Eu tenho em mim algo que não considero nenhum problema, mas sim um vício, sendo que por enquanto o que esse vício me proporciona é simplesmente um imenso prazer... e diante dele eu não reluto, eu não nego, eu não evito, eu caio de corpo e alma e provo, curto, experimento sem medo e culpa... Falo da minha tara por sexo anal, que me induz, me motiva, me estimula a cometer loucuras e ousadias muitas vezes não medidas e pensadas a fim de satisfazer esse tesão que eu tenho no meu cuzinho... Sei dos riscos, sei das consequências que posso acarretar, mas no momento tudo o que tenho em troca é satisfação e prazer... e isso é o que me importa... dar o cu bem gostoso pra quem eu quiser e quantas vezes eu puder dar...
Sou bem bonita sim, tenho 24 anos, um corpo gostoso, malhado e sem exageros, aliás, adoro malhar, tenho 1 e 67 de altura, loira dos cabelos curtos e ondulados, olhos verdes, pele dourada cheia de peluginhas esbranquiçadas, braços e coxas torneados, um par de seios naturais avolumados e bem suculentos, principalmente quando os coloco a mostra em decotes ou em malhas coladas... e claro, tenho em mim algo que se torna o fetiche ideal de todo macho que me espia... minha bunda... pois naturalmente ela é redondinha, 98 cm, bem voluptuosa e empinada... e mais ainda acentuada por conta dos constantes exercícios de academia que deixaram a minha cintura fina... Enfim, digamos que a minha bunda seja um alvo preferido de quem me deseja... e assim se torna o motivo das investidas e cantadas de muitos entre muitos com os quais eu cruzo no meio caminho, seja na academia, no meu prédio, na minha rua quando faço caminhada, no meu trabalho, na balada, na praia, no shopping... em qualquer lugar que eu esteja eu noto que a minha bunda está sendo comida pela imaginação de algum marmanjo... seja ele tarado, machista, descarado por natureza, respeitoso ou discreto...
Me acostumei a gostar desse tesão que a minha bunda provoca nesses loucos... mas isso não quer dizer que eu dou mole não, apesar do meu vício por anal... pois calma lá, não é simplesmente chegar e me enrabar... pois quem escolhe quem come a minha bunda sou eu... sempre eu, claro... jamais dei sem estar a fim e tão pouco deixei alguém comer ela a força... porém, se o cara me passar firmeza, tesão eu até relaxo e gozo... contudo, eles até são gentis, embora fiquem descontrolados quando eu falo pra eles a frase: “Come a minha bunda, come?” Pois quando eu permito é porque eu estou com muita vontade, é porque eu estou com as minhas preguinhas anais piscando como se pedindo por uma rola o mais rápido possível...
Descobri sexo anal aos 18 anos... me iniciei sexualmente bem jovem, por pura curiosidade e para acompanhar as minhas colegas de escola que já tinham dado, e confesso que não foi nada boa a minha primeira vez, como normalmente não é para muitas garotas... mas com o tempo, quando fui virando mulher por dentro e por fora, fui me descobrindo mais fogosa e fui curtindo sexo mais e mais... e nisso fui conhecendo as possibilidades do meu corpo a cada transa, fui me libertando e ousando ainda mais, até dar a minha bunda pela primeira vez... e o filho da puta que primeiro comeu meu cu, comeu tão gostoso que eu viciei na coisa... sim... acabei me convencendo de que eu adoro anal... confesso... adoro de uma forma que chego a ficar inquieta, arredia, chata, agitada, rebelde se não provo quando estou a fim... e só alivio quando sinto uma rola bem grossa e dura fudendo meu cuzinho bem gostoso...
Eu trabalho num escritório dentro de uma empresa, cercada de colegas mulheres e homens, onde naturalmente sou alvo frequente de algumas cantadas e investidas, e claro, a minha bunda sempre salientada em saias, vestidos ou calças jeans diariamente chama a atenção de todos esses colegas e chefes... e confesso que eu gosto dessa atenção dada a minha bunda enquanto transito pela empresa, pois me excita saber que eles estão ali me espiando de pau duro e me fudendo a bunda por pensamento, fico molhadinha, arrepiada, latejo meu grelinho dentro da minha calcinha, e claro, pisco meu cuzinho como se sentindo ele sendo comido pela imaginação desses tarados colegas...
Porém, é aquela coisa... só porque curto tomar no cu não quer dizer que eu saia dando a minha bunda pra todos... eu escolho quem deve meter o pau no meu cuzinho...
Já tive algumas oportunidades de dar a bunda nesse ambiente de trabalho, certa vez fiquei até depois do expediente com um colega, ele é legal e até mesmo um gatinho, mas algo nele não despertou em mim a vontade suficiente pra eu querer dar a minha bunda pra ele, muito menos trocar uns beijos... enfim, ficou só na amizade mesmo...
Noutra oportunidade eu estava na sala de xerox na companhia de dois, um moreno alto e um branquinho magro, confesso que comecei a pensar bobagem com os dois... o corredor estava deserto, a chave da sala de xerox estava ali na porta e poderia ser trancada por nós, eles aparentavam terem paus grandes suficientes, meu cuzinho até piscou muito de tanto que pensei nos paus deles me currando, minha pele arrepiou e uma voz safada me influenciava a tentar uma DP ali mesmo com eles... mas acabei brochando quando eles começaram a conversar somente sobre futebol e assim fazendo de conta que eu nem existisse...
Outra chance que tive de dar a minha bunda no trabalho foi quando eu estava com um empresário, um cliente, após uma reunião, o cara era meu tipo de homem, atraente, alto, encorpado e com cara de viril... eu estava de saia e terninho em linho, blusa em seda branca, sentada de coxas cruzadas diante dele, onde ele falava com alguém pelo seu celular... eu estava decidida mesmo a dar para ele, pois meu cu estava piscando agoniado pedindo a rola dele, assim eu estava só esperando ele parar de conversar que eu me levantaria da minha cadeira, subiria minha saia, desceria a minha calcinha e encostaria a minha barriga de bruços na minha mesa, onde eu daria uma empinada bem safada pra ele ao mesmo tempo em que pediria bem sexy pra ele meter no meu cu... porém perdi a vontade quando ele parou de falar e começou a ver vídeos bobos no celular dele e a rir de forma idiota, chegando a me mostrar esses vídeos também... Na boa, não seria um Mané desses que comeria o meu cu...
Contudo, se tinha um cara com quem eu realmente queria fuder e principalmente sentir a pica dele no meu cuzinho era um que não tinha nada a ver com meus colegas, chefes ou clientes... falo do segurança, um jovem de uns 24 anos, moreno claro, bem alto e que ficava ao lado da porta de entrada do corredor entre os escritórios... Eu admirava muito ele somente de olhar para ele, pois eu não conhecia ele de fato por nunca ter conversado com ele, apenas me excitava muito passar por ele todos os dias ao chegar e ao ir embora, dando sempre bom dia ou boa noite pra mim com aquela voz rouca dele, e ele sempre sério, rústico, com aquele avantajado corpo sarado em trajes pretos e mãos enormes... nossa, ele me deixava facilmente latejando de tesão, de desejo, de vontade de saber como seria a pegada dele me domando por trás... como seria ele de pau duro e fudendo o meu sempre atiçado cuzinho... enfim, ele era realmente quem eu queria fudendo a minha bunda ali dentro...
Mas fora do trabalho, ao chegar em casa, em meu apartamento, bastava chegar a noite e eu tomava aquele banho de sais na banheira, depois no quarto hidratava a minha pele todinha, fazia uma sutil maquiagem com um batom da cor dos meus rosados e carnudos lábios, escovava meus loiros e ondulados cabelos, colocava a mais linda e sexy lingerie e por cima um tubinho preto que ressaltava as minhas curvas e recheios, montava em saltos altíssimos, pegava minha bolsinha e descia rumo ao estacionamento, no qual entrava em meu carro e pegava estrada rumo a noite... pois é quando a noite chega que eu posso aprontar, e eu não somente sempre fui dona de mim mesma, das minhas vontades, como sempre gostei de ir em busca de prazer, cheia das mais gostosas intenções, com a minha libido dentro de mim fazendo meu corpo loiro arrepiar e ofegar, fora os latejos dentro da minha delicada calcinha deixando a minha bucetinha rosada toda lubrificadinha, ansiosa para receber uma rola bem gostosa que a pudesse fazer gozar muito... e claro, disposta a provar do meu maior fetiche, tomar no meu cuzinho, claro... mas isso caso o carinha com quem eu ficasse me despertasse tal tesão, sendo que ele se comportava piscando durante todo o instante, pois só de pensar que eu poderia ser domada de quatro e enrabada gostoso, eu já ficava louca para chegar na balada...
E aqui, nesta balada, eu me fazia sozinha, como na maioria das vezes, transitando entre pessoas lindas, jovens, cheias de vida e intenções, com meu drinque na mão, jogando meu charme e sempre atenta aos olhares que chegavam a mim constantemente... eu me virava para qualquer lado e já dava de cara com olhares me admirando, flertando, me observando ou tramando chegar junto... e eles sempre vinham, assim rolava aquele papinho mole cheio de disfarces quando um cara demonstra interesse de me comer, onde eu deixava rolar enquanto observava e avaliava se eu persistiria ou não... e quando eu sentia algo que não batia bem, tipo, falta de empatia, falta de tesão e tal eu dispensava na boa, dava uma desculpa qualquer, dizia que estava acompanhada e que meu namorado estava por perto... afinal, quando meus olhos batem e meu instinto não quer, eu não continuo... assim lembro que veio em mim um carinha meio que chegando de surpresa, falando:
- Tava te vendo dali... a gente pode trocar uma ideia, conversar? Quer ir pra um canto melhor?
Eu poderia falar não na cara dele, dar outra costumeira desculpa, claro, como dei para os demais, mas este mexeu comigo, fez com que meu corpo reagisse gostoso, com sensações que só a minha libido explica...
- Depende do canto... se não for muito escondido...
- Bom, o que eu quero te falar pode ser em qualquer lugar daqui, mas acho que sentados à mesa e lado a lado seria melhor pra eu te olhar nos olhos com mais calma...
Olhar nos meus olhos, para quem estava ali perto me olhando o corpo todo e antes de chegar em mim estava de olho na minha bunda, certamente era o despiste perfeito para a real intenção dele... mas eu fui, pois como eu disse, eu tinha gostado dele, tinha pintado um clima sim... E aqui estávamos, à mesa, bebendo drinques, pedidos por ele, sentados em um sofá encostado em uma escura parede, conversando meio ao pé do ouvido por conta do som alto da pista e se olhando frente a frente naquela climatização piscante das luzes e do semi escuro da boate, entre risadas e gestos repetitivos de quem estava claramente flertando um com o outro numa tentativa de disfarçar um interesse mais ousado... até que, enquanto eu falava, ele me pegou o rosto e me tascou um beijo, e foi um beijo dos mais deliciosos, no qual a minha língua foi massageada pelos gulosos lábios dele, e meus lábios mamados, sugados... e durante isso as mãos dele até então se mantiveram contidas, descendo e subindo em minhas costas e braços de maneira acariciada... porém, foi só eu abrir minhas pernas que uma dessas mãos dele escorregou e encontrou o caminho livre para entrar por baixo do meu tubinho preto erguido em minhas coxas, e assim me arrancar um gemido no beijo dele enquanto eu sentia a palma dessa mão dele apalpando a minha buceta com calcinha... buceta que, se já estava pulsante, ficou mais ainda por sentir a pegada viril da mão dele...
Daqui fomos pro meu apartamento, pois dificilmente aceito ir com um cara estranho para onde ele quer, prefiro trazê-lo pro meu ambiente, assim sou mais solta, sou mais ousada e livre pros meus desejos... tanto que aqui estava eu, nua e de quatro no meio da cama, sendo domada pelos meus quadris e puxada com força por ele, onde a minha bunda batia de encontro a virilha sarada dele, que estava ajoelhado atrás de mim, enquanto eu era sacudida junto ao colchão, de olhos revirados e rosto pra frente, peitos por baixo sendo sacolejados e boquiaberta a balbuciar entre gemidos tudo aquilo o que falo somente entre quatro paredes enquanto estou tomando no cu:
“não paaraarr, não paaraarr, iissoorr, iissoorr, fode meu cuu, filho da puuta, foodiirr, foodiirr, foode meu cuuurr... rraammmrr, rraaammmrr, rraaammmrr, rraaammrr... aaii deliiicia, soca rola no meu cuuzinho, soocaarr, sooocaarrr, sooocaarr... rraammmr, rraammmrr... não paara, não paara, me faz gozá, vaaiimmrr... aassiimmrr, aasssiimmrr, rraammrr, rraaammmrr...”
O que me dava tesão aqui era não só sentir a paudurescência dele socando acelerado em meu cu como a forma que ele me dominava pelas ancas, se mostrando tarado pela minha bunda, pois enquanto sou currada eu fico louca e estimulada justamente por sentir e ver que o cara que me enraba tá se deliciando de fato com a gostosura do meu rabo, adoro sentir e ver que ele está me metendo rola no cu sentindo um puta de um tesão, como se jamais tivesse comido a bunda de nenhuma outra... e eu sei que ficar atrás de mim quando estou de quatro sempre deixou os caras loucos, assim gozo forte nessa socada de rola interminável que tomo no meio do meu cuzinho... fico toda arrepiada e chego a revirar meus olhos de tanto que gemo manhoso ao gozar com um pau agitado no meu cu... fudendo, fudendo, fudendo... aaiii, que tesão... fico molhada aqui só em descrever as sensações deliciosas que meu corpo prova enquanto estou sendo fudida no cu... viro puta, empino safado e grito de tesão, peço mais, mais, mais forte e que não tire o caralho enquanto eu não sentir esse meu cu arrombado...
Puta que o pariu, e o filho da puta, atrás de mim, estava tão atiçado de tesão pela minha bunda gostosa e pelo meu jeito safado e tarado de reagir as socadas de rola dele no meu cu, que ele gemeu berrando e parou abruptamente enquanto espremeu a virilha suada dele na minha bunda... deixando o pau dele duro feito uma barra de ferro todo enfiado no meu cu... latejando e cuspindo muita porra bem dentro... e eu de olhos lerdos, muito ofegante, olhava por sobre meu ombro para ele ali atrás, e me deliciava por ver ele explodindo de tesão nesse gozo dentro do meu cu...
E com ele parado... de pau no meu cu... coube a mim movimentar meu corpo pra frente e para trás, batendo bunda na virilha dele, fazendo meu cu boquetear o pau dele... e ele sofrendo com espasmos, ainda de pau em estado de gozo, segurando minhas nádegas redondas, até mesmo estapeando elas... me chamando de gostosa, de safada... elogiando minha bunda e metendo, metendo, metendo... e assim fazendo meu cu gozar...
Depois de trepar um pouco mais com ele, eu despachei ele, pois não estava a fim de ter um macho dormindo na minha cama nesse dia, ou melhor, nessa madrugada... e bastou ele se vestir e ir embora que eu tomei um banho rapidinho, coloquei um vestidinho e desci rumo ao meu carro, indo beber algo em algum barzinho... pois depois de dar o cu gostoso assim eu adoro tomar um drinque que me acalme os fluidos, a mente e o tesão... E claro que uma mulher como eu, chegando sozinha assim num bar agitado, numa madrugada, desperta olhares de imediato... logo que sentei num banquinho diante do balcão do bar, dando uma cruzada de coxas, mal pedi um drinque ao barman e um carinha chegou junto em mim, com um sorrisinho maroto e me olhando nas coxas e no meu decote ao invés de me encarar nos olhos... contudo, meu olhar aqui não era para ele, estava adiante dele, pra um carinha que estava de costas pra esse balcão enquanto conversava frente a frente com um outro cara... era um sujeito moreno claro, alto e forte, com cara de homem discreto, trajado em uma camiseta branca e um jeans... esse sim me interessou, pois foi meu instinto que escolheu ele... tanto que nem liguei pro carinha aqui diante de mim, me falando bobagens enquanto me cantava, aliás, o pouco que olhei para ela foi para falar pra ele que eu queria ficar sozinha, se ele não se importasse... e ainda bem que ele me atendeu porque tem homem que não aceita um fora e chama logo a mulher de vadia... e assim esse carinha saiu da minha frente, desconfiado, chateado, me achando uma fresca talvez... mas foda-se, eu dou minha buceta e o meu cu para quem eu escolho, e neste momento eu tinha escolhido o carinha que estava bem ali a metros de mim nesse balcão...
E aqui estava eu, sentada de coxas cruzadas diante do balcão, tomando meu drinque e esperando o tal carinha que eu estava a fim olhar pra mim, sendo que não demorou nada e ele virou o rosto para mim enquanto dava um gole em seu copo de uísque, e ao me olhar olhando para ele, ele logo cochichou algo com o amigo e se direcionou a mim... vindo falar comigo...
Minutos depois estávamos aqui sala adentro do meu apartamento, nos beijando afoitamente, esbarrando em móveis, arrancando roupas um do outro de forma agressiva e jogando pela sala toda... e ele comendo meus peitos ao me encostar num móvel, me encoxando de frente e eu metendo a mão na sunga dele, dando uma apalpada no cacete dele, sentindo o quão duro e grosso era, puxando ele pra fora... e ele, me comendo o pescoço e peitos, me arrancando os mais loucos e agoniados gemidos, me pegou de jeito de uma forma que eu gemi explodindo de tesão, porque ele fez justamente aquilo que eu esperava que ele fizesse, que foi me virar de barriga na mesa e por trás me puxou a calcinha abaixo e abruptamente esfregou o pau dele no meio da minha bunda, procurando a minha buceta, onde me empinei toda pra ele, que por sua vez me deu uma fincada de pica na minha buceta que eu gemi toda arrepiada, abrindo minhas pernas pro entra e sai da rola dele ficar mais desenvolto, com minhas mãos apoiadas na mesa a minha frente enquanto por trás ele já batia virilha na minha bunda ao me socar forte e acelerado o pau na xana:
“aaiii teesããoo, iiissoo, iissso, assiimmrr, não paaraarrr, rraammmr, rraaammmrr, rraaaammmrr, me foode gostooso, vaaiimmrr, rraammmrr, aaiii que deliiciaaaarr, rrraaammmrr...”...
Sentir um pau tão gostoso, duro e grosso agitado dessa forma na minha buceta, fudendo forte sem sair de dentro, me deixando sem fôlego e toda arrepiada entre espasmos, rapidamente me fez bambear as pernas por conta de uma puta gozada, que eu acabei caindo debruçada por sobre a mesa na qual eu me apoiava aqui no meio da minha sala... e a pegada do filho da puta comedor de buceta ali atrás de mim era tão firme e forte, onde ele batia constante a seca virilha dele na minha bunda, que me fez ficar com uma vontade descontrolada e mais do que imediata de dar o meu cu... e assim, enquanto eu gozava pela segunda vez no pau agitado dele fudendo a minha buceta, eu pedi:
“Mete no meu cuu, meetiirr... rrraammmrr, quero no cuur, quero no cuuurr, quero toda no meu cuuuurr... rrraaammmmmrrr...”
Em poucos segundos eu estava aqui já pornograficamente arreganhada e empinada de quatro no sofá da minha sala, enquanto ele, em pé ao chão e atrás de mim, empunhava o seu cacete esfregando-o no meio da minha bunda... cuspindo no meu cu e empurrando o seu falo de encontro:
“aaaiii, que deliiciiaaarr... iisssoo, deixa assiimmrr, deixa assiimmrr... aaaiii pau gostooso no meu cuuurr... rraaammmrrr, agora foode, vaaiimmrr, fode meu cu, fooodiirrr... rraammrr, rraammmr, rrraammmr, rraaammmrr, aaiii que teesããoooorrr, aaiimmrrr, aaiiimmrr, aaaii meu cuuurr, aaiiimmrr... iissoorr, iisssoorr, assiimmrr, assiimmrrr... fode gostoso meu cu, foodiirr, foodiirr, foodiirrr, rraammmr, rraammmrr... não paaraarr, não paaraarr, não paaraarrr, iissooorr, aaaiii teesããõoorr, rraammmmrr... come a minha bunda, filho da puuta, coomiirr, rraaammmrr, rraammrr, rraammmrr, rraammrr, pau no meu cuuurr, pau no meu cuuurr, pau no meu cuuziiiinhooorr, rraammrr, aaii caraalho tô goozaaammmm.... rraaammmmrr...”
Meu cu foi se acostumando a gostar de rolas de todos os tamanhos, e confesso que quanto mais grossas, mais gostoso meu cuzinho goza... porque é no alargamento das minhas pregas que eu me arrepio, e por mais que sentir minhas pregas sendo alargadas me arde, é justamente a dor que me deixa viciada em continuar tomando no rabo... e dentre tantas rolas que me foderam gostoso o cu, algumas em especial eu tive que provar, como por exemplo, a rola de um homem negro... afinal, todos os conhecem por bem dotados... como por exemplo, numa certa vez, eu estava voltando da academia, que fica na esquina do meu apartamento, era final de tarde de um sábado qualquer, aliás, um quente sábado no Rio, eu estava trajada com tênis, uma calça em malha de ginástica cor cinza e um tope laranja, ambos salientando minhas curvas e recheio, assim eu parei meu carro ao lado de uma loja de proteínas, eu estava sem meu suplemento alimentar que eu costumo tomar em casa... entrei, haviam poucas pessoas dentro da loja além do atendente e dono ali no balcão... transitei entre prateleiras escolhendo meus suplementos de sempre, mas logo meus olhos foram roubados por um deus do ébano que ali entrava, ele estava de tênis pretos, de calma moletom folgada preta e uma camiseta branca bem colada, moldando seu bem esculpido peitoral, ele era calvo e pele negra bem escura... impossível não ter notado ele, pois o cara era um gato, e estava ali diante do balcão conversando com o dono da loja, possivelmente amigos...
E é aquela coisa, quando meus olhos batem, meu corpo sempre responde meio que me forçando a tomar uma atitude para de alguma forma provar...
Fiquei aqui diante da prateleira olhando tudo na pura intenção de chamar a atenção dele ali perto, onde em alguns momentos eu chegava a me agachar ao chão para que ele, dali do balcão, pudesse melhor espiar a minha bunda... até mesmo fiquei em pé e inclinei apenas meu tronco para baixo ao pegar algo na parte debaixo dessa prateleira, na pura intenção de jogar minha bunda para trás e deixar ele deslumbrar... e quando eu me erguia eu espiava ele ali disfarçadamente de canto de olho enquanto ele estava ali de papo com o dono da loja ao balcão... e eu notava eles falando de mim, cochichando e segurando seus risos...
Enfim, e já com meus produtos em mãos eu fui me aproximando do balcão, sendo que eu já havia conseguido chamar a atenção dele, mas que disfarçou seu olhar para mim como forma de ser respeitoso, discreto e tal... dei meus produtos para o balconista passar no caixa enquanto eu meio que olhava de canto de olho pro negro gostoso ali ao meu lado direito, de braços e cotovelos por sobre o balcão... contudo eu tinha que chamar a atenção dele para ver se ele agia, e assim dei uma olhada para ele, que estava olhando pra mim... ele riu amigavelmente, e eu ri igualmente, porém deixando claro em meu olhar que estava a fim... se ele notou ou não era por conta da percepção dele... afinal, logo o dono da loja me daria as minhas compras numa sacola e eu teria que deixar o lugar, e eu estava indo pra casa, era sábado a noite e ele me despertou a vontade de dar uma...
Puta que o pariu, ele apenas me olhava vez e outra mas não puxou conversa nenhuma comigo... eu peguei a minha sacola de compras, saí de perto do balcão e fui deixando a loja... saindo pela porta de vidro... porém eu fui quase que em câmera lenta, claramente dando tempo suficiente pra ele tomar uma atitude e vir atrás de mim... cheguei a parar ali na calçada diante da loja e a fingir que estava esperando algo... e como o tempo passava e o puto parecia não ter tomado uma atitude, eu fui me dirigindo rumo ao meu carro, contudo, logo que cheguei na porta do meu carro eu olhei pra porta da loja e lá vinha ele saindo, de cabeça abaixada olhando o seu celular em mãos, se dirigindo para outro rumo contrário a onde eu estava aqui parada diante meu carro... e nisso, diante da necessidade latente do meu corpo, me forçando a ousar, eu fiz o que ele não fez, ou seja, tomei a iniciativa e dei um psiu pra ele, e como a noite aqui fora da loja estava meio silenciosa, ele escutou e rapidamente virou o olhar pra mim... e com um gesto de cabeça eu chamei ele... que veio sem pressa, já abrindo um sorriso e parando diante de mim, logo fui bem direta e sem frescura enquanto abri a porta do passageiro do meu carro:
“Vem comigo pro meu ap?”
Meia hora depois, no meu quarto... aqui estava eu, já completamente suada depois de alguns minutos fudendo forte e selvagem com ele, meio lerda após alguns orgasmos que o vigoroso empenho dele me causou... mas faltava a cereja do bolo, um final apoteótico para essa transa tão deliciosa até então, pois eu já havia provado de algumas delícias em várias posições na cama toda e até em pé, e só faltava aquilo o que mais me satisfaz... assim me pus de quatro na cama desarrumada, e sendo ele um puta de um negão tudo de bom e com um cacete quase que do tamanho do meu antebraço, eu falei pra ele, olhando para ele por sobre o meu ombro direito, a frase que sempre deixou qualquer macho enlouquecido enquanto olha a minha bunda:
“Come meu cuzinho, come?”
Nossa, sentir a rolona preta e imensa dele apenas entrando no meu cu foi algo agonizantemente prazeroso, e para quem é tarada por anal como eu foi quase que um orgasmo imediato... de uma forma que gemi toda manhosa e delirando só em sentir as pregas do meu cu sendo apartadas pela grossura desse mastro, ao mesmo tempo em que eu, de quatro, fiquei de olhos revirados e imaginando a imagem dessa rola tesuda entrando... entrando... porém comecei mesmo a gemer e a chorar de tesão feito uma puta quando enfim senti a chapada virilha dele espancar as minhas nádegas numa sacudida ferrenha para frente e para trás... com as imensas mãos dele me segurando as ancas e me puxando constante de encontro as socadas de pica dele no meio da minha bunda:
“iissooorr, iissooor, não paararr, não paararrr, assiimmrr, aassiimmrr, assiimmrr, aaii que deliiciiiaarr, aaiiimmrr, aaiimmrr, aaii como é bom tomá no cuuurr, como é booouummmrrr, rraammmr, rraaammmrr, não paaraarr, mete maaiiss, maaiis, assiimmrr, rraammmr, rraammrr, rraaammmrr, aaiii, fiilho da puuta do pau gostooosuuurrr... rraammmrr, rraammmrr... coome meu cu, coomiirr, come meu cuu, coomiirr, come meu cuurr, come meu cuuurr, come meu cuuurr... coomiirr, coomiirr, coomiirr, cooomiirr, rraaammmr, rraaammmr, rraaammmr...”
Fiquei tão louca de tesão com a pegada desse negão, que me descontrolei a pedir enquanto ele me sacudia mandando ver na minha bunda varadas que entravam de uma vez e inteira no meu cu indo e vindo cada vez mais acelerado:
“aaiiiimmmrrr, aaaii meu cuuuurr, aaiiirr, aaiii, caraalho, assim tu me arromba o cuuuurrr, rrraaammmrrr... não paara que meu cu tá goozaaandoooorrrr, rraaaammmmmrrr...”
Pois bem, pulando aqui pro dia atual, estava eu chegando em meu trabalho depois de uma noite onde dei meu cu duas vezes, pro gato da balada e para o outro que conheci no bar... porém, atenta a quem sabe provar de mais uma foda anal, caso eu ficasse a fim... aliás, passar pela porta ao chegar para trabalhar e dar de cara com o tal segurança gato, gostoso e atraente que sempre me desperta tesão, já é mais do que um grande motivo que me deixa a fim... e se não bastasse a minha vontade de dar pra ele, eis que ele me deu bom dia, onde eu retribuí com o meu bom dia, e ao passar por ele, experimentei olhar para trás e dei de cara com ele olhando pra minha bunda, tão salientada na minha saia em linho justa, e se não bastasse ter visto ele olhando pra minha bunda, ele ainda deu aquela ajeitada marota com a sua mão no pau ali duro em sua calça... certamente duro por mim... e isso me deixou motivada... ele notou que eu vi, porém virei meu rosto pra frente e segui caminhando rumo ao meu escritório que ficava ao fim do corredor, ciente de que ele ali atrás ainda estava admirando meu rabo... e que bom que ele olhava, pois eu adorei...
O dia de trabalho rolou comum e igual a todos... até aí tudo normal, até que eu cometi um erro em uma planilha de contas em meu computador, e assim eu tive que me debruçar nisso e contornar esse erro, e isso me pediu tempo... assim veio o final do expediente, onde todos meus colegas e demais pessoas do prédio foram indo embora ao ponto deu me dar conta que estava sozinha... e o segurança gato ali passando no lado de fora, no corredor olhando pra mim através dos vidros da porta da minha sala, indo e voltando com suas mãos cruzadas atrás, com seu peitoral estufado em sua camiseta preta e fisionomia sempre séria... caralho... eu aqui sozinha na minha sala e ajeitando já as minhas coisas em minha bolsa e me preparando para descer e ir pra casa, contudo, essa era a chance que eu talvez não mais poderia ter para fazer acontecer aquilo o que eu queria... provar desse delicioso rapaz...
Não pensei nem mais e nem menos... meti minhas mãos por baixo da minha saia e puxei minha calcinha tirando ela pelas minhas coxas abaixo... abri os botões da minha blusa em algodão branca, deixando meu sutiã branco em rendinha a mostra, diante de meus avolumados seios meio que apertados nele... joguei meu terno ao lado numa cadeira, passei dedos em meus ondulados cabelos loiros, e aqui dei passos até a porta e saí... e lá ao fim do corredor ele estava, onde eu olhando para ele, da minha porta, acenei para ele meio que mordendo meu lábio inferior, sendo que meu corpo explodia em arrepios, meu estomago gelava e minha buceta sem calcinha tremia pedindo rola... a rola dele, claro...
Ele atendeu a meu aceno e veio... caminhando um pouco mais apressado, e por estarmos sozinhos e em total silencio, cada toque de seus sapatos pretos no chão seco do corredor soavam como os latejos na minha buceta, ansiosa por ele... caralho, eu estava muito decidida a dar minha buceta e meu cu pra esse putinho gostoso... tanto que quando ele chegou em mim, eu peguei ele pelo cós da calça dele e o puxei de uma vez pra junto de mim ao tempo em que eu dava passos para trás entrando na minha sala, fechando a porta com a chave e abaixando as persianas, e então agarrando ele com gulosos beijos, que me agarrava ao meio, me apertando junto ao corpo largo e sarado dele, onde eu lacei a cintura dele com uma perna, e ele tendo a gostosa surpresa deu estar sem calcinha ao passar a mão na minha bunda, tudo enquanto eu rebolava esfregando a minha virilha na virilha dele, os dois em pé, com ele de bunda encostada na beirada da minha mesa... e em meio a esse amasso fogoso eu e ele gemíamos e fungávamos num beijo arreganhado, nos tirando camisa, blusa, calça, saia, sunga e sutiã... e da mesma forma apressada e agoniada eu derrubei coisas da minha mesa com meu corpo ao ser deitada de costas por sobre ela, enquanto ele, em pé e entre as minhas pernas, me enfiava a rola dele na minha buceta ao tempo em que de imediato me puxava pelas minhas pernas erguidas e abertas, movendo os quadris rapidamente ao bater virilha entre as minhas pernas... me fudendo, fudendo, fudendo...
Deitada na mesa, meus peitos loiros eram chacoalhados pelo ritmo dele me bombando entre pernas, fudendo, fudendo, fudendo, me metendo gostoso e sem dó na minha buceta, onde eu revirava meus olhinhos, boquiaberta a gemer manhoso e às vezes sufocando diante do tesão que era sentir a inchada cabeça da rola dele me socando por dentro, me apartando acelerado as internas paredes viscosas... e o pau do safado era imenso, grosso, duro feito rocha e envergado pra cima, e assim eu tinha o teto da minha xana esfregado pelo inchado falo dele de forma acelerada como se me rasgasse por dentro... puta que o pariu, que gozada eu dei na rola dele, assim, tão de repente, tamanho o tesão que me arrebatou diante da forma afoita e faminta que esse moleque bom de pica me comia... às vezes que eu abria meus olhos eu enxergava ele ali urrando gemidos ao mandar ver entre as minhas pernas, me segurando elas, fudendo, fudendo... metendo toda e sem tirar nem um segundo de dentro... gozei de novo, agoniada, me estrebuchando deitada, toda arreganhada na mesa e ainda sentindo o pau dele socando dentro de mim aceleradamente, o qual estava todo lambuzado de suco, pois eu expelia melado da minha xana constante...
Ele parou pra não gozar na minha buceta, tirando o pau e dando um passo para trás, se sentando na minha cadeira ali atrás dele, onde me chamou: “Vem me chupar, vem?” Me ergui meio lerda dos sentidos depois de duas gozadas e fui saindo da minha mesa, me agachando entre as pernas abertas dele ali sentado, onde ajoelhada eu acariciava a minha xereca enquanto com a mão direita eu segurava o pau dele e de boca abarcada na cabeça da rola dele eu dei-lhe um puta de um boquete que ele aqui sentado e encostado na minha cadeira revirava os olhos e se contorcia de tesão... Nossa, que pica deliciosa de chupar, e quanto mais eu mamava, mais eu gemia revirando meus olhinhos sentindo o sabor, a maciez do inchado desse viciante falo... eu pus tanta pressão com meus lábios no falo da rola dele que ele gemeu agoniado tremendo a barriga e coxas enquanto eu sentia dentro da minha boca a explosão de porra do gozo dele... tratei de engolir tudo... e que delícia de porra...
Me ergui e sentei montada nele, de costas pra ele, na pica dele... onde aqui cavalguei batendo minha bunda nas coxas dele, e ele aqui sentado me observando por trás, se deliciando com a minha aloirada bunda subindo e descendo numa batida permanente no colo dele, com a minha buceta fudendo o pau dele... ele gemia demais, e eu mais ainda por sentir a dureza e grossura dessa picona me fudendo gostoso, me causando uma puta sensação de orgasmo crescendo em meu corpo todo... assim gozei e parei, curtindo o gozo, sentada no pau dele... onde aqui espremi o pau dele ao contrair os músculos da minha buceta como se mastigando o pau dele... nossa, e como estava duro o pau dele... e ao ficar aqui esfregando minhas suadas nádegas no colo dele, só me deixou com vontade de sentir essa picona deliciosa no meu cu... tanto que olhei pra ele por sobre meu ombro esquerdo, com ele sentando e curtindo meus rebolados na pica dele, e falei sussurrado e toda manhosa...
- Vem... come o meu cuzinho, veeiimmrr...
Ele levantou, e eu me coloquei de joelhos no assento acolchoado da minha cadeira... dando uma bela empinada, onde ele em pé, diante de mim, punhetava o próprio pau enquanto me comia a bunda com os olhos... apertava uma nádega suada e outra, dando tapas, me chamando de gostosa, e eu espiando ele ali por sobre meu ombro, e pedindo:
“Mete logo, meetiirr... quero no cuurr... quero muito no meu cuuurr...”
O fato deu estar transando no meu trabalho nem tanto me excitou, mas sim com quem eu estava transando e principalmente o fato deu estar sendo bem comida... pois quando sinto que estou sendo bem comida eu vejo logo que no anal, minha tara maior, o cara que me come vai mandar ver ainda melhor... e assim eu me sentia empolgada, ansiosa pela entrada da pica gostosa dele no meu cu... sendo que aqui atrás de mim ele já esfregava o seu falo no meu cuzinho, empurrando... encaixando... e eu já toda arrepiadinha, gemendo manhoso e pedindo:
“Meete, mete, meeetiirrr... rmmmrr...” Logo gemi mais alto e me arrepiando toda ao sentir esse falo dentro: “rrraammmmrrr...”
Daqui em diante coube a mim apenas empinar gostoso e a ele coube segurar firme em minhas ancas e a me empurrar mais... mais... mais e toda dentro... enquanto toda arrepiada e gemendo gostoso eu me descontrolava a sentir a socação do pau dele indo e vindo mais e mais forte no meu cuzinho:
“aaaii, fiilho da puutaarr, meete gostoso no meu cuzinho, meetiirr, meetiirr, rraammrr, rraaammmrr, rraaammrrr... assiimmrrr, iissooorr... aaaiii delicia de pau no meu cuuurrr... aaiiimmmrr, aaiiimmrr, não paaraarr, não paaraarr, assiiimmrr, vem mais, veeiimmrr, mete com mais força, meetiirrr, meeetiirr, aassiiimmrr, rraammmr, rraammmmr, rrraammmrr, aaiii, caraalho, assim tá gostoooso, vaaiimmrr, vaaiimmrr, rraammrr, rraaammrr...”
A empolgação dele atrás de mim era sentida por mim através da dureza da pica dele me rasgando as pregas num vai e vem sem fim e cada vez mais acelerado, onde ele me puxava pelas ancas e seguia batendo virilha na minha bunda... me fudendo, me socando, me fincando rola... não sei ao certo quantos cm tinham a rola dele, mas sei que todos esses cm iam e viam dentro do meu cu sem escapulir para fora... e eu gemendo, gemendo, porém empinada o suficiente pra deixar ele tarado enquanto os olhos bem abertos dele admiravam a beleza da minha suada bunda nessa permanente socação de rola:
“aaiimmrr, assiimmrr, assiimmrr, meu cu tá goozaannndooorrr, rraaammmmrrr...”
A constante sensação prazerosa que toda essa permanente socação no cu me dá é algo indescritível ... só sei que quanto mais meu cuzinho leva varada, mais ele quer que essa varada não acabe tão cedo... mesmo que meu cu goze... aliás, sentir o cu gozando num pau gostoso me deixa toda molinha, mas nem por isso o puto deve parar de socar, pois é diante da sensação de lerdeza e dormência nas minhas pregas que eu sinto ainda mais prazer em sentir o entra e sai do pau socando, socando, socando...
Enfim... depois disso eu estava aqui chegando em meu apartamento... me livrando da minha roupa meio amarrotada depois de ter sido tirada às pressas ainda no meu escritório... entrando no banheiro do meu quarto e relaxando meu corpo na banheira de água morna com sais revigorantes ao som de um samba romântico em meu celular ali ao lado... e aqui fiquei por minutos e minutos descansando meu aloirado corpo, refazendo minhas energias, sarando as rosadas pregas do meu cuzinho... afinal, já eram 7 da noite, e logo mais eu tinha compromisso... quer dizer, não tinha compromisso com ninguém em especial, mas eu tinha certeza que voltaria pro meu apartamento com alguém... pois meu cu quando goza gostoso, sempre pede mais... mais... mais... mais...
FIM!!
Bom, gente, espero que tenham curtido meu conto meio que biográfico... adoro, rsrsrs... aliás, quem por acaso tiver curtido, gostaria de convidar a entrar no meu apartamento, na verdade, no meu blog de nome apartamento69, pois nele tenho algumas das mais deliciosas e excitantes histórias... quem quiser dar uma conferida copie o link a seguir: http://contosdeliciosos.esy.es
... e sejam bem-vindos... beijos!!