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01 de Agosto, 2017 às 08:44 Por: wK1

Jogando pelada (literalmente) no gramado com a garotada

tags: Esposa puta; sexo ao ar livre; futebol pelada; corno manso; 8
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Me chamo Raquel, 42 aninhos, moreninha safadinha dos seios grandes, casada mas liberada. Adoro uma putariazinha.

Continuando o conto anterior onde numa chacará fizemos uma suruba com 12, no domingo acordamos tarde pelo cansaço e já estavam jogando no gramado próximo a piscina 7 garotos na faixa de 15 e 17 anos. Um deles inclusive era o filho do dono da chácara.

O safado do dono queria que eu me exibisse para o seu filho e armou junto com o meu marido e o Sr Paulo (meu comedor fixo) de ir no supermercado comprar as coisas para o churrasco. Saíram berrando que só voltariam em um hora mais ou menos. Entendi a deixa e fui assistir, só de biquininho o jogo dos garotos.

Tinha um banco de madeira na beirada do gramado, me sentei com as pernas abertas e comecei a comentar o jogo, interagindo com eles. Depois de um tempo um deles me chamou para jogar no time deles, que estava com 1 a menos. Começamos a brincadeira e eu lógico não sei nada de bola, mas a bola só caia no meu pé e eles começaram a me encoxar por trás, e eu gostando e me esfregando. Dali a pouco a amarração do sutiã soltou e os peitinhos saltaram para fora.

Eu: - Ops.

Um deles: - Jogue sem mesmo.

Eu (rindo, carinha de safada): - Ta bom.

O jogo descambou para safadeza e começaram a me apalpar toda hora. Nas encoxadas já comecei a sentir algo duro no calção e pensei, acho que vai dar rola hoje (kkk). Puxei a amarração da parte de baixo do biquíni e deixei cair no gramado. Todos pararam, uns olhando minha bunda, outros minha buceta.

Eu: - Vamos mudar de brincadeira?

Eles: - Claro.

Eu: - A brincadeira é “mete a rola na putinha”. O que vcs acham.

Só ouvi o grito da garotada. Fomos para a cadeira de piscina peladinha, peladinha seguindo pela molecada com a pica dura nos calções.

Eu (rindo da cara de boca aguada deles): - Perai.

Fui até minha bolsa que estava na mesa da churrasqueira e peguei muitas camisinhas que estavam lá coincidentemente. Fui distribuindo e joguei o resto no chão. Me pus de quatro da cadeira e pedi.

Eu: - Filinha para fuder a puta!

Risos de todos os lados e começou a fudeção. Um gozava e entrava outro no lugar. O que gozava eu pedi para vir até minha boca para limpar tudinho. Um deles safadinho nem gozou e vei até a minha boca de pica ainda dura, logo percebi.

Eu: - Hummm, vc nem gozou né seu safadinho.

Ele: - Sempre quis gozar na boca de uma menina.

Eu: - Então vai ver como é.

Comecei um delicioso boquete enquanto rebolava na pica do que estava atrás. Sei que gozaram os dois ao mesmo tempo. Tirei a boca da rola, com a porra inda toda na inha boca e com ela cheinha falei: - Gostou?

Eu: - Muito.

Deixei escorrer a porra pelos peitinhos e com a mão fui espalhando pelo corpo.

Eu: - Creminho de puta.

Eles riam como todo adolescente.

A festinha continuou revezando um por um, com mais de uma vez por garoto. Quem estava duro entrava. Sei que depois de algum tempo ouvimos a caminhonete chegar. Foi uma correria geral. Eu, sai correndo para pegar meu biquíni que estava no gramado e os garotos correndo para vestir os calções. Era um tão de coloca do lado errado que eu morria de rir.

Quando mozão e o dono da chácara chegaram na churrasqueira já estávamos todos restabelecidos. Fui até o mozão e tasquei-lhe um beijo na boca para a garotada ver que tinha acabado de fazer um corno. Vi que entre eles conversavam e riam. Deviam estar comentando sobre o corninho.

Mor (sussurrando):- Já vi que fez a festa.

Eu (rindo): - Com todos. (sussurrando) Estou com os peitinhos todo melado de porra.

Mor (rindo): - Sua puta.

O dono da chácara chegou em mim : - e ai?

Eu: - Vão ter o que contar na volta das férias na escola.

Ele: - E eu, tem jeito?

Eu: - Claro.

Eu: - Mor, vou ali e já voltou.

Entramos no quarto, me joguei na cama, abri as pernas já toda melada e o safado caiu em cima. Socava gostoso, e com vontade enquanto eu gemia no seu ouvido.

Eu: - Soca no buceta que deu para o seu filho, soca.

O cabra era bom e ficamos ali por uns 30 minutos. Já estávamos todo suado. Maridão abre a porrta.

Mor: - Caralho, ainda fudendo minha esposa.

Eu: - Ele é gostoso, soca como macho.

Mor: - Goza logo na minha puta e vamos lá fora comer um churrasquinho.

Mal o mozão saiu do quarto ele gozou. Estávamos me arrumando para voltar para a churrasqueira e o Sr Paulo chegou, com a rola em riste.

Sr Paulo: - Saldade da sua boquinha.

Olhei para ele: - Vc não me dá um tempo né Sr Paulo.

Cai de boca na rola dele até ele gozar enchendo minha boca de porra.

Voltei para a churrasqueira e tasquei um beijo no mozão.

Mor: - Sua boqueteira mesmo. Não pode ver uma rola.

Eu: - Eu não, foi ele quem pediu.

Comemos o churrasco, todo junto. Eu só olhando pra molecada que ainda assim não parava de olhar os meus peitinhos. Na saída me despedi de todos com beijinhos ainda cheirando a rola. Será que eles desconfiaram que o corno era corno???

Comentários

17 de Agosto, 2017 às 09:53

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Ótimo conto.. muitos maridos tem esse desejo e esposas tbm.. só tem medo de assumir....mais já conversei com vários casais, sempre fico puto de tesão e com vontade de conhecer esse tipo de mulher safada, as vezes sendo uma evangélica, mãe, dona de casa..crente..comprometida enfim mulher que gosta de ser bem fodida, ou tenha fantasias e desejos mesmo que as vezes não tenha coragem pra falar mais morre de desejo,quero até mesmo ajuda-la a perder a timidez e mostrar todo desejo e vontade reprimida. quem sabe ajudando a conhecer esses desejos e vontades...whats . 47.9212.6411
01 de Agosto, 2017 às 10:21
pinguim
mas quem sou eu para criticar!
01 de Agosto, 2017 às 10:20
pinguim
estou ficando viciado nesses contos esse casal é liberado ate demais para meu gosto!

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