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27 de Janeiro, 2019 às 22:45 Por: Kctudo Comedor

Gostosa casada no ônibus

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Embarquei no terminal rodoviário Tietê em São Paulo, acompanhado do meu filho de 5 anos, destino, cidade Guarapuava - PR onde morava meu amor. A saudade era tanta que 12 horas embarcado em um ônibus não me causava qualquer incômodo. Até porque os leitos são bem confortáveis.
Nas minhas poltronas havia um garoto deitado e sua mãe estava sentada imediatamente ã frente. Então ela toda solícita, se desculpou e veio tirar o garoto. Pedi que ela não se incomodasse para não acordá-lo, se ela não se incomodasse de meu filho sentar-se ao lado dela até que o garoto dela acordasse. Eu poderia me ajeitar tranquilamente, o que de pronto concordou.
Ao longo da estrada, por volta das 23:00 hs, o garoto acordou usando minha perna de travesseiro. Eu toquei no ombro da mãe e sugeri a troca das crianças. Abri umas embalagens com lanches que levava pro meu filho para ele se alimentar e compartilhei com ela. Oportunidade em que ela começou a puxar assunto comigo. Ela era uma mulher muito educada e gostava de falar. Morena clara, cabelos pretos, lisos na altura dos ombros.
Ainda não tinha visto o corpo dela, pois permaneceu sentada desde o momento em que embarcamos.
Ela me perguntou qual era o meu destino e o motivo da viagem, respondi que estava indo ver minha namorada que há 15 dias não a via, pos ela era médica e tinha uma clínica na cidade de Guarapuava. Ela sorriu e falou: o amor é lindo. - Comigo é o contrário, eu deixei o meu amor em casa e estou indo visitar a minha mãe. Ele é engenheiro e viria comigo nesta viagem, mas ocorreu um imprevisto no trabalho dele que o forçou a ficar. Eu vim só com o nosso filho. Na semana seguinte ele virá sozinho.
A conversa se estendeu por um bom tempo e já éramos amigos. Ela me perguntava do meu namoro, como eu conseguia manter um relacionamento ã distância, morando em São Paulo e minha namorada no Paraná. Sem qualquer pudor, ela disse que isso não daria certo com ela, porque não consegue dormir sozinha e que se dependesse dela, faria sexo todas as noites.
Eu estava excitado, pois as vezes não entendia o que ela falava e tinha que me aproximar para ouví-la melhor. Aproveitava pra ver seus seios fartos olhando por cima. Era maravilhoso.
Algumas pessoas desembarcaram e esvaziaram duas poltronas atrás de mim, com isso sugeri que colocássemos as crianças lá para ficarmos um pouco mais confortáveis e ela concordou.
Eu mantive minha poltrona na posição normal e ela reclinou a dela, isso fez com que o rosto dela ficasse bem próximo do meu e os seios cada vez mais ã mostra. Ela usava um perfume muito agradável. Aquilo começou a mexer comigo. Ela se esticou toda na poltrona e acendeu a luz de teto, acho que estava querendo que eu a percebesse. Nesse momento vi que tinha um corpo lindo. Cintura fina e quadril largo.
Abri a calça, tirei o pau pra fora e comecei a me me masturbar discretamente. Dei uma olhada panorâmica a a maioria das pessoas dormiam.
Tive uma ideia maluca (até hoje não sei de onde tirei aquilo), peguei um chiclete trydent, removi a embalagem e me masturbei com ele na mão. Meu pau estava todo babado e o chiclete ficou todo lambuzado. Então perguntei a ela: aceita um chiclete? - Sim, aceito. Embalei o chiclete de volta e lhe dei. Ela nem reparou na embalagem violada, abriu e pôs na boca. -Ai que delícia, meu preferido de melancia! Muito obrigada. - Pois é amiga, esse é o que mais gosto. Adoro esse cheirinho que fica na mão, sente... coloquei a mão no nariz dela. Nesse momento ela exclamou, que gostoso! Segurou minha mão sobre o seu rosto e ficou cheirando. E não se contentou, passou a língua na minha mão e lambeu toda aquela baba que estava do meu pau.
Daí ela me falou assim: Amigo, eu não consigo entender tudo o que você fala aí atrás, se quiser sentar aqui do lado, a gente se entende melhor. Aproveita que as crianças estão dormindo. Sem exitar eu sentei do lado dela e reclinei a poltrona, ficando igualado com e dela.
A gata pegou um cobertor e ao se cobrir, me cobriu junto. Logo meteu a mão na minha calça e começou a masturbar meu pau. Olhou pra mim e falou assim: Que coisa desproporcional é essa? Você não é grande pra ter uma coisa enorme dessas. Eu percebi que tinha algo de especial naquele chiclete e quero provar da fonte. Se virou embaixo do cobertor e me chupou com propriedade. Então ela me disse pra não gozar na boca dela porque não ia ficar desconfortável aquele gosto de porra na boca durante toda a viagem.
Daí virou de lado, ficando de costas pra mim. Tirou a calça legging revelando uma bunda branca redondinha com um fio dental minúsculo que sumia naquela exuberância. Ela mesma ajeitou e colocou meu pau na buceta. Tentem meter, mas ela mandou que eu ficasse parado e deixasse ela se mexer pra não denunciar o que estávamos fazendo. Obedeci e ela foi empurrando o bumbum contra mim até que sua buceta engoliu meu pau todo. Ela rebolava bem de vagar e eu a abracei por trás bem forte e mantive o pau bem fundo naquela puta gostosa. Ela pôs o celular pra tocar uma música e dividiu o fone comigo. Ficamos ali curtindo um ao outro segurava minha cabeça de forma que ficávamos de rostinho colado. Ela anunciou o gozo e eu beijei sua boca pra tentar suprimir seus gemidos altos.
Ficamos grudadinhos ali curtindo o momento, quando uma luz bateu no meu rosto. O ônibus parou e o motorista anunciou: primeira parada senhores, 15 minutos.
Deixamos todos sairem e só ficamos nós embarcados.
Ela me olhou e falou assim: você me paga, pedi pra gozar junto comigo e você ficou se segurando. Agora se vira que eu quero.
Tirei o pau da buceta dela e coloquei na entradinha do cu. - Aí não filha da puta, eu não faço sexo anal, exclamou ela. - Então pede socorro, porque do contrário vou comer seu cu, queira você ou não. Dei um beijo de língua nela, segurei sua cintura e fui forçando meu mastro. A cabeça entrou rasgando aquela morena casadinha gostosa. Ela mordeu meus lábios e travou as unhas no meu braço. Ai falou que eu devia sair com todas e que eu estava querendo tratar ela como as vadias que eu como. Aí sussurrei no ouvido dela e perguntei quem ela era e aonde o marido dela estava naquele momento. Sem dó soquei com força e fui invadindo aquele cuzinho virgem. Ela tentou gritar mas eu beijava a boca dela. Abracei o seu corpo bem apertado, chupava sua língua enquanto enfiava dois dedos na sua buceta. Fiquei parado com o pau todinho no seu cu enquanto fazia uma siririca na buceta dela. Daí eu falei pra ela: viu, não tão difícil ser puta. Ela sorriu e falou - você é incrível. Fode meu cu e goza logo que nosso tempo está acabando.
Enchi sua gruta de porra e ela correu pro banheiro do ônibus.
Saímos rapidinho, encontrei o motorista jantando e falei pra ele esperar um pouco que minha acompanhante teve uma emergência e precisou tomar banho. Lhe dei uma gorjeta e ele dilatou um pouco o tempo de parada.
Fiquei jantando com as crianças enquanto ela tomava um banho.
Durante o restante da viagem nós nos limitamos a conversar sobre outros assuntos. Quando chegamos no nosso destino, ela sugeriu comprarmos as passagens de retorno para voltarmos juntos, mas minha namorada arranjou um motivo de última hora e adiou minha viagem de volta a São Paulo. Não sei o nome daquela mulher e não voltei mais a Guarapuava, porque algum tempo depois eu rompi o namoro.

Comentários

04 de fevereiro, 2019 às 13:27
Eros29147
humm que mulher boa de mais

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