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13 de Setembro, 2016 às 18:20 Por: Kctudo Comedor

DP com a vendedora de cosméticos

tags: Vendedora casada virou puta
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Como ja falei em outros contos, sou militar e servi na cidade de Campinas no interior de São Paulo há alguns anos.
Tenho 39 anos, sou moreno claro com 1,72m 69 kg.
O que vou narrar ocorreu em uma cidade do interior de São Paulo em meados de 2013.
Na época eu fui na casa de um Cabo que servia comigo. Ele era casado na época e morava em uma das três casas construídas no mesmo terreno. As outras duas casas eram uma do seu irmão mais velho e a outra dos seus pais.
Jimmy (nome fictício) é um jovem de uns 32 anos, branco com mais ou menos 1,80m e uns 90 Kg. A esposa do seu irmão trabalhava em um posto de gasolina há mais ou menos 1 km desse endereço.
Vamos ao que interessa.
Estávamos, Jimmy, seu pai e eu na rua conversando, quando se aproximou uma mulher de aparentemente uns 28/30 anos empurrando um carrinho com um boné na cabeça.
Era uma vendedora de cosméticos.
Baixinha de mais ou menos 1,60 m e uns 58 Kg.
Faço questão de informá-los caros leitores, que todos os contos que eu escrevo são narrativas de fatos reais, de experiências que vivi.
A princípio essa vendedora ofereceu os produtos que vendia, entre eles produtos terapêuticos e gel pra massagens. Alguns apetrechos dermatológicos.
Confesso que às vezes sou mal educado com vendedores. Aproveitando o ensejo que meu amigo é formado em farmácia bioquímica, eu já descartei a vendedora com um sorriso de gozação. - moça, não perca seu tempo tentando enganar a gente, esse meu amigo aqui é farmacêutico, você não vai conseguir nos enrolar com esses produtos caseiros. Ela retrucou: - você que pensa meu rapaz, vendo esses produtos há alguns anos e ninguém nunca reclamou. Inclusive nós não vendemos à vista, geralmente as pessoas assinam uma promissória e meu marido vem em 30 ou 60 dias para receber. Você terá todo o tempo do mundo pra experimentar o produto, se não gostar não precisa pagar, é só devolver para o cobrador.
Eu fiquei meio envergonhado com a resposta dela e comentei que tinha uma lesão no joelho esquerdo que eventualmente dói, por conta dos exercícios militares. Ela logo disse: - Eu tenho "doutorzinho", é ótimo pra isso, Quer fazer um teste?
Lembrei que a minha mão comprava aquele cosmético mas nunca acreditei na sua eficácia.
A vendedora tem um corpo de dar inveja, é o tipo de mulher que não passa despercebida.Eu não conseguia desgrudar os olhos daquela buceta esmagada na calça jeans super apertada. Uma cintura fina e cabelos cacheados, soltos que batiam na bunda.
Enquanto a moça fazia demonstração dos produtos, meu amigo me olhou e passou a mão na bunda dela. EU não estava acreditando naquilo. O safado passou a mão numa moça desconhecida com aliança no dedo na frente do próprio pai. O velho me olhou sorrindo e saiu.
Ela fingiu que nada tinha acontecido e continuou mostrando os produtos até que abriu um pode de creme de massagem muito cheiroso e refrescante. - Olha moço, esse aqui ta na promoção e vende muito, custa apenas R$ 35,00. Vocês ganham bem e só precisa pagar daqui 30 dias. Eu não conseguia disfarçar o pau duro dentro da calça. Peguei o pote, passei por trás dela roçando o pau na sua bunda e perguntei pro meu amigo se ele achava interessante eu comprar. Ficamos enrolando a moça por um bom tempo. O que eu queria mesmo era tirar um sarro e ficar encoxando ela, já que não tinha oferecido resistência às nossas investidas. Então tive uma idéia. - Moça, porque você não faz uma massagem na gente com esse creme aí? Se realmente funcionar eu te compor um monte logo só pra você não perder o tempo que ficou aqui. Ela não concordou dizendo que não era massagista e que nós não queríamos comprar nada, se quiséssemos já teríamos comprado. Eu insisti e falei pra ela que se realmente funcionasse eu iria arranjar um monte de compradores, porque no quartel tem muitos soldados que se machucam nos treinos. Ela aceitou o convite e fomos pra dentro da casa. Meu amigo a conduziu e eu me encarreguei de empurrar o carrinho que estava bem pesado.
Quando entrei no quarto, vi meu amigo Jimmy deitado de bruços sem camisa e a nossa vendedora deliciosa montada encima dele massageando suas costas. A cena era incrível. Meu pau queria saltar pra fora da calça quando vi a bunda dela empinada pela posição que sentou sobre ele. Ela percebeu o volume e pediu que eu ficasse do lado de fora da casa, pois o seu marido estava com um carro parado no começo da rua e de dempos em tempos ele se deslocava pra não se distanciar muito dos vendedores. Eu saquei que ela ficou com mêdo do óbvio, certamente meu amigo já tinha tentado alguma safadeza.
Perguntei pra ela, você tá com mêdo de que moça? Por acaso você nunca viu um desses? Saquei a rola pra fora e ela se assustou. - Não moço, por favor, eu sou casada. Meu marido pode até chegar aqui se alguém da rua falar que me viu entrando aqui. Eu vou terminar a massagem do seu amigo e já te chamo pra fazer a sua, eu prometo.
Peguei nos cabelos dela e falei: - você é muito teórica vendedorinha, seja mais prática, chupa essa porra. Soquei na boca dela. Acabou a vergonha. A vendedora punhetava meu pau fazendo movimentos circulares e socava todo na boca até a garganta.
A mão dela com aquele gel de massagem, deu um agelada no meu pau, uma sensação desconfortável, mas conforme ela massageava, aquilo foi esquentando e a ereção também.
Pequei ela pelos braços erguendo ela do chão e ela abraçou minha cintura com as pernas. Fiquei beijando sua boca como se fosse minha namoradinha. Nesse momento o Jimmy encoxou ela por trás e perguntou se íamos fazer um coqueirinho. Eu respondi que não, que primeiro ela seria só minha. Tirei sua roupa, deixando-a só de calcinha e sutiã. A tomei novamente pelos braços, ela puxou a calcinha de lado e eu soquei a rola na sua buceta. Ela me abraçou forte urrando e me deu um chupão no pescoço. Pediu pra ir de vagar pois não estava acostumada com uma rola do meu dote.
Segurei na sua bunda e bombei num rítimo frenético. O Jimmy veio por trás e tentou penetrá-la mas eu não deixei, saí andando com ela e a encostei na parede. Falei: - sai pra lá gavião, eu achei primeiro (risos).
Não demorou muito e a vendedora estava se derretendo de orgasmo no meu pau demolidor.
Quando ainda estava com ela nos braços dando um tempinho para ela recobrar os sentidos, a cunhada do Jimmy entrou no quarto e perguntou: - Que putaria é essa aqui Jimmy, na minha casa? Você não tem casa não seu safado? Nem respeita sua mulher. E você rapaz, que papelão na minha casa. O que acha que meu esposo vai fazer quando eu contar pra ele? E saiu xingando todo mundo. O Jimmy sem vergonha, rachava de dar risadas tentando esconder o pau da cunhada. Apontou pra mim dizendo: - É ele o safado, eu não tenho nada a ver com isso.
A vendedora escondendo o rosto sussurrou no meu ouvido: - Me tira daqui amor, to morrendo de vergonha. Eu a coloquei no chão e falei pra ela que ficasse calma, pois a reação da dona da casa era compreensível, era só recalque. A entreguei nos mãos do Jimmy. O safado deitou no tapete e mandou ela cavalgar no seu pau. Quando ela viu o dote do garoto se assustou e perguntou? Tá louco! Militar é tudo jumento assim?
Sentou no pau do meu amigo e começou a cavalgar. Eu ainda não tinha gozado e o tesão só aumentava vendo aquele cuzinho piscando enquanto subia e descia no pau do cabo.
Quando percebi que ela estava gozando no pau do meu amigo, eu encostei atrás, segurei os cabelos da vadia e posicionei minha cabeça brilhando na sua gruta. Ela falou com uma voz bem safada: - Ai amor, assim não, eu dou meu cuzinho pra você mas vem você sozinho. Você é muito gostoso, mas só você vai comer, porque você é muito gostoso e meu marido já deve estar bem longe a essa hora. Fingi que nem ouvi, meti bem devagar no seu cú. Ela implorava pra não meter e eu continuava avançando. Meu amigo dando gargalhadas segurava firme seu quadril enquanto eu enrabava aquela morena deliciosa.
Bombamos sem dó. Ela gemia com a voz trêmula e anunciou o gozo. Permanecemos por muito tempo revesando de posição naquela DP bruta. Quando eu estava ao ponto de um colápso de tanto segurar a ajeculação, a tirei de cima do Jimmy e a coloquei de 4 no colchão e soquei no seu rabo. Ela gemia dizendo que nunca tinha provado um homem tão gostoso. Eu socava bem fundo naquele cú e derrepente esporrei sua rabinho. Ela relaxou e soltou o corpo sobre o colchão ficando deitada de bruços. Eu não tirei de dentro e continuei as bombadas. Cada estocada expulsava minha porra pelas bordas do seu cú apertado.
Daí eu falei pra ela: - Essa gozada agora é em homenagem ao seu marido corno. Logo ouvi uma risada atrás de mim, era a cunhada do Jimmy que havia retornado e ficou assistindo o show.
A conduzimos até o banheiro e tomamos um banho a três. No chuveiro eu saboreei sua buceta novamente enquanto o Jimmy fodia o seu cú num coqueirinho.
Nos recompomos e a levamos até uma rua ao lado de onde o seu marido havia informado por telefone.
Eu moro em São Paulo e levei um bom tempo para retornar àquela cidade. Quando cheguei, a cunhada do Jimmy veio me cobrar um dinheiro, eu nem me lembrava mais.
Ela disse: Você tá achando que eu sou o quê seu garanhão, pra ficar pagando dívida sua? O marido daquela vendedora veio aqui cobrar um kit de cosméticos que você pegou da vendedora e duas massagens :) eu tive que pagar porque meu marido não gosto que ninguém venha na nossa porta cobrar.

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