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27 de Janeiro, 2016 às 16:02 Por: casaljuntoesafados

Ela e o Bombeiro

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Depois de narrar nossas duas primeiras aventuras, que nos levaram a experimentar o prazer incluir outra pessoa em nossas transas, narramos o que aconteceu um tempo depois e que a deixa excitada quando lembramos desse caso. Esperamos que gostem e se excitem muito e que deixem recadinhos e comentários pra nós.
Ela sempre teve atração por Bombeiros, dizia que ficava excitada quando via um bombeiro bonito, fardado, de bota, calça, camisa do uniforme ou camiseta vermelha, que imaginava sendo possuída por um bombeiro alto, grande e forte, com um pau grande, grosso e cabeçudo, de farda em algum local público, ou para aumentar seu tesão, no quartel. Um dia, estávamos em viagem sem as crianças, que tinham ficado na casa dos avós, já de tarde, quando o pneu do carro furou. Parei em um local à beira da estrada que para nossa surpresa, era um posto de apoio do Corpo de Bombeiros. Ela estava vestida com uma minissaia jeans branca, bem curta, que deixava à mostra suas pernas torneadas e os pelinhos dourados da coxa, quase toda exposta e uma camiseta regata de tecido bem leve, sem sutiã. Usava uma calcinha branca bem pequena e toda de renda, com um sapato de salto alto, mas do tipo anabela. Sempre faz isso quando viajamos, para ficar me mostrando a bucetinha durante o trajeto e para me provocar a parar o carro e trepar com ela no meio da viagem, na beira da estrada e em estradinhas de terra e para provocar atendentes de pedágios ou até mesmo alguns policiais rodoviários. Safadeza nossa. Com o carro parado, veio até nós o bombeiro de seus sonhos e perguntou se precisávamos de ajuda. Era um homem alto, de uns 1,90 mts, uns 30 anos, pele clara, olhos verdes, e bem forte, de botas pretas grandes por fora da calça, calça militar escura, camiseta vermelha justa por baixo da blusa militar de bombeiro aberta em alguns botões de cima, que ainda assim destacava seu físico. Nos olhamos eu e ela, que não escondeu a surpresa ao ver o cara. Safadinha, calçou os sapatos e desceu do carro, insinuando-se pra ele quando perguntou se podia usar um banheiro. Vi na hora qual era sua intenção, já que ele parecia estar ali sozinho. Ele a olhou de cima abaixo, mirando suas coxas duras e douradas, suas pernas torneadas e o pezinho pequeno no sapato, com os dedinhos aparecendo na frente e revelando suas unhas vermelhas provocantes. O sapato alto arrebitava sua bunda gostosa, que de minissaia jeans branca muito curta ficava quase à mostra e a camisetinha regata, de tecido leve e fino não escondia seu tesão, já expondo os bicos grandes e rijos de seus petinhos durinhos, quase furando o tecido. Ela me olhou e desviou o olhar para o volume em suas calças, que não parecia ser pouca coisa. Agachado perto da roda, pude ver por baixo de sua sainha que já estava toda molhada, a bucetinha encharcada já fazia melar suas coxas com aquela excessiva lubrificação deliciosa que escorre de sua buceta quando ela fica muito excitada. Ele respondeu que tinha banheiro sim, que ela poderia ficar “bem à vontade”. Me olhou mais uma vez, como se pedisse aprovação, com um sorriso safado. Disse-lhe que tudo bem, se ela “não aguentava se segurar”, ela poderia ir enquanto eu trocava o pneu. Ele se prontificou a conduzi-la e foram na direção do prédio, inicialmente caminhando lado a lado, conversando, ele olhando muito para ela, que acelerou o passo e foi na frente, meio que desfilava, rebolando, se exibindo. Ele a seguiu, certamente com o olhar fixo em sua bunda, e todo o resto. Ela alta, magra e com cabelos escuros, de salto alto e roupa curta realmente chama a atenção. Troquei rapidamente o pneu e fui "lavar as mãos", pois sabia o que iria acontecer. Entrei e vi de frente um banheiro, sem ninguém, claro. Lavei as mãos e procurei os dois, que estavam numa sala do fundo. Lá já encontrei minha putinha safada agachada e chupando um pau imenso todo pra fora da calça, com ele sentado na cadeira, fardado. Ele assustou-se quando me viu na porta, mas disse pra ficar de boa, só queria lavar as mãos e admirá-la dando pra ele, já que ela era louca pra dar pra um bombeiro fardado, e nós não negávamos desejos ao outro, e aquele era o dela. Sugava o cacete dele sem se preocupar com minha presença, que fiquei até vigiando a porta. Mamava e babava com vontade, fazendo barulho de tão melada que era a chupeta que ela fazia nele, engolindo aquele cacetão de uns 25cm, bem grosso e duro. Pude ver que a cabeça do pau dele era enorme, tipo um chapéu mexicano, e ela se deliciava com aquilo, passando a língua em volta e engolindo com dificuldade a cabeçona. Ela então levantou-se e apoiou os cotovelos na mesa, arrebitando a bunda gostosa e oferecendo a ele sua buceta carnuda, visível por baixo da saia curta e pela transparência das rendas da pecinha íntima minúscula. Suas pernas longas e bem torneadas exibiam e definiam os músculos por causa do salto alto. Ele saiu da sala, disse a ela para não se mover, pois ia trancar a porta para ficarmos à vontade. Ela apenas rebolava devagar, apoiada na mesa com a cabeça baixa, sedenta por sentir aquele pauzão dentro dela. Ele voltou e insinuou despir-se ao que ela imediatamente disse: não, fardado, te quero fardado...vem apagar meu fogo com sua mangueirona, vem, meu Bombeiro gostoso... Ele então só tirou a blusa que usava por cima da camiseta vermelha, permanecendo com o restante da farda e com seu imenso pau pra fora e vagarosamente tirou sua calcinha, que estava toda molhada, cheirou e enfiou no bolso lateral da calça. Enfiou o rosto por baixo da saia e sugou sua buceta como se fosse engolir, arrancando dela um suspiro forte, de puro tesão e surpresa. Esfregou a extensão de seu pau toda no reguinho de sua bunda e depois em sua bunda lisa e macia, empurrando com o pau duro a sainha para cima e passou a cabeçona vermelha na rachinha melada, antes de enfiar bem vagarosamente o seu enorme membro inteiro na buceta dela, encontrando uma certa dificuldade em fazer passar a cabeçona, até que finalmente e graças ao mel que envolvia sua xoxotinha entrou e depois colocou tudo, achei que ela não fosse aguantar, atéque gemeu alto e me chamou, pedindo para que eu colocasse meu pau duro na sua boca. O bombeiro fodia sua buceta com vigor, em um vai-e-vem cadenciado, dizendo: Você tem muita sorte de ter uma mulher gostosa e safada como essa, com essa sua bunda redondinha e branquinha, com a marquinha de biquíni fio dental que a deixa mais instigante e com vontade de foder sua buceta cada vez mais, você deve fodê-la muito, mantê-la safada assim, com muita pica, percebi lá fora que vocês são um casal muito safado. Metia em sua buceta enquanto segurava em sua bunda com as mãos grandes, mantendo-a aberta para que seu cacete penetrasse ela bem fundo, passando os dedos em sua minúscula marquinha de biquíni, como se imaginasse ela vestida com uma de suas micro tanguinhas de praia. Ela gemia e empurrava a bunda em sua virilha, fazendo o pauzão dele ir fundo, enquanto me chupava bem gostoso e bem molhado. Passava a língua na cabeça da minha pica, que estava tão dura de tesão que até doía, engolia tudo e chupava com vontade, sentido tesão com a outra pica dura e imensa que invadia a bucetinha melada. Suas coxas estavam também meladas, pois a saia justa a impedira de abrir muito as pernas. Mantinha a bunda arrebitada para receber por inteiro aquele macho grande dentro dela. Ele aumentou o ritmo e fez com que ela começasse a gozar, gemendo muito, rebolando e empurrando a bunda em seu pau, a pele branquinha toda arrepiada. Deixou meu pau e se apoiou na mesa com os cotovelos, sua respiração ficou ofegante pelo gozo que sentia, soltando gemidos baixinhos. Ele não mais segurou e gozou, inundando sua buceta com sua porra densa e quente, quando ela amoleceu, deixando o corpo cair sobre a mesa, ainda toda arrepiada. Ele ficou parado, gozando, segurando ela pela cintura, que sentia os jatos de porra dentro de si. Ainda com aquele mastro imenso duro, pôs ela deitada de costas na mesa, segurou suas pernas abertas com os braços e meteu em sua buceta arrreganhada, fodia com força, empurrando seu membro grande e duro nela, a bucetinha arreganhada e vermelha, o grelinho estava inchado, duro, então enfiou as mãos por baixo de sua blusa e apalpava seus seios rijos, apertava com os dedos os bicos entumecidos, abaixava-se sobre ela, chupava e lambia os mamilos grandes e duros por cima do tecido, molhando sua camiseta. Ela estava então encaixada nele com as pernas pra cima, quase sobre seus ombros. Ela me buscou com os olhos na lateral esquerda da mesa, a boca aberta querendo meu pau, coloquei meu cacete duro em sua boca e ela então chupava e punhetava meu pau. Ele entrava e saia de sua buceta com o pauzão duro, com movimentos firmes, permanecendo assim por uns minutos, então percebei que aquele vai-e-vem frenético foi deixando-a toda arrepiada até gozar de novo, se contorcendo na mesa de tanto tesão, segurando com uma mão e sugando meu pau e massageando o clitóris com a outra mão enquanto gozava muito. Não aguentei mais ao vê-la gozar com aquele pau atolado na buceta e gozei em sua boquinha macia e ela sorveu todo meu leitinho quente, que adora engolir, vendo aquilo ele aumentou o ritmo, com metidas mais frenéticas que a fizeram gemer e soltar gritinhos, quando também gozou mais uma vez em sua buceta, inundando-a de novo com sua porra grossa e quente. Tirou o imenso pau de sua bucetinha, toda aberta por aquele membro grosso, que escorreu a porra quente de seu Bombeiro fodedor, melando a superfície da mesa. Ela ficou quieta por alguns minutos, ainda sentido os efeitos do orgasmo e alisando a buceta melada e alargada pelo tamanho do cacete que acabara de fodê-la, então levantou-se e pediu-lhe a calcinha, mas ele se negou, dizendo que seria uma lembrança, mas que se ela voltasse sozinha pra buscar ela a devolveria. Ela então disse que ele podia ficar, como recompensa por ter realizado sua antiga fantasia, pois tinha muitas tanguinhas, de cores e tamanho diferentes, para agradar ao macho dela, pois não voltaria sozinha, já que era muito bem casada. Ele disse: muito bem casada e muito bem safada! Seu marido é um cara de sorte! Uma mulher gostosa como você não se acha fácil. Saímos e direção ao carro, ela apressou o passo pois da sua buceta escorria a porra do Bombeiro, melando sua coxas. Sentou no carro e pegou um lenço umedecido para limpar o banco quando escorresse, Disse que agora queria dar muito a buceta melada pra mim e iria ficar sem calcinha, sentido escorrer a buceta alargada pelo membro grosso e grande do Bombeiro. Foi sentada de pernas e a buceta abertas, melada e escorrendo. Eu quase não consegui dirigir querendo ver sua xoxotinha avermelhada e alargada. Seguimos viagem até o primeiro motel que encontramos, onde trepamos muito, excitados pela aventura que tínhamos acabado de viver. Ela trepou comigo feito uma putinha louca, me beijando com vigor, me agradecendo por ser seu macho, por deixar ela realizar sua mais antiga fantasia, mandando-me foder muito sua buceta e depois seu cuzinho, dizendo-me que ela era só minha, mesmo saciando nossa tara com outras pessoas, que seu cuzinho era só meu, que só eu comeria seu cuzinho, que era minha mulherzinha safada e só dava pra quem eu deixasse e só se eu estivesse perto para preencher sua boquinha com meu pau grande e duro, dando-lhe leitinho. Trepamos muito e depois dormimos, nus e agarradinhos, prosseguindo nossa viagem no dia seguinte bem cedo...

Comentários

29 de Janeiro, 2016 às 00:21
Mmsilva
011 948623793 aguardo o contato.... Para aventuras deliciosas

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