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04 de Julho, 2016 às 14:26 Por: 6969

FUI TRAÍDO E ACABEI COMENDO UMA JAPINHA NO POSTO

tags: corno; putaria; asiáticas; japinha; boquete; sexo; posto;
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Era uma noite vazia. Havia acabado de chegar do trabalho e o cansaço pesava em meus olhos. Fechei a porta do carro e entrei cabisbaixo em casa. Sara, minha esposa amada, a conheci em uma festa anos atrás e acabei engravidando ela por acidente.No entanto, por força da família dela acabamos nos casando.
Eu não tinha o que reclamar, ela tinha 1,54 de altura, moreninha com sorriso de criança. Busto pequeno, mas um quadril muito avantajado. Eu realmente gostava dela. Porém, sempre fui muito caseiro, gostava da família e do conforto do lar, nunca fui de ficar com muitas mulheres, mas sim de amar intensamente apenas uma. Ela era o oposto. Nos tempos de solteira, desde seus 14 anos já saia, bebia muito e já havia ficado praticamente com todos os meninos de sua escola. Me enfurecia as histórias de boquete que ela pagava ao lado do bebedouro ou da vez em que em um churrasco de turma ela, bêbada, deu para três de seus colegas de classe. Foi difícil, mas acabei ignorando esses comentários para me manter fiel a ela e próxima de minha filha. Só que tudo mudou nessa noite. Cheguei em casa e meu cansaço se dissipou ao ouvir gemidos estranhos vindo do nosso quarto. Tenho pesadelo com essa cena até hoje. Encontrei minha esposa de pernas abertas, contorcendo seus pés e gemendo de tesão enquanto Will, seu colega de trabalho metia sem parar na sua buceta. Fique paralisado, depois o ódio subiu na minha cabeça. Peguei uma cadeira e acertei com força nas costas de meu rival. Enquanto ele caiu berrando de dor pelado no chão do quarto, não tive dó e chutei com forças as bolas brancas do trairá indefeso. Minha esposa assustada com o coito interrompido gritou, correu para o telefone e ameaçou ligar para a polícia. Percebendo a besteira que fiz, mas ainda sentindo o peso dos chifres, corri para meu carro, pisei fundo e quando me dei conta estava em um posto no meio da rodovia.
Havia dirigido muito, estava com ódio da minha esposa e afogava tudo no álcool. Comecei com uma Smirnoff de limão, mas no final era só pinga. Eu queria matar minha esposa, a cena horrível que vi, mas beber não iria ajudar em nada. Desabafei para a garçonete. Era uma asiática ainda mais baixinha que minha esposa, cheirava a cigarro, os olhos puxados me atraiam. O turno dela havia acabado. Ela sentou do meu lado e começou a beber. Elogiei o seu colar dourado, ela minha força e confessou já ter passado pela mesma coisa. Olhei para seus lábios pequenos. Ela olhou nos meus. Eu disse estar morrendo de vontade de fazer uma coisa. Ela respondeu se aproximando. Demos um beijo molhado. Linguinha maravilhosa me fez esquecer de tudo. Fomos para o banheiro, fedia muito, mas eu estava embriagado com asiática atraente. Pele branca e para minha surpresa, uma bunda redondinha. Passei minha mão sedenta por prazer e notei que além de redonda era durinha. Que delícia, meu pal já não aguentava a calça.
Ela começou a lambendo meu pescoço. Retribui o favor. Ela sentou no vaso sanitário. Abaixei-me e fui descendo sua calça. Depois a calcinha preta. A xoxota aparecia-me como um grande prêmio. Já fazia algum tempo que ela não era depilada, mas aquilo só me excitava mais. Meti a boca sem dó, quando minha língua encontrou seu clítoris ela gemia como uma cadela. O cheiro da xoxota ficava mais forte. Continuei. Quando senti que deveria seguir a diante, abaixei minha calça e meu pênis de 17 cm pulou vorazmente para fora.
A japinha ajoelhou e começou a chupar. Masturbava-me e lambia minhas bolas com uma gula insaciável. Nossa, quanto tempo não sentia tamanho prazer, minha esposa não fazia isso (pelo menos comigo) a um bom tempo, mas tentava não pensar muito nesse assunto. A garota, ainda sentada no vaso sanitário, abriu as pernas e meu pênis foi de encontro a tão esperada vagina. Ela já não aguentava de prazer, gemeu baixo quando foi violada. Continuei metendo e ela gemia cada vez mais. Senti que meu gozo era próximo e pedi para ela mudar de posição. A sacana ficou de quatro no chão do banheiro. Transamos e transamos. A busceta dela não podia ficar mais molhada. Ela gemia muito, como se não tivesse medo que alguém nos encontrasse. Ocorreu o que eu temia. Ela era muito gostosa e meu gozo era iminente. Tirei ele para fora e voou porra no corpo dela todo. Ela me xingou. Eu a chamei para ir comigo, mas ela disse que não. Beijamos um pouco mais, só que agora ela tinha hálito de pinto. Levantei, peguei meu carro, bêbado e dirigi para algum lugar. O que acontece depois é outra história.

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