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09 de Dezembro, 2017 às 03:34 Por: Sr.Claus

Lista de fetiches

tags: Psicólogo, sádico, jovem, excitante
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[...] , eles estavam ali, os dois em uma sala, sentados, um de frente para o outro. Ela estava calma, mas seu coração batia mais forte, não era apenas mais um dia qualquer, após ter escrito o que sentia em seu diário, tudo estava diferente, estar com ele, ali, pela próxima hora a fazia imaginar loucuras, sua pele clara tomava então um tom avermelhado o que ficava lindo com seus longos cabelos ruivos.

Ela admirava ele, tentava conter a respiração que insistia em se tornar ofegante, não o olhava diretamente, mesmo que sua vontade fosse de gritar ao mundo o que sentia, não sabia qual seria a reação dele diante daquela revelação. Ele, ali apenas seguia com as ações costumeiras de seu dia-a-dia, ficou ali com ela durante todo o decorrer da hora, sentados falando sobre a vida e os sentimentos dela.

Jeniffer, ou como os amigos a chamavam, Scarlett, ficou ali, por toda a hora, louca para que aquelas horas não passassem e ao mesmo tempo desejando que ela passasse rapidamente... Ela queria estar com ele, mas não aguentava mais ter de esconder seus sentimentos de uma das poucas pessoas que realmente parecia se importar com ela.

Passou-se a uma hora desde que ela chegara, ele então de levantou e seguiu em direção a aporta enquanto se despedia de Scarlett. Após ela sair, uma breve mensagem, "Até a próxima sessão" disse ele. Ela, decepcionada por não conseguir confessar o que sentia, deixou que uma lágrima escorrece por seu rosto quando a porta bateu e tudo que restara a ela naquele dia era a placa colada na porta que dizia: "Psicólogo Claus".

Jeniffer, saindo de lá seguiu para sua casa, ela estava apaixonada por seu psicólogo, mas ele era mais velho que ela, e ela ainda era menor de idade, o relacionamento deles não seria possível, era de fato proibido, não só pela idade mas pelo código de ética que não permite relações entre o psicólogo e o paciente.

Claus, após a saída de Jeniffer foi finalizar suas anotações da consulta, ele sempre fazia isso para saber até onde conseguiu ir com seus pacientes, um administração pessoal e por muitas da vezes não era formal, não era técnico...

"Dia 04 de julho, esta já é a 4° Sessão com Jennifer, ela já consegue se abrir mais comigo,mesmo que mentindo muito breve ela já estará mais confiante. Pude notar algumas mudanças no comportamento dela, hoje ela estava mais ansiosa, mentia mais a respeito de seus sentimentos.. Parece que ela está começando a me ver como um parceiro... Já esperava por isso, mas tenho que tomar cuidado, não é bom que agora que os resultados das sessões estão sendo promissores ela tenha uma decepção... Bem, eu também tenho que tomar cuidado... Não posso me deixar guiar por meus prazeres e desejos... "

Não havendo mais consultas naquele dia, Claus foi para sua casa, morava só, havia se separado de sua mulher a alguns anos, não tinha filhos e em sua vida não havia mais lugar para relacionamentos sérios, tudo o que ele queria eram submissas... E era justamente isso que lhe esperava em sua casa, deitada, já vendada, em sua cama...

Jeniffer em sua casa, deitada de calcinha em sua cama, pensando e desejando seu psicólogo... Ela tinha certeza de que precisava dele, só não sabia o que fazer para conseguir...

Capítulo 2 - Claus I

Claus estava em casa, após um dia inteiro realizando consultas ele ainda tinha mais um compromisso, ela estava lá, vendada e deitada em sua cama como sempre fazia, todas as semanas, no mesmo dia... Aquilo não era mais satisfatório, mas ele ainda assim cumpria seu papel da melhor forma possível. Ele havia dado a si mesmo a obrigação de sempre ser perfeito na cama, e cumpria isso em todas as ocasiões.

  Entrou em casa sem fazer barulho, queria surpreender mais uma vez a moça que em sua cama aguardava. Foi até sua cozinha e esquentou um fondue de chocolate, não deixando-o muito quente, mas em temperatura suficiente para irritar a pele.

   Tirou seu terno, mantendo apenas a cueca box preta que usava, pegou o recipiente contendo o fondue e seguiu para o seu quarto, no segundo andar, onde a mulher lhe aguardava.

Chegando lá encontrou uma moça, era nova, tinha uns 20 anos... Não era a que havia ido nas últimas duas vezes, provavelmente havia acontecido algo que sua secretaria não o informara. A moça era bonita, longos cabelos castanhos escuros que caiam sobre sua langerie preta, ele a observou por alguns segundos enquanto segurava o fondue, então, resolveu ir mais devagar, aliás, era a primeira vez dela com ele.

   Ele fez um som intensional quando colocou o recipiente com o fondue sobre uma cômoda no quarto, ela se atentou a presença dele...

- Qual o seu nome? - Perguntou ele enquanto a observava na cama.

- Me chame de Yasmin - Respondeu ela de forma sexy...

- Eu não perguntei como quer ser chamada, "Yasmin" - Ao falar Yasmin ele usou um tom de desprezo - Eu tenho certeza que perguntei seu nome, o real.

Ela ficou um pouco assustada, engoliu seco e então Respondeu:

- Desculpe senhor, meu nome é Aline...

- Alguns dizem que "senhor" está no céu... Me chame de Claus, ou melhor, me chame de mestre. - A fala dele saiu tranquila, a voz dele era encantadora, mas o que ele dizia soava claramente como uma ordem.

- Sim sen.. - Ela parou no meio da palavra - Sim mestre.

  Claus então foi para a cama e se pondo sobre ela, começou a beijar sua boca, o beijo era bom, ela queria mais, quando ele se afastava após o beijo, ela, ainda vendada, tentava encontrar novamente a boca dele para prolongar o beijo. Ele tão começou a descer lentamente, beijando e mordendo o pescoço, abrindo e removendo o sutiã... Mordendo o bico do peito... Beijando e dando leves mordidas na barriga...

  Removeu lentamente a calcinha dela, passando o tecido pelo corpo e a arrepiado inteira... Voltou para cima alisando as pernas dela.. até que então, ela fechou as pernas... Ele notou que ela estava chorando e parou a observar.

- Eu... Eu não consigo.. - Disse ela gaguejando.

- Você não é obrigada a fazer nada que não queira... - Disse ele que agora subia pela cama e deitava-se ao lado dela.

- Eu achei que iria conseguir, me desculpa, é minha primeira vez com isso... - Ela se levantou e agora começava a se vestir. - Eu.. eu vou embora!

   Claus então se levantou e foi até seu armário, onde em uma pequena gaveta pegou um bolo de dinheiro que continua mil reais e entregou a jovem que já estava saindo do quarto.

- Toma.. Isso é seu! - Ele entregou enquanto olhava sério para ela.

- Eu não posso aceitar, eu não fiquei... - Ele a interrompeu.

- Eu já falei, pega e vai embora. - disse ele usando um tom mais grosso em sua voz.

  Aline então pegou o dinheiro e foi embora andando rapidamente e chorando. Após ela sair pela porta Claus pegou seu celular e ligou para seu motorista particular que estava de plantão na entrada do condomínio.

- A garota a acabou de sair daqui, leva ela para onde ela quiser. - Disse ele ao celular

- Foi rápido hoje em.. - Respondeu o motorista

- E desde quando isso passou a ser da sua conta? Sua obrigação é monitorar meus horários?

    Claus então desligou o celular e foi tomar um banho, ele não estava muito animado com aquela noite, mas aquela garota havia mudado tudo, ele até que queria ter transado com ela...

Um minuto estava no quarto, de calcinha, e no outro, estava parada em frente a um prédio vendo uma jovem sair chorando.

Em seu quarto, Jennifer ficou pensando em como faria para chamar a atenção de seu psicólogo, ela já pesquisava sobre ele a muito tempo, já havia ido inúmera vezes ao seu prédio, na esperança de ao chegar, ter coragem para contar tudo o que sentia por ele, mas nunca conseguia e ela voltava a se sentir impotente diante daquele sentimento. Mas naquela noite foi diferente, ela sabia o que queria e como faria para conseguir, aliás, as visitas que ela já havia feito ao prédio, somadas algum charme jogado no segurança, foram o suficiente para saber das brincadeiras noturnas de seu psicólogo. Uma garota, jovem, no mesmo dia, toda semana, ela poderia ser apenas mais uma, mas naquela noite seria alguém.

  Abriu o seu armário e vasculhou ele por completo a procura de sua melhor lingerie, e o que encontrou de melhor foi uma calcinha vermelha rasgada, não era isso que ela iria apresentar para ele, não havia esse condição, então, pegou um sobretudo preto e foi sem nada por baixo, talvez isso a deixasse irresistível, assim talvez ele não conseguisse se conter, então, ela foi ao prédio, somente um sobretudo preto e o dinheiro da passagem.

Ao chegar ao prédio ela se deparou com uma cena inesperada, uma jovem vinha andando rápido chorando em sua direção, ela estava saindo do prédio, mal estava vestida, sua rouba com botões trocados e bolo de dinheiro quase caindo do bolso. Jennifer se assustou com a cena, se perguntava porque a mulher estava chorando, o que ele poderia ter feito com ela, ela exitou, deu um passo para trás e acabou por esbarrar em um homem alto que estava atrás dela.

- Boa noite senhorita. - Disse o homem antes mesmo de Jennifer conseguir se virar - Posso ajudar?

- E.. E... Eu vim me encontrar com o Sr. cla..Claus. - Respondeu ela gaguejando.

- A sim, então está explicado porque ele dispensou a outra mais cedo - Respondeu o homem, que ela, ao se virar viu ser um motorista particular.

- Eu sou nova nisso, pode me dizer como as meninas fazem sempre? - Perguntou ela

- Bem, não sei como funciona, só levo elas para onde querem ir, mas já me disseram uma vez que elas o esperam dentro do apartamento, acho que você pode ir direto lá, é na cobertura.

- Obrigada, mas... Você pode me levar lá? Não conheço o prédio - Perguntou ela ainda um pouco nervosa

- Na verdade, não! Já fiz até muito te falando sobre isso, nem deveria. Vou fazer meu trabalho, boa noite moça. - Disse o motorista enquanto ia para o carro, onde a moça já o esperava.

- Obrigada novamente... - Jennifer disse isso baixo, enquanto olhava para o topo do prédio que parecia não ter fim.

  Ela então seguiu para o prédio, passar pela recepção foi fácil, todos olhavam para ela como uma puta, aparentemente os prazeres dele não eram tão particulares, o desprezo nos olhos das pessoas era evidente. Mas ela seguiu e foi ao apartamento dele.

Uma porta nunca pareceu tão amadora, ela e era enorme e preta, um belo contraste com sala onde ficava, ao sair do elevador você se deparava com ela, enorme naquela sala branca com jarros e plantas verdes. Era lindo, porém, naquele momento assustador. A porta estava entreaberta, ele esperava que alguém subisse, uma menina, até porque, ninguém sobe a um apartamento naquele prédio sem uma permissão, no mínimo ele acreditava ser a outra que havia ido embora. Ao se aproximar da porta o medo aumentava, ela não sabia qual seria a reação dele, então exitou. Virou as costas e começava a seguir para o elevador quando a voz dele, vinda de dentro do apartamento fez seu corpo paralizar.

- Entre, não se preocupa, eu estou pronto para que você não volte a ficar tímida. - Disse ele com uma voz grossa, e distante, ele estava falando de dentro do apartamento, ele ainda não a havia visto - Desta a vez, eu que te espero vendado.

Enquanto paralisada com o susto de ouvir a voz dele, a porta do elevador fechou, ela não tinha mais volta, não haviam botões que a fizessem abrir, os controles estavam dentro do apartamento, de qualquer forma ela teria de entrar.

Ainda assustada, ela entrou. Ao entrar, a surpresa foi enorme ao ver todo aquele lugar, era enorme, haviam dois andares, pelas janelas de vidro que pegavam toda uma parede era possível ver a Cidade, linda e brilhante. Ele continuava chamando por ela, dizia que estava preparado, vendado e que hoje, por ser a primeira vez, ela poderia guiar a noite. A vontade de ir embora era grande, mas o desejo por ele era maior. Ela então tirou seu sobretudo e foi seguiu para o segundo andar.

Usar vendas era mais excitante do que ele lembrava...

Desde de que a colocara ele contava os segundos para que sentisse o primeiro toque, o primeiro contato. Como ela poderia o surpreender? Ela era tímida, havia saído por medo de sua primeira vez como prostituta de luxo, talvez tenha se sentido intimidada pelo que contaram a ela, mas o medo passou, ela estava indo ao seu quarto. Ele ouvir os passos leves subindo a escada, devagar e exitante, como quem tivesse medo do que poderia acontecer.

O silêncio era soberano no quarto, a mais leve respiração podia ser ouvida, ela se aproximava, certamente o admirava, ele deitado e vendado, completamente nu. Ela queria tocar, mas tinha medo, não sabia o que fazer, era inexperiente, virgem, tudo que sabia sobre sexo era o que lia em livros, contos e assistia em vídeos, sabia onde por o que, mas não como faria para dar real prazer a um homem, no mínimo a que havia saído era profissional, o que ele faria com ela caso a descobrisse? Ou melhor, quando a descobrisse. Insistir nisso parecia tolice, ela então virou as costas e seguiu em direção a saída, mas quando ela se aproximava da porta, ele falou.

- Onde vai? - Perguntou ele em tom firme, parecia impaciente, subitamente ela parou e então ele continuou - Feche a porta, apague a luz e então se deite do meu lado.

Ela estava parada diante a porta, seu corpo todo se arrepiou quando ele falou, seu coração estava acelerado mas enfim ela poderia ter o que queria, quando ele descobrisse já seria tarde, tudo teria acontecido, ela teria se saciado, teria tido ele, mesmo que por apenas alguns instantes. Ela então fechou a porta, apagou a luz e se deitou ao lado dele.

Por alguns segundos apenas ficaram deitados ali, ele ouvindo a respiração ofegante dela enquanto ela sentia a mesma agonia na espera de um toque que ele sentia desde que colocou a venda. Ela esperava, a cada possibilidade um novo arrepio, então ele colocou a mão em seu coxa, um novo arrepio percorreu todo o corpo, e então ele foi subindo lentamente a mão pela coxa dela, com um toque suave e então tirou ao se aproximar da vagina. Novamente ela esperava ansiosa pelo próximo toque, tão suave e lento como o anterior... Mas ele se pôs sobre ela, ainda vendado a encarava nos olhos, já excitado, ela permitia sentir o pênis dele a tocar, a respiração dela se tornou mais ofegante, ele então mordeu levemente seu pescoço, foi descendo beijando o corpo até chegar nos peitos, o contato da língua de e a forma como mordiscava os picos a fazia delirar, enquanto isso a mão dele percorria seu corpo, ia descendo, e ao chegar lá embaixo o prazer era tanto que ela mal conseguia conter os gemidos, temia que ele a reconhecesse, mas nem imaginava que ele já não seria capaz de pensar em uma paciente naquele momento, pequenos espasmos em todo seu corpo a fazia, involuntariamente pressionar os seios contra o rosto dele, ela então colocou a mão em sua cabeça para guia-lo a descer mais, mas instantemente ele a conteve.

Segurou ambos os braços dela e colocou sobre sua cabeça, de forma que seu rosto ficasse frente ao dela.

- Não faça mais isso! - Ordenou ele - Eu sou o dominador agora, você perdeu sua chance quando resolveu ir embora, então, eu digo quando será.

Ela assustada não disse nada, seu coração disparou, mas gostou. A força que ele usou em seus braços foram o suficiente para a conter, mas não para a machucar, ela sentiu prazer naquilo, mas não sabia como como se expressar, ou como pedir.

Ela já estava toda molhada quando ele desceu para fazer oral nela, a partir daí, conter os gemidos se tornou algo impossível, ela apenas balbuciava, não dizia nada, o medo de ser descoberta continuava, mas a capacidade de conter os sons não existia mais, ela sentia que estava na hora dele meter nela, ela queria isso, o corpo dela implorava e ele parecia ouvir. Sem demorar ele meteu, entrar de uma única vez poderia ter sido doloroso, mas não, foi perfeito, sem dor, sem sangue, apenas prazer. Os gemidos se tornaram mais altos, o prazer se tornou maior.

Para ela foi perfeito sentir ele dentro, o calor do contato da pele, o prazer, os espasmos, o desejo, o sentimento, o tesão.

Ele então tirou de dentro dela e a colocou de quatro, cada estocada era um tapa, não muito forte, mas forte o suficiente para irritar a pele branca dela. A cada metida em novo gemido, ele puxava o cabelo com uma mão enquanto batia na bunda com a outra, os movimentos ficando cada vez mais frenéticos, tudo ficava mais rápido, os gemidos mais altos, o tesão mais irresistível, e então, ela teve um orgasmo. Centenas de espasmo em todo o corpo, uma sensação inesquecível...

Ele então se levantou, com a luz ainda apagada, e foi para o banheiro, ao passar pelo interruptor ascendeu a luz, mas não olhou para trás.


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