Buscar no Portal

10 de Dezembro, 2015 às 16:39 Por: claudfer1985

Em busca de uma pica gigante para dar de presente para minha esposa (real)

tags: pauzudão, corno, anal, oral
Esse conto possui 11674 visita(s).

Em busca de uma pica gigante para dar de presente para minha esposa (real)
Olá, me chamo Cláudio, 1,78m, 88kg, moreno claro. Sou casado com Fernanda (Fer), 1,53m, 56kg, morena clara, seios fartos e um lindo bumbum. Temos um bom relacionamento, sexo bem resolvido e moramos no sul do país.
Já publiquei outros relatos onde juntos curtimos realizar aventuras sempre que saímos de férias. Nestas aventuras, que não foram muitas, surgiram oportunidades com outros homnes e mulheres. Embora as experiências tenham sido fantásticas e inenarráveis faltava para a Fer experimentar um pauzudão de verdade. Meu pau é grosso mas mede só 16cm. Em nossas aventuras cruzamos com caralhos mais potentes que o meu mas nada que surpreendesse a Fer. E é aí que este conto começa.
A Fer nunca me pediu nem mencionou sobre a importância de um pauzão, mas eu sempre tive a tara de vê-la encarando uma anaconda.
Era aniversário dela, data crítica, 30 anos de idade, fase em que a mulher começa a questionar as mudanças em seu corpo. Besteira, acho ela boa pra caralho. Convidei-a para uma noite especial, sair pra jantar , coisa e tal. Ela aceitou sem problemas e nem desconfiou dos meus planos demoníacos pois nunca ousamos nada com outras pessoas em nossa cidade natal, sempre nos permitimos brincar quando estamos de férias em outra cidade para não sermos reconhecidos.
Acessei um site de acompanhantes e pesquisei dentro da categoria homens uma opção a altura da empreitada. Foi lá que encontrei “Apolo”, nome sugestivo, novo, músculos definidos, barba por fazer, tipo físico que Fer gosta e... e... portador de uma ferramenta de 23cm x 13cm de circunferência. Fotos eram a comprovação do crime. Que inveja. Liguei, conversei um pouco, falei sobre meu plano e marcamos um encontro para conferir se se tratava de uma boa companhia. Aprovação feita, parti para o plano.
Comprei máscara de gatinha, tapa olho, chicotinho e um vibrador. Após o jantar, levei Fer para um motel, quarto fantástico, climão. Tudo correndo bem.
Mostrei para Fer as máscaras sem nada dizer e ela topou usá-las. Fiz com que ela colocasse antes a mascara de gatinha, depois o tapa olho.
Vendada iniciei minha sessão de tortura. Despi seu corpo todo, chupei-a da orelha ao pé e deixei-a louca de tesão. Com o vibrador provoquei mais uma pouco sua xaninha, deixando-a ponto de bala.
No horário combinado o telefone tocou. Disfarcei dizendo que era o serviço de quarto trazendo a espumante, mas na verdade “Apolo” chegava seguindo minhas instruções.
Ele tirou a camisa, ficando de jeans e botas. Fer aguardava sem nada entender, ainda vendada pensando em qual seria minha surpresa de aniversário.
Sentei a Fer ainda vendada na beira da cama, postei Apolo em pé, sem camisa em frente dela e conduzi a mão dela até o peito dele apresentando o presente. Fer levou um susto, jamais imaginaria a presença de mais um homem no quarto. Ela estava ali, nua, vendada, pegando em outro homem sem fazer a mínima ideia de quem era.
Minhas palavras a tranquilizaram e a conduziam neste momento. Fer acariciou o peito e a barriga tanquinho do nosso convidado até chegar a altura do seu pau. Por cima da calça já sentiu que o brinquedo ali era poderoso e não se arrependeu quando soltou o botão da calça e desceu o zíper. Uma cobra saltou a sua frente. Ainda vendada Fer iniciou uma bela mamada naquele pau que parecia não ter fim.
Não aguentando mais, Fer tirou sua venda e ficou somente de máscara. Parecia uma batgirl pelada. Ela adorou o que viu, Apolo era bonito, grande, forte, másculo e pauzudo. Aproveitei para sacar meu pau pra fora e iniciar uma bela punheta vendo Fer chupar aquele caralho.
Apolo então começou a comandar as ações, tomou-a pelos braços, jogou-a na cama e apontou aquela ferramenta para sua bucetinha. Me joguei na cama e meti meu pau na boca da Fer enquanto Apolo iniciava o desbravar de uma bucetinha apertada. Fer gemia mas não negava fogo, pouco a pouco a tora foi sumindo dentro dela até encostar os pelos pubianos em sua xaninha depilada.
Enlouquecido de um tesão incontrolável não consegui aguentar muito e gozei abundantemente na boca da Fer. Me joguei de lado numa poltrona e fiquei assistindo.
Nada como ver um profissional trabalhar. É algo que impressiona. Apolo fez justiça ao seu anúncio. Além de ter um puta pau, comeu a Fer de todos os jeitos e posições. Judiou mesmo da minha mulher. Fer aceitava seus pedidos e gemia muito atarrachada naquela broca dos deuses. Depois de muito bombar e socar e após diversos gozos da Fer, vi que seu corpo já se movimentava todo molinho. Seus olhos já não estavam totalmente abertos, parecia entorpecida como se tivesse tomada todas. Apolo continuava inteiro, ambos suados, então o premio máximo veio.
Apolo sacou seu pauzão da buceta da Fer e mandou ela chupar e deixar bem molhado, bem babado. Fer atendia a tudo que o mestre mandava, entregue ao capricho do deus grego que lhe manuseava. Apolo deitou a Fer de ladinho bem na ponta da cama, se colocou em pé na cabeceira, meteu umas duas vezes mais em sua buceta e apontou seu instrumento para o cuzinho da Fer. Ela já não resistia. Ele me olhou e após meu movimento de afirmação deixou a cabeça entrar. Fer gemeu baixinho, sem forças, seu corpo parecia não mais atender nem mesmo a dor. Ela não resistiu, Apolo meteu até a metade, deixou o cuzinho dela se acostumar e iniciou um vai e vem que consistia em meter até a metade e sair até a chapeleta do seu pau.
Aquilo me deu um puta tesão, já de pau em riste voltei a meter o pau na boca da Fer, procurando uma posição onde pudesse assistir àquela enrabada. Sentindo que as resistências de Fer não se opunham Apolo foi aumentando seu ritmo e empalando minha mulher até eu ver de novo seus pelos batendo rente a sua bunda. Fer havia aguentado 23cm de pau no rabo sem chorar e abocanhava meu pau como se fosse a ultima iguaria do universo. Estava enlouquecida e entorpecida pelo sexo que Apolo a propunha.
Quando ele anunciou o gozo, Fer pediu que ambos ele gozasse na sua cara. Foi só Apolo sacar seu pau do rabo dela e tirar a camisinha para gozar na cara dela que trocamos de lugar e eu sem dó meti meu pau naquele rabo alargado. Acelerei minha estocadas ao mesmo tempo que Apolo punhetava seu pau apontada para a cara da Fer. Gozamos juntos, eu derramando porra no rabo dela e ele jogando farto jatos de porra, na boca, na cara e nos peitos da Fer.
Uauuuuu. Que beleza, que satisfação.
No banho, nós três rimos do episódio e da bela noite. Após, Apolo se foi e com ele toda e qualquer culpa ou julgamento. Voltamos a ser um casal, sem cobranças, sem passados. Nosso trato de sempre.
Quando perguntei a ela sobre o que havia achado do pauzão ela me respondeu numa só palavra: - Viciante !!!!! hehehe
Se você tem um pauzão e curte participar de nossas brincadeiras entrem em contato. Mas tem que ser poderoso hein? E-mail com fotos para [email protected]

Comentários

16 de Dezembro, 2015 às 17:06

Notice: Trying to access array offset on value of type null in /home/portalpicante/public_html/conto-comment-paginator.php on line 82

Adoro cobiçar uma esposa safada, vela se exibindo...gozar porra farta pra ela e xinga-la a vontade...também posso fode-la com vontade e força... com ou sem a presença do corno... Se quiser exibi-la.. .. ver ela ser fodida ou até mesmo receber elogios e sacanagens meu whats 95991617918 – Dotado Safado

1