Buscar no Portal

17 de Novembro, 2014 às 12:45 Por: dindo

Minha adorável anã

tags:
Esse conto possui 16824 visita(s).

Sempre tive desejo de fuder uma anã.
Todas as vezes que eu ia ao circo quando entrava as anãs, ficava imaginando como deveria ser a bucetinha daquela pequena mulher. Mais não conhecia nenhuma.
Então logo assim que chegava em casa depois dos espetáculos, tocava uma punheta imaginando fudendo uma anã. Tinha vezes de ir todos os dias no circo só para ficar imaginando comendo uma anã.
Em certo dia meu tio me convidou para passar uns dias com ele.
Ele sempre me chamava mais como ele morava em uma cidadezinha no interior que não tinha nada para fazer, quase sempre recusava. Mais estando de férias resolvi ir.
Logo quando cheguei na cidade notei que havia um circo, porem logo aquele meu tesão por anã me encheu os pensamentos.
Meus tios estavam me esperando na parada, pois não havia rodoviária, pois o fim do trajeto do ônibus era em outra cidade.
Depois de cumprimentar meus tios, indaguei “e desta fez tem algo para animar esta cidade”.
E o circo chegou ontem e sabe cidade pequena o circo e sempre bem vindo.
Depois de me alojar na casa do tio, resolvi da uma volta na cidade.
Fui ate onde o circo estava armado e logo avistei uma anã que era da trupe.
E logo fiquei com tesão por ela.
Fui ate um barzinho e de lá ficava observando aquela deliciosa anã, como a cidade e pequena e todos se conhece e por eu já ter ido lá todos me conhecia.
Trataram-me como sempre com bastante cortesia, e eles tratavam todos que chegava à cidade.
Acabei ficando ali por um bom tempo e acabei me distraindo. Ao olhar para onde o circo estava notei que os intrigantes não estavam mais lá.
Resolvi volta á casa do meu tio.
Ao chegar notei que eles estavam lá. Entrei cumprimentei todos e aquela deliciosa anã estava lá muito sorridente e bem amigável.
Veio ao meu encontro para me cumprimentar lógico que a cumprimentei e deu um beijo em seu rosto.
Ela me perguntou se eu iria ao espetáculo da noite.
Dise que sim. Então me falou para que eu senta-se na primeira fila, pois iria fazer o espetáculo e gostaria que eu participa-se e iria me chamar para o palco, você não vai se importa né.
Eu dise que iria adora participar.
Decorreu o dia e eu estava ansioso por assistir o espetáculo.
Quando entrei no circo não consegui ficar na primeira fila só na segunda, fiquei frustrado e pensando ela irar arrumar outro para participar.
Começou o espetáculo veio o mágico, os trapezistas, veio o globo da morte e eu ansioso chegava a suar frio nas mãos. Ai entrou os palhaços e nada daquela delicia de anã.
Ai entro os anões e aquela anã maravilhosa. Ela estava vestida de noiva grávida, fazendo uma encenação de pai e filha perguntando de quem era o filho, era tudo bem engraçado e todos riam chegado a um determinado trecho o pai da anã perguntou a prateia quem era o pai, Nisto levantou-se um palhaço no meio da platéia dizendo que sabia quem era o pai. E apontou para um senhor de quase 80 anos. Então o anão falou não pode ser este, pois este nem sabe mais o que nanam. Foi quando ela começou gritando dizendo que ia pari, todos começaram a ri de novo, tirou um boneco pretinho de dento da barriga e veio ao meu encontro e jogou o boneco na minha direção e dise este e o pai. Os outros anões me pegaram e me levaram ao picadeiro, chegando lá colocaram o boneco ao meu lado e falaram “Deu chabu”. Saíram e me levaram junto ate os bastidores.
Chegando lá ela me deu um beijo no rosto e me perguntou se eu não queria ficar ali depois do espetáculo. Concordei.
Quando acabou o espetáculo falei ao meu tio que ficaria ali por um tempo e depois iria embora.
Fiquei ali por varias horas conversando com todos e nada da anã se aproximar.
Ai resolvi voltar para casa do tio, foi quando a Adelaide, este era o nome daquela delicia de anã. Dise que estava afim de da uma volta pela cidade se eu me importava em acompanhá-la. Respondi que seria o maior prazer.
Pediu que eu espera se que iria troca de roupa e já voltava.
Fiquei ali acho que por 1 hora mais ou menos, mais não me incomodaria de esperá-la.
Daqui a pouco és que a surge com um vestidinho bem excitante, se aproximou segurou a minha mão e dise vamos.
Saímos dali como namorado de mãos dadas.
Ela me perguntou se eu estava envergonhado por ela ser anã.
Respondi que não.
Vomos para um barzinho e lá tomamos umas cervejas algumas caipirinhas.
Ficamos assim rindo e conversando e em certo momento eu sem querer coloquei a minha mão em sua perna. Como as nossas cadeiras estavam bem perto ninguém viu.
Fiquei um pouco temeroso de ser mais atrevido. Foi quando sentir a mão dela na minha mão e puxou mais para perto da bucetinha dela. Ai me atrevi mais um pouco e subi a minha mão ate a bucetinha dela. Ela chegou ao meu ouvido e dise “Você e bem taradinho e eu gosto”. E colocando a mão dela em meu caralho que já estava duro de tesão. Ela o alisou por cima do meu short me hesitando mais ainda.
Vamos sai daqui que tal irmos para um lugar mais reservado.
Para onde não posso te levar para o meu trelê por causa dos meus irmãos.
Eu falei para casa do meu tio também não.
Bem vamos andando quem sabe não encontramos algum lugar. E saímos andando.
Ate encontramos um lugar bem reservado, vamos para lá.
Ao chegarmos como estávamos com muito tesão.
Ela logo foi abaixando o meu short e puxando o meu caralho para fora já foi enfiando a boca nele, e nem precisava se ajoelhar para chupar.
Depois me dise que á muito tempo não dava uma boa fudida já estava com a buceta em chama de tanto desejo.
Aproveitando que ela estava de vestido ariei a calcinha dela e sentei no chão e puxei sua buceta para a minha boca e chupando aquela bucetinha pequenina.
Era tão gostosa aquela bucetinha que eu enfiava a minha lingua bem dentro dela e ao mesmo tempo enfiava um dedo no cuzinho dela.
Perguntei se ela deixava eu comer o cuzinho dela.
Sim enfia logo, meu cuzinho ta piscando de tanto desejo.
Como estava sentado a virei de costa e comecei a introduzir o meu caralho naquele cuzinho. Mais como ela e pequena tava difícil o meu caralho entra naquele cuzinho, mais com a ajuda dela, ela ia se ajeitando se areganhando ate o meu caralho entra todinho, e que maravilha o meu pau sentiu ao entrar naquele cuzinho pequenino.
Depois de comer aquele cuzinho foi á vez de fuder aquela bucetinha pequenina, do mesmo jeito como foi com o cuzinho também foi com aquela bucetinha, mais como ela fez quando estava enfiando no cuzinho dela ela fez a mesma coisa estava fazendo ate o meu caralho entrar todinho, e como ela se remexia bem gostoso.
Fiquei de pé e pegando-a no colo fui descendo ela para encaixar a bucetinha em meu caralho ela gemia e se contorcia com baste volúpia.
Foi assim por varias horas. Quando nos despedimos nos beijamos bem apaixonado um beijo que nunca tinha dado e recebido de alguém.
Perguntei se nos veríamos amanhã, ela dise que sim, pois nunca tinha fudido tão gostoso como fudemos.
Levei-a ate o circo ao chegar lá pedi que chupa-se mais uma vez o meu caralho, nem precisei pedi duas vezes já estava ela chupando deliciosamente.
Quando ela ia saindo puxei-a e levantei seu vestido e beijei aquela buceta e depois a chupei.
Deixa um pouco para amanhã meu tarado.
E assim foi todas as noites fazíamos um delicioso sexo, mais algo estava alem do sexo entre-nos. Pois quando estávamos juntos não queríamos nos separa.
Certa noite depois do espetáculo em nosso encontro ela dise que o circo iria embora,
Notei que ela estava triste com este fato e eu também fiquei triste.
Perguntei se ela gostaria de ficar comigo para sempre.
Como sua esposa perguntou ela.
Sim respondi minha deliciosa anã.
E digo esta noite foi ainda mais quente.
Hoje eu quero que você comece a fuder o meu cuzinho, pois ele esta com muita saudade deste caralho gostoso.
Ele também esta com muita saudade deste buraquinho quente e apetitoso.
Desta vez foi só comendo o cuzinho mais ao terminar fiz ela gozar quando enfie a minha lingua bem dentro da buceta dela, nossa e que delicia foi.
Assim acabamos nos casando e sempre fazendo muito sexo delicioso, de vez enquanto voltamos na cidade onde mora o meu tio para fazermos sexo a onde tudo começou.

Comentários

Ainda não há comentários para esse conto.