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06 de Setembro, 2016 às 00:02 Por: FilhoTarado

Eu, minha mãe e o zelador

tags: mãe, filho, estupro, voyeur, sem camisinha
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Minha mãe e eu moramos num prédio na zona norte do Rio, nos mudamos quando ela se separou do meu pai. O condomínio é grande, tem porteiro e zelador, e recentemente trocaram o zelador. O antigo era um velho que já estava pra se aposentar, então contrataram um cara que fazia alguns bicos no prédio. Ele é branco, deve ter uns 40/45 anos, era alto (uns 1,87) meio calvo e bem peludo, tinha uma barriga bem visível.
Ele já havia feito diversos serviços aqui em casa, mas só na última vez que eu pude reparar no jeito que ele olhava pra minha mãe! Ela não é gostosona, nem nova... Tem 55 anos (mas aparente ter uns 40/45), branquela abeça, 1,78 mais ou menos, em torno de 80 kg (um pouco gordinha), mas ela tem uma bunda grande e uns peitos meio caídos e moles, mas grandes que chegam a balançar.

Ela estava de saída e deixou ele aqui em casa consertando a torneira do banheiro, mas eu havia ficado em casa! Ele não deve ter ouvido que eu ainda estava perto e ouvi ele falando putaria sobre ela... O quanto queria dar uma surra nela e fazê-la de cadela, lamber as tetas e a boceta dela até ficarem molhadas pra que ele pudesse enfiar o pau dele e socar até enchê-la de porra! Eu fiquei ouvindo aquilo e imaginando... Meu pau endureceu tanto que chegou a babar. Cheguei na porta do banheiro e perguntei se estava tudo bem por ali, ele se assustou, achou que tinha saído junto com ela! Eu disse que não, que decidi ficar em casa pro caso dele precisar de alguma ajuda ou de uma calcinha dela. Ele se assustou com o que eu disse e fingiu não entender. Eu disse que tinha ouvido o que ele falou dela, mas que não precisava ficar com medo pois eu tinha gostado! Ele deu um sorriso maroto e começou a conversar putaria comigo, contou algumas aventuras sexuais dele e depois começou a falar dela pra mim... Ele falava de um jeito pervertido, um olhar tarado, e isso começou a me deixar de pau duro! Foi então que comentei que minha mãe tomava remédio pra dormir, que era um remédio forte e que talvez dobrando a dosagem ela apagaria de um jeito que não acordaria nem se a sacudisse! Ele entendeu o que eu quis dizer e disse que quando isso acontecesse, poderia chamar ele à qualquer hora.

No fim de semana seguinte o porteiro do prédio pediu pra que ele passasse a noite no lugar dele, pois tinha um compromisso. Era um sábado e eu cheguei depois das dez, o vi na portaria e o cumprimentei, minha mãe estava acordada me esperando para ir dormir. Ela foi tomar banho, mas antes pegou um copo com água e colocou algumas gotas do remédio para dissolver o copo. Pensei na hora que era o momento certo! Enquanto ela estava no banho, peguei o remédio e pinguei mais gotas, o suficiente para ela apagar até o dia seguinte sem nem se mexer. Ela saiu do banho e foi para o quarto se vestir! Colocou uma camisola, bebeu o remédio e me deu boa noite.
Esperei por uma hora e meia, fiquei no quarto assistindo filme, quando deu o tempo fui até o quarto dela me certificar... Chamei por ela, gritei, a sacudi, mas ela não acordava de jeito nenhum. Perfeito!
Já era por volta de 1 e meia da manhã, essa hora não costuma chegar mais ninguém no prédio, liguei para a portaria e disse à ele que minha mãe estava apagada. Ele entendeu o recado, fechou a portaria e subiu em seguida! A deixei deitada para cima, com braços e pernas abertos. Ele bateu na porta sem fazer barulho, quando abri ele estava com o macacão de serviço e suando como se estivesse na sauna. Levei ele até o quarto e quando a viu ele começou a esfregar o pau! Eu pedi à ele para ficar ali, observando, e que se ele deixasse eu faria o que ele mandasse. Na mesma hora ele me mandou puxar a camisola dela e tirar a calcinha... Fiz! Ela não havia depilado a boceta, mas não estava muito grande. Em seguida me mandou levantar e abrir as pernas dela, fiz sem hesitar! Ele começou a abrir o macacão e a falar putaria. Eu observava aquela barriga e aquele peito peludos e suados, ele olhando para ela como um pedaço de carne, um objeto de prazer... Aquilo me enlouquecia!

Ele tirou o macacão todo e ficou completamente pelado na minha frente. Quando olhei para o pau dele arregalei os olhos, não era muito grande (uns 21cm) mas era grosso, tinha muitas veias e uma cabeça grande e vermelha que pulsava muito! Ele viu que eu estava reparando no pau dele e chegou bem perto de mim, pediu que eu disse o que eu queria que ele fizesse com ela. Disse que queria que ele a fodesse, ele insistia e eu dizia que queria vê-lo estuprar a cadela da minha mãe! Na mesma hora ele caiu com a boca na boceta dela. Ele a sugava com voracidade, como um animal faminto. Cuspia e a masturbava, olhava para mim e ria como um sádico perverso. Se levantou e pediu que eu chegasse mais perto, colocou o braço em volta do meu pescoço e pediu pra que eu dissesse no ouvido dele o que queria. Quase sem ar, sussurrei: "Fode ela!". Ele segurou as pernas dela e mandou eu colocar o rosto bem perto da xota dela, ele então deu uma cuspida no pau e enfiou nela! Observei de perto a cabeça do pau dele abrindo a boceta dela, ouvindo o barulho da saliva e do suor romperem até o talo, enquanto a barriga suada dele raspava meu rosto. Era lindo observar tudo aquilo bem diante dos meu olhos! Ele começou a socar nela com força e velocidade, chamando-a de cadela, vadia, vagabunda, piranha... Olhando pra mim e rindo, me chamando de filho da puta!
Então pediu para que eu tirasse a camisola toda do corpo dela, quando viu os peitos dela caiu de boca no mesmo segundo. Aquela fome insaciável sugando o bico dos seios e lambendo-os! Ele esfregou o rosto neles, deixando-os suados e melados, e me mandou lambê-los. Hesitei um pouco, mas obedeci. Enquanto eu lambia o suor dos seios dela, ele a penetrava com violência e sorria, até que desceu o corpo e começou a dividir os seios comigo, olhando para mim, sem parar de fodê-la!
Ele então mandou que voltasse a segurar as pernas dela, e com as mãos livres deu um tapa no rosto dela e riu para mim. Eu lhe dei uma risada sem jeito e ele a estapeou de novo! Eu estava muito excitado, nem havia reparado que estava com o pau para fora. Ele, obviamente, reparou e disse que sabia do que eu ia gostar. Parou de socá-la, retirou o pau e segurou-lhe as pernas abertas no ar. Então disse para que eu passasse mão pelo corpo dele! Fiquei sem graça, hesitei uns minutos, mas ele dizia que estava tranquilo... Então comecei a passar a mão nos braços dele. O suor escorria em gotas pelo corpo dele, mas aquilo parecia me excitar. E minhas mãos também o excitavam, a cabeça do pau dele latejava a cada toque, e ele urrava como um urso em êxtase! Comecei a chegar mais perto do corpo dele e a percorrer seu corpo com as duas mãos. Ele estava gostando muito, então cheguei o rosto bem perto do peito dele, depois os lábios. Conseguia sentir o gosto do suor entranhado nos pêlos do corpo dele na minha boca... primeiro devagar, depois com mais vontade, com fome! Enquanto lambia seu corpo, ele me xingava e falava que iria fazer de mim e da minha mãe os escravos sexuais dele, para nos foder quando ele quisesse. Que iria nos oferecer para os amigos dele para que fôssemos estuprados e abusados todo dia. Enquanto ele me dizia todas aquelas perversidades, eu lhe lambia os peitos, os braços, a barriga... Quando estava perto do pau, ele me mandou parar e cuspiu na boceta dela, me mandando lamber e engolir a saliva. Fiz de prontidão! Ela estava bem aberta e vermelha, e a saliva havia se entranhando um pouco. Quando comecei a lambê-la, senti a mão dele acariciando minha cabeça, empurrando-a, enquanto ele dizia que eu era um bom menino.
Quando acabei ele se levantou e a puxou para a beirada da cama. Mandou que eu lubrificasse a xota dela com minha saliva e em seguida cuspisse na cabeça do pau dele. Assim que o fiz ele enfiou o pau nela de uma vez, segurando-lhe as pernas abertas e em seguida me mandou voltar a passar a mão por seu corpo. Conforme ele a socava com força, ouvia o barulho que o suor fazia enquanto o pau dele a arregaçava. Observava a boceta dela ficar vermelha e aberta, enquanto ele urrava como um animal selvagem, a xingava com rapidez e crueldade. Aqueles palavrões me fazendo suar e meu pau pulsar com tanta vontade que achei que iria explodir. Minhas mãos percorria o corpo dele com rapidez, como se buscassem algo. Até que bruscamente ele larga as pernas dela, retira o pau e me coloca de joelhos pelos cabelo. Ele foi tão bruto que cheguei a soltar uma lágrima e um gemido de dor, até que senti aquele pau quente, grosso e melado entrar em minha boca e despejar uma quantidade absurda de porra! Era muito quente e grosso. E não parava de sair, enquanto ele urrava! Segurava minha cabeça com violência e pressionava a cabeça do pau em minha garganta. Em seguida me olhou com aquele olhar perverso outra vez e com um grito disse "Engole porra!". Engoli! Ele ofegava enquanto tirava levemente o pau da minha boca e me dizia "Bom menino!". Meu permanecia duro, pulsante. Eu sabia que no momento em que eu o tocasse, iria gozar. Ele me levantou pelo braço e me colocou de frente para minha mãe. Levantou as pernas dela e me mandou fodê-la! Enfiei meu pau na boceta dela, estava molhada e quente. Ele gritou para que eu a socasse e assim o fiz.
Por 3 minutos eu a fodi até que não aguentei mais. Gozei dentro dela enquanto a socava! Urrei alto e ele gargalhava de prazer em ver aquilo. Sem fôlego, deitei meu corpo suado sobre o corpo nu dela e senti meu pau sair pingando porra, assim como a boceta dela. Ele estava atrás da cabeça dela, de frente para mim. Ele acariciou minha cabeça e colocou o pau ainda meio duro em minha boca, me dizendo "Bom menino!"

Após nos limparmos e trocarmos de roupa, ele me ajudou a limpá-la e colocá-la do jeito que estava antes. Logo antes de ir embora, ele virou pra mim e disse "Bom menino, vamos providenciar uma próxima vez! Quem sabe eu possa arranjar alguém pra dividirmos o prazer." E eu lhe disse: "Vai ser um prazer!" fechando a porta e encerrando aquela noite incrível!

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