Buscar no Portal

27 de Abril, 2017 às 15:36 Por: Kctudo Comedor

Loira indefesa, uma noite maravilhosa

tags: Loira Indefesa
Esse conto possui 14010 visita(s).

Olá caros leitores, fico feliz em ver o número de acessos aos meus contos.
Todos sabem que são relatos reais, portanto vou compartilhar mais uma experiência que acho relevante.
As minhas descrições nem preciso falar, quem se interessar pode ver em algum conto anterior.
Moro numa cidade da Grande São Paulo e há alguns anos eu fui até uma pracinha a cerca de 300 metros da minha casa comer um lanche delicioso que era servido numa perua à época. Não fui mais lá, pois o dono da perua foi assassinado brutalmente por ex-funcionários. Esse caso repercutiu nos jornais do todo o Brasil.

Bom, vamos ao que interessa.

Estava comendo meu X-Bacon quando de repente chegou um casal falando alto em tom agressivo.
Ele, um moreno com mais ou menos 1,80m e ela uma loira de uns 1,72m x 62Kg. Tinha traços nordestinos e pelo sotaque evidenciava mais ser uma pernambucana.
A moça sem dúvidas era linda, tinha cabelos lisos, cintura fina e estava muito bem arrumada. Seu perfume tornou aquele lugar muito agradável, não fosse o calor da discussão.

O cara falava: - nem pense em ir, se der um passo daqui eu arrebento a sua cara.
Ela: - você não manda em mim, sou uma mulher livre, não sou suas negas. EU trabalho a semana toda e tenho direito de me divertir. A buceta é minha e eu dou ela pra quem eu quiser. Agora quero ver você tocar um dedo em mim aqui, não é possível que não apareça um homem pra me defender.

Epa! Quem me chamou? Perguntei a ela.

- Moço, é o meu irmão. Esse idiota pensa que é meu pai, acha que manda em mim.
- E porque essa discussão toda? Não seria melhor vocês discutirem isso em casa, tem que fazer barraco na rua?
- Eu estou cansada de ficar em casa e me arrumei pra ir no centro de São Paulo, quero me divertir um pouco mas meu irmão é muito chato, ciumento. Um nojo, não quer me deixar ir e se eu for ele vai me bater.
- Como uma mulher com 30 anos de idade é dominada pelo irmão?
- Pois é, disse ela.

Claro, talvez eu não teria contra o seu irmão, dadas as proporções físicas, mas nunca levei desaforo pra casa e jamais deixei uma pessoa indefesa em apuros. Pra quem não sabe, eu sou oficial do Exército e na ocasião eu estava armado.

Falei assim pra moça: Aquele é o meu carro, entra lá e aguarda eu terminar meu lanche porque estou com fome.
Se alguém quiser impedir você de ir pra sua festa terá que passar por cima de mim.
Destravei o carro com o controle e mandei ela me esperar. Atendeu prontamente e sentou no banco do carona.

O irmão ficou possesso de raiva me olhando como quem queria me estraçalhar, mas não me dirigiu a palavra.

Terminei o lanche e quando entrei no carro, a loira estava com o som ligado no volume máximo, com a luz interna acesa e retocando a maquiagem no espelho do quebra sol.

Para onde vamos loira? Perguntei.
- Sei lá, minha noite começou mal. Aonde me levar ficarei bem, se não for incomodar mais do que já fiz.

Liguei o carro e fomos pela rodovia conversando.

Eu não tinha muito assunto e só observava suas pernas lisinhas torneadas naquela saia justa e curta.

- Fala alguma coisa senhor valentão, ao invés de ficar babando nas minhas pernas rsrsr.

Parei o carro no acostamento e falei pra ela que não era muito bom com as palavras, preferia agir. Dei-lhe um beijo longo de língua e meu pau jpa duro começou a babar.

- Você é louco mesmo, nem esperou chegarmos em algum lugar e nem perguntou se eu aceitaria seu beijo. Mas estou achando que você é casado, tem cara de casado. Vou avisando logo, não fico com cas... dei outro beijo nela.

Chagamos no Love Store na capital e fomos pegar uma bebida.
Eu não bebo nada, então peguei um chopp de vinho e pra ela uma bebida maluca quem não sei o nome.

Dançamos um pouco e ao centro na pista tem um mastro de poli dance. Algumas pessoas ao lado insistiram para que subissemos e lá fomos nós. Causamos um pouco, improvisando uma dança e meu pau já estava quase rachando de tanto tesão ao vê-la se desmontando no rebolado.

Sentamos um pouco num banco no escurinho e ficamos curtindo a música aos beijos.
Ela sentou no meu colo e sentiu o volume do meu pau, logo começou a rebolar.
Eu puxei sua saia deixando sua bunda de fora, daí a coloquei de lado enquanto tirava o pau pra fora da calça e a coloquei de volta sentada no meu colo. Ela rebolava e gemia esfregando os labios da buceta na minha rola. Não aguentei muito. A convidei para irmos a algum lugar reservado. Saímos e fomos pegar o carro. Quando entramos, ela virou de costas ficando de joelhos no banco e levantou a saia revelando aquela bunda branquinha e bem lisa. Uma imagem inesquecível com um fiozinho preto enfiado no rabo rachando sua xoxota. Não resisti e meti a língua de baixo até encima. Ela padiu para sairmos dali, pois alguém poderia ver. Eu reclinei o banco e deitei encima dela. Puxei o fio dental pro lado e tentei meter na buceta, mas a bunda era muito grande e a ergonomia do banco não ajudava muito. Só dava pra colocar a cabeça. EU não estava confortável com aquilo.
Puxei com força e arrebentei o fio dental. Ela me chamou de grosso. Perguntei se estava falando dos meus modos ou do diâmetro do meu pau.
Ela riu e outra vez pediu para irmos pra um motel.
Falei, ainda não. Abracei seu corpo segurando no banco do carro, encostei meu rosto no dela por cima dos ombros sentindo aquele perfume delicioso e encaixei a cabeça do meu pau na entradinha do seu cu.
Ela tentou sair pro lado. FIcou brava e falou: - nem pensar! Nem chega perto aí, nunca fiz isso e não vou fazer.
Aquilo pra mim foi um convite. Fui forçando de vagar mas com força e ela tentando se esquivar. Naquele momento só queria sentir seu cuzinho quente. A cabeça entrou com dificuldade e ela gemia. Seu cu mordeu minha rola e não entrava mais. Eu não queria tirar pra tentar de novo pensando que não ia conseguir e continuei dando umas bombadinhas curtas na tentativa de penetrar mas ela não deixava.
Falei no seu ouvido: - tudo bem querida, me desculpe. Vou tirar com cuidado e nós vamos pra um lugar aconchegante. Ela fez sinal positivo com a cabeça. Soltei seu corpo lentamente e ela me falou que não ia dar mais pra mim não porque eu fui muito bruto. Ainda não tinha tirado o pau do seu cú, a cabeça permanecia latejando e não tinha lubrificação. Eu segurei no seu quadril como se fosse tirar o pau, subi nas pontas dos pés e soltei o peso do corpo sobre a sua bunda. Meu pau entrou estourando todas as suas pregas de uma vez. Quase torceu pro lado. Doeu um pouco mas a sensação de prazer foi indescritível. Ela deu um berro. - filho da puta!
Então eu dei mais uma estocada e segurei o pau todo dentro dela. Abracei novamente o seu corpo e comecei a beijar sua boca.

Percebi pessoas se movimentando no estacionamento, então removi o painel do som para não ter iluminação dentro do carro, virei de cado e ficamos de conchinha com um ajaqueta cobrindo nossas genitálias.

Ela falou que estava quase se arrependendo de ter saído comigo, porque no primeiro momento eu demonstrei ser um cavalheiro, mas estava me comportando como um animal. Perguntei se ela queria voltar pra trocar porradas com o irmão. Ela disse: Qualquer coisa menos aquele ogro. Abracei seu corpo, fiz um carinho, passando a língua noa sua orelha e senti o cu dela relaxando. Aos poucos ela ia rebolando e se acostumando com o meu caralho atolado no seu rabo.
Enfiei um amão na sua buceta e meti dois dedos enquanto segurei o seu rosto e comecei a chupar sua lingua.
Ela segurou minha cabeça com as mãos e me beijou loucamente parecendo ser a coisa mais importante da vida dela. Aproveitei e comecei um vai e vem de vagar, logo estava bimbando forte no seu cu.

Não demorou muito e ela gozou. Daí me perguntou: Você faz isso com todas? Deve ser mulherengo demais, polícia é tudo igual, bem minhas amigas falam.

Tirei o pau daquele cuzinho recém desvirginado, passei pro meu banco e saímos. Fomos direto pra minha casa. Passamos em frente o apartamento dela e ela falou assim: - pensei que você ia me levar pra um motel, o que foi, se arrependeu ou ficou bolado com as coisas que te falei? - Não, vamos pra minha casa. Ela ficou assustada, com medo de eu ser casado, dizendo o que minha família ia pensar etc, eu nem liguei, continuei.

Chegamos em casa, todos estavam dormindo e fomos direto pro meu quarto. Tiramos a roupa e fomos pro chuveiro. Tomamos um banho juntinhos e nos jogamos na cama. Chupei a sua buceta sem pressa e ela gozou 3 vezes seguidas na minha boca, então ela disse que no poli dance foi só uma prévia, pois o show seria particular.

Deitei e ela sentou no meu pau de frente pra mim. Rebolava e cavalgava loucamente. Entre uma e outra posição, ela me mamava gostoso.

Perguntou se eu não ia gozar, pois reparou que desde a balada até aquele momento eu ainda não tinha gozado. Respondi que queria uma gozada especial.

Coloquei ela de quatro e soquei com vontade na sua buceta apertada segurando seus cabelos com força. Ela não se aguentava mais e gozava uma vez após a outra.

Então ela perguntou: - como é essa gozada especial que você quer? Respondi, cavalgando. Ela ficou assustada e disse que não ia conseguir, daí érguntei se ela poderia esperar, acenou que sim. mandei que dormisse, coloquei uma roupa e saí. Fui até uma drogaria 24 horas, compre KY e voltei pisando fundo no acelerador.
Entrei no quarto e ela estava adormecida, nem percebeu meu retorno. Passei KY no meu pau, lubrifiquei bem o seu cú e a acordei. - você está pronta querida, mostre todo o seu talento.

Deitei e ela viu o gel aberto na cama, foi pegar e eu falei, não precisa, já lubrifiquei você. Ela passou a mão e falou, como você é danado. Sorriu e veio pra cima.

Ela veio novamente por cima virada pra mim. Estava sorridente mas insegura. Que mulher linda, sua silhueta na pouca luz me enlouquecia. Então ela segurou meu pau e foi sentando de vagarinho. Eu segurei sua cintura e puxei com força pra baixo, ela sentou assustada e o pau entrou todo. - nossa! entrou? nem doeu, eu pensei que não ia aguentar.
- o caminho já ta aberto querida, só faltava um aajudinha da johnsons johnsosns rsrrs.
Ela começou com movimentos tímidos e foi acelerando. Eu segurei a ejaculação ao máximo. Então ela virou de costas e quando eu vi aquele rabo subir e descer no meu cacete não resisti e esporrei seu cuzinho. Ela falou: - que delícia leite quente no meu cú amor, gozou junto e caiu pro lado.

Tomamos mais um banho e dormimos até o meio dia. Nos levantamos e a convidei para almoçar. Ela se recusou e falou que eu não precisava levá-la em casa porque morava perto e preferia ir andando.

Não sei o nome dessa loira maravilhosa nem sei seu endereço. Nunca mais a vi.

Comentários

28 de Abril, 2017 às 05:04
rodrigoepricila
Otimo conto , que tesão ! Entre em contato conosco !

1