Oi, meu nome é Andressa, tenho 18 anos. Sou branquinha, de cabelos ruivos compridos, coxas grossas, bumbum pequeno mas arredondadinho, seios volumosos e empinadinhos, e, modéstia a parte, me considero bem bonitinha.
Naquele dia, antes de sair, minha mãe pediu que eu desse uma limpeza na casa. Ela só ia voltar de noite, então anotou um monte de instruções num papel e me deixou com todo o serviço pra fazer. Como sempre, fiquei pelada, a não ser quando tinha que limpar as janelas. No meio da tarde, eu já tinha terminado quase tudo. Só faltava limpar as soleiras das portas.
Como eu ia ficar agachada, só coloquei uma blusinha. Deixei o shorts no varal, pra tomar ar. Peguei o material, abri a porta e comecei a limpeza na porta da sala. Em seguida, fui pra porta da cozinha. Nessa hora eu já tava tão cansada que acabei derramando a água de um potinho pro corredor. Como tava tudo quieto, nem pensei muito – peguei o pano de chão e saí limpando o aguaceiro que se espalhou.
Percebi que as alças da minha blusinha deslizaram dos ombros, por causa dos movimentos que fazia. Aos poucos meus seios ficaram de fora, mas não arrumei nada. Só queria acabar logo a limpeza e voltar pra dentro. Nesse momento, dois pés pararam a minha frente e, com o susto, me joguei pra trás, batendo as nádegas e os cotovelos com tudo no chão. Por causa da dor, fechei os olhos e não consegui me levantar por alguns segundos. Fiquei ali, deitada e exposta.
Quando abri os olhos, vi quem era. Gisela, a vizinha do lado, acho que alguns anos mais velha que eu. Olhava para meu corpo com ar de reprovação. Não sei porque, mas não conseguia me mexer. E a vergonha era cada vez maior. As alças da blusinha nas dobras dos braços, e o pano logo abaixo dos seios. As pernas, abertas e dobradas de joelho, como uma mulher em trabalho de parto. Depois de alguns segundos:
-Você não tem vergonha na cara, menina?
Ela me chamou de “menina”, e isso era foda. Não conseguia retrucar, mas comecei a me levantar. Só que o chão ainda tinha uma poça, e quando tentei me colocar de joelhos, escorreguei, dessa vez caindo de bruços, bumbum pra cima. Em poucos segundos, Gisela tinha visto todas as minhas partes íntimas.
-Mas é uma putinha, mesmo.
Então abriu sua porta e a bateu com força. E eu, ainda ali, deitada de bruços no chão do corredor, totalmente nua e com uma vergonha que só não era maior do que o prazer que eu começava a sentir.
Ainda do mesmo jeito que estava, coloquei as mãos sobre as nádegas, massageando-as por um tempo por causa da dor. Então, enquanto com a mão esquerda eu continuava segurando a nádega esquerda, com a mão direita, por trás, cheguei até minha buceta, massageando-a também. Me dava um tesão incrível saber que eu tava ali, nua, me tocando, arriscada a ser pega em flagrante por qualquer um, e, com certeza sendo observada através do olho mágico pela minha vizinha.
Em seguida levantei um pouco o ventre e passei minha mão direita por baixo, ajeitando os dedos na cavidade da minha buceta, e comecei de fato a masturbação. Meus seios doíam um pouco com o movimento de vai e vem naquele chão áspero, e os mamilos pareciam ser raspados por cacos de vidro, mas não era nada que me fizesse parar.
Enquanto me tocava com cada vez mais rapidez, ouvia os sons dos elevadores se movimentando, e quando eles passavam pelo andar, eu aumentava mais os toques, pensando que talvez eles pudessem parar ali e alguém descer e me ver daquele jeito. Ouvia também os sons de um apartamento mais próximo ao meu, que eu sabia que morava um homem de meia idade, solteiro e já aposentado, e rapidamente me passou pela cabeça o que ele faria comigo se me pegasse assim. E também ouvi batidas bem fraquinhas na porta da casa da Gisela, que me representavam que ela também estava se masturbando enquanto me olhava pelo olho mágico.
Quando finalmente gozei, levei meus dedos até a boca, chupando com gosto o resultado da minha pequena perversão, e deixei minha buceta encostar no chão, sentindo o friozinho que me deixou toda arrepiada. Me levantei depois de uns segundos, primeiro ficando de quatro, me espreguiçando. Depois meio que me sentei, pondo as nádegas sobre os pés. Aproveitei pra massagear meus seios, que ficaram um pouco arranhados. Peguei um pouco da água que ainda tinha no chão e passei neles, pra aliviar a sensação de queimação.
Peguei o pano de chão ao meu lado e acabei de fazer o que tinha que ser feito, e sequei o corredor. Antes de entrar em casa, olhei pro olho mágico da casa de Gisela e pisquei, rindo. Depois que entrei e fechei a porta, percebi um barulho. Era o faxineiro do prédio, descendo as escadas varrendo. Então, pensando, me masturbei de novo, agora do lado de dentro: o que ele faria comigo se me pegasse assim?