Como alguns já sabem, sou moreno claro com 1,72m e 69Kg. Tenho 39 anos e moro na Grande São Paulo.
Pra quem já leu meu conto em que ganhei uma puta por ter atrasado as parcelas no AP, já sabem quem é a Fran.
Estava em casa de bobeira e a Fran me ligou. Disse que estava na cidade e queria me ver. Fui pra lá imediatamente.
Ela estava linda como sempre e seus cabelos enormes mexiam com meus instintos.
Parei na frente da casa do seu irmão e ela já me esperava no portão. Me convidou pra entrar mas preferi ficar no carro.
Dei-lhe um beijo e falei que não estava muito a fim de conversar, pois o tesão estava acima do nível crítico e não dava tempo nem de chegar num motel. Fran sorriu e mandou que dirigisse pelo bairro, até que encontramos uma rua deserta e escura.
Fran usava um vestido curto rodado de alcinhas e uma calcinha minúscula.
Passei pro banco do carona, a coloquei nos meu colo e comecei a beijar sua boca como se fosse minha namoradinha apaixonada que não via há anos.
Ela afastou o banco e se ajoelhou no assoalho abrindo minha calça e com toda fome de rola começou a me mamar como uma verdadeira puta, punhetando meu mastro com as duas mãos.
Enquanto ela me mamava eu eu falei que não entendia como ela podia ser tão vadia, deixando o marido cuidando dos filhos em outra cidade pra vir meter comigo. Ela respondeu dizendo pra eu não falar do marido dela, pois ele era um bom marido e nem sabia que eu existia. Me calei.
Ela saltou pra cima de mim com as pernas abertas e encaixou a cabeça do meu pau nos lábios da sua racha. Disse: Olha como você me deixa.
Sua buceta estava quente e totalmente enxarcada.
Foi sentando devegar e meu pau não entrava por conta da sua calcinha que atrapalhava. Então eu puxei com força e arrebentei a sua calcinha. O fio socou no meio da buceta e no cú enquanto eu forçava. Ela gemeu e disse: Amor esse seu jeito bruto como me trata. É essa a explicação de deixar o corno em casa. E sentou gostoso até engolir quase todo o meu cacete.
Fran subia e descia no meu caralho com muita vontade. Movimentos sincronizados e gemidos que soavam como música.
Eu segurava sua bunda ajudando no movimento enquanto aproveitava pra brincar com o dedo no seu cuzinho, lubrificando com a mucosa que corria da buceta.
Ela estava tão tesuda que foi aumentando o rítimo. Saltava cada vez mais alto e tentava sentar até o final da minha rola. Eu sentia todar no fundo da sua vagina. Aquilo me deixava cada vez mais tarado.
Numa subida ela exagerou um pouco e o pau saiu fora, quando desceu eu me mexi e a cabeça ficou na direção do seu cú. Ela sentou com força sem perder o rítimo e minha rola foi até a metade no seu cú. Ela deu um berro ensurdecedor e tentou se levantar mas eu estava segurando seu quadril.
- Tá errado caralho, entrou no meu cú! Aaaaaaaaai ai...
Eu não falei nada, puxei ela com força pra baixo e o seu peso ajudou. Fran estava em desvantagem. De uma vez entrou a outra metade que senti sua bunda tocar minha virilha.
- Ai gato, pára por favor, não faz isso com a sua putinha.
Eu carinhosamente juntei os seus cabelos com as duas mãos, olhei nos seus olhos e disse: - Esse cú é meu e eu fodo ele do jeito que quiser. Puxei seus cabelos e ela se curvou pra trás. Fui forçando e ela se entregou por inteiro.
Começou a cavalgar com força e meu pau ardia de tão apertado que estava.
Ela gozou gemendo e me chamando de amor.
Tirei ela de cima e a deitei no banco para se recuperar e já iniciei um oral naquela buceta apertada.
Fran gozou novamente na minha boca apertando minha cabeça entre suas pernas.
Sem perder tempo a virei de bruços e meti na sua buceta por trás. Ela gozou outra vez e já estava sem forças, totalmente indefesa. Saquei a rola e encaixei no seu cuzinho.
Me apoiei no banco e meti com vontade naquele rabinho. Eu amava ver minha rola puxar o seu cu pra fora quando tirava e o empurrava brutalmente de volta.
Ela berrou: - Gato, goza pra mim, enche meu cu de porra. Quero sentir seu leite me inundar. Esse cú é só seu, meu marido jamais vai comer ele. Aquilo mexeu comigo, foi o gatilho pro gozo involuntário. Esporrei muito no seu cú.
Soltei o peso do corpo sobre ela e fiquei ali curtindo as curvas do seu corpo e beijando seu cangote com o pau inteiro dentro do seu cú.
Agora era eu que precisava descansar.
Invertemos os lugares, fiquei deitado no banco e ela sentou no meu pau de costas. Encaixou meu pau no seu cú e deitou sobre mim.
Amei abraçar seu corpo e sentir seus cabelos perfumados no meu rosto.
Ela rebolava devagar e eu fazia movimentos fortes e compassados. Estava curtindo minha putinha com o pau no seu cú.
Esse momento foi duradouro. Quando ela não aguentava mais, anunciou o gozo e gozamos juntos. Minha porra já tinha se esgotado e gozei sem ejacular praticamente nada.
Limpamos aquela bagunça com a minha camisa e fomos embora ouvindo uma boa música.
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13 de Outubro, 2016 às 22:01
Que gozo ein |
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08 de Outubro, 2016 às 18:59
Que delicia, adorei.. |