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12 de Junho, 2016 às 10:25 Por: Luciana

Hoje não... hoje sim... amanhã, talvez

tags: Tara
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O velho não parava de me olhar... que safado...


Eu sempre notei nele, através dos seus olhares safados pra mim, a sua vontade enorme de me comer... de me fuder muito... apesar dele ser muito sério e discreto... mas a real vontade de um homem independe da sua idade e postura, eu sabia que ele queria muito me comer...


Ele é amigo de trabalho do meu pai... na época deste ocorrido eu tinha 17 aninhos e ele uns 62 anos por aí, não sei, acho até que mais do que isso, só sei que ele era mais velho que o meu pai... era um senhor grisalho de 1 e 93 de altura, um monstro de homem, bem forte, barriga saliente sem ser pançuda ou flácida, peitoral largo, todo repleto com pelos grisalhos, barba grisalha bem podada, óculos de artes pretas bem grossas, sobrancelhas grossas em tom preto e grisalho... um homem de olhar meio triste, porém doce, gentil... um senhor muito cheiroso, unhas bem tratadas e sempre de terno e gravata alinhados, uma pulseira grossa de ouro no pulo peludo, anel de promotor e outro anel enorme de casado... ele tinha a mania, enquanto caminhava dentro da minha casa, de tirar o terno e ficar só de camisa, gravata e suspensórios presos a sua bem alinhada calça de linho riscada... muitas vezes fumando um charuto com meu pai no terraço do segundo andar, ou tomando uísque á sós numa antessala reservada para pós reunião de trabalho...


Ele me viu pela primeira vez aqui em casa mesmo, nessa época em que eu ainda tinha meus 17 anos, porém eu já era esperta em relação aos meus desejos e experiências provadas no sexo... Ele começou a vez em quando sair do escritório do meu pai e a ficar perambulando pela casa... justamente para me procurar, e assim ter o prazer de me reparar... seja onde eu estivesse ele vinha ao meu encontro... nos sofás da sala, na piscina, ele sempre vinha me ver... estivesse eu na varanda do terraço do segundo andar, em qualquer lugar, menos no meu quarto, claro, mas sei que ele tinha uma enorme vontade de entrar nele para me ver mais à vontade...


Meu pai era um idiota completo, quer dizer, sempre foi... e se jamais prestou atenção em mim, quanto mais nos olhares desse velho, amigo seu de trabalho, para a filhinha dele... Os dias certos e marcados para essas reuniões de negócios com o meu pai eram aos sábados, logo pela manhã, e se estendia até o final da tarde... e eu.. . bem... eu sempre levei a minha rotina em casa sem me preocupar com nada, eu sempre fui uma simples menininha mimada de classe média alta da zona sul do Rio, vivendo minha confortável vida de princesa, sendo servida por meus empregados e sempre em contato com meus amigos por telefone para jogar conversa boba pra fora sobre as mais diversas futilidades desse meu mundinho de luxo e facilidades... Eu sempre fiquei à vontade em casa, na minha, sendo eu mesma... com meus shortinhos colados na minha loira bunda redondinha e empinada, sem calcinha e assim esses shorts marcavam o volume e formato da minha bucetinha inchada e sempre com minhas blusinhas sem sutiã por baixo, deixando evidente os meus redondos peitinhos de moça com meus mamilos rosadinhos durinhos... até hoje, com meus 22 anos, eu vivo em casa assim, desinibida e sem frescuras... aliás, os seguranças vivem de pau duro de tanto me presenciarem assim, tão espontânea dentro de casa, e geralmente os homens de fora que vem aqui em casa ficam mais cativados ainda... por isso que estou aqui falando desse senhor, desse velho, amigo do meu pai... pois desde a primeira vez que ele começou a andar aqui em casa, nessa época em que eu tinha apenas 17, e me viu assim, toda dada e sem nenhuma repreensão dos meus pais, ele ficou bobo, salivando... e claro, sempre sendo o mais discreto possível para não deixar meu pai ou mãe notarem que ele estava... de pau duro, me comendo por pensamentos...


Ele sempre dava um jeitinho de me dar uma espiadinha... e nessas espiadas, eu mesmo, algumas vezes, notava que ele ficava por minutos e minutos sentado no sofá, disfarçando, lendo qualquer coisa, mas tirando seus olhos da leitura para me espiar passando pela casa ou sentada ali no outro sofá diante dele enquanto eu estudava ou assistia TV, e pelo tempo que ele ficava ali sentado, certamente era por estar impossibilitado de se levantar, devido ao seu pau duro estufando a calça... mas mesmo com esse prazer que ele tinha em me espiar pela casa ele sempre manteve o respeito por mim... nunca se insinuou e nem me disse gracinhas, pelo contrário, das poucas vezes que ele puxou conversa comigo foi para me perguntar sobre meu curso de direito e coisas referentes ao meu futuro como advogada, até se comprometeu a me ajudar com estágios e me deu dicas no concurso da OAB e tal... e eu conversava com ele sem muito interesse, pois ele era apenas um velhote amigo do meu pai... nunca pensei em dar pra ele porque meu lance sempre foi com moleques da minha idade e homens de 20 e 30 e tantos anos, mas senhores mais velhos que o meu pai, nunca... só que eu sempre fui safadinha, desinibida, meio pornô, e assim gostava sim de me insinuar pra ele justamente por saber que ele me espiava, eu curtia deixar ele ouriçado, mas jamais dei sinal verde pra ele vir com tudo... no fundo no fundo, eu notava nos olhos lascivos dele por meu corpo e por minha figura de ninfeta, a sua verdadeira vontade de me rasgar as roupas e me comer ali mesmo onde quer que estivéssemos...


Foi então que houve um dia, eu tinha já completado meus 18 aninhos, era quase final de ano, passaram-se meses de convivência com a figura desse senhor em minha casa... e nesse dia eu resolvi tentar ir adiante, ou melhor, testar até onde ia a tara desse senhor, desse velhote por mim... e se ele seria capaz de vir com tudo, caso eu quisesse...


E foi num dia mais do que propício a tentar qualquer tipo de loucura, pois eu estava num dia sufocante, cheia de desejos e taras me corroendo a libido e me deixando toda ardida, toda latejante, louca pra da uma saidinha pra dar a minha bucetinha pra algum pauzudo qualquer... com fogo na calcinha e com o meu cuzinho piscando constantemente... Era um sábado, e eu não tinha porra nenhuma pra fazer e nenhum compromisso com amigas e nada agendado, e o pior, estava caindo um dilúvio lá fora, era manhã ainda mas estava tudo escuro de tão nublado... e eu aqui dentro dessa casa como se estivesse presa em uma jaula, uma fera louca pra fugir e obedecer os apelos da minha natureza... disposta a tudo que me saciasse a fome de rola que eu aqui estava sentindo de uma forma que quase sentia meu corpo todo explodindo... tamanho o tesão... com uma loucura enorme me consumindo a alma, me forçando a dar uma bem gostoso no melhor estilo safada, ousada, descarada e inconsequente... e para facilitar melhor minha intenção, eis que o velho, o amigo do meu pai, estava aqui em casa, e ele veio passando pela sala na qual eu estava deitada de bruços no sofá, olhando discretamente pra mim e me cumprimentando com um gesto de cabeça... meu pai estava lá dentro do escritório dele fazendo uns trabalhos com a secretária dele... e o velho em pé a alguns metros de mim, se servindo de um copo de uísque... tudo lentamente... e o mundo desabando em tempestade lá fora... minutos depois ele estava aqui, bebendo gole a gole seu uísque, sentado sorrateiramente num sofá de frente ao meu, cruzando as pernas e me espiando com mais proximidade... eu estava deitada de bruços lendo um livro e de pernas pro alto balançando, de bundão todo moldado por um micro shortinho colado e numa blusinha sem sutiã, a típica ninfetinha de sonhos molhados e pervertidos, quase uma musa de filme pornô ou de um texto do Nelson Rodrigues... e ele ali sentado bebendo seu uísque e me espiando meio tirando os olhos vez em quando para seu relógio ou celular... eu então tirei meus olhos do meu livro que estava no sofá abaixo de mim e olhei para ele... ele ergueu a cabeça ao me ver encarando ele e ficou desconfiado, até tirou os olhos de mim abaixando de volta para seu celular... todo engravatado de terno, pernas cruzadas numa calça de linho cinza, certamente disfarçando a sua paudurescência dentro dessa calça sua, metendo a mão no bolso de dentro do seu terno como se procurasse algo, tudo na tentativa de não me encarar, na tentativa de fugir dos meus olhos aqui incitando ele...


Eu então ri cinicamente pra ele e dele... e fui me levantando do sofá devagar... ele olhou pra mim e ficou mais desconfiado ainda quando me reparou com um ar desinibido encarando ele, onde eu dei passos lentos em direção ao sofá dele, a ele, atravessando o meio da sala e me sentando de pernas juntas em cima do assento, de ladinho e ombro esquerdo encostado no encosto do sofá e virada para ele... e eu nada falei, apenas fiquei mexendo em meus loiros e lisos cabelos, soltando eles do elástico e fiquei encarando os olhos dele através dos seus óculos de grau de artes grossas... ele estava encabulado com meu jeito bem diferente de todas as vezes em que estivemos perto um do outro... até que ele me perguntou:


- Tudo bem, menina?

- hunrrum...

- Como é que tá no curso? Tá gostando? É o que você quer mesmo?

- Ah... sei lá... eu num reclamo de nada não... minha função é fazer o que o meu pai quer, pra eu poder fazer o que eu quero...

- Não se preocupe... depois de formada você vai ter muitas opções... e hoje em dia todas as empresas querem um bom advogado... e sendo filha do seu pai, de cara terão boa impressão de você...

- E o senhor?...

- O quê tem?

- O senhor tem boa impressão de mim?

- Claro... claro... sim... Eu conheço bem seu pai e gosto muito dele, sei que a filha dele também tem a mesma competência...

- O senhor não me respondeu... Que impressão o senhor tem de mim?...

- Ah, menina, eu... eu acho você uma meninaa... dedicada... boa filha... gentil...

- Só?

- rsrsr, o que mais queria que eu falasse de você? Só falei coisas boas...

- Quero que o senhor apenas seja sincero, ora... quero que o senhor fale o que os seus olhos acham de mim...

- Meus olhos veem em você as mesmas coisas quando olho pra minha filha... você tem a idade da mais nova...

- Mas por mais que eu lembre a sua filha pela idade... eu sou eu e ela é ela... sei que o senhor vê em mim coisas que nela não se sente atraído em observar, até mesmo por ela ser a sua filha... e é isso que eu quero saber do senhor...

- Menina... aonde você quer chegar? O que é que você pretende com essas perguntas? Sabe que eu sou amigo do seu pai, né? E o pior... sou mais velho que ele, eee... estamos na casa dele...

- Fala sério, seu Gustavo... desde que o senhor começou a frequentar a minha casa, eu noto o senhor olhando pra mim... e o jeito que o senhor me olha... não tem nada a ver com essaaa... gentileza que o senhor me trata...

- Você quer saber se eu lhe acho bonita?... sim... eu acho... Qualquer pessoa pode achar facilmente você bonita, não é mesmo?... E eu achar não muda em nada o respeito que eu sinto por você e por seu pai...

- E o que o senhor acha bonito em mim?

- rsrsrsr... Você é mais certa da sua beleza do que eu, menina... se eu falar serei muito óbvio...

- kkkkkk, ai ai, seu Gustaavoo.... o senhor é um homem bem sagaz, rsrsrs... eu tô falando de um tipo de beleza que só os olhos do senhor veem... e o seu corpo sente... tendeu?

- Para, menina...

- hmmrr... que fooi? Falei alguma verdade?

- Só quero que pare... não é certo, olhe pra você e pra mim... pare!!

- kkkkkk, caalma, seu Gustaavoo... só me interessei em saber o que o senhor mais admira em meu corpo, eeee... que lhe deixa assim... deeeee... pau duro...

- Meniinaaa...

- Que foi? Vai dizer que o senhor não tá de pau duro?



Neste instante ele simplesmente calou e ficou por alguns minutos me encarando nos olhos enquanto eu, sentada pernas dobradas em cima do sofá, de frente a ele, ria cinicamente imaginando as putarias que se passavam na cabeça desse senhor... até que ele interrompeu este silencio com um sussurrado:

- Safaada...

- kkkkkkk... Ooolha a boocaaarr... eu digo pro meu paai, viiuu?

- Desculpa... é que você...

- Primeiro me chama de safada... depois se arrepende... se decida, detesto homem frouxo

- Olha, meniinaa... melhor a gente parar... aqui não dá...

- Então confesse...

- Confessar o quê?

- Que tá de pau duro pra mim...

- Sim... eu tô excitado sim... Claro que tô, suaaa...

- kkkkk, que foi, ooraa? Desistiu de me xingar?

- Safada...

- rsrsrsr, eu sei que o senhor tá de pau duro pra mim... mas eu quero saber mesmo é o
que senhor vai fazer com ele... ou vai deixar ele guardado dentro dessa calça... Fala, vai?...

- Vou te possuir... te possuir muito...

- kkkkkkkkk, noossa, kkkkk, que careeta, kkkkkkk... Tu é muito velhinho mermo, né? kkkkkkkk... “Vou te possuir”, kkkkkkkkk... velho careta e de linguajar ultrapassado,kkkk...Tanta coisa deliciosa e safada pra se fazer com o pau dentro de mim... e tu fala, “possuir”? Seu velho gagá...”

- Para, me respeeita, sua desaforaadaa... eu tô com muita vontade de tirar esse teu sorrisinho cínico desse teu rostinho com uns tapas, sabia, sua vaca?

- Eita, seu Gustaavoo, que booca mais suujaarr, kkkkk... desembestou a me xingar agoora, foi? Ok... eu gosto... Me xinga, vaaii!!

- Para...

- Me xiinga!!

- Para, meniinaa...

- Me xiinga, filho de uma puutaarr... anda... seja homem...

- Vontade de te enfiar a mão na cara, sua safada...

- Vai naada, kkkkkkk... aposto que nem força nos braços tu tem pra me bater, seu velho... quanto mais pra me comer... Até broxa acho que tu é... Né não, seu brooxaarr? Kkkkkk... brooxaarr... isso é que tuu ééérrr... um velhinho que só usa a pica pra mijar a noite toda, rsrsrs...

- Você pensa mesmo que eu nunca comi uma novinha que nem você? Não se admire...

- E daí?... Tu nunca meteu a pica em mim...

- Safaada...

- Frouxo...

- Para...

- Frouxo...

- Só não te enfio a mão na cara aqui porque tu vai chorar e teu pai vai vir ver...

- Frouxo...

- Puuta...

- Frouxo...

- Eu não sou... para... para...

- É frouxo sim... Frouxo... Frouxo... Frouxo...


Nesse momento meu pai saiu do escritório dele... e o velhote aqui mudou de conversa repentinamente, enquanto meu pai vinha vindo e pegando um copo de uísque no bar da sala e escutando ele falar pra mim:


- Eeehhrr, hãhã, rreerr... você é bem jovem, acho que devia ir estudar lá fora, numa grande universidade... lá as universidades dão mais garantia de responsabilidade e crescimento profissional...


Meu pai daí se meteu na conversa e logo se sentou no outro sofá e eu fiquei sentada mantendo a distancia do velho, que mexia em sua gravata, suando frio e ainda com o pau latejando dentro da calça diante da humilhante provocada que eu dei nele... Logo em seguida meu pai chamou ele para juntos voltarem ao escritório deles, onde eles ficaram lá... e eu fiquei deitada no sofá, gargalhando da cara de tarado que o velho ficou... E horas depois ele estava saindo do escritório do meu pai e se despedindo de mim, que aproveitei que o papai saiu rumo ao terraço nos deixando à sós e falei pro velho enquanto apertava a mão dele:


- Prepara o azulzinho, velho... vê se toma um coquetel deles, ou melhor, uma caixa inteira deles... porque a minha bucetinha novinha vai dá uma surra tão grande nessa tua pica velha, pelancuda e cansada, que tu vai ter um ataque cardíaco... Te prepara, filho da puutaa... Ou tu é frouxo?

- Até amanhã... vadia...


Na boa, eu só queria incitar ele mesmo... só queria mexer com algo primitivo dentro desse senhor certinho e engravatado com idade pra ser meu avô... gosto disso, de criar faíscas em papel molhado, de procurar infernizar o céu, de tirar a ordem das coisas, de fazer o juízo dos homens virar de ponta cabeça, pois me excita esse joguinho deee... brincar com o meu talento para persuadir a fraca mente de um homem qualquer... e diga-se de passagem, eles são tão fáceis de se manipular, basta um shortinho apertado, uma camiseta sem sutiã ou um mero sorrisinho e eles já se endurecem seus cacetes dentro de suas calças.... e todos são vulneráveis diante da minha desinibição e loucura em gostar de atiça-los... Mas aí é que tá, pois o que foi aqui nesse dia chuvoso na sala da minha casa apenas uma brincadeirinhas sem vergonha da minha parte, acabou se tornando em algo muito mais... bem... vocês irão entender sem eu explicar tudo aqui neste parágrafo...


Falo de um dia depois, na segunda-feira, pois eis que ao sair da faculdade eu dei de cara com o motorista desse senhor tão gentil, o seu Gustavo, amigo do meu pai, me falando que ele havia o mandando para me buscar e levar-me para um hotel... sendo que na mesma hora eu disse não... afinal, não é assim que funciona a minha libido, não tenho prazer e satisfação à força ou quando um cara qualquer quer porque simplesmente quer... nada disso... eu adoro fuder, mas meu prazer real tem a ver com a minha exclusiva vontade e não da do cara... Assim agradeci ao convite falando para o tal motorista que não iria pois eu estava cansada e ainda tinha que estudar pra uma prova na faculdade no dia seguinte, enfim, apenas uma justificativa para não ir, claro... pois como eu disse, só fodo quando eeeeuuu quero...


Foi quando na mesma semana, acho que numa quarta-feira, eu estava em casa estudando e assistindo TV ao mesmo tempo, quando o seu Gustavo chegou acompanhado do meu pai e junto a mais dois carinhas da mesma idade ou mais velhos, sendo que assim que ele entrou, ele olhou pra mim meio com cara de bode, tipo triste e decepcionado por eu não ter aceito ir encontrá-lo na noite anterior depois da faculdade... eu por minha vez nem encarei ele por muito tempo e voltei meus olhos para os meus livros... logo ele e os demais senhores se trancaram no escritório do meu pai junto com ele para uma de suas reuniões de trabalho... Eu aqui, deitada de bruços ao chão enquanto estudava, pensei no velho, no seu Gustavo, na cara de magoado, decepcionado ou frustrado por não ter me comido, pois ele ficou muito a fim depois do meu descaramento pornô que deixou ele de cueca melada, eu comecei a pensar nele e nas possibilidades de realmente acontecer algo, afinal, eu estava em casa na presença do meu pai, mãe, empregados e amigos do meu pai... e o pior é que eu gosto é disso... do perigo de ser flagrada por minha família, por eu estar fazendo algo sujo, errado, depravado, impróprio para a minha idade e tal, e gosto principalmente de testar se o meu alvo é tão louco quanto eu nessas horas... Pois bem, eu aqui simplesmente me levantei e fui no quarto, onde procurei uma mini saia, tirei meu short e vesti ela... sem calcinha por baixo... assim voltei para a sala, onde sentei-me de pernas cruzadas no sofá e fiquei na minha, retornando o que eu estava fazendo, estudando... Demorou minutos até que o seu Gustavo saísse do escritório do meu pai, afinal, eu desconfiava que ele não iria perder a chance de vir até mim para me perguntar o porque deu não ter aceito ao convite dele de ir encontra-lo conforme ele havia me mandado o seu motorista ir me buscar... mas nisso ele se aproximou de onde eu estava aqui sentado sem me perguntar nada, parando no barzinho no meio da sala e se servindo de um corpo de uísque com gelos, e enquanto colocava ele olhou pra tudo que era porta ao redor dele, para ver se minha mãe não aparecia, se nenhuma empregada estava por perto e olhando inclusive pra porta do escritório do meu velho, para ver se ele não aparecia ali na sala... ele estava meio desconfiado, silencioso, olhando pra mim de canto de olho enquanto bebia um gole de seu uísque... até que de garganta calibrada pelo álcool, ele me perguntou:


- Você me chamou de frouxo... mas quem foi covarde foi você... não é mesmo, safada?


Sendo que eu, aqui, olhando para ele, sentada de pernas cruzadas num sofá de frente para ele que estava em pé e com o copo de uísque na mão, simplesmente ri cinicamente para ele, eee... descruzei minhas pernas, me arreganhando de pés apoiados nas beiradas do acento do sofá no qual eu estava... e assim mostrando a minha aloirada bucetinha lisinha para ele... toda de lábios abertos e grelinho para fora... e ele, enquanto virava o seu copo, arregalou os olhos por trás de seus óculos, mirando entre as minhas pernas... admirando o delicioso bucetão novinho dessa pirralha que aqui vos fala... automaticamente ele endureceu o caralho velho dele dentro de sua calça de linho preta... sempre olhando para os lados para ver se ninguém mais estava vendo a mesma maravilha que ele estava aqui presenciando entre as minhas pernas... e nisso eu disse, em tom irônico:


- Quem que é covarde?


Me levantei do sofá e fui saindo da sala, virando de costas para ele e dando passos rumo a escadaria ali mesmo na sala, que dá acesso ao segundo andar da casa, onde estava sem ninguém... e enquanto eu ia caminhando lentamente de costas para ele, eu chamei ele com meu dedinho indicador direito, com um puta riso cínico na minha carinha sem vergonha... e o pobre do seu Gustavo, babando pela minha buceta feito um vira-lata de rua salivando de fome... e já que eu aqui o tratei como meu cachorrinho, ele veio atrás de mim, com todo o cuidado para ninguém o ver... e eu subindo a escadaria e ele atrás, afrouxando sua gravata, olhando para trás, e eu subindo os degraus acima dele rebolava com a minha mini saia, e vez e outra dava uma erguida nela atrás com minhas mãos para ele ali subindo a escada atrás de mim pudesse vislumbrar toda a gostosura da minha redondinha e arrebitada bunda aloirada... onde ele via claramente enquanto eu dava passos degrau por degrau acima, o meu bucetão inchado entre coxas torneadas e o movimentar das minhas nádegas douradas cheias de peluginhas esbranquiçadas... o filho da puta estava louco, me seguindo de acordo com o instinto animal dele, como se farejando o cheiro da minha buceta... e eu olhando para ele por sobre meus ombros, de mão direita deslizando no corrimão ao subir a escada devagar, às vezes parando, dando uma arrebitada mais provocante na minha bunda, rebolando, dando uma abaixadinha e uma jogada de bunda para ele, mostrando meu cu, dando tapinhas numa nádega e noutra... passando a mão na minha buceta por baixo, bolinando meu grelinho saliente... nossa, o velho estava quase tendo um infarto enquanto subia atrás de mim, se deleitando com todas as mais provocantes explicitas imagens diante da minha mini saia safada sendo erguida por mim... Já la em cima, no segundo andar da minha casa, ele quase me agarra, mas eu me saí dele e corri no corredor toda fogosa e sorridente, entre os quartos de hóspedes, então parei ao lado da porta de um desses quartos, abri a porta e entrei, e diante dessa porta aberta, comigo dentro do quarto, eu peguei minha blusa e a tirei por cima, jogando-a do lado de fora do quarto para ele que vinha no corredor ver... depois desci a minha mini saia e fiz o mesmo, jogando no chão do corredor do lado de fora desse quarto de hóspedes no qual eu estava... daí coloquei a minha coxa esquerda para fora desse quarto, e olhei para ele colocando apenas meus olhinhos para fora, espiando ele que vinha já perto... daí eu entrei encostando a porta...


Quando ele entrou no quarto eu estava sentada na beirada da cama, toda arreganhada enquanto apertava meus peitos rosados com uma mão e com a outra masturbava a minha aloirada xota molhadinha... O velhote estava maluco... ele foi entrando e fechando a porta com a chave... me chamando de maluca, de safada, de vadia, de puta, deee... gostosa... e eu, incitei ele, falando toda manhosa e fingindo ser uma menininha má:


- Anda, filho da puutaarr... põe esse pau velho pra foora, vaaiimmrr... deixa eu ver, vaaiimmrr... deixaaarr... quero ver se essa tua piica velha merece fuder a minha bucetinha noviinhaaarr...

- Não se preocupe... se é vara que tu quer, safada, então tá aquii, ó...


Ele, em pé na minha frente, meio próximo de mim, tirou o sinto e desabotoou a braguilha depressa, nervoso, arredio, parecendo um moleque antes da primeira foda na gostosa da escola, onde a sua calça de linho preta escorregou por suas pernas branquelas abaixo, caindo por sobre seus sapatos sociais pretos, e deixando assim à mostra diante dos meus olhos uma enorme rola avermelhada, bem grossa, com muitas veias sobressaltadas e muita pele meio enrugada, e uma cabeçona bem inchada... já as bolas abaixo dependuradas eram enormes... nem mesmo os tufos de cabelos me desagradaram nesse momento, pois tal naturalidade evidenciava sua virilidade e tom rústico de macho desleixado...


- Noossa, vovoziinhoorr... que picoona, hein? rsrsrs... isso tuudo é pra minha xoxotinha noviinha, éérr?

- É, safaadaaarr... é toda pra meter em tii...

- Vem cá, veiimmrr... xeu dá um trato nesse pau velho...

- Pau velho é a puta que te pariu, sua vadia... me respeita que eu ainda dô conta de muita buceta nova, sabia?

- É? Quer dizer que o velhinho ainda tem fogo na rola, éérr? Aposto que tu já broxou prum moonte de bucetinha nova, né não, seu velho filho da puutaarr?

- Ai ai, pega devagaar, sua poorraaa... tu arranca meu caraalhoo... chupa logo, andaarr!!

- Cala a booca, seu velho puutoo... primeiro eu quero punhetar bem gostooso esse pauzão velho... esse pau pelancuudoorr... quero ele bem duuro, beem duuroorr... Velho roluudooorr... aaii, que pica liindaarr... cabeçuudaarr... adoro rola cabeçuuda, sabiaaarr? rsrsrs... Tua coroa gosta de cair de boca nessa rolona, gosta?

- aaii, aaarrr... aaaammmrr... sim, sim... sim... ela chupa muito... aaaiimmrr...

- mmmrrr... ela é boa de chupaada, ééérr?

- aaauummrr... aaii aaiiimmrr... simmmrr, ssiimmmrr, aaaii, punheta gostoosaaarr... aaarr, mão delicaadaarr... aaiii...

- Quantos anos ela tem?

- aaaaammmrr... 62... aaammmrr...

- Noossaarrr... a bucetona velha dela deve ser já tooda esfolaada, né? De tanto ser fudida por essa picoonaaarr... né, safaaadoorr?

- Siimmrr, éérrr, sssimmmrr... a buceeta da minha mulher já ééérr... aaaarrr... esfolaadaaarr... aaiii, me chuupa, vadiiaarr...

- Só se tu me prometer encher a minha boquinha de poorrraaarr... muita porraarr... Promeetiirr... veelhooorr?

- Minha filhaarr... do jeito que eu tô tarado aquiirr... eu vou gozar é aantes de tu chupá eelaaarr, aaaaarr... iiisssooorr... aaiii boca delicioosaaaarr, aaarrr...


Fiquei apertando as bolas vermelhas do sacão pelancudo e peludo do velho enquanto minha cara ia e vinha de encontro a enorme, grossa e dura rola envergada para cima do velhote, ao mesmo tempo sendo masturbada pela minha mão direita... meus lábios sugavam com força a cabeçona desta rola maravilhosa... da rolona desse velho safado... deixei o velho que nem adolescente na puberdade, de tão endurecido o caralho dele estava... e não é que o filho da puta gozou logo na minha boca... soltando um gemido que mais parecia que ele estava morrendo enquanto um jato espesso de porra quente bateu lá na minha amídala que eu engasguei... nossa, perecia que a pica desse velho estava entupida de tanta porra jorrada, parecia que ele não esporrava há anos, mas não tirei o caralho rijo da minha boca e continuei boqueteando enquanto os tufos de porra saiam da minha boca com o entra e sai da grossa pica sendo socada... deixei-o mais endurecido ainda, senti com meus lábios e com a minha mão direita as veias grosas e os latejares do membro rijo, todo babado de porra e saliva... Agoniadamente e por conta do precioso tempo, o velho me empurrou deitada de costas na cama e de imediato me segurou pelas coxas e já foi empunhando o seu caralho de encontro a entrada da minha buceta... empurrando com força e nervosamente buceta adentro...


- Iiiisso, veeelhooorr... sooca esse pau gostooso na minha buceta noviinha, soocaarr!!


Logo aqui ele estava entre as minhas pernas abertas pra ele em pé do lado de fora da cama, toda arreganhada e com meus pés virados pra cima, com ele segurando-me pelas coxas, onde ele me sacudia com colchão e tudo enquanto eu gemia feito uma puta me deliciando com o entra e sai acelerado do grosso pau dele me arregaçando as paredes laterais da minha bucetinha novinha...


- aaaiimmrr, aaaiimmrr, aaaiiimmrr, aaiiimmmrr, aaarr, aaaarr... iissoorr, iisssooorr... meete, veelho safaado, meete essa roola tesuuda na bucetinha da noviinha, meetiiirr... aaaiimmrr, aaaiimmrr, aaaiiimmrr, aaiiimmmrr, aaarr, aaaarr, aaiii, veelho cachooorroo da pica gostooosaaarrr, aaarr, aaarr, aaarrr, mmmmrrr.... ooouuummmrrr... fooode, veelhoorr, fooode, veelhoorr, foode, veeelhooorr... foode a noviiinhaarr, foode a noviinhaaarr, foode a noviinha, fooodiirr... aaammmmrrr...

- RRRAAAAMMMRRRR... (ele gozou forte dentro de mim...)


Depois da gozada ele me empurrou mais para cima da cama e veio afoitamente, louco, suando, tarado... me arreganhando as pernas e deitando entre elas, com seu avantajado corpão peludo grisalho e forte, com aquela pele enrugada grosando na minha pele lisinha enquanto me comia sacudindo a cama... num insaciável e acelerado entra e sai de rola dentro de mim que eu gemia barbaridade de tanto tesão, sentindo o cabeção dessa rola destruindo o fundo da minha buceta a cada pancada de rola tipo britadeira, e eu abraçando o peludo e grisalho corpão exagerado do velho me afundando no colchão nesse bate estaca sem fim, onde a minha xota sendo fudida enlameava de suco vaginal o acelerado caralhão nervoso dele...


- Iiisso, velho filho da puutaaarr, faaz a minha buceeta novinha gozá na tua roloona veelha faaaiiiiz, aaaaahhhhrrr...


Minha buceta deu uma gozada forte enquanto era socada sem dó, e eu aguentando o pesado corpo peludo do velho embrutecido, o homem parecia um urso em cima de mim... ronronando rouco, me comendo os peitos e mandando pica, mandando pica, mandando pica na minha buceta ardendo de dor e tesão...


Mas infelizmente não podíamos aqui perder muito tempo fudendo, pois alguém de certo estava já sentindo a nossa falta, ou então sentiria, apesar de que nessa minha casa, de tão enorme e silenciosa, eu me perco e ninguém procura devido a tantos quartos e compartimentos que são frequentados muitas vezes só pelas faxineiras... mas meu pai estava ainda trabalhando com o meu velho lá embaixo no seu escritório, não podíamos correr o risco de um flagra... então ele saiu de cima de mim, ofegante, todo de peito peludo suado e pau duro latejando todo melado do gozo da minha bucetinha novinha... daí eu fui me virando e afoitamente me ajeitando de costas pra ele, de quatro na ponta detrás da cama, onde dei aquela magistral e safada empinada de rabo, de pernas bem abertas, e disse olhando para ele, bem atrás de mim, em pé no chão, punhetando sua rola enquanto me admirava o rabo:


- Não brooxa, não brooxaarr... não broxa, seu veelhooorr... segura essa rola assimmmrr... punheeta, vaaiiirr, punheeta, puunheta, puunheetaarr... quero ela duuraarr... bem duuraarr... mmmrrr... bem duuraarr....andaaarr, trás ela pro meu cuu, trás... mete ela todinha no meu cuu, aandaarr... meetiirr... anda, anda, andaaarr...


A pica do velhote depois de duas gozadas e uma foda nervosa entre as minhas pernas ficou meio esgotada... e só não broxou de vez porque que ele me escutou toda safada pedindo pra levar no cu enquanto eu rebolava de quatro pra ele... aí ela ficou rapidinha dura de novo, que nem pica de menino novo... e assim ele me segurou pela cintura e veio esfregando a cabeça da rola da picona dele no meu apertado e guloso buraquinho anal... e assim foi empurrando devagar até essa bendida ou endemoniada cabeçona entrar de vez, alargando minhas preguinhas rosadas me causando uma puta dor que me fez arrepiar as nádegas e a minha espinha suada... e eu meio chorava de dor ao sentir ela entrando, entrando... dilacerando meu cuzinho...


- aaaaiiii, pooorraa, como tu meete no meu lulu gostoooossooorr... aaiiimmmrr... mmmmrr... aaiii, como é booomm dá o cuuurr... aaammmrr... aaammrr, aaaammrr, aaammmrr... iissoo, iissooorr... mmmrr... aaaii eu quero essa pica beem atooladiinha, veeiimmrr... veeiiimmrr... traaaiiss, trás maaiis, veeiimmmrr... veeiimmrr.... mmmrr... isssooorr... põe maaiiss, põe maaiisss... aaaiii põe tuuudooorr... aaiiimeeete essa piica veelha toodinha no meu luluzinho, meetiiirr... aaaiimmmrrr... iiisssooorr... fode vaaiimmrr... mais foortiiirr, aaaammmrr, aaaammmrr, sooocaarr, soooca na preessão, vaaiiimmrr... aaiimmmrr, aaaiiimmrr, aaiiimmmrr velho taraadooorr, veelho taraadooorr... coome o lulu da noviinha coomiirr, coome o lulu da noviinhaaarr... aaaiii, veelho da piica grooossaaarr... aaammmmrrr... aaaarrr, iiissooorr, iisssoorr, mais foortiiirr, mais foortiirr, mais foortiirr, maaaiiss, maaaiiiss, aceleeraaarr, aaaiiimmmmrr... iissooorr... come meu cuu, coome, coome meu cuuurr... aaaarrr, aaaarrr, aaarrr, aaarr, aaarrr, aaaarrr... aaaiii velho safaado, arromba o cuu da noviinha, vaaiiimmrr, vaaiiimmrr, vaai poorra, num cansa nãao, seeu puutooorr, aaaaammmrr, aaaammrr... come meu cu que eu tô mandaando, vaaiiimmrr, vaaiimmrrr... aaaauuummmrr... não paaraarr... iisssooorr... é pra goozaarrr, é pra gozaarr, gooza gostoso dentro do meu cuu, vaaiiiimmrr... enche meu cuuu de poorra, seu veeelho fiilho da puutaaarrr... aaammmrr, aaarr, aaaarrr, aaammmrr... não brooxaarr, não broooxaarr... paranão, paranão, paranão, seu merdaarr, come meu cu bem gostoooso, vaaiimmrr... anndaarrr, mmmmrr... aassiimmrr... eu sei que tu gosta da minha buundaarr, mmmrr, eu seeiirr, mmmrrr... então coome meu cuu, vaaiiimmrr.. vaaiiimmrr, aaiimmrr... assiimmrr... meetiirr, meetiiirr... aaii que liindoorr, aaiii que liindooorr, aaii que liindooorr... iiissooorr... enfiia esse troonco veelho no lulu da noviinha, vaaii papaaiziinhooorrr... aaaiii, papaaiziinhooorrr, aaaiii, papaaiziinhooorrr, aaaiii, papaaiziinhooorrr...



O velho deu uma gozada violenta dentro do meu cu que deitou por sobre as minhas suadas costas que quase desmaiou, e eu por minha vez quase me complico por matar o pobre velho... e quando ele tirou a pica toda babada e latejando do meu cu... eu fiquei alguns segundos de bunda pra cima de pregas avermelhadas abertas piscando e com o meu cu cheio de porra quente sendo expelido... Segundos depois eu sentei na cama enquanto ele se vestia apressadamente, e eu disse rindo:



- Eita, vovô... que o senhor deve arregaçar tudo que é buceta e cu de novinha por aí, né? Eu adorei... pena que o teu fôlego é pouco pra mim, rsrsrs...

- Te mostro mais em breve, safada... pode esperar... Posso mandar te buscar hoje à noite depois da tua aula?


- Vou pensar...



E ele realmente mandou seu motorista me buscar depois da aula, lá para as 23 horas, mas eu estava com o meu motorista me esperando e disse não mai uma vez... No dia seguinte , o velho, meio que querendo repetir a foda, só que com mais tempo e calma, veio a casa do meu pai normalmente trabalhar com ele, só que nesse dia eu fiquei a manhã toda dentro do meu quarto estudando pra uma prova, e na primeira oportunidade que ele conseguiu um tempo, ele saiu do escritório do meu velho e veio se aproximando do meu quarto, onde pela primeira vez ele entrou, eu estava na cama fazendo uns trabalhos da faculdade... e assim que ele entrou, ele ficou na porta aberta apertando o pau por sob a calça de linho e me encarando de forma tarada, confiante de que eu iria continuar a foda do dia anterior, sendo que eu simplesmente encarei ele com um olhar de desprezo e mandei ele fechar a porta e me deixar só... mas ele insistiu falando que sonhou comigo e que queria me provar por completa e por mais tempo... foi quando eu disse:





- Não se aproxime de mim... se não eu conto pro papai que o senhor me aliciou, seu tarado... Anda, fecha essa porta e me deixa em paz, velho tarado, vaaii!!













******** Bom, beijos para todos e até outra hora!!

Comentários

27 de Março, 2018 às 16:31
Luciana
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27 de Março, 2018 às 16:28
Luciana
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Luciana
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30 de Julho, 2016 às 14:25
Garoto Dotado
WHATSAPP (67) 8404-9021
12 de Junho, 2016 às 19:15
nino santana
deixa seu email Luciana!

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