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05 de Maio, 2017 às 20:23 Por: Malu

Meu menino bonito

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Sempre gostei de homens mais velhos e quando entrava nos chats eram coroas que eu procurava. Se um rapaz de menos de 39 anos me chamava para teclar, eu já descartava. Não queria alguém novinho. É bem da verdade que conheci rapazes de menos de 20 anos e até menores de idade que tinham corpos maravilhosos que muitos homens adultos não têm. Mas, nunca cheguei ao extremo de ir para cama com eles. Talvez o que eu venho sentindo tenha a ver com a proximidade da menopausa ou com o fato de que sempre tive medo de ficar falada e, por isso, não dava para ninguém. Queimava no fogo do tesão, porém, não queria me entregar à luxúria. Somente entregava os pontos quando não aguentava mais e a vontade de dar a buceta começava a atrapalhar meus pensamentos, meu trabalho, minha devoção à igreja. Mesmo assim, recorria a homens mais velhos, que não me satisfaziam, fazendo um oral mal feito, mal me penetravam e já gozavam me deixando na mão e mais estressada do que já estava,
Em abril desse ano (2017), entrei mais uma vez no chat à caça de um macho discreto, caprichoso, gostoso e, principalmente, da minha idade para fuder. A minha xoxota parece que ia pegar fogo sozinha de tanta secura. Mas, só entrava jovenzinhos para conversar comigo. Quando já estava desistindo, eis que entra um ariano, de 29 anos (eu tenho quase 50) no chat e começou a bater papo comigo. Como a internet estava caindo muito e o papo dele, por incrível que pareça, era legal, topei dar meu whatsapp para ele. E, fomos nos falando. Eu continuava relutante. Embora, ele falasse tudo que eu queria ouvir, eu não queria ceder. Todavia, alguém lá embaixo, minha chana, já havia sentido que aquele cara ia dar trabalho para ela. Dito e feito. Marcamos um encontro.
Ficamos de nós encontrar próximo da minha casa. Quando ele me viu fez uma cara de quem parecia não ter gostado do que via. Fiquei insegura, subi na moto e partimos para casa dele. Ao contrário dos outros homens que conheci, ele não tinha pressa nenhuma. Foi à cozinha, tomou água, veio até a sala onde eu estava e começou a perguntar sobre a minha vida. Eu já estava achando que não ia rolar nada quando ele se abaixou para me beijar (eu tenho 1,50 e ele 1,84). Tomou minha mão como alguém que conduz uma criança e me levou até seu quarto. Voltou a me beijar com paixão, como se nos conhecêssemos há algum tempo. Sentiu meu corpo, tocou-me com suas mãos grandes. Afastou-se começou tirar a roupa calmamente. Quando a calça dele caiu no chão, entrou em ação o ator principal: um pênis lindo, de bom tamanho (nem muito grande nem muito pequeno), ideal para dar prazer sem machucar, ereto. Dava para pendurar uma roupa nele de tão em pé que estava.
Pediu que eu tirasse a roupa. Fui tirando devagar, cheia de vergonha, com medo dele não gostar do que estava vendo. Ele me puxou, fez eu ficar em pé na frente dele e começou me beijar deliciosamente, sua língua mexia-se freneticamente dentro de minha boca. O beijo era na boca, mas a xota dava sinais de vida. Fiquei molhadinha. Ele pediu que eu deitasse na cama e veio sobre mim, me beijando sem pressa nenhuma, como se tivéssemos tempo de sobrar para começar. Sugou meus seios com força de um bebê faminto enquanto roçava minha buceta com seu pau duro feito pedra.
Até que não aguentou e tirou a cueca, deixando livre aquele pênis gostoso. Ia colocar a camisinha. Não sei o que me deu, chamei ele, agarrei naquele pau e chupei até matar minha vontade e olha que não curto fazer sexo oral. Contudo, ele era tão limpo que chupá-lo foi uma decisão deliciosa e fácil de se tomar. O desejo bateu forte, ele me pegou na posição Papai e Mamãe e meteu gostoso, até me fazer gozar. Aí, me pôs de quatro, na beirada da cama e disse que ia comer a bucetinha e depois meu cuzinho. Porém, minha chana apertada deixou tão excitado que gozou antes de comer meu cu.
Deitou, descansou um pouco. Conversamos bastante. Contou-me fatos de sua vida e pediu que eu relatasse mais coisas da minha. Quando já estava descansado, pediu que eu acordasse o meninão com um oral bem-feito. Não me fiz de rogada. Meti aquela delícia na boca e comecei a chupar, dedicando-me a glande e as bolas dele. Não tive pressa. Já tinha gozado gostoso, se ele gozasse com o sexo oral não me sentiria no prejuízo. Quase que isso aconteceu. Então, ele se transformou, me deitou direito na cama e começou a dar estocadas fortes, daquelas de arrancar gemidos e gritinhos. Chamava-me de puta, quenga, sua fêmea, biscate e outros nomes que me excitavam muito. Virou-me de costas e começou a meter aquele cacete delicioso na minha buceta com força, batendo na minha bunda, puxando meu cabelo, xingando-me daqueles nomes que eu amava. Quase enlouqueci. Gozamos juntos, a camisinha dele ficou cheia de porra dentro e lavada de secreção da minha vagina por fora. Fomos tomar banho e se não fosse a canseira teríamos fudido de novo, dessa vez no chuveiro.
Coloquei minha roupa, arrumei o cabelo e ele me levou para casa. Cheguei em casa com cara de santa para ninguém perceber que eu tinha sido uma cadela vadia, safada para um menino lindo de 29 anos. Assim que der vamos repetir a dose. Fico de xota molhada só de imaginar.

Comentários

24 de Outubro, 2017 às 14:45
Duzinho
Adorei seu conto meu Zap 044998665019AdA
06 de Maio, 2017 às 19:52
Geder
Noooossaaaa que Deliciaaaa... Gostaria muito de te conhecer... whats 67998666725

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