Olá amigos, a história é um pouco antiga, mas foi tão bom que nunca me esqueci. Vou contar e duas partes para não ficar cansativo. Espero que gostem.
Suzany era estagiária de direito no escritório em que eu trabalhava. Não era uma mulher bonita, mas tinha um corpo exuberante! Alta, uns 1,76m, corpo esguio com seios médios e firmes, uma cintura fina e uma bunda arrebitada e durinha. Seus cabelos eram negros e bem longos, abaixo da bunda, sempre usava vestidos longos e saias abaixo dos joelhos, com blusinhas, que desenhavam a bela silhueta de suas curvas. Tinha 20 anos, estava no segundo ano da faculdade e bem interessada nos estudos. Eu sempre tive total disponibilidade de ensinar aos estagiários, o que me proporcionava ótimo relacionamento com todos, e com ela não era diferente. E ela era evangélica, praticante, de tradição familiar, não cortava o cabelo e não usava calça, roupa curta ou decotada. Não se maquiava nem usava salto. Sempre de saias abaixo do joelho e camisetas coladas e vestidos longos. Mas curiosamente sempre justos ao corpo, destacando suas belas curvas. A pele branquinha, olhos castanhos claros, tinha um jeito recatado e falava calmo e baixinho. E de tanto ajuda-la nos estudos nos aproximamos bastante. Enquanto estudávamos, sentia seu perfume bem suave e observava mais de perto tentando ver algo daquele corpo tão belo e tão bem guardado. Por diversas vezes durante aquele ano fiquei com ela no almoço e depois do expediente ensinando alguma matéria em dias de provas. No final daquele ano, a festa de confraternização do trabalho seria em um sítio e nos encontraríamos no escritório, onde ela surpreendeu a todos quando apareceu com uma calça legging muito justinha e uma camiseta de alcinhas também bem coladinha. A calça destacava suas pernas longas e coxas grossas, sua bucetinha inchada e dividida pela costura, a blusinha, estilo camiseta com um sutiã fino deixava ver que seus peitos eram firmes e com bicos grandes. Todos fizeram brincadeiras e ela estava radiante de felicidade, pois era a primeira vez que seu pai a deixava ir a uma festa desse tipo, sozinha. Pra variar, ela quis ir comigo e depois de algumas piadinhas pela opção dela se dever a meu carro na época ser uma pick up de dois lugares, embarcamos todos em comboio de uns quatro carros. Não conseguia parar de olha-la, com aquela calça colada ao corpo, a camisetinha justinha e de alcinhas exibindo seus ombros e parte dos seios pela primeira vez. No sítio, depois de umas cervejas, ela se aproximou para conversar, não resisti e elogiei suas formas usando aquela calça, ressaltando que ela também ficava muito bem de vestidos justos e a senti enrubescer a face, deixando ver que aquilo tinha realmente mexido com ela. Ela então me disse que ficava feliz de receber um elogio meu, e que sentia uma pontinha de ciúme quando eu elogiava as meninas do escritório e não falava nunca nada dela, mas sempre em particular. Disse então que devido a seu jeito reservado de ser e sua religião não me sentia à vontade de agir assim com ela na frente das demais. Ela então me disse que não havia problema, pois também era mulher, e sabia que devido ao radicalismo evangélico de seu pai ela não podia fazer mais do que cuidar do cabelo, não podendo usar roupas que quisesse e nem maquiagem. Num rompante alcoólico disse que como mulher ela podia compensar isso para si mesma ousando nas lingeries. Ela riu alto e disse que teria de andar com as calcinhas fio dental na bolsa senão seu pai teria um troço se visse peças minúsculas no varal de casa. Nisso me surpreendeu com a confissão de que não tinha peças íntimas ousadas, e que tinha vontade de usar uma calcinha fio dental em frente a um espelho pra se sentir gostosa, mas tinha medo de comprar e ser descoberta pelos pais. Me ofereci para lhe dar uma de presente, e disse que ela poderia ir em casa para experimentar na frente do espelho. Rimos disto e nos voltamos para a festa. A chuva repentina fez com que tudo se encerrasse antes da hora e na ida até o carro ficamos encharcados. Quando entramos no carro e olhei para ela fiquei paralisado. Sua blusinha branca toda molhada ficou transparente e o sutiã também molhado deixava transparecer o contorno dos bicos dos peitos dela, que com o frio que sentia estavam arrebitados de arrepio, exibindo mamilos rijos querendo furar a blusa e sutiã. Aquilo me deixou realmente de pau duro o que minha bermuda de tecido fino e a sunga molhados que usava não esconderam. Ela me viu olhando-a e ficou de frente, exibindo-se por alguns instantes enquanto observava meu volume na bermuda. Nisso ela perguntou onde eu morava e se era perto de alguma estação de metrô. Disse que sim. Ela então me pediu para deixar ela se trocar em minha casa para ir embora, pois não podia chegar em casa com aquela roupa justa e molhada. Já imaginando coisas, disse que tudo bem. Em casa perguntei se ela queria tomar um banho e com a cara mais safada que ela já foi capaz de fazer disse:
- não posso, pois não tenho outra calcinha pra trocar.
- lavo essa e seco na máquina enquanto você toma um banho quente bem gostoso e demorado.
Ela então riu e me pediu uma toalha. Disse que lavaria a calcinha na pia e eu deveria colocar só o braço pela porta do banheiro para apanhar e secar e disse que aquilo a deixava nervosa.
- o que? Perguntei.
- essa situação, nunca passei. Ficar a sós com um homem na casa dele, tomar banho e lhe dar minha calcinha na mão. Acho que não é certo.
- não tem problema algum, só vou pegar uma peça de roupa e colocar na secadora. Nem vou ver tira-la. E é só pano.
- mesmo assim, quando falar com você vou estar sem roupa de baixo, o que pra mim é praticamente uma aventura.
- vai na fé, coragem! Disse-lhe e dei-lhe um roupão e ela entrou no banheiro. Lavou e me entregou a calcinha. Normal, nem grande nem pequena demais, branquinha, de algodão, estilo tanga de moça mesmo.
- Bela peça! Disse eu.
- tarado! Respondeu ela já rindo.
Pus a calcinha na secadora e fiquei quieto, ouvindo o chuveiro e imaginando-a nua, aquele corpo desenhado deslizando o sabão, imaginei seu peitos firmes e os mamilos rijos pela excitação de estar transgredindo regras de toda uma vida religiosa. Imaginei que ela estaria excitada e molhada, então lembrei de seu cabelo longo e que precisaria de toalha para secar. Vi a porta encostada e entrei de fininho para deixar a toalha, sem que ela me visse, pude ver seu corpo inteiro, uma verdadeira escultura natural! Pernas longas e torneadas, uma bunda redonda e firme e peitos médios e firmes, com os bicos grandes e mamilos arrebitados. Ela lavada lentamente seu cabelão enquanto cantarolava alguma musica evangélica. Saí e fui ver a calcinha, já seca. Tirei e molhei no tanque, coloquei de novo na secadora. Faria com que ficasse um pouco mais sem nada por baixo em minha casa.
Ela então saiu do banho de roupão e com a toalha secava o cabelo. Fingi estar mexendo na secadora como se não funcionasse. Ela sentou-se no sofá, demonstrando não estar preocupada com o horário nem com a chuva que caía. Sentei-me perto dela e disse que a calcinha estava atrás da geladeira pois a secadora não funcionara e que ela teria que permanecer em pecado, de roupão, sem nada por baixo ou vestir-se e ficar apenas sem calcinha.
-voce não presta, sabia? Mas te adoro! Disse ela.
- eu sei, e adoro que voce me adora mesmo não prestando.
- já conheceu alguma mulher como eu? 20 anos, não sai, não dança, não beija, não faz nada... Não usa roupas curtas, decotes e jamais vestiu uma calcinha fio dental?
- nunca, disse eu. E isso te torna a mais interessante de todas. Veja minha sorte, sou o primeiro homem a estar a sós, com você, entre quatro paredes, sentados em um sofá, você praticamente sem roupas.
Ela corou e disse que aquilo mexera com ela de verdade, toda aquela situação a deixava confusa.
- não encana com isso - disse eu. Você é jovem e bonita, vai se formar e ser independente, ainda tem muita coisa na vida para experimentar.
- você ficou excitado dentro do carro quando estava molhada, eu vi... está excitado agora, comigo aqui assim?
- muito, tentando imaginar, de verdade, como você é sem esse roupão.
- você quer me ver sem ele?
- você teria coragem?
- acho que sim, afinal, já deixei você me espionar no banheiro...seu safado
- se você quiser me dar esse presente, vou me considerar um cara de muita sorte.
Ela então se levantou e parou de pé, na minha frente. Soltou os cabelos e deixou cair uma parte do roupão revelando os ombros e um pouco dos seios, depois virou-se e deixou cair tudo, ficando nua, de costas pra mim. Seu corpo lindo, sua pele branca sem qualquer marca de sol e suas costas escondidas pelos longos cabelos, que terminavam numa curva acentuada de cada lado, moldando uma cintura perfeita que chegava leve em sua bunda ainda mais perfeita, suas coxas grossas e torneadas e suas pernas longas. Virou-se devagar e na minha frente revelou-se a visão de sua xoxotinha rosada, carnudinha e com grandes lábios destacados, coberta por uma fina e estreita camada de pelos claros, sua barriga chapada, lisinha, sem qualquer saliência sustentava um belo par de seios médios, firmes e com mamilos rijos em meio à aureola rosada. Não me contive mais que dois minutos admirando-a e fiquei de pé. Minhas mãos tocaram sua cintura e senti sua respiração tornar-se ofegante, os olhos fechados entregavam seu nervosismo, sua expectativa e sua vontade. Beijei seus lábios devagar e ela abriu a boca para receber minha língua que buscava a dela e então iniciamos um longo e molhado beijo que começou de leve e tornou-se lascivo. Ela estava se entregando, buscando o desconhecido que tanto sonhava. Desci pelo pescoço com a língua e envolvendo-a pela cintura fiz com que seu corpo pendesse para trás e com a boca alcancei seis seios. Lambi cada mamilo e depois suguei cada um com paciência e sabor, deixei os dois molhadinhos e saliva e pude observar sua pele bem arrepiada. chupei os seios como um bezerro faminto, arrancando seus primeiros gemidos de tesão. Virei-a com o abraço pela cintura e deitei-a no sofá, ajoelhei no chão de frente pra ela. Ela arfava de medo e tesão, apertando os peitos com os olhos fechados e passando a língua nos lábios. Segurei com cuidado em cada uma de suas canelas e com certa resistência consegui abrir suas pernas e me encaixar no meio dela, alcançando novamente seus seios que continuei a lamber, chupar e sugar.
- que loucuuura... - ela sussurrou enquanto suas mãos agora acariciavam minha cabeça conduzindo-me em cada seio. Os bicos eram grandes e duros. Mordiscava e sentia seus arrepios de tesão. Meu peito nu roçava os pelos em sua buceta e sentia que estava molhada. Desci para a barriga e depois de alguns beijos e lambidinhas cheguei em sua xoxotinha. Passei a ponta da língua de cima para baixo e subi, sentindo o gosto de seu mel que cobria toda a extensão de sua rachinha. Lambi com a ponta da língua seu clitóris e depois suguei-o de leve e ela gemeu alto, então suguei com mais força e ela soltou um gritinho seguido de um gemido longo e abafado, gozando de imediato. Me afastou e deitou no sofá como se quisesse ter aquele momento só para si. De olhos cerrados e um sorrisinho no rosto disse: que bommm... que delícia... acho que tive um orgasmo... eu quero maaaaais...
Com ela nua e deitada no sofá beijei seu corpo inteiro. Chupei de novo os seios e a xoxotinha, entre beijos sôfregos e de muita vontade. Tentei colocar o dedo mas ela não deixava eu sequer tocar na sua bucetinha. Então levei ela para o quarto e a deitei de bruços na cama. Beijei e mordisquei suas costas, desci passando a língua pelo meio de sua cervical ate o começo do reguinho na bunda. Beijei toda sua bunda que a princípio ela manteve fechadinha mas foi relaxando e se soltando até deixar-me à vontade. Puxei sua cintura um pouco pra cima arrebitando aquele monumento. Tudo naquele corpo era virgem então eu tinha que me deliciar em cada detalhe para que ela ficasse tão à vontade que me pedisse para comê-la. Continuei a lamber sua bunda e a passar a língua no reguinho que se abria aos poucos, puxando-a pra cima até deixar ela de bunda arrebitada sobre os joelhos, arreganhando-se inteira e me exibindo um cuzinho rosadinho e lisinho, naturalmente sem pêlos. Lambi sua bunda e desci com a língua por dentro se seu reguinho e quando passei a língua em seu cuzinho ela gemeu e respirou profundamente, deixando-me com muito tesão. Como ela estava de costas e com a cabeça enfiada nos lençóis e travesseiro, se agarrando a eles com força como se buscasse suporte, tirei a bermuda e a cueca. Meu pau estava muito duro e comecei a chupá-la enquanto iniciei uma punheta bem gostosa. Passava e enfiava a língua no seu cuzinho descendo para sua xoxotinha que estava tão molhada que o fio de mel descia e alcançava o lençol. Ela gemia e arfava como se estivesse em apuros, os olhos fechados e os travesseiros embolados e apertados contra o peito, deitada com a cabeça a cama e a bunda para cima, ensaiando movimentos de um rebolado gostoso, de quem sentia aquele tesão pela primeira vez e não sabia ao certo como reagir. Eu a chupava e passava-lhe a mão esquerda pela bunda e coxas e com a direita tocava um punheta. Ele percebeu e virou-se abrindo os olhos, na mesma posição e ficando paralisada quando viu um cacete duro pela primeira vez:
- que pinto enorme! Você está se masturbando pra mim?
- sim vc me deixou com muito tesão, mas não vou forçar a barra contigo. Não farei nada que você não queira...estou adorando te comer com a língua...
- tenho um sonho recorrente que morro de vergonha de mim mesma. Morria na verdade. Acordo assustada. Sonho sempre que um homem tira um pinto duro enorme e me faz chupar, no escuro, não vejo seu rosto nem seu membro, mas gosto de chupá-lo. Vem cá, quero que esse homem de meu sonho de hoje em diante seja você.
Fiquei de pé ao lado da cama e ela então agarrou meu pau, e ficando de quatro na cama me chupou. Muito. Demorado e babado. Imaginei seus sonhos e como ela desejava aquilo, pois ela sugou-me com vontade. Lambeu, chupou e engoliu meu pau inteiro. Ensinei ela a punhetar a base com a cabeça e o restante na minha pica dura a boca e ela aprendeu rápido. Disse que ia gozar e ela continuou, segurando meu cacete e mantendo na boca. Não aguentei mais e explodi em sua boca, ela se assustou um pouco e tirou meu pau, sentando-se rapidamente na beirada da cama e deixando escorrer pelos lábios e eu ainda gozando apontei para seus peitos que ainda receberam alguns jatos de porra. Joguei ela na cama de pernas abertas. Sua buceta rosa e carnuda brilhava de tão melada de tesão.
- você quer dar pra mim?
- quero! Mas não posso. Não é certo.
Então lancei-me de cabeça entre suas pernas e chupei aquela bucetinha virgem como se a beijasse na boca. Lambi toda extensão de sua xoxotinha, suguei os lábios e o clitóris, enfiei minha língua em sua grutinha o máximo que pude. Lambia seu cuzinho e chupava sua buceta, fazendo-a gemer e se contorcer até gozar de novo, continuei e a fiz gozar mais uma vez. Ela então fechou as pernas e encolheu-se na cama como se sentisse vergonha do que acabara de ocorrer. Abracei-a e disse que nada daquilo sairia dali.
Ela me disse então: Jura que não vai contar a ninguém, se eu souber que você contou não olho mais pra você e nada mais acontecerá entre nós.
- jamais diria isso a alguém. Sei de seu comportamento e de sua família, como lhe disse não farei com você nada do que não queira e também não de contar a ninguém o que faço.
- acho bom mesmo! Porque eu adorei tudo, quero fazer de novo, quero fazer mais, mas você tem de ter muita calma comigo e respeitar meus limites.
- tudo bem –disse eu – mesmo que você não queira mais nada comigo, não vou ficar com raiva nem te exigir nada.
- você foi meu primeiro homem, antes só tinha beijado um garoto na escola, aos 16 anos e hoje avancei mais do que um sinal, mas todos.
- quase todos, ainda falta muita coisa.
Nisso ela me pediu para parar pois tinha que ir embora. Então chamei para tomarmos banho. Ela aceitou e no chuveiro começamos e nos beijar e ela segurou meu pau. Agachou-se e chupou-me novamente, me fazendo gozar na sua boquinha e nos seus peitos ais uma vez. Então para retribuir chupei sua bucetinha de novo ate que ela gozasse naquele dia, sua primeira vez, uma quarta vez. Quando se vestia eu lhe disse que ela era muito gostosa e ela me disse:
- gostosa! Valeu. E agora, secretamente safada, me dê um tempo e vamos melhorar tudo isso.
- tenho toda calma e tempo pra você.
- veja bem, pra quem só tinha beijado uma vez com 16 anos, hoje fui muito além do desejado. Adorei. Quero de novo! Quero mais. E hoje estou tão safada que não vou usar minha calcinha ainda molhada. Deixa aqui pra eu vir buscar.
- ok, quando vier buscar, não vou te devolver, mas trocar contigo, pois vai ter uma lingerie novinha no lugar dessa, que vou guardar como relíquia.
Na segunda feira, comprei um conjunto de calcinha fio dental e sutiã meia-taça, branquinho, tudo em rendas transparentes para ela. Mas isso é outra história que conto depois...