Olá, meu nome é Julia tenho 35 anos, 1,75m, 68 kg. Sou morena, cabelos cacheados longos, olhos castanhos. Não tenho muito peito, mas tenho a cintura fina e o bumbum empinado. Corpo de violão. Esse caso aconteceu na última festa de final de ano da empresa. Eu trabalho em uma metalúrgica e além de mim só tem mais 2 mulheres, uma senhora de 58 anos no departamento de compras e a telefonista de 17 anos. Eu trabalho no departamento de vendas com o Paulo que vivia me mandando indiretas. Eu não dava importância porque era noiva, mas um dia antes da festa eu tinha descoberto que meu noivo estava me traindo e estava bem triste. Na empresa tinha bastante espaço então eles resolveram fazer a festa lá ao invés de marcar em um restaurante. Contrataram uma empresa que servia comida de boteco com uns petiscos e bebidas bem gostosos. Como estava calor os homens ficaram mais na cerveja, eu não gosto de cerveja então estava tomando caipirinha. Resolvi que queria me divertir para esquecer a traição pelo menos naquele dia. Não me lembro quantas caipirinhas eu tomei. Em um determinado momento tive vontade de ir ao banheiro e quando estava lá, acho que por causa da quantidade de bebida ingerida, a realidade da traição veio forte e eu comecei a chorar. Estava de frente para a pia com as mãos apoiadas e a cabeça baixa por isso não vi o Paulo se aproximar. Quando senti ele me abraçando por traz me assustei.
- Nossa Paulo, que susto. O que você tá fazendo aqui?
Eu virei de frente para ele e ele começou a tentar secar minhas lagrimas com um pedaço de papel.
- Eu fiquei preocupado você estava demorando. Porque você tá chorando? Percebi desde manhã que você tá estanha.
Eu apoiei a cabeça no ombro dele e deixei as lagrimas rolarem e contei da traição.
- Shhhh, não fica assim, vai passar.
Ele falava fazendo carinho no meu cabelo.
- Eu sou feia? Sou esquisita?
- De onde você tirou isso? Você é linda e não tem nada de esquisita.
- Então porque ele está fazendo isso comigo?
- Porque ele é um idiota.
Escutei uma voz que não era do Paulo. Levantei a cabeça e vi que era o Daniel. Ele era operário na fábrica.
- Ah, que ótimo!! Daqui a pouco está todo mundo aqui me vendo chorar.
- Não se preocupa que o pessoal acha que vocês estão no escritório.
Paulo passava a mão nas minhas costas para me reconfortar.
- Para de chorar que ele não merece suas lagrimas.
Eu chorei mais. De repente comecei a sentir ele beijar meu pescoço e minhas lagrimas foram diminuindo.
Paulo era um homem bonito, tinha 38 anos, mais ou menos 1,85m, cabelos escuros e olhos verdes.
Ele beijou minha orelha e eu me arrepiei.
- Deixa eu te mostrar o quanto você é bonita e quanto tesão você desperta em um homem.
Escutei a porta sendo fechada e logo depois senti as mãos do Daniel nas minhas coxas e ele sussurrou no meu ouvido.
- Sabe quantos homens você deixa de pau duro sempre que vem desfilar essas suas lindas pernas na fábrica.
Daniel também era um rapaz bonito, tinha 32 anos. Loiro, olhos castanhos, um pouco mais alto que Paulo e mais forte. Ele gostava de puxar ferro na academia.
- E .. eu venho ... ver... verificar os pedidos
- Você vem atiçar nossa imaginação.
Ele abriu o zíper no meu vestido e começou a beijar minhas costas. Eles só estavam me beijando e eu estava toda derretida. Malditas caipirinhas!! Quando me dei conta estava só de calcinha e o Paulo mamando meus seios. Daniel atacava meu pescoço, segurou meu cabelo e tascou um beijo na minha boca. Sugava minha língua e pressionava meu corpo contra sua ereção. Ele escorregou a mão que estava na minha barriga para dentro da minha calcinha. Eu ameacei gritar, mas antes que eu conseguisse e tapou minha boca.
- Shhh, se você gritar todos vão saber o que nós estamos fazendo aqui.
Ele me beijou novamente capturando os meus gemidos de prazer enquanto brincava com meu grelinho e Paulo mamava meus seios. Os beijos da Paulo foram descendo pelo meu corpo e Daniel trocou sua mão de lugar atacando agora meus mamilos. Paulo tirou minha calcinha e me pediu puxando por traz do meu joelho.
- Coloca sua perna no meu ombro.
Fiz como ele pediu e quase caímos todos com o pulo que eu dei quando ele começou a beijar minha buceta.
- Calma princesa, assim vamos todos pro chão.
Daniel me segurava por traz, acariciando meus seios e beijando minha boca para que eu fizesse o mínimo de barulho possível. Paulo tinha uma língua magnifica e não demorou muito eu gozei.
- Você é uma delícia Ju! Tão gostosa quanto eu sempre achei que fosse.
Ele se levantou me segurando e Daniel me soltou. Paulo começou a me beijar e eu sentia meu gosto na boca dele.
- Você gosta de chupar?
Eu só balancei a cabeça informando que sim e ele me puxou até uma cadeira. Eu fiquei de joelho na cadeira e Daniel já estava com o zíper da calça aberto parado na minha frente. Ele colocou o pau pra fora da cueca e eu já caí de boca naquela coisa enorme. Mal cabia na minha boca.
- Que boca mais gostosa!! Coloca tudo dentro, vai.
Eu tentei colocar. Ele bateu na minha garganta me fazendo engasgar. Paulo tinha se colocado atrás de mim e estava alisando a minha bunda. Passou os dedos da minha buceta molhada até meu cuzinho. Eu parei o boquete.
- Não!!
- Você já deu o cuzinho?
- Já e doeu muito todas as vezes. – Disse eu já quase chorando novamente – Até isso eu fiz por aquele idiota e ele não deu valor.
Daniel pegou minha mão fazendo com que eu me levantasse e me olhou nos olhos segurando meu rosto.
- Conosco você só vai sentir prazer. Nada de dor. O imbecil com certeza não sabe dar prazer pra uma mulher.
Daniel me beijou novamente. Um beijo cheio de desejo. Quando me abaixei novamente quem estava lá com seu pau maravilhoso na minha frente era o Paulo e eu mais que prontamente o abocanhei. Ele me segurou pelos cabelos, mas não me forçava, foi no meu ritmo. Escutei um barulho de embalagem de camisinha sendo aberta e pouco depois a mão de Daniel na minha cintura. Ele pincelava meu grelinho e a entrada da buceta com o pau. Eu gemia desesperadamente no pau do Paulo que pulsava na minha boca.
- Desse jeito eu vou gozar rapidinho Jú.
Daniel me penetrou devagar e depois começou um vai e vem torturante. Eu já nem sabia mais onde eu estava. Paulo aumentou o ritmo e não demorou muito ele gozou enchendo minha boca. Eu engoli tudo e lambi até deixa-lo limpinho. Passou um pouco o Paulo sumiu. Como eu estava gemendo alto Daniel resolveu mudar de posição. Ele me pegou de frente, com as pernas ao redor da cintura dele e ele com as mãos na minha bunda. Ele me fodia contra a parede. Foi aumentando o ritmo e a profundidade dos golpes e eu gemia e gritava feito louca com a boca dele na minha pra abafar. Logo nós gozamos perdidos um no outro. Daniel saiu de dentro de mim e se sentou na cadeira comigo no colo para podermos nos acalmar. Nos levantamos e ele me ajudou a me vestir. Paulo voltou com a bolsa dele e a minha.
- Vamos continuar a festa lá em casa?
- Acho uma ótima ideia.
Ele se virou para o Daniel
- Tudo bem se você levar o carro dela?
- Sem problema nenhum – ele disse com um sorrisinho.
Continua...