Este conto e real.
A pouco tempo encontrei um amigo de infância.
Seu nome e Ronaldo. Mais chamávamos de nado.
Morávamos na mesma rua desde pequenos.
Na adolescência curtíamos os bailes, pegávamos muitas gatinhas.
Nos encontramos por acaso.
Ha muito tempo que não sai para tomar umas cervejas.
Depois de duas união desfeita, certo dia sai para me descontrair.
Começamos a beber e relembra o passado.
Perguntei como ele estava.
Contou que havia se casado com a Marlene, que por sinal também era do nosso meio de amizade.
Está amiga eu tinha muita vontade de ter dados uns amasso nela.
Marcamos para se encontra mais vezes.
Então todas as sexta nos encontrávamos para tomarmos nossas cervejas.
Certa sexta ele falou para eu ir no domingo, na casa dele, pois tinha reunidos alguns amigos de infância para um churrasco.
Achei legal se reunir com os amigos de infância.
No domingo combinado, fui e levei algumas cervejas e carnes para ajudar no churrasco.
Chegando lá. Encontrei os velhos amigos e amigas.
Curtimos muito aquele domingo, relembramos bons tempos e as musicas da nossa época. Dançamos e aproveitamos o máximo.
E assim o domingo se foi. Quando estava indo embora, Nado me falou.
Que tal na sexta que vem. Você vem passar o fim de semana aqui conosco.
Concordei e pensei. Bem se eu não consegui da uns amasso na Marlene eu possa da uns amasso na filha, uma bela jovem de seus 25 anos.
Quando chegou a sexta fui para a casa dele.
Chegando lá, estavam os três, Nado, Marlene e Silvia.
Silvinha como todos a chamava.
Não demorou muito a filha deles se arrumou e saiu.
Ficamos tomando cervejas conversando sob nossa adolescência.
Nado saiu para comprar mais cervejas.
Foi quando Marlene me falou.
Que quando era jovem, era apaixonado por mim.
Como eu nunca quis nada com ela e depois me mudei, então ela se casou com o Nado.
Foi quando eu falei.
Nossa como fui burro, sempre quis da uns amasso em você, pensava que você não me notava. Por isso nunca cheguei junto.
E pena agora você está casado com o Nado, não vai rola este amasso.
Ela sorriu e falou.
Quem sabe, você não sabe de nada entre eu e o Nado.
O que você que dizer com isto, me conta.
Não vou contar mais você vai descobrir.
Nado chegou com mais cervejas. Então Marlene foi dormi, mais antes de ir me falou no ouvido.
Daqui a pouco você vai entender o que eu falei.
E se retirou.
Ficamos ali conversando, depois de um certo tempo, Nado que estava sentado ao meu lado no sofá, chegou mais para perto e começou a alisar o meu caralho.
Que isto Nado ta me estranhando eu não sou Gay.
Foi quando ele falou.
Mais eu sou,
E enfiou a mão por dentro do meu short.
Aquilo me assustou no inicio, afinal ele sempre foi pegador, pegava todas as menininhas quando mais jovem.
Cara mais quanto a sua esposa e filha.
Elas sabem e aprova, assim vivemos juntos em harmonia. Minha filha e strip em uma casa de show, Marlene quando quer um pau, contrata um gogoboy.
E ele continuava segurando o meu caralho, que por sinal estava duro.
E os outros amigos sabe disto.
Não pois não quero que aqui no bairro saibam. Mais com você eu posso me abrir, literalmente, pois você não morra aqui.
E pelo que eu estou vendo o seu caralho adorou sentir a minha mão, vamos vê como ele reage com a minha boca.
E retirou ele para fora e enfiou ele todinho em sua boca.
Nisto Marlene chegou e disse.
Viu que eu te falei que você iria descobrir.
Pedi que ela ficasse só de calcinha e sentasse do outro lado.
Ela levantou a sai e me amostro que estava sem calcinha.
Quando ela se sentou comecei a alisar sua buceta enquanto Nado chupava o meu caralho.
Nado se levantou foi até o banheiro e voltou com uma camisinha me entregou e se pois de quatro.
Vai enfia este caralho todinho no meu cu.
Enfio mais com uma condição. Depois eu fuder com a Marlene.
Lógico que ela vai da a buceta para você. Coloquei a camisinha e comecei a enfiar o meu caralho.
Nossa ele remexia e falava.
Diz que eu sou seu viadinho.
Que caralho gostoso, quero que me enrabe não só hoje mais outras vezes.
Logo assim que gozei, ele deu um suspiro.
E murmurou.
Hoje estou satisfeita, este caralho me encheu de prazer.
E foi se deitar.
Então logo que ele saiu eu e Marlene.
Ficamos nus e começamos a nos abraçar e nos beijar, como fossemos casados.
Ficamos assim por um bom tempo.
Comecei a chupar seus peitinhos enquanto alizava sua bundinha.
Fiquei de pé em frente a ela.
Então ele começou a chupar o meu caralho, daí logo em seguida começamos a fazer um delicioso 69.
Em seguida ela se deitou de bruço.
Deitei-me sob ela e comecei a enfiar o meu caralho em sua buceta por traz.
Deitei-me e logo em seguida Marlene começou a calvagar.
E foi assim por um bom tempo, e acabamos dormindo pelado juntos.
Fomos acordado por Silvia que tinha acabado de chegar.
Bom dia taradinhos como foi a foda de vocês.
Bom dia filha. Diz a Marlene.
Pelo visto a noite de vocês foi maravilhosa, e pelo visto o pai também deu para ele.
Nossa eu nem sabia o que fala.
Silvia rindo falou.
Agora só falta eu entra nesta sacanagem também ne.
Só não vai ser agora pois estou muito cansada. E foi para o seu quarto.
Então falei.
Ela ta de zoasão ne.
Marlene respondeu
Claro que não, se ela falou isto e porque vai quere que você foda com ela.
Nossa minha cabeça deu um nó.
Marlene começou a segurar o meu caralho, e ele começou a ficar duro entre sua mão.
Coloquei a de quatro e comecei a enfiar o meu caralho em seu cuzinho. Nossa Marlene era mais quente no sexo anal, rebolava e gemia e alto. E dizia me chama de puta, cadela e vadia.
Enfia sua língua em meu ouvido.
E eu a obedecia.
E assim foi este amanhecer.
Estávamos na sala os três. Como nos tornamos íntimos, estávamos mais a vontade, eu estava apenas de sunga, Nado também e Marlene de calcinha e sultien.
Por volta das 13:00 horas, Silvia acordou, passando pela sala beijou os pais e me pegando pela mão me levou para o banheiro.
Isto já foi o suficiente para o meu caralho endurecer.
No banheiro começou a rebolar e foi tirando a roupa, que não era muita era apenas um shortdoll.
Eu já tinha tirado a minha sunga a muito tempo.
Depois que já estava peladinha, e que visão maravilhosa daqueles peitinhos e daquela bucetinha.
Ela se ajoelhou e começou a chupar o meu caralho, aquela boquinha macia fazendo aquele movimento de vai e vem, nossa que loucura deliciosa.
Fui e levantei-a e comecei a chupar aquela bucetinha, e como me deliciei naquela gruta de prazer.
Fomos para debaixo do chuveiro, encostei-a na parede e arreganhando suas pernas comecei a enfiar meu caralho de inicio devagar e fui aumentando aos poucos até começarmos um frenético vai e vem. E a filha da putinha começou a gritar freneticamente.
Ai que foda gostosa depois quero este caralho gostoso no meu cuzinho me enrabado gostoso.
Virando-a de costa comecei a enfiar ele em seu cuzinho, nisto Marlene me abraçou por traz e segurando o meu caralho foi me ajudando a enfiar ele no cuzinho de sua filha.
Isto levou o meu tesão a mil.
Gozei muito naquele maravilhoso cuzinho.
Ai foi a vez de fazer o mesmo com a Marlene e silva segurava o meu caralho ajudando a enfiar ele no cuzinho de sua mãe.
Estava sentado no vaso com a silva e a Marlene passando seus peitinhos em meu rosto, nisto Nado entra e começa a chupar o meu caralho.
Acabei gozando dentro da boca dele.
E o viadinho nem segue tirou o caralho da boca mesmo depois de eu ter gozado.
Na noite repetimos tudinho de novo do mesmo jeito.
Na hora de dormi. Silva me chamou para dormi com ela. Lógico que aceitei.
E lá antes de dormirmos coloquei-a de quatro apoiando na cama e comecei a fude-la como cachorro e cadela.
Enquanto susurava em seu ouvido.
Vai minha cadelinha empina mais este rabo gostoso, quero enfiar ate o saco neste cu maravilhoso.
A cadelinha rebolava mais ainda, gozei naquele cuzinho, mais quando pensei em tira ela agarrou minha cintura e falou. Ele vai fica ai até fica duro de novo.
Então comecei a enfiar um dedo em sua buceta, e a danadinha rebolava, e o meu caralho tornou a endurecer. Quando gozei de novo e fui tirar ela tornou a não deixar que eu tirasse.
Desta vez demorou mais um pouco para tornar a ficar duro. Mais assim que ficou tornei a gozar naquele cuzinho.
Já estava ficando com as pernas bambas por está naquela posição.
Mais valia apena.
Por fim ela acabou soltando.
Fomos dormi de conchinha.
Pela madrugada acordei sentindo que alguém estava chupando o meu caralho.
Quando abri os olhos vi que era o Nado chupando-o.
Fiquei quieto e deixei que ele chupa-se até eu gozar de novo em sua boca.
Ele limpou todo o esperma do meu caralho com a língua.
Quando amanheceu Marlene já estava na cozinha fazendo café. Ao passar pela cozinha fui e dei um selinho na boca dela, quando estava saindo ela me puxou e me deu um beijo de língua como fossemos marido e mulher e digo que adorei sentir está sensação de como fosse esposo dela.
Passou o domingo e fui para a minha casa.
Tivemos outros fins de semanas assim. Descobri que Silvia nunca trabalhou como strip e tão pouco a Marlene contratava um gogoboy.
Descobri depois que quando a Marlene queria fuder, fudia com o seu irmão.
E assim foi o meu encontro com um amigo e uma amiga de infância.