu levantei a camisola para apalpar aquela bunda gostosa e pude sentir a rendinha do fio-dental atolado. Coloquei minha mão por baixo da sua bunda até a boceta, sentindo seu calor e sua maciez. Eu já ia tirar sua camisola, mas ela tirou antes, então vi aqueles peitos lindos, enormes, dois bicões marrons também grandes duros de tesão, circundados por duas grandes auréolas escuras. Peguei um daqueles seios por baixo e enfiei aquele mamilo enorme na minha boca, chupei forte e saiu um pouquinho de leite. Um gostinho ruim, mas me deixou louco e chupei mais. Ela gemia, então me empurrou até o sofá ao mesmo tempo que falava: “deixa eu te chupar”. Perguntei se ela gostava, ela respondeu: “muito”, e me chupou muito realmente, e como chupava gostoso, com vontade, com experiência. Às vezes só passava a língua, às vezes engolia, fazia barulho de lambida, chupava meus testículos enquanto me punhetava. Perfeito. Mandei parar se não eu ia gozar, no que ela levantou a cabeça limpando a boca e pediu: “deixa mais um pouco”, e eu, claro, atendi ao seu pedido. Então mandou eu esperar um pouquinho, pegou um colchonete que estava encostado na parede e o estendeu no chão, sobre o qual ela deitou. Deitei ao lado dela, beijei sua boca com muito tesão, as línguas se entrelaçando. Eu dava mordiscões na orelinha e minha respiração ofegante no seu pescoço a deixava louca. Brinquei com os dedos e meu pau no clitóris e Chupei seus mamilos até que desci com a boca até a boceta. Ela abriu bem as pernas e mostrou aquele bocetão. Tinha depilado, ao que parece naquele dia mesmo, pois estava muito lisinha. Era uma boceta grande, rechonchuda e carnuda, que quase não mostrava os grandes lábios, a qual chupei enquanto ela gemia com a mão na minha cabeça. Então comecei a esfregar a cabeça do meu pau na entrada daquela boceta muito úmida e no clitóris. Nunca tinha visto uma mulher tão úmida. Coloquei o preservativo, abri bem suas pernas e a comi. Enquanto entrava ela gemia tanto que achei que ela já estava gozando. Então soquei gostoso, coloquei ela de quatro e vi aquele cuzinho escuro, úmido por causa do mel que escorreu da boceta. Eu socava, apertava seus seios e falava que ela era minha puta. Ela respondia: “Então mete na sua putinha”. Coloquei um dedo no cuzinho e fui empurrando devagarzinho. Pedí para comer seu cuzinho, mas ela disse não. Deixou entrar o dedo só um pouquinho mas mandou tirar. Então ela levantou, ficou de quatro no sofá e eu em pé atrás metendo, seus gemidos foram ficando mais fortes, ela mais ofegante, suas pernas foram se abrindo e ela se esparramando cada vez mais no sofá. Foi se entregando tanto, se abrindo tanto, que em pouco tempo já não estava mais de quatro, mas sim deitada de bruços por cima de algumas almofadas com as pernas abertas, uma esticada para trás e a outra dobrada, rebolando desesperadamente e cada vez mais rápido no meu pau. Enfiei o dedo no cu dela quase até o talo, ela deu um gemido forte e me xingou: “ai, filho da puta”. Conforme rebolava meu dedo entrava até o talo, ela gemia: “ai”, mas não parava de rebolar. Após alguns segundos tirei o dedo, e nesse ponto, enquanto eu metia e falava obscenidades, ela falou, meio no desespero: “vou gozar”!! Teve uma espécie de tremelique involuntário, seu cuzinho abria e fechava e ela gemia forte enquanto falava “to gozando, ai, ai, to gozando” meio ininteligível, meio enrolado, com a boca entreaberta, os olhos fechados e uma mão apertando forte uma almofada. Eu aguentaria mais tempo sem gozar, mas perante aquela cena não foi possível.Tentei tirar para gozar em cima dela, mas não deu tempo. Gozei intensamente. Ficamos naquela posição durante alguns segundos, ambos suados. Então vi que uma almofada que estava embaixo da sua boceta tinha uma marca grande de molhado e ela me falou que era o gozo dela. Uau! Nos limpamos e deitamos no colchonete em posição de conchinha. E aquela bunda enorme no meu pau teve o efeito já esperado. Em pouco tempo eu estava querendo mais, mas ela estava exausta, então me chupou gostoso até eu gozar. Perguntei se eu podia gozar na boca dela, mas ela não deixou. Antes de eu ir embora ainda falou: “Você é muito safado heim! Primeira vez que nos vemos e já quer comer meu cuzinho e gozar na minha boca!”. Mas houveram outras vezes, onde essas coisas foram feitas.