Bom dia leitores!
Céus! Hein! Gente! Essa semana estou nostálgica, pensativa. Entretanto, o tom é de pinceladas picantes, sim “picantíssimos”, vocês estão sentindo. Uai! Vamos começar?
Ontem à noite assistindo um programa de construção lembrei-me do tempo que procurava imóvel para comprar, hummm ... episódio imprudente e audacioso entre três pessoas, quiçá quatro.
Era uma sexta feira lembro-me nitidamente, no meio da tarde resolvi ir sem o corretor a uma construção de um prédio residencial. Ao chegar trabalhadores estavam em atividades e perguntei se podia ver algum apto. O responsável disse que sim, porem somente nos 4º e 5º andares que estavam bem adiantados.
Subi pelo elevador de cargas e desci no 5° andar. Quando adentrei no hall ouvi sussurros em um dos aptos, com receio fui com cuidado. Gente amiga quase tive um colapso de susto, pois ouvi nitidamente respirações ofegantes de macho e fêmea transando.
De imediato a curiosidade aguçou-me é claro e identifiquei que era em um dos quartos. Rapidamente entrei no banheiro em frente e me posicionei no melhor ângulo. Tinha uns andaimes na frente eles não me viram.
Vamos lá. Ela uma morena cor de jambo,sarada, malhada um tipão de mulher aparentando entre 35 e 38 anos de aparência refinada. Mas só que na hora do acasalamento, tudo é animalesco e natural.
Pasmem! Vejo-a colada num homem moreno claro, de mais ou menos 25 anos másculo, alto e com cheiro de suor de enlouquece. Ela que não era boba estava aninhada nos seus braços e ele beijando-a ardentemente.
Gente! Que tesão me bateu na hora, decididamente eu atraio não é possível. Ufa! a safadinha com a blusa de camisaria aberta e balançando o rabão rosnando como uma loba, entregue ao ordinário, a cena era de enlouquecer. Ela murmurava.
-“ Amor hoje tem que ser rápido meu marido está em casa.”
Imediatamente o homem, acho que peão de obra coloca as mãos grandes no soutien e arranca-o com certa força. Pasmem, sim pasmem! Os seios da morena saltem roliços e grandes e ele imediatamente chupava-os digo logo os peitões ... ela jogava a cabeça para traz num gesto de prazer.
Eu nem pisquei os olhos estarrecida, e o homem enlouquecido chupando os durinhos seios da pilantra ... ela gemendo como cadela no cio. Soltava gruídos fortes pois pareciam doloridos uma vez que estavam vermelhos certamente das chupadas ...
Ele chupava um e apertava o outro no mamilo ... ai mordicando e ela delirando ... ele chupava forte... acho que sentir um prazer descomunal pois quase desfalece nos braços do trabalhador e gozou urrando.
Já estava me preparando para sair quando um outro peão chegou estatura médio, másculo, aloirado de olhar fulminante cabeça de cabelos bem raspadinho e cheirando a suor forte de trabalho.
Entrou no cômodo e foi por trás, ela se virou, e roçou as mamas no seu peito , porem no grosso tecido e safada amava, mas ele com as mãos calejadas acariciou suas mamas que teve efeito de desejo. Ele só deu leves chupadas e a cadelinha amando afinal estava entre dois homens de tirar o fôlego.
O primeiro ou seja o moreno se afastou e deixou o companheiro se fartar saciando a mulher despudorada, de lado ele alisava a rola por cima do macacão de trabalho. Pense numa cara de safado de amante latino.
De repente resolveram agir, cada um foi para uma peça da roupa da mulher, o primeiro o moreno tirou a blusa e o resto do soutien e o segundo o aloirado abriu a saia justa e a puxou para baixo. Gente da terra! Mulher de coragem, de coragem mesmo, ficou de minúscula calcinha.
Eles se acocoraram e ela em pé de salto altíssimo, os dois rasgaram a frágil calcinha, jogando os restos no chão cimentado. Gente! Leitores! Ufa! O moreno ficou atrás e o loiro mais baixo na frente, sabem o que ela fez? Ahhh! Abriu as pernas e cada um chuparam-na na xota e no cuzinho e a ordinária se segurando nas cabeças dos homens completamente nua...
Pasmem e imaginem uma potranca nua nas mãos de dois rudes trabalhadores? Os lábios dos machos às vezes se encontravam fazendo pressão e que pressão dupla na “xota” ou “xibiu” ou ainda “priquita” podendo ser na “xoxota” enfim na”boceta” ... e no cuzinho, a descarada gozou rubra.
Eles se levantaram e ela se abaixou, os escrotos tiraram as picas, ou as rolas duras, latejantes, dos macacões e entregaram a ela que segurava os dois” paus” chupando simultaneamente. Chupava chupava um e outro... abocanhava abocanhava um e outro... lambia lambia ... e eles quase gozaram.
Pergunto, existe “paraíso” melhor para um homem do que a boca gulosa de uma femea chupando uma rola? Mas tem sim, colocando ou na boceta ou no cuzinho. E assim eles fizeram.
Ela se levantou e cada um dos machos se posicionaram, um ficou na frente e colocou a safada no quadril e enfiou logo na “xota” ou “xibiu” ou na “priquita” ou na “xoxota” enfim na ”boceta.
Nossa pessoal! A mulher parecia uma égua no pasto, de ancas largas peitos grandes traseira avantajada e encoxada por dois macho. E gemia sendo bombada pelo macho na dianteira ou seja na vulva e tremia toda.
O outro olhando e quando viu que ela teve orgasmos se posicionou na traseira cuspiu e enfiou todo o rolão no cuzinho da putinha que soltou um grito de dor e um deles falou.
-“ Calada senão chama atenção de todos.”
- “Siiiim.”
Ela murmurou quase sem fala e ele segui metendo, metendo os dois juntos e ela gozou outra vez, mas ficou no doce castigo ou seja à disposição dos dois para saciarem seus instintos de machos.
O da frente gozou e ficou na posição de quase cadeirinha e o outro foi metendo, metendo e por fim gozou. Vocês pensam que acabou? Que nada tem a seção final com troca de lados.
Os dois punhetaram suas rolas ativando o sangue e a cachorra lânguida nua provoca-os alisando os braços fortes dos homens e mordendo os lábios e aperta os bicos dos seios numa atitude de sensualidade extrema. Eles murmuram.
-“ Nunca se farta, de ser comida, nem em casa e nem na rua.”
-“ Que nada essa égua passa mal sem sexo, senão não vivia rinchando por macho de construção.
Ela sorri escrotamente e um deles se deita me cima de uns três sacos de cimento, e ela se coloca em cima do seu corpo, e encaixa a “xota” ou “xibiu” ou ainda “priquita” podendo ser na “xoxota” enfim a ”boceta” na rolona ...
Respirem! Sim, a rameira abrasada, incendiada, calorosa cavalgou na “ tora” e por que não na “torona” na rola que preenchia a xana. A mulher parecia uma amazona cavalgando um cavalo em disparada e ... sentia um prazer imenso... das estocadas fortes ... urrando com os peitões balançando e gozou ... mas ele segurou o prazer.
O outro se acomodou nas minhas costas e ela arrebitou o bundão e o cuzão e ele .... introduz a pica no cu ... ele se ressentiu, mas os hormônios estavam alterados ... ele cadenciava e o outro também... cavalgaram e ela com duas picas lhe comendo e arrebentando ... urrando ... suando ... gemendo ... gozando.
Pasmem gente! Continuam... o mais baixo aloirado gozou mas a cavalgada todavia continuou com a “ torona” no cu ... e ... vão... vão e o outro gozou. Ela foi se despedindo dos machos, cheia de gozo com leitinho derramando por todo lado, foi para a bolsa e pegou lenços de papéis e se limpou.
Os homens recolheram as picas e saíram, ela ficou em pé encostada na parede, respirando. Eu ia saindo quando escuto passos era outro homem mais velho que foi direto para ela. A abraçou e alisou a mulher toda que gemia de cansaço, e ele num gesto inesperado por mim foi beijando cada centímetro do seu corpo, lambendo os bicos dos mamilos todo marcado e foi descendo ficando de joelhos.
Gente! O homem a apoio no seu ombro e cheirava a boceta da mulher compulsivamente e por fim lambeu os restos dos gozos completando com chupadas revigorantes que a deixou refeita.
Pasmem! Sim queridos leitores, ele estava nas ultimas e levantou colocou um creme na rola e a colocou de quatro encostada nos andaimes e meteu na “xota” ou “xibiu” ou ainda “priquita” podendo ser na “xoxota” enfim a ”boceta”, Ahhh! Ela gemia mornamente e ele a possuindo com delicadeza e consentimento foi bombando, bombando e deixou ela ter um orgasmos sereno e se satisfez.
Ele a ajudou a se vestir trocaram carícias, eu aproveitei e desci pelo elevador rapidamente, agradeci ao encarregado e disse que voltaria com calma para rever o imóvel.
Do outro lado da rua aguardei a moca sair da construção. Dito e feito ela siu sozinha desconfiada pegou seu carro e se foi. Eu curiosa retornei e perguntei ao vigilante quem era a moça, o homem encheu a boca e disse.
-“ É a doutora, engenheira que acompanha a obra.
Mas queridos leitores é lógico que fiquei monitorando o retorno da mesma, e é claro aconteceu. Mas, fico devendo essa esperem a continuação. Agora vou trabalhar.
Comentem e releiam