Sou uma mulher madura e muito quente. Porém, por medo de ficar difamada passo meses a fio sem transar com ninguém. Mas, no começo desse ano, fiz a maior e mais deliciosa loucura que uma mulher pode fazer. Fui para os Estados Unidos, mais precisamente, a Nova York. Mal falava o inglês e não conhecia ninguém lá. Mesmo assim, me aventurei. Passei dez dias lá, hospedada em um hotel simples, sem luxo. Quando faltava 5 dias para ir embora, eu saí às compras e um carro preto, maravilhoso começou a me seguir. Comecei a ficar com medo. De repente o vidro do carro desceu e um homem maravilhoso começou a me perguntar as horas em inglês. Respondi do jeito que meu inglês permitia. Ele me ofereceu carona. Eu tinha certeza que o conhecia, mas não sabia de onde. Nunca estive antes em Nova York. Entrei no carro e ele seguiu silenciosamente. Dobrou algumas esquinas, seguiu reto por algumas ruas, tudo sem dizer uma palavra. E eu encafifada porque o conhecia de algum lugar. Ele parou o carro, abriu a porta para mim, me deu a mão e entramos numa casa suntuosa, mas que parecia desabitada. Fechou a porta atrás de nós, indicou uma escada e fomos subindo em silencio os vinte e quatro degraus que separavam o térreo do primeiro andar. Até aí, nada de novo aconteceu e e eu nem imaginava o que estava por vir.
Entramos num quarto maravilhoso e eu pude ter ideia do que aconteceria ali. Ele passou a tirar a roupa como se ela estivesse pegando fogo no seu corpo. Me deparei com o pênis mais lindo que já vi: enorme, rosado, imponente. Duro feito uma rocha, o que era de se espantar já que aquele homem tinha mais de 50 anos. Como se aquela pica enorme me hipnotizasse passei a chupá-la de forma vigorosa, a ponto dele gozar em minha boca. Mas, o pênis continuava ereto e duro como a estátua da liberdade. Arranquei minhas roupas, ficando apenas de calcinha, esta foi rasgada impiedosamente por aquele homem de 1,80 de altura. Ele me jogou na cama e passou a me chupar com tanta força que esmoreci. De repente senti 23 cm de pau entrando e saindo de minha bucetinha de forma frenética. Eu me mexia e remexia como uma cobra mal matada. Meu corpo queimava, eu parecia que ia morrer de tanto tesão. Até que gozei, esguichando meu líquido quente por toda a cama e pelo corpo dele, como eu nunca tinha feito antes. Antes que eu pudesse me refazer, Greg (vou chamá-lo assim) me pôs de quatro e passou a penetrar meu ânus com a mesma firmeza que arrombou minha xota. Quase morri de dor. Ele percebendo que eu ainda era virgem, pelo menos atrás KKKK, disse I"m sorry e passou a penetrar devagarinho. Apesar de ainda sentir um pouquinho de desconforto, acabei relaxando e sentindo prazer duplamente já que, enquanto seu pau rasgava meu cuzinho, sua mão ágil, com dedos longos e fortes acariciava freneticamente minha buceta. Ficamos assim o resto da noite. Nunca vi um homem meter tantas vezes seguidas. Ele se vestiu, esperou que eu me vestisse, deu um maço de doláres para mim, disse que era para o café. Perguntou em que hotel eu estava, respondi e ele, do mesmo jeito que na vinda, foi sem me dirigir uma palavra. Entrei no hotel toda dolorida mas satisfeita. Vi que não conseguiria dormir. Liguei uma série na televisão para ver se relaxava e descansava depois da surra de rola que levei. Para meu espanto, o protagonista da série era o cara que havia me arrombado na frente e atrás. Eu disse que o conhecia.