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22 de Junho, 2017 às 14:12 Por: Helga Shagger

Lina, de honesta à devassa maravilhosa

tags: sodomia, adultério
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Num luxuoso navio de cruzeiro, Rafer está sentado no bar do cassino. Dois bancos a seu lado, um homem meio descabelado beberica seu drink tendo um triste olhar de preocupação.
Rafer já conhece este tipo de chato que logo logo vai puxar conversa. Ele se volta pra ir a outro bar quando vê uma esplendida mulher descendo a escadaria, vestindo um longo dourado com duas fendas que se abrem até ao meio de suas coxas.
“Justo desse jeito, com certeza ela não tá usando calcinha pra não marcar”- pensa Rafer.
Rafer, nos seus cincoenta e poucos, mas parecendo ter uns dez anos menos, usa um discreto rabo de cavalo de cabelos quase todo grisalho. Seu tom de pele é de alguém que passa muito tempo ao livre, ali no caso, nas piscinas do navio.
A bela mulher quando chega ao último degrau levanta o rosto e observa como estive procurando alguém. Rafer não tem como tirar os olhos dela. Parece que ela o encara também.
“ Cacete! Ela tá vindo pra cá!”
Lina, ainda está nos trinta, aparentando uns vinte e poucos anos, tendo um corpo escultural de mulher madura que ela discretamente sabe como se vestir pra ser admirada.
Ela desce os degraus de vidro que vão dar no cassino, olhando pra baixo e levantando um pouco a bainha do vestido que lhe modela o corpo como uma segunda pele. Ela percebe o homem de aparência viril e de rabo de cavalo que sutilmente a olha como se a estivesse despindo. Lia sente um leve arrepio pelo corpo, por saber que está sendo desejada. A dois bancos dele está sentado seu marido Elcio.
Lina pára perto do marido, deixando suas costas e e suas nádegas serem admiradas pelo atraente desconhecido.
- Não deu, querido. Já alcançamos o teto dos nossos cartões.
- O quê?! Mas já? Eu pensei... pensei que tínhamos um crédito especial...
- Não nos deram mais crédito. Melhor assim! Vamos pra cabine e assistir um filme!
- Não! Não, Lina. Tô muito estressado com tudo que tá acontecendo. Meu irmão preso. Milhões que não posso gastar. Não, não vamos ver filme nenhum... vamos pra outro bar que eu preciso de outro drinque.
- Tudo bem. Vamos pro El Congo bar. Mas se você cair de sono eu te deixo lá!
Rafer escuta o diálogo e de imediato começa a planejar pra se aproximar da esposa de Elcio.
O El Congo bar ficava no deque acima do Cassino. Lá o pianista tocava musicas suaves, próprias pra dançar. Rafer vê quando Elcio chama a garçonete. Antes que ela aceite o cartão dele, Rafer se adianta e entrega o seu. Elcio e Lina o encaram surpreso.
- Por favor, me perdoem a intromissão. Permita-me que lhes pague os drinques. Me chamo Rafer e sem querer escutei o diálogo de vocês ainda pouco. Acho que nossos destinos se cruzaram. Posso sentar?
- Essa é minha esposa Angelina. Do que o senhor está se referindo.
- A alguém preso e numerário intocável. Eu mesmo estou numa situação parecida. Não quis arriscar a chegar em qualquer aeroporto da Europa e encontrar uma ordem de prisão por lá.
- Pode me chamar de sra. Angelina, sr. Rafer. Mas, por que o senhor está nos contando isso?
- Pode me chamar de Rafer. Eu financiei...
- Prefiro manter a formalidade sr. Rafer. E também acho que essa conversa termina por aqui.
- Por favor!! Quanta hostilidade. Sei que a senhora está sóbria. O Elcio nem tanto, mas minha proposta é interessante pra vocês e vai tirar seu marido deste estado de depressão que ele está. Mas, se não quiserem escutar, tudo bem. Vou embora já!
- Ok, Rafer, posso não estar sóbrio, mas gostaria de escutar você.
- Bom. Minhas contas no Brasil estão congeladas até a apuração final de meu envolvimento com um senador, já falecidas. Eles não vão encontrar nada, mas estou sendo investigado.
- Eu tenho dinheiro vivo em minha casa e você vai querer que eu lhe empreste. É isso?
- Não. Voce vai trocar por dólares. Lá na Europa.
Enquanto os dois estão dialogando, Lina pesquisa no telefone sobre Rafer. Ela se espanta com tanta coisa que encontra. Mas de tudo uma coisa é certa. Ele é riquíssimo.
- ... pois é, meu irmão está preso. Mas antes ele foi lá em casa com cinco milhões de reais em dinheiro vivo! Foi exonerado da estatal que trabalhava e se ele disser que o dono da grana sou eu, tô fudido!
- Ele não faria isso!
- Ah, você não imagina o canalha que ele é. Um dia depois que embarcamos, ele foi lá em casa e escondeu o dinheiro no alçapão da garagem. Me ligou contando tudo e horas depois foi preso.
- Como podemos fazer essa troca, sr. Rafer?. Qual a garantia que meu marido terá?
- Ah, fico feliz que enfim a senhora tenha me escutado. Me chame por Rafer, por favor.
- Prefiro manter a formalidade já que estamos falando de negócios.
- Voces mandam alguém de confiança ou da família pra essa cidade na Europa. Lá um contato meu tratará de tudo pra abrir uma conta em nome dessa pessoa. Será depositado então o equivalente em dólares e os reais deverão ser entregues ao meu contato no Brasil.
- Parece interessante... mas, não temos ninguém que possamos mandar...
- Tem que ter. Pense sobre isso. Eu preciso de reais e não tenho escrúpulos de não perguntar qual a origem dessa conta. Como sinal de minha boa fé, passo pra vocês esse cartão carregado com dez mil dolarers. Voce poderá pagar o que já deve e guardar o resto pra financiar a viagem do seu enviado. Embora lá ele não gastará nada pois cuidaremos de toda estadia.
Os olhos de ambos se arregalam. Lina enrubesce quando nota o olhar dele por todo seu corpo enquanto estende o cartão para o marido.
- Lina querida, acho que vou lá no Cassino saldar a dívida de nossos cartões e...
- Elcio, você me permitiria uma dança com sua esposa enquanto você vai lá?
- Não pergunte a mim! Lina é livre pra dançar o quanto quiser!
Lina sente subir um calor pelo corpo ao ser enlaçada gentilmente pela cintura. Ela se deixa levar como um zumbi, não ensaiando nenhum protesto ao sentir a mão dele tateando ao lado de sua cintura. Ela prende a respiração quando percebe que ele está se certificando que ela está totalmente nua por baixo do vestido.
- Quero você! Com todo respeito, desejo você como não desejaria nenhuma outra mulher aqui! Encoste-se mais em mim...
Controlando sua excitação e nervosismo, Lina não se altera quando a virilidade dele pulsa um pouco acima de seu monte de vênus. Mostrando frieza, ela lhe diz.
- Voce já sabe que estou sem calcinha. Mas isso é simplesmente por uma questão de estética e não pra satisfazer qualquer cretino falastrão! Não tenho nenhum desejo pelo senhor e nunca trai meu marido Elcinho! Portanto vamos manter nossa relação somente sobre negócios.
- Cretino, sim. O que eu afirmo, eu cumpro. Mas, afirmando minha cretinice... nossa relação de negócios só se realizará no que depender da senhora, dona Angelina.
- Como?! Isso é pura chantagem! O senhor não pode estar falando sério! Eu... eu... não...
- Voce é quem decide, minha querida! Voce sabe o quanto eu estou desesperado por você! O quanto eu faria tudo por você! Leve isso em consideração. Além de um milhão e pouco de dólares que vocês terão!
- Um milhão e quinhentos e quinze mil dólares. Sem descontar os dez que o senhor já deu!
- Voce é maravilhosa! E esperta! Que tal trabalhar pra mim?
- E cornear meu marido? Jamais. Por favor, se afaste um pouco de mim. Elcio já deve estar voltando! Que tal falarmos como vai ser aberta esta conta e por quem.
- Só se você for comigo até o convés e tratarmos disso lá.
- O senhor promete que vai manter sua palavra?
- Sim... se selarmos com um beijo!
- Um beijo somente então...
Os dois voltam pra mesa e ficam em silencio esperando pelo marido dela. Rafer tenta inicia uma conversa, mas Lina balança a cabeça negativamente.
Lina pretende estar no controle, mas sente que seus hormônios a vão traindo e que a situação vai se tornar insustentável pra ela continuar fiel e honesta ao marido. Sente o olhar desejoso em cima de seu corpo e o clima de que ele sabe que ela está sem calcinha lhe dá uma irresistível vontade de acariciar a xaninha. Ela cruza as pernas e sente um prazer momentâneo ao apertar a xana com as coxas.
O odor do próprio corpo chega às narinas de Lina e a excita ainda mais. Ela tem um leve tremor imaginando se Rafer está sentindo também.
Ela levanta os olhos e o encara com bravura, mas rendida. Rafer respira fundo parecendo absorver o odor da fêmea no cio.
- Não acha que ele está demorando muito? Vou ver o que está acontecendo.
- Sr. Rafer! Não adianta ir. Já sei o que está acontecendo. Ele está jogando! Vamos pro convés. Estou precisando de ar. Espero que o senhor não se aproveite de mim!
Rafer se levanta e lhe estende a mão. Sente que ela está levemente tremula. Ele segura cavalheiramente pelo braço enquanto andam. Quando passam por um corredor deserto, Rafer segura os braços de Lina, fazendo com que ela fique de frente pra ele e a beija. Ela não se esquiva, mas tem os lábios tremendo e se deixa abraçar sem retribuir o abraço.
Rafer desce uma das mãos e apalpa em concha a bojuda bunda dela. Lina não reage a isso nem a língua dele que acaricia a sua.
De repente, Rafer desfaz o beijo e puxando-a pela mão se dirige ao banheiro ali no corredor.
Num último ato de resistência, Lina se solta da mão de Rafer e com expressão indignada lhe repreende sem muita convicção.
- Por favor, pare! Eu não posso estar fazendo isso! O senhor me entendeu mal!
- Não há o que temer, querida! Você não pode negar que essa umidade na sua xaninha não signifique que você está excitada! Vamos, entre aí no banheiro.
O impetuoso homem estende uma nota de 100 dolares pra faxineira e ela lhe dá a chave da porta e se retira.
A bela mulher tem a respiração apressada e se debatendo contra sua consciência de mulher casada, está ansiosa para que seu futuro amante lhe dê o merecido prazer que uma femea de corpo escultural como o dela, merece. Há mais de três meses que o marido a tem negligenciado.
Ele lhe beija com tremendo fervor e ela sente o imenso cacete vibrando quando encosta em seu monte de vênus. Sem desfazer o beijo, ele puxa com firmeza a parte frontal do vestido que é preso pelos dois lados das coxas por velcro.
- Espera! Assim você vai estragar meu vestido!
Ela se curva pra frente e alcança com as mãos a bainha na altura dos tornozelos. Sem querer, seu rosto roça na rolona do macho que ainda está encoberto pelo tecido da calça. Ela vai enrolando a bainha, mas permanecendo com o rosto colado a intumescência dele, sentindo a palpitação do pênis inquieto.
O macho, cheio de tezão, a faz levantar-se e ainda lhe beija febrilmente antes de se agachar e se admirar com a visão da xaninha quase toda depilada ladeada pelas cheias ancas e grossas coxas que tremem ao seu toque.
A esposinha infiel suspira alto quando os lábios do amante se encostam firmemente aos grandes lábios da xana e a passa sugar com avidez de macho sedento por sumo feminino.
Ela deixa o amante posicionar uma das suas pernas em cima do vaso sanitário, lhe dando maior acesso para aprofundar sua língua serpenteante pra dentro da xaninha.
A esposinha soluça longamente quando o orgasmo toma conta de todo seu corpo. Ela passa a tremer descontroladamente e num acesso de pura luxuria, segura a cabeça que está entre suas pernas com bastante vigor e a esfrega na própria xaninha.
Ela tem a respiração descompassada e encosta-se à mesa da pia ao mesmo tempo que tenta arrumar o cabelo que lhe cobre o rosto. O seu macho continua lhe beijando suavemente a xaninha e as coxas. A respiração dela vai se normalizando e sem perceber, o amante lhe vai girando até suas fabulosas nádegas lhe roçarem o rosto viril.
Um novo frissom passa pelo corpo dela quando sente as enormes mãos lhe segurarem os robustos glúteos e leves mordidas serem dadas por quase toda parte, principalmente nas partes inferiores onde a sensibilidade ao toque é mais acentuada.
De repente ela sente algo que nunca sentiu antes em toda sua vida. O exótico prazer de ter seu anus ser tilintado por uma língua que se esforça incansavelmente em invadi-lo. Toda febre de excitação lhe volta com mais intensidade ainda.
Estar ali num banheiro, nua com um estranho que já lhe fez gozar intensamente uma vez e está na iminência de lhe dar outro orgasmo inusitado, ser casada e seu marido estar a poucos metros dali enquanto um homem lhe arranha as nádegas e com a língua invadindo cada vez mais seu cuzinho.
Ela sabe o que ele quer e apesar de sua inexperiência e hesitação, quer experimentar. Ela própria leva as duas mãos e segurando as polpas da bunda, escancara oferecendo que seu amante enfie mais ainda o rosto e consequentemente a língua em seu rabinho rosado.
O amante num frenesi desenfreado passa os braços em volta das ancas safadinha e como se estivesse dando um forte abraço permitindo que sua língua penetre uns três centímetros pra dentro do cuzinho daquela deusa sexual.
E então chega o momento que todo aquele rola-rola não basta. Obedientemente ela acompanha o amante quando ele se senta no vaso e a faz sentar-se de frente pra ele, de modo que seu imenso cacete lhe penetre a xaninha.
A bela esposinha chega a perder o compasso da respiração quando sua xaninha vai se expandindo além do que ela estava acostumada, sentindo choques de puro prazer em cada pedacinho que engolfa o musculo viril.
O macho procura com os dedos o orifício anal dela e quando encontra, passa a rosetear em volta dele. Antes de avançar com o procedimento da defloração, ele pergunta.
- Posso?
Delicadamente pressiona a ponta do dedo na boquinha do anus. A deusa joga a cabeça pra trás, respirando forte e soltando um rouco suspiro. Em seguida, sem responder, ela consente lhe beijando apaixonadamente.
Não um, mas dois dedos imediatamente lhe invadiram o anus até a segunda falange, já que havia uma pré-lubrificação feita pela língua do macho.
Ele sente através da membrana interna seus dedos pressionarem seu cacete dentro da xaninha.
Ela desfaz o beijo devido ao intenso rebolado que está fazendo, sentindo aquele estranho e encantador prazer que nunca sentira antes.
O amante com a outra mão alcança o tubo de creme pra mãos encima da pia e a esposinha sente o breve lapso quando os dedos saem de seu cuzinho e retornam novamente. Dessa vez se aprofundando um pouco mais.
“Que´isso? O que... que tá... tá acontecendo comigo?! O quê... quê isso que tô... tô sentindo?! Vou... morrer de tanto... tanto gozar!! Eu... eu não podia tá gozando assim! Não podia gozar tanto com esse canalha! Tenho marido e dois filhos! Que se foda, quero gozar!”
O amante sente o tubo querer ser sugado cada vez mais. Involuntariamente quando ela contrai a xaninha, contrai o cuzinho também e aí sente a diferença. É como se uma das mãos segurasse um barbante e a outra uma grossa corda. A mão que segura o barbante não consegue segurar com firmeza. É isso que a safada esposinha sente. Como se algo estivesse faltando.
- Querida, eu... eu acho que você já está preparada pra ser... ser sodomizada!
Tremendo de excitação e expectativa, ela passa os braços em volta do pescoço do amante, quase sufocando seu rosto com os fartos seios. Devido a isso suas ancas se empinam. O tubinho é gentilmente retirado e a rolona escorrega pra fora da xaninha.
O macho segura a própria torona e procura pela boquinha anal. Mas devido a exuberância física da bunda dela não consegue acertar o alvo.
Surpreendentemente é ela quem leva uma das mãos atrás e segurando com firmeza a rolona, direciona até o próprio cuzinho. Gemendo mansinho , consegue ir se empalando lentamente, dissipando a sensação de estar segurando um barbante, mas agora uma grossa corda de amarrar navio.
Como é pela primeira vez há o desconforto da dilatação do anus e do tubo retal. Por isso ela pára o movimento, esperando o desconforto passar. Mas, a experiência do amante a faz vibrar quando ele desliza a torona até só deixar a cabeçorra dentro e em seguida lentamente empurra a dita até onde estava. Novamente ele repete o deslizamento e dessa vez enfia um pouco mais profundo. E cada vez mais pra dentro, até ele ver um sorriso de satisfação no belo rosto da infiel esposinha.
Totalmente descabelada e rebolando agora como uma perfeita deusa anal, ela sente a erupção de esperma conforme os espasmos de gozo se transformam em movimentos do baixo ventre dele batendo na xaninha e nas partes inferiores de suas bojudas nádegas.
A esposinha aperta o esfíncter como se estivesse sugando como uma boca. Fica difícil pro amante continuar deslizando a torona até ela relaxar e sentir que a própria passa a rebolar sensualmente, fazendo com que ele dê as últimas contrações do seu orgasmo.
O macho respira o ar como se estivesse se afogando, sentindo que ela rebola mais freneticamente até atingir o próprio clímax orgástico. Ela volta a sufocá-lo com os seios e um rouco e longo soluço ecoa de sua boca.
Passado alguns minutos, ela está sentada no vaso e ele limpa o cacete numa das toalhinhas. Ela pede pra ele sair.
- Eu, eu acho que vou... fazer... cocô!
- Use todas as toalhinhas que precisar. Estarei te esperando do lado de fora.
Uns dez minutos depois, ela aparece toda linda e com os olhos baixos diz.
- Só saiu esperma... que bom! Mas é a mesma sensação que tenho sempre que acordo pela manhã. Bom, vamos encontrar meu marido antes que ele se toque desse tempo todo que se supunha que fosse só uma dança comigo que você lhe tinha pedido!


Eles caminham separadamente com ela a frente, sabendo o quanto de prazer estava dando ao olhar dele. Chegam ao El Congo bar e percebem que Elcio deveria estar no Cassino. Não deu outra.
Elcio está sentado no bar segurando a cabeça com uma das mãos, quase dormindo.
- Quando ele passa do limite a pressão dele baixa e ele simplesmente desaba. Ele está a um passo disso. Vamos levá-lo pra nossa cabine.
Rafer faz sinal pra dois seguranças e eles levantam Elcio e o carregam seguindo Rafer e Lina.
- Olha, Lina! Minha suíte está mais perto do que a cabine de vocês. Vamos deixa-lo lá e pedir ao médico que vá vê-lo.
Lina se deslumbra com a extensa varanda que dá vista pro mar. E sente uma satisfação, um pouco culposa, por ter sido seduzida por um homem poderoso como ele. E mais ainda, ela continuava excitada e não saciada.
- Rafer, eu já passei por isso. É só deixar ele dormir. Não precisa chamar o médico.
Ele sente os eferomas de Lina se exalando no ar. Os dois seguranças agradecem o gratificação que recebem e vão embora. Ao se virar, ele deixa o queixo cair com a visão do curvilíneo corpo nu da bela esposa de Elcio. Ela tinha tirado o vestido enquanto Rafer se dirige a porta com os dois seguranças.
- Agora é minha vez de retribuir do mesmo modo às duas primeiras gozadas que você me deu. Eu não sei o que há comigo, mas eu sempre pensei se algum dia eu fosse trair o Elcio, eu começaria por chupar o cara! Eu, tenho até vergonhar de confessar, mas tenho essa compulsão de sentir um pênis pulsar dentro de minha boca! Eu quero, quero mesmo que você me deixe te chupar sempre que te pedir! Voce promete?!
- Voce é fabulosa, Lina! Vou satisfazer você completamente! Sinto que você adoraria estar numa orgia, não é?
- Eu... eu não quero ser prostituida!
- Jamais querida! Voce fará qualquer depravação que quiser junto comigo! Agora me faz uma demonstração de sua habilidade de boquete!
Lina se aproxima dele e o beija suavemente. Ela curte ele se desesperar, se esfregando no corpo dela, lhe passando a mão por todas suas reentrâncias, tentando lhe beijar os seios enquanto ela fica impassível lhe passando a linguinha pelos lábios dele enquanto lhe segura o rosto com as mãos.
Depois, segurando a mão dele, o conduz até a beira da cama. Antes que Rafer se sente, Lina se abaixa e o despe das calças e da cueca. Ela chega a sentar-se encima das panturrilhas para melhor observar embevecida o belo cacetão do seu sodomizador. Toda a compulsão por mamar jebas reprimida durante tantos anos aflora de maneira tão forte que ela tem um acesso de riso nervoso.
O pauzão de Rafer parece querer saltar fora da virilha ao ver os belos seios de Lina tremerem conforme ela ria. Gentilmente ele passa uma mão pela nuca dela e a traz até poder beijá-la. Isso faz com que o páu dele se encaixe entre os seios e Lina sinta o corpo vibrar com a quentura e a pulsação da tora muscular que já começa a expelir pré-semem.
Agora quem está em desespero é Lina. Ela quer esfregar os seios na torona e ao mesmo tempo chupá-la. Maliciosamente, Rafer segura sua cabeça firmemente, não deixando que ela complete seu intento até o momento que ela começar a balbuciar mesmo com a boca colada a dele.
Quando Lina tem sua cavidade bucal enchida pela imensa cabeçorra, Elcio se mexe no sofá soltando um ronco. Atrás do sofá, Lina já consegue engolir a metade da rolona de Rafer e vibra com a expectativa dele jorrar com abundancia em sua garganta, logo logo.
Quando isso acontece e por mais que Lina estivesse preparada, ela se surpreende com a enxurrada da ejaculação que engole e que ainda lhe escapa pelos cantos da boca. Seus olhos estão arregalados de admiração e orgulhosa de si mesma por fazer um homem gozar com sua boca.
Durante todo o processo Lina alternava em dedilhar a xaninha e apertá-la entre as coxas. Ela chegava perto do orgasmo, mas não conseguia completá-lo.
- Venha cá, minha deusa! Venha cá!
Rafer tenta puxá-la pra cima da cama, mas ela resiste em deixar a rola dele escapar de sua boca. Por fim ela cede e então Rafer a posiciona na feição de sessenta e nove. Lina por fim goza do jeito que sempre sonhou. Com a boca cheia de rola e o dono lhe sugando a xaninha e chupando com avidez o clitóris.
Não passou dois minutos quando os dois ainda ofegantes, veem Elcio se sentar abruptamente, balançando feito um zumbi. Lina rapidamente vai até ele e delicadamente lhe sussurra no ouvido.
- Voce tá sonhando, Elcio querido! Volte a dormir. Deite-se. Assim, assim. Durma agora.
Rafer se chega por trás dela que está inclinada com os seios pressionados no encosto do sofá. Ele se agacha e enfia o rosto no rego da bunda da safadinha esposa, passando a lubrificá-la com a língua. Lina sussurra roucamente sentindo sua libido afluir totalmente pro seu anus.
- Me... me enraba... enraba de novo!! Vai! Mete mais uma vez no meu cuzinho! Mete!
A mão dela ainda acaricia a cabeça do marido quando sente a cabeçorra ultrapassar seu anelzinho apertado sem nenhum desconforto dessa vez.
Rafer tem que lhe tapar a boca com a mão quando ela começa a gozar. Em seguida, ela é praticamente arrastada até a beira da cama e lá, já saciada, ela se deixa sodomizar com os fortes golpes que Rafer dá encima de sua bunda até ele gozar intensamente.
Dez minutos depois ela se levanta e vai até o banheiro. Põe uma touca na cabeça e enquanto a morna água reconfortante lhe escorre pelo corpo, ela repassa os fatos acontecidos nas últimas duas horas. Um sorriso de felicidade de quem descobriu um novo mundo aparece em seu belo rosto.
Sem nenhuma roupa ela abre a porta do banheiro e dá de cara com o marido. Os dois gritam ao se assustar, mas Lina recobre seu sangue frio primeiro e dá uma rápida olhada pra cama. Rafer tinha sumido.
- Querido, volte a dormir!
- O quê estou fazendo aqui?
- Rafer, se lembra dele? O Rafer? Pois bem, ele nos emprestou essa suíte porque você estava muito mal e era muito difícil te carregar até nossa cabine. Como a dele era mais perto...
- Sei, sei. É o caro que vai fazer aquela transação, não e´? Mas, deixa eu mijar e vamos pra nossa cabine depois.
- Ah não, Elcinho! Eu já estava me preparando pra dormir aqui já que você dormia tão tranquilamente. Vamos aproveitar e ficar até amanhã. Ele disse que nós podíamos fica aqui o quanto quiséssemos!
- Não, não! Eu não conseguiria relaxar. Vou pra nossa cabine.
- Ah, vou ficar, Elcio!
- Tudo bem. Mas tranca a porta!
Quando a porta se fecha, Lina vai correndo até a varanda. No meio do caminho, Rafer deitado ao lado da cama oposto ao sofá lhe pergunta.
- Que idéia foi essa de querer que ele ficasse aqui?
- Eu conheço o corninho! Sabia que ele ía me deixar ficar! Eu estou faminta! Tenho direito a serviço de quarto?
- Tudo o que você quiser, princesa! Tudo o que você desejar!
Lagosta, champanhe e morangos com sorvete foram levados a suíte do sr. Rafer.




Por telefone Rafer é avisado que o carrinho com o café da manhã está junto a porta da cabine. Ele se levanta e entreabre as cortinas que dá pra varanda e um claridade inunda o quarto. O navio desliza pelo mar azul.
Abre a porta e traz o troley com um farto café da manhã pra dentro. Lina ainda dorme quando ele se dirige pro banheiro.
Depois de toda higiene feita ele volta ao quarto e já encontra Lina se servindo de uma xicara de café que em seguida passa a mesma pra ele. Ela está nuazinha.
- Huum, como está limpinho e cheiroso! Deixa eu fazer uma coisa antes que o Elcio venha dar as caras por aqui.
Antes que Rafer se dê conta, Lina vai se abaixando, abrindo o robe dele e encostando o tarugo semi-flácido no rosto ao mesmo tempo que o cheira murmurando monossílabos.
Quando ele deposita a xicara na mesa, Lina já está com a tora dentro boca e suga avidamente, fazendo com que o musculo comece a palpitar, rígido e macio ao mesmo tempo.
- Lina Lina, Lina! Voce é uma maravilhosa mamadora de jebas! Quem diria que ontem a noite você estava exigindo formalidades de minha parte e agora está como a minha deusa sexual preferida!
Lina deixa o cacete escapar da boca e com a cara mais inocente lhe diz.
- Voce acha que sei chupar gostoso teu páu, acha? Vai gozar na minha boquinha, vai?
E se meu marido souber disso tudo que você tá fazendo comigo...? Me depravando. Me sodomizando... Me deixando viciada em dar o cuzinho... Será que ele vai deixar? Me bater?... Ou ser meu corninho?
Lina fala intercalando chupadas na cabeçona da rola, deixando Rafer pronto pra ejacular como um vulcão.
Ela sente que a qualquer segundo ele fará isso devido ao modo que ele remete os quadris pra frente e pra trás. Lina, excitadíssima, masturba Rafer com uma das mãos e com metade da rola dentro da boca e com a outra mão, apertada entre as coxas, masturba a si própria.
Inesperadamente é Lina quem começa a gozar. Ela urra deixando escapar o páu da boca e voltando a abocanhá-lo, repetindo isso algumas vezes até chegando ao clímax, engolindo toda a tora até a ponta de seu nariz tocar os aparados pentelhos da virilha de seu amante.
Rafer está respirando pesadamente com os dente trincados e um olhar de sátiro devasso, observando a boquinha da esposa de Elcio ir deslizando na direção da glande, deixando um rastro de baba brilhante que escorre e cai nos seios dela. Ele explode.
Os olhos de Lina se reviram quando ela sente e tenta engolir toda jorrada de semem em sua boca.
Rafer tem os movimentos dos quadris descontrolados, mas Lina consegue mantê-lo dentro da boca por todo o tempo em que ele está gozando.
Cinco minutos depois, Rafer ainda está recuperando a respiração, meio tonto ele procura uma cadeira. Lina está sentada de lado e com uma das mãos recolhe com os dedos o que sobrou da ejaculação pra em seguida chupá-los.
- Angelina! Lina! Abre a porta!
Por um segundo Rafer e Lina ficam estáticos. Ela logo toma a iniciativa de pedir, com um sinal, o roupão de Rafer. Ele, agora nu, se joga pra baixo da cama. Lina posiciona o lençol caindo da cama pro chão, tapando assim qualquer visão pra baixo da cama. Passando a manga do roupão pelo rosto, ela se dirige a porta.
Abrindo a porta ela se depara com o marido e o filho André. Ficou surpresa por isso.
- Bom dia, meninos! Entrem! Venham tomar café comigo.
Lina faz menção de beijar primeiro o filho depois o marido.
- Iih, mãe! Pára com isso! Limpa o rosto. Tem um pouco de iogurte caindo do seu lábio inferior!
Os três se sentam à mesinha e André passa a se servir sem cerimônia. Se havia alguma dúvida pra Elcio de que sua esposinha passara a noite sozinha naquela suíte, se dissipa quando ele nota que só uma xicara já estava com café e que agora ela dá um gole.
- Temos que ir, Lina. Temos também que combinar com Rafer como vamos fazer a tal transferência.
- Está bem. Mas, antes eu preciso ir ao banheiro.



Lina não consegue resistir aquele homem que a domina sexualmente e financeiramente ao marido dela. Ela corresponde aos beijos apaixonados que recebe de seu novo macho de cabelos grisalhos e se torna febril com o roçado da genitália dele em seu corpo.
Minutos atrás ela, o marido Elcio e o amante Rafer, tinham acertado todo o esquema para que Elcio desembarcasse em Salvador no processo de passar o dinheiro, montante de cinco milhões de Reais, ao enviado de Rafer que depositaria cerca de um milhão e meio de dólares num banco europeu.
Para isso foi necessário que a filha do casal, Noemia, fosse enviada até Paris, onde lá o sócio de Rafer tomaria as providencias para a abertura de conta em Luxemburgo em nome dela que, lógico, passaria para o nome do pai.
Elcio não gostou da idéia de deixar sua esposa Lina como uma espécie de refém até que toda operação fosse concluída, que se esperava dentro de quatro dias quando então o navio aportava em Fortaleza.
Rafer pediu licença a Elcio para dançar com Lina. Ele consentiu de cara amarrada, sabendo que nada impediria do contrário.
Enquanto dançam, a respiração de ambas se torna acelerada. O pênis endurecido de Rafer roça entre as coxas de Lina que sabidamente está sem calcinha.
Os três tinham consumido duas garrafas de vinho jantar. Lina sabia que era questão de tempo que o marido se sentisse sonolento.
Como na noite anterior, os dois levaram Elcio para a cabine e então, voltamos ao momento em que Lina e Rafer estão se agarrando, estando o marido dela esparramado de bruços na cama.
- Pára... espera um momento, aqui não! Não quero passar pelo mesmo susto da noite passada! Quero que você me sodomize em outro lugar... diferente!
- Vamos pra minha suíte?
- Não...
No ponto mais alto do navio onde fica a chaminé, vamos encontrar Rafer com a face enterrada entre as polpudas nádegas da esposinha de Elcio que murmura desvairadamente pela caricia da língua do macho em seu anus e das mordidinhas por toda sua bunda.
Mais alguns minutos e Lina se alucina com os chupões em seu pescoço e o cacete da grossura de um punho deslizando pra dentro e pra fora de seu cuzinho.
- Me dá! Me dá esse cuzinho, sua safada! Rebola! Rebola essa bunda! Sente minha rola entrando e saindo desse cuzinho aveludado? Sente?
- Mais! Quero mais! Com mais força! Mete com força! Assim, assiiiim!!
Os dois não se entendem quanto a questão de ela rebolar e ele meter com mais força. Mas os movimentos frenéticos e desconexos de ambos ajudam ao prolongamento do prazer.
Num dado momento, Rafer faz Lina parar o rebolado empalmando com firmeza uma das nádegas dela. Em seguida leva a outra mão a agarrar parte dos cabelos na nuca da infiel esposinha, fazendo gentilmente que ela vire a cabeça até o ponto que ele possa beijá-la.
Lina por sua vez, sente a dominação do macho. Tanto ela como Rafer estão prontos pra gozar. Ela fechas as pernas, cruzando nos calcanhares, fazendo assim com que seu anus carinhosamente aperte mais ainda ao redor do cacetão dele que mansamente está entrando e saindo até a metade de toda sua extensão.
Totalmente com o corpo desequilibrado, Lina se abandona aos braços firmes do amante, como se fosse uma boneca de pano deixando que o torão dele e seu cuzinho sejam a fonte de prazer que lhe dará o orgasmo.
Os gritos de ambos se esvaem junto aos ventos naquele céu estrelado que parecem a Lina que estão bem perto de seus olhos. Sim, ela vê estrelas de tanto prazer.
Minutos depois, ainda arfando, Rafer a beija pela nuca e ombros , suavemente deixa sua rola escorregar pra fora do cuzinho da esposinha do Elcio.
- Espera! Espera! Mete de novo! Não quero que teu gozo escorra pela minhas coxas e manche minha calça Versace que você me deu!
- Meu amor, você terá muitas outras mais! Não se preocupe! Olha, aqui tem o meu lenço!
Lina pega o lenço e está prestes a passar no rego da bunda quando pára de repente com um sorriso maroto nos lábios e encarando Rafer.
Os dois, sem se importarem, chegam de braços dados ao bar do cassino. Lina tem um leve sorriso no rosto e um rubor de quem está envergonhada. O lenço de Rafer foi enrolado, dobrado em dois, dado um nó nas pontas soltas e agora está inserido no cuzinho dela.






















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