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15 de Dezembro, 2015 às 04:58 Por: Maniacx

Dei para o meu pai

tags: Incesto, ninfeta, filha, pai, papai, filhinha
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Sempre fui uma menina um tanto safada. Desde criança fantasiava safadezas com os meninos que eu gostava, até que o tempo passou e depois que trepei pela primeira vez, passei a ser ainda mais safada. Sou morena com os cabelos lisos e compridos, até a cintura, magra, mas tenho seios grandes e a bunda redonda e empinada.

Essa história aconteceu quando eu tinha 20 anos e meus pais já estavam separados fazia 10 anos. Sempre morei com a minha mãe, mas depois que comecei a trabalhar, ficou difícil ir e voltar todos os dias e como a casa do meu pai era perto do meu trabalho, acabei indo morar com ele.

Nossa rotina era normal, a gente não passava muito tempo junto por eu trabalhar e estudar. Até que enfim meu curso acabou e eu passei a ficar mais tempo em casa.
Meus pais tiveram filhos bem cedo, por esse motivo, meu pai ainda é bem jovem, e na época estava no auge dos seus 38 anos, é vaidoso e cuida da aparência. Qualquer pessoa que o ve sem camiseta logo percebe que ele não é um homem sedentário, tem corpo definido. Ele é bronzeado e com os cabelos castanhos como os meus. Sempre tive orgulho de ter um pai assim tão charmoso.

Depois que comecei a ter tempo livre, chegava do trabalhho, tomava um banho e já colocava meu pijama pra ficar bem a vontade dentro de casa. Não ligava de usar meus pijamas curtos com o meu pai em casa, afinal, é meu pai.

Um dia, era ainda de manhã e eu estava atrasada para ir para o meu trabalho e me lembrei que havia esquecido a calça do uniforme dentro do banheiro. Meu pai estava tomando banho então eu bati na porta:

-Pai preciso pegar minha calça aí dentro. Você ainda vai demorar?
-Pode entrar e pegar, filha, ainda vou demorar aqui.

Então eu entrei de camiseta e calcinha e já pensei em aproveitar para escovar os dentes, pois o box estava embaçado com o calor do banheiro, ele não ia ver nada. Enquanto eu escovava meus dentes, fiquei de costas para o meu pai, com a minha bundinha virada bem na direção dele, toda hora me abaixando na pia. Fiquei muito sem graça ao perceber que meu pai me olhava através de uma fresta aberta do box. Quando ele percebeu que eu notei, ele tentou esconder que estava com o pau duro feito pedra, mas foi inevitável olhar para aquele pau duro e grande que ele segurava com força, deixando a cabeça à mostra.

Saí do banheiro sem graça e fui trabalhar. Pensei o quão estranho foi aquela situação e passei alguns dias lembrando do pau do meu pai. Tudo estava voltando ao normal, meu pai não desviava mais o olhar quando eu falava com ele. Até que aconteceu um acidente comigo do trabalho. Eu caí de uma escada e fiquei toda dolorida. Cheguei em casa e contei o que havia acontecido e já fui deitar na minha cama pois todo o meu corpo estava dolorido.
Um pouco mais tarde meu pai bateu na porta do meu quarto dizendo que tinha um gel que era específico para essas dores. Mas eu estava tão dolorida que não ia nem conseguir passar sozinha. Então pedi para o meu pai:

Eu: Pai, passa pra mim que eu estou bem dolorida ainda, não vou conseguir sozinha.
Ele: Você tem certeza, filha?
Eu: Qual o problema?
Ele: Nenhum

Então ele entrou no meu quarto só com uma bermuda larguinha e sem camiseta. Me deitei com a barriga na cama e ele começou passando o gel nas minhas pernas, massageando, massageando... foi subindo devagar passando também na minha bunda e apertando minha bunda como se estivesse massageando. Subiu para as minhas costas subindo um pouco a minha camiseta. Foi massageando e subindo minha camiseta cada vez mais.

Eu:Quer que eu tire, pai?
Ele: A blusa?
Eu: sim pra você conseguir espalhar melhor
Ele: Seria melhor.

Então tirei a blusa e como já estava sem sutiã, fiquei só com o shortinho do pijama. Escondia meus peitos encostando eles na cama, mas ele ia aumentando os movimentos e acabava com as mãos bem perto dos meus peitos.

Ele: E o short, filha, também atrapalha
Eu: Então me ajuda, tira você pai

Ele então começou a tirar meu short devagar e eu fiquei só com uma calcinha minúscula deitada ali na frente dele enquanto ele me alisava. Eu tentava não ter malícia, mas comecei a ficar molhada e com o canto do olho observei que o pau dele estava duro dentro da bermuda e na hora lembrei dele no banho com o pau duro na mão.

Enquanto esses pensamentos tomavam conta de mim, meu pai massageava ainda mais a minha bunda, uma hora ou outra deslizava a mão dentro da minha calcinha, passava a mão no meio da minha bunda, passando perto do meu cuzinho e eu ali querendo me contorcer de tesão. Passava a mão quase nos meus peitos... nas minhas pernas... na minha bunda... ahh perto do cuzinho... nessa hora eu até prendia a respiração pra não soltar um gemido. Quando meu pai passou a mão rapidamente na minha bucetinha por cima da calcinha, percebeu que a calcinha estava toda encharcada e nessa mesma hora não resisti e soltei um gemido gostoso sem querer.

Meu pai se deu conta de que estávamos passando dos limites, levantou um tanto sem graça.

Ele: Amanhã você vai estar melhor, filha.
Eu observando aquele pau enorme e duro dentro da bermuda.
Eu: Obrigada pela ajuda pai, a massagem estava uma delícia.

Logo que eu disse isso já me arrependi, pois soou muito malicioso. Meu pai me deu boa noite e saiu do quarto. Dormi cheia de vontade de fazer algo mais. No dia seguinte, cheguei do trabalho realmente sem dor alguma. Passei o dia todo pensando nas mãos do meu pai me alisando, passando a mão de leve na minha buceta, nele segurando o pau grande e duro no banho e fantasiei mil coisas que eu nunca havia fantasiado com meu pai. Cheguei molhada e já fui tomar um banho e em seguida me deitei na minha cama. Meu pai entrou no meu quarto com cuidado.

Ele: E as dores, filha?
Eu: Ainda sinto dor, pai (menti) Você pode passar aquele gel outra vez em mim?
Ele: Claro, filha, mas vou ser rápido, tenho algumas coisas pra fazer.

Senti que ele queria evitar aquela situação que tinha acontecido no dia anterior, então apenas concordei, contendo o desejo insaciável que eu estava sentindo pelo pau grande do meu pai. Tirei a roupa como no dia anterior e fiquei apenas de calcinha. Meu pai estava inquieto e massageava meu corpo, mas dessa vez não ousava tanto. Eu ali, querendo cada vez mais sentir as mãos dele invadindo meu corpo, só pensei em uma coisa para provocá-lo.

Eu: pai, espera um pouco, essa calcinha está atrapalhando.

E fui tirando a calcinha devagar pra ele conseguir ver tudinho, meu cuzinho, minha bucetinha que essa hora estava toda molhada, então deitei outra vez com a perna um pouco aberta.

Eu: Continua, pai, igual ontem.

Ele subiu em cima de mim e continuou mas dessa vez ficou bem claro que ele não tinha a intenção de massagear mais. Ele enfiou a mão embaixo e mim e segurou meu peito com uma mão, enquanto com a outra alisava a minha bunda, deslizando no meio dela e dessa vez... ahhh... massageando meu cuzinho... que delícia.. não escondi meu tesão, gemi gostoso e ele percebeu o quanto eu tava gostando daquela safadeza toda. Ele subia e descia com a mão passando toda hora no meu cuzinho até descer para a minha bucetinha e perceber o quanto ela estava melada de tesão. Gemi um pouco mais alto... Meu pai acariciava minha buceta e foi enfiando um dedo... ahh... depois enfiou dois... tava uma delícia, cada vez mais gostoso... eu gemendo... "ahh pai... que delícia..." Ele me virou com um único movimento e eu fiquei de frente pra ele.

Ele: Você tá tão gostosa, filha, vou fazer passar essa dor!

Meu pai começou a me chupar, passava a língua na minha buceta toda... eu gemendo... "aii paii... que gostoso..." E ele falava "pode gemer filhinha... geme para o papai... geme, filhinha gostosa..." e eu já não aguenatava mais, estava me contorcendo, queria gozar... Ele lambia me grelinho e eu me contorcia... ahh... eu não aguentava mais... gozei tão gostoso que larguei o corpo na cama.

Ele: Filha, não posso sair do quarto desse jeito.

E colocou aquela pica enorme e dura pra fora do short.

Eu: Nossa, pai, que pau grande!
Ele: Calma filha, prometo que você vai gostar do pau do papai! Vem cá, filhinha gostosa.

Me pegou pelo cabelo e levou minha boca até o pau dele e primeiro me fez lamber aquela cabeça grande, babei bastante... tava uma delícia a pica do meu pai. Depois me fez chupar o pau inteiro, até eu sentir ânsia. Ele me puxava de volta e enfiava o pau na minha garganta de novo "ahh.. vai filha, você consegue..." e eu tentava não engasgar com aquela pica, mas chegava na minha garganta e me dava ânsia de novo... "aii pai, é muito grande..." "você consegue, filha... ahh... vem ca... que delicia" E outra vez metia o pau na minha garganta... meu olho já estava lacrimejando... "Aii pai.. para... é muito grande... para pai" "Vou parar filha, minha safadinha..." E não parava. me pegava ainda mais forte pelo cabelo e metia o pau na minha garganta. Apesar de sentir ânsia, eu estava gostando muito daquilo, e é claro que ele percebia o quanto eu gostava. Enquanto eu pedia pra ele parar, eu dava uma risadinha.

Eu já não me aguentava de tanto tesão, minha bucetinha toda molhada, e meu pai me colocou de quatro na cama, me masturbava e lambia meu cuzinho ao mesmo tempo, eu gemia enquanto ele se deliciava com o meu cuzinho... "ahh paii... vem..." "O que você quer, filhinha?" Sussurrei "me come, pai" Continuei de quatro enquanto ele passava a cabeça enorme do pau na minha buceta... come vai... ahh.. eu queria muito que ele me penetrasse logo e ele foi enfiando devagar.. "Aii pai.." pude sentir aquela cabeça arregaçando minha buceta... "Ahh que delicia de bucetinha filha... tão apertadinha..." E foi comendo devagar, até que a velocidade e a força foi aumentando, eu gemia alto.. ahhhh... nunca ninguém tinha me fodido tão gostoso como meu pai me fodia. Foi dando vontade nele de gozar e ele me avisou "vou gozar na sua bucetinha, filha" "não, pai... eu não estou tomando remédio!" Então quando eu menos esperava ele foi enfiando o pau no meu cuzinho e eu comecei a gritar, ele não tava nem aí e enfiava mais. E eu gritava.. ele falava "isso filhinha, grita.. ahh... vai grita" e metia cada vez mais fundo. Eu não conseguia dizer nada, só gritava, era uma mistura de dor e prazer e eu não queria que ele parasse de bombar no meu cuzinho, então empinei minha bunda ainda mais pro meu pai. Foi aí que ele começou a meter muito forte no meu cu e eu gritava mais ainda, mas ele não ligava "vou gozar no seu cuzinho, minha filhinha putinha" "isso pai, quero leitinho no cuzinho" e ele gozou gostoso que eu pude sentir aquele leitinho quentinho dentro do meu cuzinho que ficou todo dolorido depois de ter sido fudido desse jeito.

Ele foi pro quarto dele e eu fiquei no meu. No dia seguinte, percebi que ele ficou um pouco sem jeito comigo e eu não queria que isso acontecesse. Então entrei no chuveiro com ele enquanto ele tomava banho e fiz um boquete bem gostoso até ele gozar na minha boca e me fazer mamar todo o seu leitinho. Depois disso ele me come sempre que da vontade na gente. Mamo naquela pica quase todo dia. Ninguém sabe, e por ser tão secreto e proibido, é ainda mais gostoso.

Comentários

20 de Março, 2017 às 11:25
tatooada
e vc também
20 de Março, 2017 às 11:25
tatooada
também quero seu pai gata.
29 de Dezembro, 2015 às 09:46
SimplesmenteMulher
Com um pai desse, até eu queria ser fudida!
18 de Dezembro, 2015 às 17:46

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Adoro cobiçar uma esposa safada, vela se exibindo...gozar porra farta pra ela e xinga-la a vontade...também posso fode-la com vontade e força... com ou sem a presença do corno... Se quiser exibi-la.. .. ver ela ser fodida ou até mesmo receber elogios e sacanagens meu whats 95991617918 – Dotado Safado
15 de Dezembro, 2015 às 21:36
Roberta
Nossa! fiquei com vontade de ser fudida pelo seu pai... que delicia de conto.

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