Buscar no Portal

23 de Março, 2016 às 02:36 Por: Liz

Deus do Amor

tags: Mitologia grega, Virgindade, Sexo anal
Esse conto possui 3419 visita(s).

Estava escuro...confuso...vazio.....
Eu estava parada no meio de um espaço completamente breu...não conseguia definir a dimensão daquele lugar, afinal estava tudo escuro. Então ouvi uma voz masculina e sedutora me chamar
- Alma...venha, Alma...venha...
E eu fui...sem saber onde estava, ou quem era o dono dessa voz, em um ato completamente espontâneo e insensato, eu fui.
Segui instintivamente aquela voz, e então subitamente senti uma presença. Eu me senti observada, me senti desejada... E por mais desconfiada e confusa, eu também estava completamente excitada, eu ansiava por algo...eu ansiava pela aquela voz.
A fina camisola branca de cetim, que vesti antes de me deitar para dormir, agora me traia, pois deixava completamente visíveis meus duros e excitados mamilos. Então senti uma grande e forte mão deslizar pelas minhas costas e apertar ( um pouco brutalmente) minha bunda. Senti um calor em um ponto completamente novo, e me senti muito molhada nesse lugar também...
Aquilo era muito novo para mim...e de certa forma parecia loucura que uma garota de 16 anos, virgem e dita como ingênua, não estivesse apavorada por estar em um lugar totalmente escuro, sendo tocada por um homem estranho e aparentemente invisível...Mas eu só sentia desejo...eu quero que ele me toque, e quero toca-lo também!
Então o homem invisível (pois está tão breu que sequer consigo ver minha própria mão) me virou e me puxou em sua direção, meus mamilos roçaram levemente em seu peitoral, e aquilo me fez gemer de prazer, havia apenas uma pequena barreira de cetim entre nossos corpos.
Então ele tocou meu rosto com suas mãos fortes, e me surpreendi com a delicadeza desse gesto, e subitamente senti seus lábios nos meus. Eles tinham gosto de paixão, e o beijo se inciou como um leve selinho, mas seus lábios se abriram e sua língua forçou meus lábios a permitirem sua entrada. O beijo se tornou apaixonada e repleto de desejo, eu me aproximei mais, meus seios se comprimiram em seu tórax, e senti como ele era grande e forte, me senti tão pequena...apenas com meus 1m58cm...mas isso só me deixou mais excitada.
Então o beijo acabou, e por um segundo eu pensei que ele havia ido embora, e fiquei desesperada, mas logo senti suas fortes mãos deslisando pela minha fina cintura, até a barra da minha curta camisola, e em uma rapidez sobre-humana, ele tirou minha roupa.
Me senti exposta...senti frio...mas tudo isso só me excitava mais.
Então seu toque quente voltou para minha cintura, suas mão subiram para meus médios seios, e os apertaram, comprimindo-os de forma bruta e gostosa. Senti sua língua lambendo meu mamilo, e logo o senti sendo chupado pela boca deliciosa daquele estranho.
Estou perdendo o controle, nem sei mas quem sou...só sei que quero sentir esse toque para sempre.
Ele deu uma mordidinha em meu mamilo, e eu gemi. Então ele parou, e logo escutei sua respiração próxima ao meu ouvido. Ele sussurrou com sua sexy voz grossa:
-Alma, eu quero sentir essa sua boca de veludo...me mostre do que você é capaz...
Eu demorei uns segundos para entender o que ele queria, mas sua forte mão me forçou para baixo, e tive que ajoelhar, e nesse momento entendi completamente o que ele disse.
Não conseguia ver nada, mas senti algo roçar em meus lábios. Então toquei seu membro com minhas mãos, e ele é enorme! tão grosso que minha mão não se fechava em seu entorno.
Eu o lambi de leve, e chupei a cabeça. Então lambi até a base e voltei para a cabeça. Com minha duas mão comecei esfregar aquele seu pênis, e ele gemeu! Um grunhido quase animalesco, e isso foi a faísca necessária para me enlouquecer! Eu abocanhei aquele pau, e o enfiei na minha garganta, mas ele é tão grande que mal coube a metade...Eu repeti esse movimento algumas vezes, já estava engasgando, mas ele gemia tanto que não consegui parar.
Então senti um quente e doce liquido jorrar dentro da minha garganta, tirei aquele pau gostoso da minha boca, e engoli aquela porra deliciosa.
Eu escutava a respiração um pouco descontrolada do homem invisível, e então com uma voz rouca ele falou
-Eu quero possuí-la!
E senti suas mãos apertarem minha cintura, sua língua em meu pescoço. Ele lambeu minha barriga e chupou meus seios. E eu era toda gemidos e suspiros...
Então ele me levantou do que parecia ser o chão, e logo senti minhas costas em um aconchegante e gelado lençol de cetim. Ele havia me deitado em algo que parecia um colchão.
Suas grossas mão acariciaram meus cachos negros, e de minha cabeça foram descendo lentamente até minhas coxas.
Ele alisou a parte interna das minhas coxas, e eu senti minha buceta se contorcer de prazer, ele a lambeu levemente, e encostou a cabeça do seu pau enorme. E de uma só vez, o enfiou até a base.
Eu gritei! Doeu! Doeu muito! Mas eu estava muito molhada e lubrificada, então logo a dor passou, e ele foi me fudendo cada vez mais rápido. Eu gritava, e implorava pra ele fuder mais rápido, e ele gemia e apertava meus seios.
Meus quadris se mexiam em sincronia com o corpo dele, e ele começou a me fuder mais rápido, mais rápido, mais rápido....AHH!!!
Eu gozei, e ele também, senti aquela porra quentinha preencher meu corpo. Eu derreti. Mas só pude descansar por um segundo, pois fui virada de barriga para baixo na cama, e ele tocou minhas pernas indicando que eu deveria ficar de quatro, e eu fiquei.
Então senti algo molhado escorrer na minha bunda, ele deu um tapa nela e suas mãos deslisaram da minha cintura até meus seios, onde ele segurou ambos , apertando-os de vez em quando.
E sem aviso seu membro grosso penetrou meu cu, e eu gritei! Doeu muito mais do que na buceta, mas ele não me deixou sequer respirar direito, pois começou a me fuder com movimentos rápidos e cada vez mais profundo.
Acabei me acostumando e comecei a sentir prazer, eu gemia e gritava e ele me fudia gostoso. Então sua porra deliciosa preencheu meu cuzinho.
Ele tirou seu pau de dentro de mim, e senti sua respiração perto do meu ouvido, e com uma leve risada ele sussurrou
-Boa garota! Você é demais! Obrigada por ser minha...eu te amo! Amanhã nos encontramos novamente.
Então eu apaguei...Acordei assustada, olhei em volta e ....eu estava no meu quarto, e ainda era noite, olhei no relogio e faziam apenas 10 minutos que eu havia me deitado...eu estava vestida com minha camisola branca...e se não fosse pela dores musculares e o cansaço corporal que sentia, aquilo tudo teria parecido somente um sonho...
Mas era real, eu sabia que era...e estou mais do ansiosa para próxima noite com meu Deus do Amor...

Comentários

Ainda não há comentários para esse conto.