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15 de Abril, 2025 às 09:15 Por: Olhos preciosos

Entre reuniões e segredos

tags: Chefe, trabalho, executivo, escondido
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Capítulo 1 — A Primeira Entrevista

O salto fino de Morghanna ecoava pelos corredores de mármore da sede da multinacional
Ferraro Group. Ela ajeitou a blusa de seda azul e respirou fundo antes de entrar na sala
de entrevista. Não era sua primeira vez disputando uma vaga importante, mas alguma
coisa naquele lugar fazia seus nervos vibrarem.
— Senhorita Morghanna Martins? — perguntou a recepcionista, com um sorriso
profissional. — O senhor Ferraro irá entrevistá-la pessoalmente.
Morghanna ergueu as sobrancelhas, surpresa. O CEO?
A porta se abriu. Alto, elegante, terno preto impecável. Rafael Ferraro não parecia real.
Seus olhos escuros percorreram o corpo dela com discrição, mas com firmeza. Um olhar
que fazia a pele arrepiar.
— Entre, por favor.
A entrevista foi direta, intensa, e diferente de qualquer outra. Ele não fazia perguntas
óbvias. Queria saber como ela reagia à pressão, como lidava com situações
imprevisíveis. Como se estivesse testando mais do que sua competência — testando sua
mente, talvez sua resistência.
No final, ele estendeu a mão.
— Comece segunda-feira. Gosto de pessoas que sabem manter a calma... mesmo
quando estão sendo observadas de perto.
Morghanna sentiu um arrepio subir pela espinha. Aquilo era um desafio. Um aviso. Ou os
dois.
E ela mal podia esperar para descobrir até onde aquele jogo iria.

Capítulo 2 — O Elevador

O primeiro dia de Morghanna foi impecável. Ela havia escolhido um vestido justo, mas
elegante, com decote sutil e tecido que desenhava seu corpo com discrição. Sabia que
seria observada. E queria ser.
Durante a manhã, mal viu Rafael. Mas sentia sua presença mesmo quando ele não
estava por perto. Os olhares que os outros funcionários trocavam ao mencionar seu
nome... a tensão que pairava no ar quando ele passava.
Às 18h, o andar estava praticamente vazio. Morghanna revisava relatórios na mesa
quando recebeu uma notificação: “Sala de reuniões 14. Agora.” Sem assinatura. Mas ela
sabia quem era.
Foi até lá. Estava escuro. Vazio. Uma voz soou atrás dela:
— Achei que não viria.
Ela se virou rápido. Rafael encostou a porta e a trancou com um gesto silencioso.
— Você sempre obedece ordens assim, sem saber o motivo? — ele perguntou, andando
devagar em sua direção.; — Nem sempre. Só quando a curiosidade é maior que o bom
senso.
Ele sorriu. Um sorriso perigoso. — Bom… vai precisar perder o bom senso se quiser
sobreviver aqui.
A proximidade dele era hipnotizante. Quando parou diante dela, o ar pareceu rarefeito.
Morghanna sentiu o perfume amadeirado dele e percebeu que seu coração batia forte
demais.
— Gosto de testar limites, Morghanna — ele sussurrou, aproximando os lábios do ouvido
dela. — E você parece alguém… flexível.
Ela não respondeu. Só fechou os olhos por um segundo. E quando voltou a abri-los, os
lábios de Rafael estavam nos seus. Quentes, exigentes. A boca dele a dominava com
pressa contida, como se estivesse segurando algo muito maior.
As mãos dele deslizaram por sua cintura, puxando-a firme contra o corpo dele — e ela
sentiu o quanto ele a desejava. Sua respiração já estava descompassada quando ele a
virou de costas e a encostou contra a mesa da sala.
— Diga se quiser que eu pare — ele murmurou.
Morghanna riu de leve, provocando:
— Tarde demais pra isso, senhor Ferraro?
Ele respondeu com os dentes roçando sua nuca, enquanto as mãos exploravam suas
curvas com precisão, como se já soubessem exatamente onde tocá-la.
Então, de forma sutil, porém firme, Rafael penetrou Morghanna, arrancando gemidos
tímidos e suspiros profundos, deixanda bem claro que ele a dominara, e que ela estava
completamente entregue aos desejos mais delirantes existentes.
Aquela noite foi só o começo. Mas ali, naquele momento, ela soube: estava presa num
jogo onde cada movimento era arriscado… e deliciosamente proibido.

Capítulo 3 — A Sala de Vidro

Os dias seguintes foram silenciosos. No trabalho, nada além de profissionalismo. Mas os

olhares… Ah, os olhares gritavam o que os corpos queriam repetir.
Era sexta-feira à noite. O prédio estava vazio. Rafael mandou uma única mensagem,
como fizera outrora:
“Sala de reuniões do último andar. Agora.”
Morghanna sabia qual era. A famosa sala de vidro — paredes transparentes que davam
vista para toda a cidade. Um convite perigoso. Uma provocação irresistível.
Ela chegou vestindo uma camisa branca e saia lápis preta, com uma sensual fenda até
a coxa. Quando entrou, Rafael já a esperava, encostado na janela, sem gravata, camisa
parcialmente aberta, mangas dobradas. O olhar dele a despiu antes mesmo que qualquer
roupa caísse.
— Isso é uma loucura — ela sussurrou.
— Então diga que não quer — ele desafiou, aproximando-se.
Mas ela não disse. Em vez disso, o puxou pela camisa e o beijou como se estivesse
faminta. Ele respondeu na mesma intensidade, pegando-a pela cintura, sentando-a sobre
a mesa, abrindo os botões da blusa com uma urgência contida.
O perfume de Morghanna exalava na sala de reunião, parecido com feromônio, o que
estava nitidamente alterando a química do ambiente, deixando Rafael ainda mais
excitado.
As luzes da cidade iluminavam seus corpos enquanto ele a tomava ali, contra o vidro,
sem pressa de terminar. Mãos, bocas, gemidos abafados. Ela nunca tinha se sentido tão
exposta, tão viva. Ele conhecia cada ponto sensível, cada pausa certa entre os
movimentos. Era sexo, mas era também domínio, entrega, um jogo perigoso que os dois
estavam viciados em jogar.
O corpo de Rafael tomou o de Morghanna com tamanha intensidade, que não teve como
segurar os gemidos, deixando bem claro que ela já tinha se entregado por completo
àquele homem.
Rafael se posicionou atras de Morghanna, a segurando com uma mão pelo pescoço e
com a outra, a puxava pela cintura, enquanto encaixava seu pau em sua buceta, que
nesta altura, já estava extremamente molhada, de modo que o pau deslizava para dentro.
Desta forma, ele socou com força, enquanto ela pedia cada vez mais chegando ao
extase, cansados e esbaforidos.
Depois do encontro, Rafael se prontificou a levar morghana até sua residencia, tendo em
vista o horário já avançado.

Capítulo 4 — A Viagem de Negócios
Foi tudo planejado: um evento corporativo em Florianópolis. Dois dias fora, hospedados
no mesmo hotel cinco estrelas.
Durante o dia, apresentações, jantares formais. À noite… outra coisa.
No segundo dia, ela bateu na porta do quarto dele. Estava usando apenas um robe de
cetim preto. Quando ele abriu, ficou em silêncio por um Segundo, desfrutando o que seus
olhos contemplavam. Depois, puxou-a para dentro e trancou a porta com violência.
Dessa vez, não houve conversa. Rafael a encostou na parede e a despiu com uma sede
que quase beirava o descontrole. Ele a virou de costas, mordeu seu ombro e a penetrou
ali mesmo, sem aviso. Rápido, profundo, intense, feroz. A respiração dele em seu
pescoço, as mãos segurando firme sua cintura.
— Você me deixa louco — ele sussurrava entre os movimentos, com os lábios
encostando sua pele quente. — Não consigo pensar quando está perto. Não quero parar.
Não consigo parar.
Eles foram até a cama, onde passaram horas explorando um ao outro. Ele a amarrou
com a própria gravata. Desceu lentamente com os lábios por sua barriga. Provocava com
a língua, com os dedos, até ela implorar. E mesmo assim, ele não dava tudo de uma vez.
Fazia questão de levá-la ao limite.
Ele explorou cada detalhe de sua buceta, deixando ela completamente embriagada de
tesão.
Rafael era tão hábil usando a lígua, que Morghanna não tinha o controle de su próprio
corpo.
Ela sentia cada centímetro de seu corpo arrepiar, a cada toque de Rafael.
Ele explorava o corpo despido dela com a língua, como se quisesse mapeá-la. Ela se
contorcia, segurando e puxando a cabeça de Rafael, como quem pedia mais e mais.
Por um momento, ele parou e passou a admira-la, como quem queria guardar uma
lembrança na memória.
Morghanna, instintivamente trocou de lugar, deitando Rafael, enquanto o beijava os
labios, e depois o peitoral, a barriga e cada vez mais, descendo.
Chegou na altura das coxas, onde levemente passou a lingua na parte de dentro, ate
chegar no volumoso pau. Morghanna pegou cacete de Rafael com as duas mãos,
fazendo movimentos de cima para baixo e vice&versa, enquanto passava a lingua na
parte superior do mombro. Após, vorazmente começou a chupa-lo, enquanto o
masturbava, engolindo todo o membro, com sede.
Morghanna, tomada pelo tesão, vai por cima, se encaixando no pau de Rafael,

cavalgando com desejo, rebolando enquanto o pau entrava e saía daquela buceta

extremamente molhada.
Rafael demonstrava com olhares e gemidos como se sentia naquela posição, mas, ele
queria dominar, queria ele controlar ela. Então, assim o fez. Rafael colocou Morghanna
de 4, enquanto ela se deitava na cama, empinando cada vez mais a bunda, fazendo com
que ele tivesse uma visão da qual jamais se esqueceria.
Ele queria que aquele momento ficasse marcado para ela, assim como estaria marcado
para ele eternamente.
Sendo assim, sem aviso, sem permissão, apenas posicionaou o pau na bunda de
Morghanna, e antes que ela dissesse qualquer coisa, foi deslizando para dentro.
Morghanna gemia de dor, mas em momento algum pediu para parar, muito pelo contrario,
pedia para que ele colocasse tudo, pois queria sentir cada centimentro daquele membro
magestoso.
Quando Rafael estava todo dentro, ficou um momento párado, para que Morghanna se
acostumasse, até que ela começou a rebolar e se mexer, ele então, entendeu que podia
fazer o que quisesse, e assim o fez.
Rafael, sem Piedade nenhuma começou a socar com muita força no cuzinho de
Morghana, que a esta altura gritava pelo nome de Rafael, tamanho era o prazer.
Ele intercalava, tirando do cuzinho e colobando na buceta, o que levava Morghanna ao
delírio.
Depois de muito gozar, deitaram-se juntos, olhando para teto, tentando se recuperar
para continuar com o sexo, afinal, aquela noite seria memorável.
Ali, naquela madrugada, não havia mais chefe e funcionária. Só dois corpos se
consumindo como se o mundo acabasse ao amanhecer.

Capítulo 5 — A Última Reunião

Na segunda-feira, algo estava diferente. Rafael a chamou à sala dele. O clima era frio,
sério, triste.
— Vamos encerrar isso — ele disse, sem rodeios.
Morghanna ficou em silêncio. Não havia surpresa em seus olhos, mas havia dor.
— Está com medo de alguém descobrir?
— Estou com medo de não saber mais separar as coisas.
Ela respirou fundo, mantendo a postura firme, mesmo que por dentro sentisse algo ruir.
— Eu não me arrependo — ela disse. — Mas entendo.
Ele se aproximou, tocou seu rosto com delicadeza. Foi um beijo calmo, quase triste. O
último.
Duas semanas depois, Morghanna pediu demissão. Disse que queria algo novo. Um
recomeço.
No elevador, quando saía pela última vez, os dois se cruzaram. Ela sorriu. Ele sorriu de
volta. Nenhum dos dois disse nada. Mas o olhar dizia tudo: eles lembrariam. E sentiriam.
Para sempre.
Por: LLIH (@olhospreciosos)

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