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18 de Novembro, 2014 às 09:35 Por: dindo

Minha adorada escrava

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Não sou racista, muito pelo contrario, adoro uma bela negra. Pois as negras são bem apetitosas, de seios fartos e bunda bem arrebitada.
Certo dia em uma roda de amigos, começamos a falarmos sob racismo.
Foi quando todos se espantaram com o que eu falei.
Falei que gostaria de ter vivido na época da escravidão, todos me olharam com um tom de reprovação. Então resolvi esclarecer.
Dize que gostaria de ter vivido naquela época, para poder transar com as negras no penhorinho. Pois tenho o maior tesão por negras.
Ai todos começou a ri.
Foi quando uma das amigas, que era negra falou.
Eu também gostaria de ter vivido nesta época, para ser subimisa ao meu sinhozinho.
Foi quando todos olharam para ela. Que por sinal era uma negra bem apetitosa.
Continuamos a conversar sob este assunto, e depois mudamos de assunto.
Depois de algumas horas, eu e ela ficamos sozinhos. Foi quando ela me perguntou.
Você gostaria de ser o meu sinhozinho?
Adoraria sim, iria te colocar no tronco e comer esta bunda e fazer você chupar meu caralho e se reclama-se levaria chibatada.
Ela riu e suspirou, respondendo.
Então vamos fazer esta delicia.
Marcamos para o dia seguinte a nossa aventura erótica.
No dia seguinte fui ao um sex shop, comprei um chicote, amaras e um tronco.
Comprei uma fantasia de sinhozinho e um de escrava.
Montei tudo na minha sala e fiquei a espera da minha escrava.
Quando ela chegou já estava vestido a caráter, de sinhozinho.
Ao entrar ela logo foi dizendo.
A meu senhor e amo sua escrava chegou com muito tesão no cu.
Joguei a roupa de escrava nela e falei.
Coloca a sua roupa e venha me servi minha escrava safada.
Logo assim que veio já fui logo dando as ordens.
Vem logo chupar o meu caralho escrava.
Não vou não sinhozinho.
O que você falou sua escrava vadia.
E isto mesmo, não vou, não.
Então a pegando pelo cabelo, levei-a ao tronco e a prendi com as correntes
Por incrível que pareça ela entrou mesmo no personagem de escrava.
Se comportando com uma escrava mesmo, relutando e esperneando.
Pode-me chicotea mais não vou chupar por livre vontade.
Como ela estava amarada ao tronco, levantei seu vestido. E comecei a bate naquela bunda.
Então vou comer este seu cuzinho sua escrava teimosa.
Ariei a calcinha dela e comecei a enfiar o meu caralho, ela tentava não deixar eu colocal-lo. Então peguei o chicote e dei umas chicotadas em sua bunda.
Foi quando ela falhou. Ai meu sinhozinho ta doendo, para, para pode comer o meu cuzinho.
Então ela relaxou a bundinha e comecei e enfiar o meu caralho todinho, e ela ficou rebolando, vai meu sinhozinho enfia mais ele to gostando enfia fundo vai.
Mais chupar o seu caralho eu não vou.
Vamos vê se você não vai chupar escrava insolente.
Ai eu comecei a chupar a buceta dela e como o cabo do chicote tinha um formato de caralho comecei a enfiá-lo ao mesmo tempo no cuzinho dela.
Quanto mais eu enfiava a minha lingua em sua buceta e o cabo do chicote em seu cu, ela mais gemia de tesão.
Então comecei a passar meu caralho no rosto dela.
Se o sinhozinho colocar este caralho em minha boca eu vou morder ele.
Se você morde ele eu vou comer a sua buceta e enfiar o cabo do chicote no seu cuzinho negra atrevida.
Foi quando ela riu. Quando coloquei o meu caralho em sua boca, ela o mordeu,
Ai eu tirei do tronco e pegando pelo seu cabelo, levei ate a cama e amarei seus braços na cabeceira da cama e as pernas. Deixando ela toda are ganhada.
Coloquei-a de lado e comecei a comer aquela bucetona gostosa e fui introduzindo o cabo do chicote em seu cu.
Ai aquela escrava começou a rebolar e gozar como uma louca.
Depois que ela já estava bem calma, introduzi meu caralho em sua boca, no qual ela aceitou e começou a tocar uma punheta com a boca nele.
Quando ia gozar retirei o meu caralho de sua boca. Então ela retrucou
Não tira não meu sinhozinho goza dentro da boca de sua escrava vai.
Foi o que eu fiz.
Então a libertei das amaras, perguntei.
Então vai ser uma escrava mais gentil com o seu senhor e deixar eu me saborear mais nesta bela bunda e nesta apetitosa bucetona.
Só depois de eu chupar mais este caralho branquelo.
Então fiquei deitado e ela veio e começou a chupar mais o meu caralho, depois dela se sasiar. Ficou de pé sob mim e veio com sua buceta em minha boca, dizendo chupa mais a minha buceta e morde os meus lábios varginais, meu amo e senhor.
Foi o que eu fiz e ao mesmo tempo estava enfiando um dedo no cuzinho dela.
Ela retrucou.
Tira o dedo do meu cu.
Quem dise que vou tirar sua escrava atrevida, e se não deixar vou enfiar o caralho tanto no seu cu que vai fica ardendo por semana.
Então ta meu sinhozinho pode deixar ele ai, mais envia bem devagarinho.
Fiz ela gozar por varias vezes chupando aquela bucetona e enfiando o dedo naquele cuzinho.
Depois ela começou a calvagar em meu caralho.
E foi assim a tarde todinha eu fudendo muito aquela deliciosa escrava safada.
Repetimos mais vezes, e em uma desta nossa transa de escravidão ela trouxe outra escrava que era bem mais submissa.

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